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Baungartner: sinalização positiva

Atendendo aos pedidos das centrais sindicais, o projeto de lei da modernização trabalhista (PL 6787/2016), anunciado em dezembro passado pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, não vai mais tramitar em regime de urgência no Congresso Nacional. O anúncio foi feito pelo próprio ministro na semana passada, quando ele enfatizou que, apesar disso, a proposta deverá ser analisada até o meio do ano, antes do recesso parlamentar. A retirada de urgência, justificaram os sindicalistas, é necessária para que haja mais tempo de avaliação das propostas. Mas para o empresariado a reforma é mais que urgente. Conforme foi divulgado no Pessoas de ValoRH de 26 de janeiro, a Fenaserhtt (Federação Nacional dos Sindicatos das Empresas de RH, Trabalho Temporário e Terceirizado) reuniu-se, na capital paulista, com Nogueira a fim de contribuir com o governo na definição das mudanças necessárias para aquecer as contratações no país. Uma das sugestões apresentadas foi a ampliação do prazo de prestação do serviço temporário – atualmente, a duração do contrato pode ser de até três meses, prorrogada por mais seis meses, num total de nove meses. O PL 6787 propõe 120 dias prorrogáveis por mais 120. Já a Fenaserhtt, presidida por Vander Morales, sugere que o Brasil adote o prazo de dois anos, como já acontece em outros países. Para o CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo (www.corhale.org.br), braço legislativo da ABRH no país, essa medida pode ser eficaz para gerar novos postos de trabalho. “Entendemos a extensão para dois anos positivamente. O pensamento do CORHALE caminha no sentido da modernização das relações trabalhistas para aumentar o emprego, inclusive com a preponderância do negociado sobre o legislado. Mas há uma certa resistência por parte das centrais sindicais trabalhistas, que, de forma geral, não querem mudanças porque acreditam que os direitos sociais foram adquiridos em lutas históricas e que alterações na legislação trabalhista poderiam significar retrocesso nesses direitos”, analisa o advogado Roberto Baungartner, membro do CORHALE, que participou da reunião. “Quando há sindicatos fortes, é mais fácil garantir a manutenção dos direitos, o receio é que, em setores menos organizados, haja precarização do trabalho”, completa. Na visão de Baungartner, porém, flexibilizar não significa tirar direitos do trabalhador, ao contrário, pode aumentar a oferta de trabalho. “Ampliar o tempo de contratação temporária poderia estimular a criação de vagas, pois abre a possibilidade de muitas empresas adaptarem o quadro de trabalhadores à sazonalidade do negócio ou à possibilidade econômica naquele momento”, exemplifica. No encontro na Fenaserhtt, Ronaldo Nogueira mostrou concordar ao dizer que a flexibilização se fundamenta em três eixos: consolidar direitos de quem contrata e de quem é contratado; dar segurança jurídica a fim de garantir fidelidade aos contratos; e criar oportunidade de ocupação para todos. Entre os itens prementes da flexibilização, a terceirização ganhou, há 13 anos, um projeto de lei – PL 4330/2004 –, que ainda tramita no Congresso Nacional por causar inúmeras controvérsias. “Continua a preponderar o dilema entre o que é atividade-fim e o que é atividade-meio, o que pode e o que não pode ser terceirizado. É fato consumado que existem organizações com maior número de profissionais terceirizados do que próprios; já temos uma cultura de terceirização no país, mas falta a segurança jurídica desejável para expandi-la. O projeto de lei que tramita no Congresso já sofreu tantas emendas que sua substância se desnaturou. Essa é uma questão que ainda demorará a ser regulamentada”, prevê Baungartner. Quanto à votação do PL 6787 ainda no primeiro semestre, ele também entende que haverá dificuldade em resolver a questão nesse período, mas acha ser positiva a sinalização de que as ideias estão saindo do papel. “Há muito mais a ser feito para modernizar a legislação trabalhista e dar mais segurança jurídica a empresas e trabalhadores, mas a proposta do governo é um ponto de partida para atrair investimentos produtivos”, avalia, frisando, no entanto, que, para avançar, o país precisa de estabilidade em todas as esferas: jurídica, política e econômica.      

