Apesar das dificuldades decorrentes de um ano difícil para o país, a ABRH-SP conseguiu superar os desafios para fechar 2016 com muitas novidades e realizações para seus associados e a comunidade de Recursos Humanos. Para tanto contou com os patrocinadores que apoiaram a gestão ao longo do ano: Admix, Amil, Aon, Caixa Seguradora, GPA – Grupo Pão de Açúcar, Lee Hecht Harrison, McDonald’s e Santander.
Entre as realizações de 2016, o destaque foi o CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento promovido em parceria com a ONU Mulheres, em junho, na capital paulista, que colocou a Associação à frente dos debates sobre equidade de gênero e empoderamento feminino no Brasil. Mais de 600 pessoas participaram do congresso, que, em razão do sucesso, já tem a segunda edição agendada para 31 de maio de 2017.
A ABRH-SP também inovou no mundo digital com o lançamento, em agosto, do FindeHR, o aplicativo que conecta o mercado de Recursos Humanos em um único canal e possibilita a troca direta de conhecimento e experiências e a concretização de negócios e parcerias entre empresas e profissionais interessados nesse segmento em geral. Desenvolvido em parceria com a agência D´lucca & Jota Comunicações, o FindeHR já tem mais de 1500 usuários ativos.
Outro lançamento importante, também em agosto, foi o ABRH-SP Premium, uma nova categoria de associação Pessoa Jurídica que cria um patamar de exclusividade para os profissionais de RH. O Premium acrescenta à lista de benefícios já oferecidos pela entidade vantagens financeiras consideráveis, entre elas, o passaporte gratuito para o CONALIFE.
Atenta ao seu tempo e às questões relativas à longevidade, a ABRH-SP lançou, em julho, o programa RHSenior, cujo propósito é dar atenção, espaço e visibibilidade aos profissionais mais experientes e aposentados da área de Recursos Humanos. Uma das iniciativas do RHSenior é a criação de grupos de troca de experiências, entre profissionais aposentados ou prestes a deixar a vida corporativa, com o consultor Gustavo Boog como facilitador.
O CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, mantido pela ABRH-SP em parceria com a ABRH-Brasil, também ampliou sua representatividade nas casas legislativas e intensificou suas ações (saiba mais em www.corhale.org.br).
Desenvolvimento
Como nos anos anteriores, as ações voltadas para o desenvolvimento profissional foram intensas tanto na sede como nas Regionais Baixada Santista, Bauru, Campinas, Metropolitana Oeste, Ribeirão Preto e Sorocaba. Ao todo, a Associação promoveu mais de 80 eventos com esse perfil (ciclos de palestras, fóruns, visitas técnicas, etc.), com mais de 3 mil participantes.
Entre os eventos, vale destacar o GEP Brasil – X Congresso de Gestão, Estratégias e Pessoas, realizado em Ribeirão Preto, o 4º Fórum Pessoa com Deficiência: Além da Lei de Cotas, promovido pela Regional Metropolitana Oeste, as visitas técnicas organizadas pela Regional Campinas às empresas da região com boas práticas em gestão de pessoas, os encontros de liderança feminina na Baixada Santista e em Bauru, e o Fórum Trabalhista em Sorocaba.
Uma das mais bem-sucedidas atividades da ABRH-SP, os Grupos de Estudos, organizados na sede e pelas Regionais, chegaram à nona edição em alta. Ao todo, os mais de 30 grupos tiveram 457 participantes, com 26 diferentes temas, como coaching, liderança, consultoria interna, relações trabalhistas, gestão de carreira e resiliência.
Prioridade chave de crescimento da ABRH-SP, as Regionais ganharam este ano um reforço com a criação da diretoria de Integração das Regionais, cuja missão é difundir e apoiar a implantação das melhores práticas entre elas. Além disso, tiveram, em outubro, a realização de um encontro de planejamento exclusivo para definir a estratégia e as principais ações para o próximo ano, o que inclui a inauguração de uma Regional no Vale do Paraíba.
Novidades e realizações da ABRH-SP ao longo de 2016
Apesar das dificuldades decorrentes de um ano difícil para o país, a ABRH-SP conseguiu superar os desafios para fechar 2016 com muitas novidades e realizações para seus associados e a comunidade de Recursos Humanos. Para tanto contou com os patrocinadores que apoiaram a gestão ao longo do ano: Admix, Amil, Aon, Caixa Seguradora, GPA – Grupo Pão de Açúcar, Lee Hecht Harrison, McDonald’s e Santander.
