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ESPECIAL 50 ANOS – Mulheres na presidência da Associação

Muito embora as mulheres sejam maioria na área de Recursos Humanos, a participação delas na liderança da Diretoria Executiva e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da ABRH-SP acompanha a proporcionalidade da participação feminina no board das organizações. Nesses 50 anos de história, o cargo de presidente foi ocupado por duas mulheres – Nielce Camillo Filetti e Elaine Saad – e o de presidente do Conselho Deliberativo por apenas uma: Noelly de Carvalho David, durante a gestão de Nielce.

A proporção nos demais cargos da diretoria e dos conselhos, no entanto, vem crescendo nas últimas décadas. Atualmente, a diretoria executiva tem importante presença feminina, sendo composta por cinco homens e quatro mulheres (conheça as integrantes na reportagem acima).

Primeira mulher eleita para a presidência da Associação, Nielce comandou a entidade de 1996 até o início do novo milênio. Na sua gestão, a ABRH-SP realizou a reforma do estatuto social com o objetivo de garantir aos associados uma participação mais democrática nas decisões da entidade. Os principais aspectos dessa mudança foram o direito ao voto dos associados empresariais e a eleição da diretoria pelo voto direto – até então o Conselho Deliberativo escolhia o presidente da ABRH-SP, que, por sua vez, indicava os membros da diretoria.

Atual vice-presidente da ABRH-Brasil, Elaine assumiu a liderança da ABRH-SP em 2008 para concluir a gestão do triênio 2007-2009 com a saída do cargo de presidente de Vicente Teixeira, que deixou o Brasil para uma carreira internacional de executivo de RH.

Uma das principais realizações da diretoria de Elaine foi o papel de destaque que a Associação teve no desenvolvimento e lançamento, em 2008, do Emprega São Paulo, importante ferramenta gratuita de oferta e busca de vagas de trabalho pela internet até hoje mantida pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) do Estado de São Paulo.

 

Página Semanal ABRH-SP – 08 de março

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DESENVOLVIMENTO – Eduardo Carmello abriu a temporada de eventos na ABRH-SP

Na quarta passada, Eduardo Carmello, diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos, abriu a temporada de palestras deste ano na sede da ABRH-SP com uma apresentação sobre o tema Gestão da Singularidade, que vem sendo objeto dos seus estudos e pesquisas nos últimos anos.

O desafio do líder de expandir a capacidade produtiva, o conceito de gestão da singularidade e a apresentação de um modelo para ajudar a liderança a produzir conhecimento foram o foco da palestra. “A gestão da singularidade é a capacidade que uma organização ou um gestor tem de maximizar a performance e a inovação de sua equipe, construindo estratégias diferenciadas para talentos em níveis diferenciados de performance, engajamento, aprendizagem e entrega”, explicou Carmello.

 

Página Semanal ABRH-SP – 08 de março

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Debate sobre a contribuição do storytelling nas estratégias de engajamento

O Grupo Líderes de RH da ABRH-SP promove nesta quarta, a partir das 8h30, na sede da entidade, um debate sobre a contribuição do storytelling para estratégias de engajamento. Gerente sênior de Comunicação e Public Affairs da GE, Viviane Mansi vai falar sobre os conceitos de storytelling e como essa ferramenta vem sendo aplicada na comunicação dos empregados da multinacional em diferentes oportunidades. Na sequência, Viviane participa de um debate sobre o tema com os consultores de comunicação Bruno Carramenha e Thatiana Cappellano.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

 

Página Semanal ABRH-SP – 08 de março

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Grupos de Estudos em Sorocaba

Cerca de 150 pessoas compareceram ao evento que contou com a presença da palestrante Marisa Eboli

Foi realizada na última quinta-feira, 5 de março, no auditório da Esamc, a abertura oficial dos Grupos de Estudos da ABRH-SP Sorocaba. O evento reuniu cerca de 150 profissionais de Recursos Humanos da região e contou com a presença da especialista e palestrante Marisa Eboli, que falou sobre “O poder transformador da Educação Corporativa”.

A vice-diretora da Regional, Daniele Matos, contou as novidades e o calendário de atividades para 2015 e convidou o público a participar dos Grupos de Estudos formados na cidade: Tendências em Educação Corporativa e Estratégias para Atração e Retenção de Talentos. Na ocasião, os facilitadores Rogério Bellini, Yara Leal e Cássia Resende foram apresentados pela diretora dos Grupos de estudos, Roseli Jacobsen, e puderam falar sobre a expectativa dos trabalhos.