Aplicações do Mindfulness nas empresas

  A programação de eventos na sede da ABRH-SP deste ano tem início na manhã de 16 de fevereiro, com a apresentação do case do Deutsche Bank sobre Mindfulness, ferramenta que tem inspiração em práticas de meditação e ioga, mas com aporte científico. Diretora de Human Resources Latin America do banco, Cristina Aiach Weiss vai falar da aplicação do mindfulness na redução do estresse, prevenção do burnout e melhora da qualidade de vida, junto com a especialista em meditação e instrutora da prática de Atenção Plena Sonia Beira Antonio. A palestra, programada para o período das 9 às 12 horas, é gratuita para associados da ABRH-SP. Não associados pagam R$ 100. Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br  

Abertas as inscrições para os Grupos de Estudos

05-02-17 Estão abertas as inscrições para a temporada 2017 dos Grupos de Estudos da ABRH-SP, atividade que chega neste ano a sua décima edição consecutiva. Além da sede, as Regionais Bauru, Campinas e Sorocaba já confirmaram os temas e facilitadores dos grupos deste ano. São eles: São Paulo: Coaching I (Lidia Pagni e Cassia Verginia); Coaching II (Lidia Pagni); Como Humanizar a Liderança no Mundo Ágil (Susanne Andrade e Iraceles Pires); Comunicação Não Violenta (Yara Carvalho e Márcia Fonseca); Consultoria Interna I (Carlos Prado e Fátima Farias); Consultoria Interna II (Carlos Prado e Fátima Farias); Educação Corporativa (Jacqueline Cerqueira); Gestão de Cultura e Comunicação Empresarial (Silvio Celestino); Psicologia Aplicada à Organização (Márcia Cavadas e Luiz Francisco Jr.); e Resiliência (George Barbosa e João Marcos Varella) Bauru: Liderança e Gestão (Herminia Furtado); Trabalhista e Previdenciário (Sílvia Pelegrina); RH Estratégico (Débora Bento e Camila Lopes da Silva) Campinas: Cultura e Gestão de Mudanças (Elaine Medeiros); Desenvolvimento de Lideranças (Magaly Pastorello); Desenvolvimento e Retenção de Talentos (Cátia Haddad); Gestão de Carreira e Sucessão (Rosana Martho); Gestão do Desempenho e Remuneração Estratégica (Carlos Perches); Inovação e Tecnologias em RH (Adriano Pedro Bom); Legislação Trabalhista e Previdenciária (Veridiana Police); e Relacionamento e Influência para Profissionais de RH (Fernando Sarmento) Sorocaba: Coaching I (Oreste Gomes e Sandra Tambara); Coaching II (Maria Cristina Salzane e Vera Ferrari); Comunicação Empresarial (Rogério Bellini e Mércia Bruns); Cultura Organizacional e Relações de Confiança (Alessandro Rubel e Cristiane Maziero); Jovens Talentos (Amanda Lorenzzi e Luciana Gomes); e Relações de Trabalho e Remuneração (Ana Claudia Mira e Fabian Seabra) Realizadas uma vez ao mês, as reuniões – oito ao todo – terão início em março com término em outubro ou novembro. Para participar dos Grupos de Estudos, é preciso ser associado da ABRH-SP e fazer uma inscrição prévia, que será confirmada por e-mail. As inscrições são limitadas a dois grupos por participante. Inscrições: gruposdeestudos@abrhsp.org.br

Segunda edição do CONALIFE terá como tema “Conexões que impulsionam conquistas”