Entre as realizações de 2016, o destaque foi o CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento promovido em parceria com a ONU Mulheres, em junho, na capital paulista, que colocou a Associação à frente dos debates sobre equidade de gênero e empoderamento feminino no Brasil. Mais de 600 pessoas participaram do congresso, que, em razão do sucesso, já tem a segunda edição agendada para 31 de maio de 2017.
A ABRH-SP também inovou no mundo digital com o lançamento, em agosto, do FindeHR, o aplicativo que conecta o mercado de Recursos Humanos em um único canal e possibilita a troca direta de conhecimento e experiências e a concretização de negócios e parcerias entre empresas e profissionais interessados nesse segmento em geral. Desenvolvido em parceria com a agência D´lucca & Jota Comunicações, o FindeHR já tem mais de 1500 usuários ativos.
Outro lançamento importante, também em agosto, foi o ABRH-SP Premium, uma nova categoria de associação Pessoa Jurídica que cria um patamar de exclusividade para os profissionais de RH. O Premium acrescenta à lista de benefícios já oferecidos pela entidade vantagens financeiras consideráveis, entre elas, o passaporte gratuito para o CONALIFE.
Atenta ao seu tempo e às questões relativas à longevidade, a ABRH-SP lançou, em julho, o programa RHSenior, cujo propósito é dar atenção, espaço e visibibilidade aos profissionais mais experientes e aposentados da área de Recursos Humanos. Uma das iniciativas do RHSenior é a criação de grupos de troca de experiências, entre profissionais aposentados ou prestes a deixar a vida corporativa, com o consultor Gustavo Boog como facilitador.
O CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, mantido pela ABRH-SP em parceria com a ABRH-Brasil, também ampliou sua representatividade nas casas legislativas e intensificou suas ações (saiba mais em www.corhale.org.br).
Desenvolvimento
Como nos anos anteriores, as ações voltadas para o desenvolvimento profissional foram intensas tanto na sede como nas Regionais Baixada Santista, Bauru, Campinas, Metropolitana Oeste, Ribeirão Preto e Sorocaba. Ao todo, a Associação promoveu mais de 80 eventos com esse perfil (ciclos de palestras, fóruns, visitas técnicas, etc.), com mais de 3 mil participantes.
Entre os eventos, vale destacar o GEP Brasil – X Congresso de Gestão, Estratégias e Pessoas, realizado em Ribeirão Preto, o 4º Fórum Pessoa com Deficiência: Além da Lei de Cotas, promovido pela Regional Metropolitana Oeste, as visitas técnicas organizadas pela Regional Campinas às empresas da região com boas práticas em gestão de pessoas, os encontros de liderança feminina na Baixada Santista e em Bauru, e o Fórum Trabalhista em Sorocaba.
Uma das mais bem-sucedidas atividades da ABRH-SP, os Grupos de Estudos, organizados na sede e pelas Regionais, chegaram à nona edição em alta. Ao todo, os mais de 30 grupos tiveram 457 participantes, com 26 diferentes temas, como coaching, liderança, consultoria interna, relações trabalhistas, gestão de carreira e resiliência.
Prioridade chave de crescimento da ABRH-SP, as Regionais ganharam este ano um reforço com a criação da diretoria de Integração das Regionais, cuja missão é difundir e apoiar a implantação das melhores práticas entre elas. Além disso, tiveram, em outubro, a realização de um encontro de planejamento exclusivo para definir a estratégia e as principais ações para o próximo ano, o que inclui a inauguração de uma Regional no Vale do Paraíba.
, as inscrições do CONARH 2017 – 43º Congresso Nacional sobr
e Gestão de Pessoas têm preços especiais, ainda mais especiais para os associados da ABRH-SP.
A organização do evento, que acontecerá entre 15 e 17 de agosto, pretende surpreender o público com novidades, como o Espaço Vivências e a Sala Mentoria. O local também foi alterado para o São Paulo Expo, na Zona Sul da capital paulista (Rodovia dos Imigrantes, s/nº – km 1,5 – Vila Água Funda).
Mais informações:
P comunica o falecimento, aos 87 anos, de Roberto Orte Novelli, um dos pioneiros do RH brasileiro, ocorrido no dia 9 de dezembro. Advogado por formação, Roberto Novelli desenvolveu uma carreira em Recursos Humanos que se funde com a história da ABRH-Brasil e da ABRH-SP, onde atuou por quase cinco décadas. Na seccional paulista foi presidente do Conselho Deliberativo entre 1973 e 1975. Entre os trabalhos voluntários na ABRH-Brasil, participou do desenvolvimento e da coordenação do Laborint, fórum de debate sobre as relações de trabalho realizado, nos anos 1990, em parceria com a ABRH-SP. No início dos anos 2000, foi escolhido para comandar a diretoria de Relações Internacionais da ABRH-Brasil e, em 2007, nomeado assessor da presidência, cargo que ocupou até 2009.