Durante a palestra foram sanadas muitas dúvidas sobre a Educação Corporativa. Marisa apresentou um contexto sobre a Educação no Brasil, falou sobre a diferença entre Universidade Corporativa, Educação Corporativa e Treinamento & Desenvolvimento. Ela ainda apresentou referências internacionais e o trabalho de benchmarking desenvolvido em grandes empresas fora do país como Accor; Thales Université; Saint-Gobain e GE, entre outras.

A professora também enfatizou a importância do papel do líder educador. “O papel do líder é fundamental para o sucesso da Universidade Corporativa ou da Educação Corporativa. Ele tem que entender de uma vez por todas que a responsabilidade está nele! Quando focamos na realidade brasileira, percebemos que a Educação aqui não é um forte. Mas, por exemplo, as melhores empresas para trabalhar de acordo com as pesquisas, são aquelas que possuem programas de Educação Corporativa. Está na hora de levarmos o assunto mais a sério”, afirmou Marisa Eboli.

A diretora de RH da Schaeffler, Rosana Bacciotti, elogiou o evento e parabenizou a iniciativa da ABRH-SP. “Sorocaba é uma grande cidade em uma região em franco desenvolvimento e merecia uma conexão entre as lideranças de RH. Para os profissionais, as palestras, reuniões, eventos e os grupos que se encontram aqui, são importantes canais de atualização e network, ferramentas essenciais ao papel do RH moderno. O que vimos foi um excelente evento com uma palestra de altíssimo nível. Parabéns aos envolvidos”, disse.

Em Sorocaba, dois Grupos de Estudos estão abertos para associados: Tendências em Educação Corporativa e Estratégias para Atração e Retenção de Talentos. Neste ano serão realizadas oito reuniões já programadas no calendário. Para obter outras informações e esclarecer dúvidas, entre em contato pelo telefone (19) 3294-3307 ou envie um e-mail para regionalsorocaba@abrhsp.org.br.

 Sobre a ABRH Sorocaba

Inaugurada em 2014, a ABRH Regional de Sorocaba contempla as cidades de Sorocaba, Votorantim, Mairinque, São Roque, Araçariguama, Itu, Salto, Porto Feliz, Tietê, Jumirim, Cerquilho, Cesário Lange, Boituva, Tatuí, Iperó, Capela do Alto, Alambari, Araçoiaba da Serra, Sarapuí, Pilar do Sul, São Miguel Arcanjo, Tapira, Salto de Pirapora, Piedade e Ibiúna, além de Itapetininga e Cabreúva.

MULHERES NO TRABALHO:

SEM MEDO DE ENFRENTAR TABUS

Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, nada mais apropriado do que falar dos desafios de como elas podem construir vidas vencedoras!

“Para mim, mulher de sucesso é aquela que conseguiu trazer todas as pessoas que estão ao seu redor, junto consigo, na sua trajetória profissional”, afirma Edna Goldoni, a primeira mulher a ocupar a diretoria comercial da ABRH-SP.

É o que ela faz. Goldoni chegou em 2013 trazendo a ideia de ampliar um grupo que reunia em torno de cem mulheres para discutir e debater as questões da profissional de RH no mercado de trabalho. Vale lembrar que são elas que, na grande maioria das vezes, recrutam homens e mulheres para todos os departamentos. Quer visão maior de conjunto? 

Pois foi essa abordagem que aproximou mais executivas que sentiam a necessidade de adquirir esse conhecimento e aproveitar o networking. 

Junto com os demais membros da diretoria feminina da associação – Lilian Guimarães, Luciana Carvas e Edna Bedani –, o projeto cresceu e foi batizado de Liderança Feminina. Ano passado, foram promovidos três encontros em São Paulo – com overbooking em dois deles –, um em Ribeirão Preto e outro em Campinas. “O próximo evento será na primeira semana de abril, em parceria com a Fundação Getulio Vargas”, conta Goldoni.