05-02Sucesso de público e repercussão na sua primeira edição realizada no ano passado, o CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento promovido pela ABRH-SP em parceria com a ONU Mulheres, terá sua segunda edição realizada em 31 de maio, no Teatro Cetip (prédio do Instituto Tomie Ohtake), na capital paulista. O Grupo Boticário será novamente o Patrocinador Premium do evento e a Aon participará desta edição como Patrocinador Ouro. As inscrições para o CONALIFE, que terá como tema central “Conexões que impulsionam conquistas”, já estão abertas e o Comitê de Conteúdo do congresso, composto por profissionais de primeira linha (veja quem são eles no quadro ao lado), trabalha para a construção do evento com definição dos temas das palestras e debates e dos nomes dos conferencistas. “O primeiro CONALIFE mostrou a capacidade da ABRH-SP de movimentar o pessoal de Recursos Humanos e a importância de engajá-los para promover a igualdade de gênero. A expectativa é que este segundo seja ainda mais ativo, traga ações que impulsionem conquistas e que leve a um engajamento ainda maior não só dos profissionais de RH das empresas, mas da sociedade brasileira nesta caminhada em prol dos direitos das mulheres e da construção de um planeta 50-50 onde haja igualdade para todos os homens e mulheres”, assinala Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil. O presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho, lembra que a entidade está engajada de maneira estruturada nas causas relacionadas à equidade de gênero e ao empoderamento feminino na sociedade brasileira. “A assinatura do memorando de entendimento com a ONU Mulheres, a adesão ao HeForShe no final de 2015 e a realização do 1º CONALIFE, em junho do ano passado, criaram um ambiente para debater e disseminar essas causas com o objetivo de alcançar resultados concretos no nosso país. O segundo CONALIFE mostrará que essa luta é uma realidade, um caminho sem volta.” Diretora Comercial da ABRH-SP, Edna Goldoni destaca que a Associação já tem cases de engajamento de empresas à causa da equidade de gênero e do empoderamento feminino gerados pelo primeiro congresso. “Nosso objetivo agora é mobilizar mais mulheres, homens e a área de Recursos Humanos das empresas para fazer muito mais.” Realizada em 30 de junho, em São Paulo, a primeira edição do evento reuniu mais de 600 pessoas e se distinguiu por ter proporcionado aos participantes um conteúdo altamente qualificado. Mais informações e inscrições: (11) 5505-0545

PERDENDO CHANCE E NEM SABE

Pequenas oportunidades de comunicação são perdidas ou mal aproveitadas todos os dias simplesmente pelo fato de que não são reconhecidas como atividades de comunicação… Como assim? Recentemente um empresário desabafou comigo: “Viemos para a reunião anual preparados para mostrar o que precisamos de nossos líderes este ano e em que patamar a empresa precisa chegar. No fim do encontro, as únicas perguntas que tivemos foram sobre plano de carreiras e salário. E não vimos nenhuma empolgação com o projeto em si”. Preocupados com resultados e em colocar as equipes na direção certa, esses líderes esqueceram de um coeficiente fundamental da comunicação: a emoção. Não a emoção deles, mas a emoção de cada um naquela sala. A tal da inteligência emocional passa pela arte de comunicar pelo viés do outro e não do seu. Os colaboradores, na realidade, queriam saber como a carreira deles se encaixava nesse novo cenário. O que pessoalmente cada um ia “ganhar” ao longo do caminho. Quais os critérios individuais dentro daquela proposta que estava sendo feita. Se a comunicação tivesse sido estruturada a partir do mapeamento prévio de necessidades e estas incluídas na mensagem, o engajamento teria sido diferente. Essas situações são mais frequentes do que se percebe. E como entram na agenda de reuniões sistematicamente são relegadas à rotina, com foco no problema. Mobilizar para a resolução do problema é se colocar no sapato do outro – em todas as ocasiões. Desligue o piloto automático antes da próxima reunião. Analise quem vai estar presente. Além do que tem a dizer, pense no que essas pessoas esperam ouvir. Dependendo da situação, pode até perguntar qual a expectativa de cada um. Estabelecida a interseção, escreva para não esquecer e forme seu diálogo a partir daí. Monólogos são sempre mais arriscados…  

