
CONALIFE 2017 – Valorização do estilo de liderança feminina como estratégia organizacional


Programado para 31 de maio, no Teatro Cetip (prédio do Instituto Tomie Ohtake), na capital paulista, o 2º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina contará com a participação do prefeito da cidade de São Paulo João Doria na cerimônia de abertura. O prefeito falará para uma plateia estimada em 600 pessoas segundo os organizadores: a ABRH-SP e a ONU Mulheres.
Ao longo de um dia todo de atividades – o evento começará às 8h com término às 18h –, serão apresentados painéis e entrevistas a partir do tema central “Conexões que impulsionam conquistas”. Veja a programação a seguir:
PROGRAMAÇÃO
MANHÃ
Abertura
João Doria, prefeito de São Paulo
Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil
Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP
Homenagem Mulher do Ano
Ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal
Speech
Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário
Painel Em conexão com a nossa trajetória e desafios
Carla Tiepo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; Eliane Barbosa da Conceição, professora adjunta da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab); Rafael Alcadipani, professor de Estudos Organizacionais do Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas; e Regina Madalozzo, professora associada do programa de Mestrado Profissional em Economia do Insper. Moderação: Tatiana Schibuola, diretora de redação da revista Claudia
Painel Em conexão com nossos sonhos
Alexandra Loras, empresária, consultora de empresas e escritora
Painel Em conexão com o mundo
Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, e Adriana Carvalho, assessora sobre Empoderamento Econômico da ONU Mulheres
TARDE
Painel Em conexão com as demandas sociais
Guilherme Valadares, editor-chefe do site PapodeHomem; Juliana de Faria, fundadora do Think Olga e idealizadora da campanha Chega de Fiu Fiu; e Luana Génot, fundadora e diretora executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR). Moderação: Amanda Lemos, coordenadora de campanhas da ONU Mulheres
Painel Em conexão com as entregas
Cris Sampaulo, vice-presidente na área de Gestão de Capital Humano do Goldman Sachs, Luis Gonçalves, presidente da Dell no Brasil, e Vanessa Machado, diretora de Identidade Organizacional do Grupo Boticário. Moderação: Leyla Nascimento, presidente da Fidagh
Painel Em conexão com as gerações
Marcia Neder, psicanalista e escritora
Painel Em conexão com os nossos direitos
Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP
Inscrições
Pessoa Física
Associado ABRH-SP: R$ 800; novo associado ABRH-SP: R$ 800 + R$ 365 (anuidade); não associado: R$ 1.300 (valores até hoje)
Saiba mais: www.conalife.org.br
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo, 30 de Abril de 2017
Referência quando o assunto é mentoring, a consultora Rosa Bernhoeft se lembra que, na época em que lançou o primeiro livro sobre o tema, encontrou um exemplar na prateleira de esportes radicais de uma grande livraria. Apesar do passar do tempo, muitas vezes, o mentoring ainda é confundido com outras práticas menos radicais, como tutoria e coaching.
“O mentoring é uma parceria para resultados de vida e carreira que possibilita abrir horizontes, construir caminhos e superar limites”, define Rosa, que esteve na sede da ABRH-SP, na última quinta, para falar sobre o tema. “É uma estratégia de gestão de pessoas que contribui significativamente para o amadurecimento profissional e pessoal do público envolvido, capacitando-o para gerar mais valor e qualidade para o negócio. Costumo dizer que é uma fábrica de líderes”, assinalou.
Segunda ela, a primeira pergunta que deve ser feita pelas empresas que querem adotar o mentoring é questionar a serviço do que estará o programa. Pode ser a serviço de novas crenças e ideários ou da implantação de novos modelos de gestão. “O mentoring também é um grande transmissor da cultura.”
Rosa ressaltou ainda os diferentes papéis do mentor – aconselhamento, compartilhamento, tutoria, formação, treinamento, entre outros – e as regras de ouro do processo: a intencionalidade genuína de troca, a confidencialidade – “como mentora, vou autorizar falas ‘proibidas’ por causa da confidencialidade” –, a execução dos contratos e a apresentação de resultados.
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo, 30 de Abril de 2017
Em mais uma entrevista da série sobre o CONALIFE 2017, falamos com Edna Vasselo Goldoni, diretora comercial da ABRH-SP, sobre a criação do grupo de Liderança Feminina que originou o CONALIFE.
Ela ainda comenta sobre os próximos desafios da luta para igualdade de gênero e empoderamento feminino no mundo e a responsabilidade que as empresas e as áreas de RH têm nesse processo.
Confira o bate-papo com uma das entusiastas do 2º Congresso Nacional de Liderança Feminina, realizado em parceria com a ONU MULHERES, no dia 31 de maio. E não deixe de se inscrever!
Quando as vice-presidentes da ABRH-SP sentiram necessidade de criar o Grupo de Liderança Feminina? Por quê?