“Tantos papéis, tantas facetas me vêm à mente ao buscar palavras que traduzam a homenagem que eu gostaria de prestar a todas nós em um mês tão emblemático…”, comentaLuciana Carvas. O sentimento de “vim, vi e venci” é dividido com Lilian Guimarães: “O mundo mudou e as mulheres também! As jovens têm dado muita importância para família e já não precisam ser como as mulheres da minha geração, que, para terem sucesso profissional, se comportavam como homens, muitas vezes, esfacelando sua vida pessoal”.

Para se ter uma ideia de quão forte é esse sentimento, não só na área corporativa, lembramos da jornalista Ana Paula Padrão que pediu demissão de um dos cargos mais disputados e almejados da TV e não faltou quem a chamasse de louca. Em uma entrevista concedida a Paulo Lima, fundador da Trip Editora, ela desabafou: “Ninguém se diverte com um lado só da vida! Eu me sentia incompleta e era difícil de explicar isso para a emissora… Às vésperas dos 40 anos, eu só tinha vivido uma coisa na vida”.

Se você já se questionou se adianta chegar ao topo da carreira quando tudo que depende de você está fragilizado, deteriorado e as relações estão muito difíceis, é hora de trocar experiências: “Eu procuro equilibrar todos esses pratinhos do dia a dia, com alegria, leveza e motivação. Não adianta falar ‘ai, que peso, coitada de mim, tenho de chegar em casa e fazer isso e aquilo’…”, alerta Goldoni.

A xará Edna Bedani finaliza: “Queremos provocar reflexões sobre os espaços possíveis de ocupação feminina na geração dos resultados tão esperados para os negócios e a sociedade!”

Vem você também: liderancafeminina@abrhsp.org.br

 

Fonte: “Folha de Alphaville – 06 de março de 2015”

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3ª edição do RH Sustentável – Por um RH mais consciente e um mundo melhor

Do dia 8 de abril a 21 de outubro, a ABRH-SP, com o apoio da ABRH-Brasil, promove a 3ª edição do RH Sustentável – O que a sustentabilidade tem a ver com a gestão de RH?. “O objetivo é aproximar os Recursos Humanos do processo das organizações, uma vez que a sustentabilidade aparece no modelo de negócios das empresas”, revela Wandreza Ferreira, Organizadora do RH Sustentável e Diretora Executiva do Instituto Ser +.

O programa, que totaliza 52 horas de carga horária, é dividido em três módulos: Visão Geral sobre Sustentabilidade; Brasil- Agenda Social que impacta na área de RH; e Sustentabilidade aplicada à gestão de RH. “Cada aula está sendo preparada considerando uma área de RH e uma sociedade em constante transformação. Relações sustentáveis geram processos e empresas sustentáveis”, explica Wandreza. 

As discussões propõem que o participante repense sobre suas ações, modelos e práticas, para uma atuação mais consciente. “A ideia é que os profissionais da área se sensibilizem com o tema, despertando a importância do seu papel na construção de um RH diferenciado e um mundo melhor”, conclui a coordenadora.

3ª edição do RH Sustentável oferece 14 encontros quinzenais, que acontecerão sempre às quartas-feiras, das 8h30 às 12h, na sede da ABRH-SP (Av. Eng. Luiz Carlos Berrini, 1297 – conj. 92). 

O investimento é de 1.250 reais para não associados e 875 reais para associados. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 5505-0545 ou pelo rhsustentavel@abrhsp.org.br

 

A programação completa pode ser acessada pelo link http://goo.gl/m37eBM   

Entrevista Exclusiva – Paolo Ruggeri, autor de Os Novos Líderes – Parte 1

Empresário, consultor e autor, o italiano Paolo Ruggeri visitou a ABRH-SP e concedeu uma entrevista exclusiva para nossas redes sociais sobre práticas de liderança, momento econômico no Brasil e na Europa, empreendedorismo, globalização e muito mais.

Paolo esteve no Brasil para lançar a versão em português de seu best seller “Os Novos Líderes, o manual de liderança para os gerentes do terceiro milênio”.  (Editora New Book / 208 páginas).

Confira!

LIDERANÇA

ABRH-SP: Quem são os Líderes do Terceiro Milênio?

Paolo Ruggeri: O livro foi escrito para empreendedores e administradores. Particularmente, de pequenas e médias companhias. Na nossa opinião, eles herdaram o papel de construir pessoas.