DICAS PARA OS PRIMEIROS DIAS NO EMPREGO NOVO

  A primeiraSem Título-3 impressão é a que conta? Muitas vezes, sim. Então, muita cautela com os primeiros dias em um emprego novo. Eles podem ser fundamentais para estabelecer relacionamentos saudáveis com o chefe e os colegas. Separamos umas dicas. “Se pegarmos os pilares que geram confiança, temos: autenticidade, intenção, competência e experiência. Autenticidade e intenção se destacam. Quanto mais verdadeiro você for melhor”, explica Eduardo Seidenthal, fundador e membro da Rede Ubuntu de EUpreendedorismo. Respire fundo e haja como um explorador: com curiosidade e cautela na medida certa. Lembre-se: ter uma certa dose de medo é natural e até prudente em um ambiente novo, mas isso não impede que se dê um passo de cada vez. Pense antes de fazer a pergunta, mas faça. Eduardo explica o foco: “É preciso que ele conquiste a credibilidade de sua equipe. A competência e a experiência podem ser adquiridas com o tempo”. Outro destaque, segundo ele, é para a pró-atividade e para o espírito colaborativo:  “Precisamos mais que inteligência para enfrentar desafios. Praticar a colaboração desde o início é um diferencial importante e que constrói ótima reputação”.  Mas, novamente, antes de sair oferecendo ajuda, estruture a maneira como se propõe a ajudar. Uma coisa é ajudar, outra é invadir o espaço do outro. Você é a novidade no ambiente. E, em geral, três situações acontecem: ou você fica muito em evidência e todos querem saber tudo sobre você (mais comum em empresa de menor porte) ou as pessoas estão tão ocupadas com suas agendas que não dão nenhuma atenção. No primeiro cenário: cuidado para não abrir demais sua vida. Não é hora de entrar em detalhes da sua vida pessoal. Situação mais comum hoje em dia: designam um colega para apresentá-lo às suas tarefas e guiá-lo na adaptação. Orientação de especialista? Saiba separar o que é o ponto de vista pessoal dele sobre os processos e relacionamentos do que é informação relevante. Deixe espaço para suas próprias conclusões. Finalmente, caderno pode ser um objeto old school, mas as pessoas percebem quando as outras fazem anotações e veem nesse hábito sinal de interesse. Você pode usar o recurso para anotar o nome das pessoas e suas funções, dúvidas e até seus insights. Olhar fresco sobre problemas pode gerar inovação.      

PORTA ABERTA: DIVERSIDADE AUMENTA A PRODUTIVIDADE

03-02 alphaNa contramão da onda conservacionista que assola o mundo, principalmente devido a posições manifestadas pelo novo perfil da liderança nos Estados Unidos, a diversidade tem se consagrado no mundo corporativo como uma das estratégias para alcançar melhores resultados. Ser diferente do colega ao lado pode tornar o time mais forte. Segundo estudo publicado na Harvard Business Review, aproximadamente 76% dos colaboradores de empresas que se preocupam com a diversidade reconhecem que têm espaço para expor ideias e inovar. A mesma pesquisa revela que o engajamento nesses ambientes é 17% mais alto. No entanto, no Brasil, só 5% das empresas incluem esse tema em suas estratégias de gestão. “O tema é polêmico para a cultura empresarial brasileira. Na prática, penso que ainda está distante da nossa realidade. É importante abrir esses espaços, que acredito que serão incentivados pelos empresários mais novos. Conforme o mercado de trabalho vai se renovando, a cultura da diversidade vai se incorporando, naturalmente”, explica Ari Brito, diretor executivo da Marca Pessoal Treinamentos. Para ele, a liderança é a peça chave nessa condução: “A liderança pode impulsionar e estimular novas atitudes que respeitem cada vez mais as diferenças. Muitas vezes as pessoas recebem com mais facilidade um colaborador com alguma deficiência do que uma pessoa com diferenças sociais ou sexuais. Acredito que temos que tratar o assunto de forma natural, valorizando quem tem que ser valorizado independentemente de suas diferenças”, reforça Ari. “Quando existem pessoas diferentes, com pensamentos diferentes por conta de suas culturas e valores, a possibilidade de encontrar soluções diferentes é mais fácil.” Outro ponto importante: ao contrário do que a crença popular propaga, o que as pesquisas mostram é que, em ambientes em que a diversidade é uma realidade, os conflitos caem pela metade: “A maioria dos conflitos pode ser evitado se os pares se colocarem no lugar um do outro”, diz o diretor. Aliás, se colocar no lugar do outro e aceitar as diferenças como contribuições é um exercício que começa no recrutamento e seleção, com critérios inclusivos. “O recrutador deve estar aberto a encontrar alguém com as melhores qualidades e potencialidades, nem sempre isso vai ser encontrado nas pessoas mais previsíveis. Alavancar os negócios está nas mãos das pessoas e de suas qualidades, não de suas características físicas ou demográficas”, analisa Ari. Tem perguntas sobre o tema? Mande para rmo@abrhsp.org.br que a gente responde.      