Como executivo de RH, passou por grandes organizações de 1952 a 1988. Também foi um dos fundadores do Diógenes, grupo informal de RH criado em 1964.
enética e constante transformação. Nosso país, além de vivenciar este fenômeno global, passa por desafios internos nas esferas econômica, política e ética, e com a área de RH não é diferente. Estamos enfrentando grandes desafios para lidar com todas essas novidades e mudanças.
Vale ressaltar que o melhor caminho, ou talvez o único, é o RH assumir-se mais estratégico e próximo às demais áreas. Neste cenário, a Educação Corporativa passa a ser um pilar fundamental para transformar as equipes e prepará-las para os desafios futuros. Mas isso já não é novidade para ninguém, certo?
Hoje podemos oferecer um leque de opções na área de educação nas empresas que apoiam tais mudanças. Então, o que precisamos fazer de diferente? Será necessário que o RH reflita e considere pontos importantes quando pensar em ações educativas, principalmente que acompanhem e demonstrem os seus resultados ante os objetivos da empresa.
Existem alguns obstáculos que precisam ser ultrapassados, além da resistência das áreas e do próprio RH. A área precisa se preparar e se desenvolver em outras competências, principalmente as que compreendem as inovações tecnológicas, e que também deverão ser aplicadas nos workshops, treinamentos (on-line e presenciais) e nas universidades corporativas.
Quando falamos de novas tecnologias, estamos falando de big data, realidades virtual e aumentada, computação cognitiva, internet das coisas, mobile learning e mídias sociais. Tudo isso a um menor custo. Essas tecnologias devem ser incorporadas na rotina de um RH estratégico e nas ações de desenvolvimento.
É possível que esse processo aconteça mais lentamente em alguns setores, porém não podemos fechar os olhos e achar que isso vai demorar a acontecer. A inovação já está batendo na porta das organizações como uma aliada e é um diferencial competitivo. E você? Vai ficar aí apenas assistindo?
Por Ana Keil e Flavia D’Urbano, respectivamente integrante e facilitadora do Grupo de Estudos de Técnicas Vivenciais (São Paulo)
Braço legislativo da ABRH em todo o Brasil, o CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, criado e mantido pela ABRH-SP com o propósito de acompanhar e influenciar a formação das leis que afetam a gestão de pessoas e as relações trabalhistas, tem ampliado ano a ano a sua representação no Congresso Nacional.
Produzidas pelo comitê, as Notas Técnicas com pareceres favoráveis ou desfavoráveis aos projetos de lei têm influenciado a posição dos parlamentares. Neste ano, por exemplo, foram produzidas 37 Notas Técnicas. O CORHALE também acompanhou, ao longo de 2016, 199 proposições, originadas no Senado Federal (58) e na Câmara dos Deputados (141).
Dessas 199, 75 (38%) sofreram algum tipo de movimentação e apenas 29 foram apresentadas durante ano, ante 40 em 2015. Nenhuma delas se tornou lei, cinco foram arquivadas, sendo uma com Nota Técnica desfavorável do comitê. “Tivemos um ano conturbado politicamente, o que resultou na diminuição da produção dos parlamentares”, avalia Iradj Eghrari, gerente executivo da Ágere, organização que assessora o CORHALE no Congresso Nacional.
Segundo Eghrari, das 75 proposições movimentadas, 37 tinham uma posição definida pelo CORHALE, tanto por meio de Nota Técnica (19 delas) quanto por parecer favorável ou desfavorável (16), além de duas que o comitê preferiu não se manifestar. “Dessas 37, o CORHALE teve ganho em 16 (43%). Isso significa que já construímos um nome dentro do parlamento brasileiro.”
Como nos anos anteriores, o comitê realizou eventos com o apoio da ABRH-SP. O de maior repercussão foi o seminário que discutiu os impactos dos acidentes de trabalho para as empresas e a Previdência Social, realizado em outubro, em parceria com a AGSSO – Associação de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional. Participaram do debate: Cláudia Salles Vilela Vianna, advogada e consultora jurídica nas áreas de Direito do Trabalho e Direito Previdenciário; Orion Sávio Santos de Oliveira, advogado e analista técnico de Políticas Sociais do Ministério da Previdência Social; e Paulo César Andrade Almeida, coordenador geral de Políticas de Seguro contra Acidentes do Trabalho do Ministério da Previdência Social.