Muitos podem pensar que a escola e a sociedade trabalham nesse sentido, mas nós acreditamos que no terceiro milênio são os empreendedores que estão assumindo o dever de desenvolver as pessoas. E se eles fizerem isso da forma correta – e não apenas usarem as pessoas em seus negócios – terão em troca prosperidade nos seus negócios.

ABRH-SP: O que mudou de 2003, ano de lançamento do livro na Itália, para 2015, quando ele está sendo traduzido em português?

Paolo Ruggeri: Com a internet se expandindo e as redes sociais, é ainda mais importante manter as pessoas envolvidas e fazer com que elas comprem o real objetivo da empresa. A gente viveu um tempo onde a conectividade não era tão forte e hierarquia se sobressaía. Hoje, a hierarquia dá lugar à conquista de metas compartilhadas.

Em particular, quando lidamos com essa geração de jovens, que já nasceu nesse contexto, a relação é diferente. Majoritariamente, você consegue ganhar a lealdade deles se tiver valores. E essa é uma tendência. As pessoas fazem a diferença.

ABRH-SP: Você poderia aprofundar como a internet vem mudando esse processo?

Paolo Ruggeri: Por exemplo, hoje eu saio do trabalho às 17h ou 18h, chego em casa e continuo conectado, respondendo e-mails. Ou seja, por vezes a gente não trabalha mais apenas no espaço físico da empresa, e isso torna o trabalho do líder mais difícil.

Com as pessoas trabalhando mais, até fora do escritório, é dever do líder fazer com que os empregados criem um vínculo, vejam um propósito nisso, que é acreditar nos valores da empresa. Isso pode ser feito de algumas formas.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a Starbucks paga o ensino superior para todos os seus funcionários. O objetivo da iniciativa é ajudar a vida dessas pessoas e retribuir de alguma maneira à sociedade. Dessa forma, mesmo tendo uma rotina puxada, meu colaborador vai perceber que eu quero o desenvolvimento dele.

Outras grandes companhias que retribuem à sociedade são Google e Apple, por exemplo.

Em suma, estando nessas empresas as pessoas percebem que se tornam mais capacitadas e não estão apenas prestando serviços a alguém.

ABRH-SP: Já que falamos em Apple e Google, o que você acha de líderes como Steve Jobs, fundador da Apple, e Jeff Bezos, criador da Amazon, famosos por sua intolerância com falhas, enquanto muitos dizem que o erro é algo que deve ser tolerado para atingir o sucesso?

Paolo Ruggeri: Essas duas são grandes companhias com muitos níveis separando os líderes das pessoas. Isso faz com que o que a gente escute acabe se tornando mitologia. Mas Steve Jobs foi um visionário. O que eu posso falar a você é que um homem como ele se torna uma inspiração.

Conheço pessoas que trabalharam com ele que dizem que era muito duro, talvez as associações de recursos humanos ao redor do mundo não gostem muito dele (risos). Reconheço sua importância, mas sou mais a favor de pessoas como Bill Gates, porque ele se esforça mais para retribuir à sociedade.

Há companhias que possuem grandes valores, mas nem sempre o estilo de administração é o melhor.

Gosto muito mais dos pequenos e médios empreendedores, pessoas que construíram suas companhias, continuam lá e fazem o show acontecer.   

ABRH-SP: E o que muda no papel do líder de uma pequena empresa, onde ele conhece bem seu quadro de funcionários, para o líder de uma grande companhia, onde ele tem que inspirar pessoas que não conhece?

Paolo Ruggeri: Vou resumir o case de estudo de uma fabricante de motores para aviões que está no livro:

A empresa reuniu todos da linha de montagem para discutir o que poderia ser feito para aumentar a produtividade. Então, disseram que a luz na linha de produção estava muito fraca. Imediatamente aumentaram a força da luz. Uma semana depois, o que aconteceu com a produtividade? Aumentou.

Em uma outra reunião, perguntaram novamente o que poderia ser feito para melhorar ainda mais a produtividade. Outra sugestão dos funcionários foi a de trocar as máquinas de lugar. Trocaram, mas começaram a diminuir a luz novamente sem avisar. Ao final da semana, a luz estava de volta ao nível inicial.

O que aconteceu? A produtividade aumentou novamente.

A conclusão a que chegaram é que não importa o que você faça com as pessoas, o importante é que elas sintam que são ouvidas.