EDNA: O Grupo de Liderança Feminina foi criado em 2014 pelas vice-presidentes da Associação na época: Edna Bedani, Lilian Guimarães, Luciana Carvas e por mim. Nosso objetivo era desenvolver temas relacionados aos desafios das mulheres e à valorização do feminino. Logo no primeiro encontro, realizado em abril daquele ano, reunimos mais de 200 mulheres, entre empresárias, executivas e profissionais da área de gestão de pessoas, o que deixou claro que havia uma grande necessidade de debater esses temas.
A partir de quando se viu a necessidade e oportunidade de tornar algo maior como o CONALIFE?
EDNA: O CONALIFE surgiu como um desdobramento do Liderança Feminina, que vinha ganhando relevância cada vez maior, e também pela aproximação da Associação com a ONU Mulheres. No final de 2015, um memorando de entendimento assinado pela ABRH-SP e a ONU Mulheres selou o compromisso das duas entidades de realizarem uma série de ações conjuntas para promover a igualdade de gênero e o empoderamento feminino no mundo do trabalho. O CONALIFE foi criado com esse objetivo.
Na sua opinião, quais os maiores desafios das mulheres no que diz respeito à valorização da liderança feminina?
EDNA: Apesar de todos os esforços, o número de mulheres em cargos de liderança nas empresas, e principalmente na política, ainda deixa muito a desejar. Também temos a questão da remuneração. As mulheres ainda são menos remuneradas em torno de 30%. É preciso uma união de todos e a participação decisiva das empresas, e da área de RH, que é a responsável pela atração, retenção, treinamento e remuneração dos colaboradores, para enfrentar essas diferenças, de tal forma que tenhamos, como propõe a ONU Mulheres, um planeta 50-50 em 2030.
Qual a maior expectativa para o CONALIFE 2017?
EDNA: Nossa expectativa com o CONALIFE deste ano é avançar mais. Já temos cases de engajamento de empresas à causa da equidade de gênero e do empoderamento feminino gerados pelo primeiro congresso. Nosso objetivo agora é mobilizar mais mulheres, homens e a área de RH das empresas para, juntos, fazermos mais ainda. Neste ano contamos com a presença da Ministra Carmen Lucia como a mulher do ano de 2017, com o Prefeito João Doria Junior e a esposa Bia Doria, além da presença de mais de 650 mulheres.
Quem inventou o WhatsApp foi o demônio. E quem inventou o grupo de família no WhatsApp foi a mãe do capeta. Desde que isso aconteceu, nunca mais as pessoas se falaram direito. E por “falar direito” entenda: ter uma conversa inteligente sobre algo realmente importante.
Nossa boa comunicação vinha fracassando desde as mensagens instantâneas. O ICQ e seu sonzinho metálico já me faziam chorar no ano 2000, quando trabalhava na AOL e era constantemente interrompida por alguém querendo fazer da sua incompetência a minha urgência.
Era só apertar um botão, escrever seu desejo, do jeito mais abreviado e incompreensível possível, para iniciar um mal-entendido ou uma sucessão de perguntas e respostas sobre algo que estava mais para projeto do que para bate-papo. Aquela conversa merecia uma reunião séria e planejada que nenhum “ôh ôh” de lá para cá e de cá para lá iria resolver.
Achei que a coisa iria parar nisso, mas aí inventaram o WhatsApp e a vida virou um inferno. O brasileiro olha para o celular, em média, 78 vezes por dia. E precisa de cinco minutos para voltar a se concentrar no que estava fazendo. Isso dá umas seis horas e meia jogadas fora. Uma total perda de energia e tempo. Tempo que todo mundo jura que não tem para nada.
O pior é que todo mundo escreve, escreve, escreve, fala, fala, fala e não combina nada direito. São dez mensagens de texto e cinco de voz para um chopinho ao lado e um chega atrasado porque não entendeu onde era, outro não vai porque não entendeu quando era e outro vai, mas não entendeu por que está lá.
Não vou nem falar do constrangimento de ter alguém na sua frente que não olha na sua cara, só para o maldito celular. Ou que, no meio da conversa e sem nenhum aviso, começa a falar com uma pessoa no celular e deixa você no vácuo.
O mesmo acontece nas empresas: nas salas de reuniões há dez pessoas, mas só três estão atentas ao que acontece lá. O restante está com a cara enfiada no laptop ou no stupid phone. Isso me dá uma raiva! Sobretudo porque essas pessoas são as mesmas que vão interromper a reunião para perguntar uma coisa que já foi dita ou enviar um e-mail contrariando tudo o que foi combinado porque estavam mentalmente em outro lugar.
Isso é tão improdutivo quanto irritante. Tão mal-educado quanto incoerente.
Durante séculos, vivemos sem essas tecnologias e reclamávamos das dificuldades de comunicação e das poucas oportunidades de encontros pessoais devido às longas distâncias. Agora que temos esse montão de ferramentas, vamos, ao menos, usá-las do jeito certo. Quando estivermos numa teleconferência, olhemos nos olhos. Ao telefone, escutemos com atenção. Ao enviarmos uma mensagem, tenhamos certeza de que essa era a última opção. Quando estivermos frente a frente, estejamos lá, de corpo e de alma. Presentes. Atentos. Empáticos.