Perfil
Criado em 2008, atualmente o CORHALE é composto por profissionais de RH, especialistas na área jurídica trabalhista, estudiosos, cientistas no assunto, pesquisadores e representantes de diversas entidades de empregadores, empregados e universidades, além de grupos informais de Recursos Humanos.
Para ficar por dentro das atividades do comitê, acesse
A globalização tem impactado cada vez mais a forma como as organizações atuam e desenvolvem estratégias para se manterem competitivas em um mercado cada vez mais concorrido. Nesse processo de transformação digital, não se altera apenas a dinâmica interna de trabalho, mas também a forma como as empresas escolhem seus futuros colaboradores.
Tanto para empresas, como para os candidatos, o processo de recrutamento e seleção pode ser extremamente fatigante e dispendioso. Assim sendo, as soluções tecnológicas têm auxiliado as organizações a serem mais assertivas na procura pelos talentos, a reduzirem seus custos e a utilizarem seu tempo de forma mais eficaz.
Os recrutadores têm utilizado os sistemas de rastreamento de candidatos, da sigla em inglês ATS (Applicant Tracking System), ferramentas que possibilitam tratar uma grande quantidade de dados em segundos para definir as pessoas ideais para atuar na organização com maior precisão.
Esses sistemas não se distanciam muito do processamento de seleção humano dos currículos, uma vez que ambos procuram pela aderência a critérios estabelecidos para cada vaga; no entanto, os ATS atuam com base em palavras-chave, o que pode beneficiar os candidatos, por realizarem uma avaliação mais imparcial e lógica. Porém, tais processos digitais são propensos a tomar o espaço antes ocupado pelo contato humano entre empregador e candidato, da validação criteriosa do perfil buscado à compatibilidade de valores e, contrário à ideia primária da tecnologia de aproximação, tende a gerar agilidade, porém com distanciamento.
Essa transformação no processo de recrutamento e seleção permite disseminar a inovação nas estratégias de contratação, sendo notada uma crescente adesão a ela em muitas organizações multinacionais e do segmento tecnológico, as quais estão utilizando jogos, dinâmicas e entrevistas on-line, sem a presença de entrevistadores, para definir se os valores dos candidatos refletem os da organização para, em seguida, realizar uma etapa presencial, de forma mais breve e enxuta. Isso não significa ter menos etapas para os candidatos, pois estes participam de uma sequência quase exaustiva, on-line e após as presenciais pela empresa ou por consultorias contratadas.
Ao analisarmos o novo contraponto trazido pela era digital e o modelo de recrutamento tradicional, é um fato inquestionável que a primeira tem trazido agilidade, eficiência operacional e competitividade aos negócios. Entretanto, para alcançarmos aspectos relevantes para uma harmonia nessas tão importantes interações sociais, inclusive desejadas pelos candidatos, teremos de encontrar formas que tendam a minimizar os impactos negativos da mecanização, gerando para esta era digital um grau de aproximação que possa fortalecer vínculos, engajamento e network positivos para além do on-line.
Por Giovanna Silva Assis, integrante do Grupo de Estudos de Consultoria Interna, de São Paulo
A segunda edição do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina já tem data marcada: 31 de maio de 2017. O evento, promovido pela ABRH-SP, em parceria com a ONU Mulheres, acontecerá no mesmo lugar do ano passado, no Teatro Cetip (no prédio do Instituto Tomie Ohtake), na capital paulista, e novamente terá o Grupo Boticário como Patrocinador Premium.
O Comitê de Conteúdo do evento já está trabalhando para repetir o sucesso da primeira edição, realizada em junho deste ano, quando mais de 600 pessoas participaram do congresso. O CONALIFE se distinguiu por ter proporcionado aos participantes debates com painelistas e moderadores altamente qualificados e muita reflexão sobre o que é preciso fazer na prática para avançar nas questões relativas à igualdade de gêneros.
CONARH 2017
Outro evento que já tem data marcada é o CONARH 2017. O 43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas acontecerá entre 15 e 17 de agosto de 2017. O evento já está com as inscrições abertas e com valores promocionais até 31 de dezembro. Associados da ABRH-SP também têm descontos significativos na inscrição.