Respondendo, eu acredito que o chefe deva ouvir as pessoas, não importando o tamanho da empresa. Nós estamos inseridos em um sistema que eu realmente preciso me importar com os funcionários. Eles são indivíduos antes de tudo.

Exemplificando novamente: se meu gerente de vendas não consegue bater suas metas e eu fico contrariado não só porque os números estão baixos, mas porque provavelmente ele está sofrendo com isso – esse é o caminho.

Se eu tiver esse comportamento, e conseguir que meus gestores compartilhem dessa conduta, meus colaboradores perceberão minha preocupação com eles e vão passar a trabalhar com o coração.

Esse é o novo líder. Precisamos do coração das pessoas, não do seu tempo. 

DESENVOLVIMENTO – Eventos apresentam os temas dos Grupos de Estudos de 2015

A participação nos Grupos de Estudos da ABRH-SP faz parte do plano de desenvolvimento individual dos profissionais de RH da unidade de São Paulo da ArcelorMittal Long Carbon Brazil. Quatro deles já integraram a atividade, incluindo uma estagiária que foi efetivada na empresa. Fazer parte dos Grupos de Estudos proporciona troca de experiências e aprimoramento profissional e pessoal, na medida em que os integrantes têm oportunidade de exposição de ideias e opiniões. Para os participantes da ArcelorMittal não está sendo diferente. Percebemos claramente o desenvolvimento de nossos profissionais de RH”, avalia Flávio Martins Pinto, gerente de Recursos Humanos, Sistema de Gestão e Meio Ambiente da empresa.

Depoimentos como esse reiteram o sucesso da atividade, que chega neste ano a sua nona edição consecutiva e com um número bem maior de grupos na sede e nas Regionais da ABRH-SP (veja a lista completa no site www.abrhsp.org.br). Na última terça-feira, a diretora dos Grupos de Estudos e conselheira da ABRH-SP, Ana Maria de Freitas, conduziu a reunião em que foram apresentados os temas e facilitadores dos grupos na capital paulista. Ela explicou a metodologia utilizada e as características das reuniões: “Partimos do pressuposto de que o conhecimento está no grupo, por isso a construção do conhecimento é coletiva e feita por meio de um trabalho lúdico, criativo e interessante”. Durante o evento, os facilitadores apresentaram os objetivos dos temas deste ano:

 

Coaching I e II –Introduzir e ampliar o conhecimento sobre coaching, aprofundar fundamentações teóricas, discutir ferramentas de assessment, identificar competências e compartilhar experiências. O Coaching II é aberto apenas a quem tem formação e experiência em coaching. Facilitadoras: Lidia Pagni e Cássia Verginia  

Comunicação não Violenta Desenvolver, estudar e praticar um modelo de comunicação alternativo para ser aplicado no cotidiano empresarial: a comunicação não violenta ou comunicação empática. Facilitadoras: Yara Leal e Márcia Fonseca  

Consultoria InternaRefletir sobre os atuais paradigmas que regem a gestão de pessoas e estudar conceitos, modelos e estratégias adotados por organizações que implementaram diferentes modelos de consultoria interna de RH. Facilitadores: Carlos Prado e Fátima Faria  

Gestão de Carreira Estudar a carreira do ponto de vista da responsabilidade, dos interesses e das atitudes que dizem respeito à organização e ao profissional. Facilitadoras: Helena Chaves e Marcela Lempé 

Gestão de Cultura e Comunicação Empresarial Prover conhecimento relevante, debates e ideias sobre: o que é cultura organizacional? Qual o papel do RH em sua gestão? Como a estratégia é afetada pela cultura? Qual a responsabilidade dos líderes na cultura da empresa? Facilitador: Silvio Celestino  

Humanizar Gera Resultados Organizacionais Discutir temas que impactam positivamente na humanização das relações no trabalho como caminho para o resgate da motivação na vida e carreira das pessoas e consequente conquista de resultados nas organizações. Facilitadoras: Lídia Pagni e Susanne Andrade 

Lideranças e Sucessão Estudar e debater temas relacionados à liderança que podem ajudar as organizações na formação e desenvolvimento de líderes mais estratégicos. Facilitadores: Luciano Faber e Marcela Niemeyer 

Programas de Estágio e Trainee  Identificar, conhecer e discutir as melhores práticas do mercado, no que diz respeito ao modelo, implantação, acompanhamento e gestão destes programas de jovens talentos. Facilitadoras: Carina Guerreiro e Patricia Viotto 