Outro ponto importante: como era rara a oportunidade de estar com alguém, tudo o que precisava ser decidido prontamente assim o era. Hoje, adiamos, procrastinamos e damos pouca importância à presença do outro. Isso não tem como dar certo. Nem na vida profissional, nem na vida pessoal.
O ICQ estava certo quando previu o problema dizendo: “Ôh, Ôh”.
*Proprietária da Pensamentos Transformadores – Treinamento e Desenvolvimento e integrante do comitê de criação do CONARH 2017 – 43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas
Fonte: O Estado de São Paulo, 27 de Abril de 2017
Depois de 27 anos de atuação na área de RH de empresas privadas, Claudio Costa (foto) assumiu, neste mês, seu primeiro cargo no setor público. A partir de agora, ele é secretário executivo adjunto de Gestão de Pessoas da Secretaria Municipal de Gestão (SMG) da Prefeitura de São Paulo, que reúne mais de 120 mil servidores ativos.
“Como em toda organização, existem elementos de muita qualidade presentes e que devem ser reforçados, de outro lado, há uma série de oportunidades para ganhar eficiência e melhorar o desempenho dessa força de trabalho, o que vai resultar, em última instância, em uma melhor prestação de serviços ao munícipe em áreas cruciais, como saúde, educação e segurança, entre tantas outras”, avalia Costa, frisando que meritocracia, desempenho e eficiência em custos serão a tônica desse processo, sem transgredir leis ou benefícios já adquiridos pelos servidores.
Ante de ingressar na Prefeitura, ele atuou em empresas como Ecorodovias, TAM, HayGroup, Accenture e Itaú; em 2016, fez parte do time de criativos do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, promovido pela ABRH-Brasil.
“Costumo dividir a minha trajetória em três fases. A primeira trabalhando em RH de empresas, a segunda como consultor e a terceira, e mais realizadora de todas, como executivo de RH de grandes empresas no cenário nacional. Tudo aquilo que vivi no início da carreira e, depois, como consultor, trabalhando para grandes grupos empresariais no país e no exterior, foi determinante para conduzir o RH da TAM e posteriormente da Ecorodovias. Agora terei a oportunidade dessa experiência no setor público”, resume.
Fonte: O Estado de São Paulo, 27 de Abril de 2017
Evento promovido pela ABRH-SP em parceria com a ONU Mulheres, o CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina terá sua segunda edição realizada em 31 de maio, no Teatro Cetip (prédio do Instituto Tomie Ohtake), na capital paulista. A partir do tema central “Conexões que impulsionam conquistas”, o congresso pretende mostrar como as conexões com o país inteiro, e com o mundo, podem mudar realidades e impulsionar conquistas.
Ao longo do dia – o evento começará às 8h com término às 18h –, serão apresentados painéis e entrevistas.
Na parte da manhã, o painel Em conexão com a nossa trajetória e desafios terá a participação dos professores e pesquisadores de diversas áreas do conhecimento científico para discutir e apresentar o que tem sido pesquisado sobre o tema da equidade de gênero: Carla Tiepo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; Eliane Barbosa da Conceição, professora do curso de Administração de Empresas da Faculdade Zumbi dos Palmares; Rafael Alcadipani, professor de Estudos Organizacionais do Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas; e Regina Madalozzo, professora associada do programa de Mestrado Profissional em Economia do Insper. A moderação ficará por conta de Tatiana Schibuola, diretora de redação da revista Claudia.
Ainda na parte da manhã, serão apresentados os painéis Em conexão com nossos sonhos e Em conexão com o mundo. No primeiro, Alexandra Loras, empresária, consultora de empresas e uma referência nos temas relacionados à diversidade e empoderamento feminino, será entrevistada. Já o segundo terá as participações de Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, e Adriana Carvalho, assessora sobre Empoderamento Econômico da ONU Mulheres, para falarem da igualdade de gêneros e do empoderamento feminino no mundo.
Na parte da tarde, o painel Em conexão com as demandas sociais terá a participação de formadores de opinião para debaterem como influenciar, educar e engajar as pessoas nas questões relacionadas à igualdade de gênero através das mídias. São eles: Guilherme Nascimento Valadares, editor-chefe do site PapodeHomem; Juliana de Faria, fundadora do Think Olga e idealizadora da campanha Chega de Fiu Fiu; e Luana Génot, fundadora e diretora executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR). A moderação ficará por conta de Amanda Lemos, coordenadora da iniciativa O Valente não é Violento (ONU).
Completam a programação os painéis Em conexão com as entregas, com apresentação de cases corporativos sobre a igualdade de gênero, e Em conexão com os nossos direitos, que vai discutir e propor soluções para a pouca representatividade feminina nos ambientes de poder público e terá a participação como painelista do presidente da ABRH-SP Theunis Marinho.
2º CONALIFE – CONGRESSO NACIONAL DE LIDERANÇA FEMININA
DATA: 31 de maio
LOCAL: Teatro Cetip (prédio do Instituto Tomie Ohtake)
HORÁRIO: das 8h às 18h
Mais informações e inscrições: www.conalife.org.br
Fonte: O Estado de São Paulo, 24 de abril de 2017