Empresários mais confiantes

Os empresá29-01rios da pequena indústria paulista neste início de 2017 pretendem ainda agir com cautela, mas estão mais confiantes. É o que aponta o Índice de Confiança do Empresário da Pequena e Média Indústria (Icei-PMI), indicador mensal, divulgado pela Fiesp/Ciesp, que identifica mudanças na tendência da produção industrial. O índice registrou 49,3 pontos em janeiro entre os pequenos (com até 49 funcionários), um avanço de 6,2 pontos na passagem do mês. O valor acima de 50 pontos aponta otimismo para o período. No comparativo com os últimos dois anos, o resultado foi significativamente melhor em janeiro de 2017 – foram registrados 34,7 pontos no primeiro mês de 2015 e 28,6 pontos no mesmo período de 2016. Para as empresas de médio porte (50 a 249 empregados), a confiança dos empresários avançou em janeiro, com o registro de 47,5 pontos, um aumento de 3,6 pontos ante dezembro. Assim, o Icei das médias indústrias paulistas começa 2017 melhor do que em 2016, quando era de 31,8 pontos.2929

Diálogo aberto para a modernização da legislação trabalhista

O Sindepre29-01-2017stem – Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo reuniu, no dia 20 de janeiro, em sua sede, empresários do setor e lideranças sindicais com o ministro do Trabalho e Emprego, Ronaldo Nogueira, para abrir o diálogo sobre a modernização na legislação trabalhista, principalmente em relação a posições temporárias e funcionários terceirizados. Segundo o presidente do Sindeprestem e da Fenaserhtt (Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos, Trabalho Temporário e Terceirizado), Vander Morales, o ministro quebrou um paradigma ao se reunir com trabalhadores e empresários em busca de um entendimento sobre a modernização das relações de trabalho e a empregabilidade no país. Diretor de Integração das Regionais da ABRH-SP, Fernando Lima esteve presente no encontro. Segundo ele, a participação da ABRH nesta discussão é fundame ntal. “Os profissionais de Recursos Humanos das empresas são os principais responsáveis pela estratégia e o planejamento de contratações, além do cumprimento da legislação vigente. Estamos totalmente à disposição para discussão de ideias que aumentem a empregabilidade no Brasil”, afirmou Lima.