Resiliência na Vida Pessoal e Profissional Discutir como trabalhar a combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades nas organizações. Facilitadores: George Barbosa e João Marcos Varella 

Remuneração Estratégica Aprofundar conhecimento nas novas tendências de contrato e jornada de trabalho e nas metodologias de remuneração, promovendo discussões sobre as melhores práticas adotadas pelo mercado. Facilitadores: Luiz Everardo e Daniella Martelletti 

Técnicas Vivenciais em Educação Corporativa –Proporcionar a troca de informações e o conhecimento prático de metodologias vivenciais para uma atuação mais qualitativa na área de educação corporativa. Facilitadoras: Jacqueline Cerqueira e Flávia D’Urbano 

 

Mais informações: www.abrhsp.org.br ou gruposdeestudos@abrhsp.org.br

 

Regionais lançam seus grupos

Ao longo dos próximos dias, as Regionais também vão apresentar os temas deste ano:

Baixada Santista – dia 10 de março, das 19h às 21h, no auditório do Vistamar Premium Offices, em Santos

Campinas – dia 4 de março, das 8h30 às 12h, no Auditório Uniodonto, em Campinas

Metropolitana Oeste – dia 3 de março, das 19h30 às 21h30, na McDonald´s University, em Alphaville

Ribeirão Preto – dia 5 de março, das 18h30 às 22h, no Stream Palace Hotel, em Ribeirão Preto

Sorocaba – dia 5 de março, das 8h30 às 11h30, na Esamc, em Sorocaba

Mais informações: regionais@abrhsp.org.br

 

Página Semanal ABRH-SP – 01 de março

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ESPECIAL 50 ANOS – Três décadas de parceria com o Estadão

Já se vão mais de 30 anos e 1.613 edições todos os domingos. Essa é a duração da bem-sucedida parceria que a ABRH-SP mantém com o Estadão para a publicação semanalmente deste informativo. A criação da página e sua manutenção por três décadas é o resultado do apoio imprescindível do Estadão e do esforço de várias diretorias, todos comprometidos com o objetivo de levar as informações institucionais da entidade e as reflexões sobre a área de gestão de pessoas para um grande número de leitores. Publicada em 3 de junho de 1982, Dia do Administrador de Pessoal, a página número 1 afirmava seu propósito: “O Jornal de Recursos Humanos [como a página era chamada na época] abordará, de forma objetiva e dinâmica, assuntos oportunos ao momento e voltados não só ao profissional da área, mas a todo contexto social, econômico, cultural e político que, direta ou indiretamente, interfere em seu campo de trabalho”.

 

Página Semanal ABRH-SP – 01 de março

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Curso sobre sustentabilidade na ABRH-SP

Já estão abertas as inscrições para o curso “O que a sustentabilidade tem a ver com a gestão de RH?” Promovido pela ABRH-SP, com o apoio da ABRH-Brasil, o curso chega a sua terceira edição consecutiva. Ao todo serão 52 horas de carga horária, distribuídas em catorze encontros quinzenais realizados todas as quartas-feiras, das 8h30 às 12 horas, na sede da ABRH-SP, no período de 25 de março a 7 de outubro. 

O conteúdo será dividido em três módulos: Visão geral sobre sustentabilidade; Brasil – Agenda social que impacta na área de RH; e Sustentabilidade aplicada à gestão de RH.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou rhsustentavel@abrhsp.org.br

 

Página Semanal ABRH-SP – 01 de março

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ABRH-SP Sorocaba convida para a palestra ‘O poder transformador da Educação Corporativa’

Evento fará a abertura dos Grupos de Estudos da cidade

A ABRH-SP Sorocaba promove na próxima quinta-feira, 05 de março, a palestra “O poder transformador da Educação Corporativa”. Ministrada pela professora doutora, Marisa Eboli, a palestra acontecerá nas dependências da Esamc, no período das 08h30 às 11h30. Vale ressaltar que o evento será totalmente gratuito e aberto aos profissionais da área de recursos humanos de toda a região.

Realizada de maneira dinâmica com participação do público, a palestra será um marco regional, pois fará o lançamento dos trabalhos dos Grupos de Estudos disponíveis para os associados da regional Sorocaba. O bate-papo com a especialista evidenciará pesquisas e referências internacionais sobre os conceitos e práticas da educação no Brasil e do papel do líder educador.

 

Para participar é necessário realizar a inscrição prévia pelo e-mail regionalsorocaba@abrhsp.org.br. A Esamc está localizada na Rua Doutor Artur Gomes, 51, no Centro de Sorocaba. Outras informações podem ser obtidas através do telefone (19) 3294-3307.

 

Conheça a palestrante

 

Marisa Eboli possui graduação em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas – SP, mestrado em Administração pela Universidade de São Paulo e doutorado em Administração pela Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração de Recursos Humanos, atuando principalmente nos seguintes temas: educação corporativa, desenvolvimento de pessoas, sistemas de educação corporativa, gestão por competências e universidades corporativas.

Os Grupos de Estudos

Os primeiros grupos surgiram no ano de 2007 em São Paulo e, desde então, desenvolvem trabalhos sobre temas específicos na Capital e em cidades como Santos, Campinas, Bauru, Ribeirão Preto e Jundiaí.

Em Sorocaba, dois Grupos de Estudos estão abertos para associados: Tendências em Educação Corporativa e Estratégias para Atração e Retenção de Talentos. Neste ano serão realizadas oito reuniões já programadas no calendário. Para obter outras informações e esclarecer dúvidas, entre em contato pelo telefone (19) 3294-3307.

A CHANCE DE SABER COMO VOCÊ É PERCEBIDO

“Nem todos os gestores sentem-se confortáveis para oferecer todo o feedback necessário, por conta da exposição pessoal!” A declaração é deJorge Oliveira, gerente de Marketing, Vendas e Engenharia de Aplicação da Klüber Lubrication, empresa alemã de soluções para preservação de equipamentos mecânicos, com forte tradição em desenvolvimento de pessoas. “Alguns feedbacks são delicados e trazem questões difíceis. Um processo formal, estruturado e construtivo cria aquele momento para o líder mais recolhido e introspectivo se expressar”, completa ele.

Oliveira lidera sua equipe atuando mais como moderador. Claro que ele age com coerção e efetividade quando a situação é emergencial, porque isso faz parte do job description. “Temos uma equipe multidisciplinar, com formações diversas e de diferentes gerações – dos 20 aos 70 anos – todos trabalhando integrados. Há extremos de cultura e individualidade. Estar presente e compreender cada um é essencial”, completa o gestor.

Com formação em exatas –  Tecnologia Mecânica –, Oliveira fez especialização em Programação Neurolinguística – PNL na Universidade da Califórnia (EUA), com Robert Dilts. “Os conceitos de PNL são muito simples e dão entendimento diferente para os relacionamentos”, afirma ele, “às vezes, eu falava com uma pessoa e ela não se sentia bem com aquele tipo de comunicação, que funcionava muito bem com outra pessoa. Ao adaptar a forma de me comunicar com cada um, consigo me conectar mais efetivamente.”

Dois colegas de  trabalho dele  já fizeram curso de PNL e atuam, hoje, na linha de frente comercial. Oliveira destaca outro ponto: “no contato com os pares internacionais há um ganho muito grande, porque cada cultura tem um mapa mental completamente diferente. Facilita para fazer projetos com indianos, alemães e americanos, que têm expectativas, necessidades e também referências bem distintas. Compreender isso faz você se integrar de forma mais harmônica.”

É de se esperar que, em um cenário onde há muito espaço e muita autonomia, surjam ideias de todo tipo! Conseguir perceber que há ideias muito melhores que as suas, que podem gerar transformação, vai beneficiar a todos e, principalmente, ao líder. Falando assim, parece matemática elementar. No escritório, na fábrica e mesmo em casa, não é tão cristalino, porque entram em cena emoções primárias como insegurança e vaidade.

“Nesse modelo de liderança nem tudo dá certo. Alguma coisa ou outra pode falhar. Mas como eu e a empresa temos a ideia de que não há fracasso, quando algo dá errado, não há punição mas, sim, aprendizado. Procuramos criar um clima solidário e cheio de responsabilidade!”, finaliza Oliveira. Pode ser que você tenha se esquecido, mas estamos falando de vendas, uma área que costuma ser agressiva. Os números da equipe de Oliveira? Vão muito bem, obrigado. 

 

Fonte: Folha de Alphaville – 20 de fevereiro de 2015

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