Programação de eventos da ABRH-SP tem início em fevereiro

29-01 cópia Oportunidade de desenvolvimento, aprendizagem e network gratuita para os associados da ABRH-SP, a programação de eventos tem início agora em fevereiro com palestras realizadas tanto na sede como pelas Regionais. Na sede, serão organizadas palestras quinzenais, apresentadas por especialistas, com temas atuais e relevantes aos profissionais de RH e gestores de pessoas, como gestão da saúde, design thinking, networking estratégico, educação para o consumo consciente, mentoring, desafios da contratação, storytelling, carreira do futuro, produtividade, cultura empresarial, entre outros. “Também programamos a realização de cursos e workshops sobre Relações Trabalhistas, Neurociência Aplicada a RH, Atração e Seleção, Remuneração Estratégica e Ferramentas de Avaliação, dentre outros temas”, antecipa a diretora de Conhecimento e Aprendizado Edna Bedani. A grade de eventos inclui ainda os tradicionais Grupos de Estudos, que chegam à décima edição consecutiva. Organizados na sede e nas regionais, os grupos terão início em março. A estreia da programação de eventos na sede ocorre no dia 16 de fevereiro, das 9 às 12 horas, com a apresentação do case do Deutsche Bank sobre Mindfulness. Diretora de Human Resources Latin America do banco, Cristina Aiach Weiss vai falar da aplicação do mindfulness na redução do estresse, prevenção do burnout e melhora da qualidade de vida, junto com a especialista em meditação e instrutora da prática de Atenção Plena Sonia Beira Antonio. São Carlos e Bauru As Regionais também iniciam a programação de eventos em fevereiro. No dia 15, a cidade de São Carlos sediará a palestra de abertura dos Grupos de Estudos da Regional Ribeirão Preto, com a participação especial do consultor Eduardo Carmello, diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos. Ele abordará o tema “Engajamento de Talentos e Cultura de Valor: Qual o perfil da geração que está entrando no mercado de trabalho e como engajá-los?”. Programado para as 18 horas, com encerramento às 21h30, o evento acontecerá no Auditório Tríade (Passeio dos Flamboyants, 60). No mesmo dia, a Regional Bauru promoverá a palestra “Tendências Macroeconômicas e os Desafios para o RH em 2017”, com Guilherme Cavalieri, vice-presidente de Desenvolvimento Humano da Serasa Experian e integrante da diretoria executiva da ABRH-SP. Além da palestra, haverá ainda a apresentação do planejamento da Regional para 2017, pela diretora geral Laura Camara, e as expectativas para este ano pela vice-diretora Tatiane Souza. O evento, que começa às 13h30 com término às 17h30, acontecerá no Anfiteatro Adriana J. Ferreira Chaves, na Unesp Bauru.   Inscrições: Evento em SP: eventos@abrhsp.org.br Evento em São Carlos: regionalribeiraopreto@abrhsp.org.br Evento em Bauru: regionalbauru@abrhsp.org.br   Mais informações: (11) 5505-0545

Apenas R$ 1 por dia

Você sabia Rque se associar à ABRH-SP custa apenas R$ 1 por dia? É isso mesmo. Por R$ 365 por ano, os associados têm direito a uma série de benefícios, como descontos expressivos no CONARH, participação gratuita nas palestras e Grupos de Estudos promovidos pela entidade, assinatura gratuita das principais revistas do setor, etc. Saiba mais em www.abrhsp.org.br

CIEE lança Manual do Programa Aprendiz

Algumas empresas deixam de cumprir a Lei da Aprendizagem (nº 10.097/2000) em razão das especificidades dessa modalidade de capacitação profissional de jovens. Para esclarecer as dúvidas e ajudá-las a implementar bem-sucedidos programas de aprendizagem, o CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola lançou o Manual do Programa Aprendiz, disponibilizado gratuitamente on-line para empresas parceiras ou não da instituição. O Manual esclarece questões sobre o cálculo do percentual de aprendizes a serem contratados, os deveres do empregador, a política de benefícios ou procedimentos legais e pedagógicos necessários – os jovens precisam fazer um curso paralelamente às atividades práticas –, entre outras. O guia é resultado de 14 anos de dedicação do CIEE à aprendizagem. Desde o início de sua atuação em apoio à lei, em 2003, a instituição já beneficiou mais de 315 mil jovens em todo o país. Só para lembrar, a Lei da Aprendizagem determina que empresas de médio e grande porte contratem um número de aprendizes equivalente a um mínimo de 5% e um máximo de 15% do seu quadro de funcionários cujas funções demandem formação profissional. O jovem assina contrato especial de trabalho que o leva a atuar na empresa e numa instituição formadora simultaneamente. Para ser beneficiado pela lei, ele deve cursar a escola regular (ensino fundamental ou médio) e estar matriculado e frequentar instituição de ensino técnico profissional conveniada com a empresa. Acesse o Manual pelo link: http://bit.ly/ZLQSTs

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