A organização do CONARH, que é promovido pela ABRH-Brasil com a copromoção institucional da ABRH-SP, prepara novidades para surpreender o público, como o Espaço Vivências, a Sala Mentoria e seis palcos para conteúdo simultâneo em um único auditório, com temas relacionados a trilhas específicas de conhecimento que poderão ser escolhidas pelo congressista de acordo com a área de interesse.
O local também será alterado. A partir da próxima edição, o CONARH passa a acontecer no São Paulo Expo, na Zona Sul de São Paulo (Rodovia dos Imigrantes, s/nº – km 1,5 – Vila Água Funda).
Para saber mais sobre o CONALIFE, ligue para (11) 5505-0545
Inscrições para o CONARH:
bia que se associar à ABRH-SP custa apenas R$ 1 por dia? É isso mesmo. Por R$ 365 por ano, os associados têm direito a uma série de benefícios, como descontos expressivos no CONARH, participação gratuita nas palestras e Grupos de Estudos promovidos pela entidade, assinatura gratuita das principais revistas do setor, etc. Saiba mais em www.abrhsp.org.br


Lançado recentemente, o documentário Precisamos Falar com os Homens? – Uma jornada pela igualdade de gênero, fruto da parceria entre a ONU Mulheres, o portal Papo de Homem e o Grupo Boticário, tem como objetivo entender como homens podem participar do diálogo pelo empoderamento das mulheres e a equidade de gênero. A desconstrução de crenças e comportamentos que sustentam o machismo e a relação próxima entre masculinidade e violência são questões levantadas pelo documentário, que fala ainda do importante papel das escolas como um espaço para o debate sobre tais temas.
O documentário estará em pauta no encontro que a Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de São Paulo (BPW-SP) irá promover para discutir a participação dos homens na busca por essa igualdade. O evento, que acontece na manhã de 2 de dezembro, no MAM – Museu de Arte Moderna (Av. Pedro Álvares Cabral, s/n° – Parque Ibirapuera), na capital paulista, terá como painelistas Amanda Lemos, da ONU Mulheres; Graziela D’Enfeldt, diretora de Recursos Humanos do Grupo Boticário; Hedibert Freitas Lopes, professor e pesquisador do Instituto de Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia (Insper); Rodrigo Vianna, diretor executivo da Talenses; e Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP.
A abertura ficará por conta da vice-presidente da BPW-SP, Erika Zoeller. A BPW São Paulo é uma organização não governamental ligada à Federação Nacional (BPW-Brasil) e através dela à Federação Internacional (International Federation of Business and Professional Women) presente hoje em mais de 100 países.
CONALIFE
Desde que assinou um memorando de entendimento com a ONU Mulheres, em novembro de 2015, a ABRH-SP intensificou suas ações em prol da equidade de gênero e o empoderamento feminino. Uma das principais realizações da Associação nesse sentido foi a organização, em parceria com a ONU Mulheres, da primeira edição do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, em São Paulo, em junho deste ano. O evento reuniu mais de 600 pessoas e proporcionou aos participantes reflexões sobre o que é preciso fazer na prática para avançar nas questões relativas à igualdade de gêneros.
A Associação também dá visibilidade em todas as suas comunicações ao HeForShe, movimento criado pela ONU que une metade da humanidade (os homens) em apoio a outra metade da humanidade (as mulheres). Além disso, tem disseminado os Princípios de Empoderamento das Mulheres, um conjunto de considerações que ajudam a comunidade empresarial a incorporar em seus negócios valores e práticas que visem à equidade de gênero e ao empoderamento feminino.
Inscrições para o evento:
A revolução da longevidade já está aí e com ela a necessidade de reinvenção do trabalho para atender um número cada vez maior de pessoas que chegaram à segunda metade da vida profissional. Como entender esse momento, quebrar paradigmas relacionados ao envelhecimento e propor iniciativas e soluções têm sido as questões debatidas pelo LAB60+, movimento que reúne empresas, ONGs, instituições acadêmicas, governo e cidadãos comuns na busca por compartilhamento de experiências, conexões e inspiração em diversos assuntos que tangenciam a longevidade.
Como explicou o fundador e atual líder do LAB60+ Sergio Serapião, na palestra apresentada na última quinta, na sede da ABRH-SP, não se trata de um movimento de idosos ou para idosos, mas, sim, de um movimento sobre longevidade que propõe quatro eixos de transformação: por meio da pesquisa e informação; pela mudança na imagem e representação; pelo foco na saúde e no bem-estar; e pelo protagonismo, realização e trabalho.
“Por se tratar de um movimento, o LAB60+ não tem uma estrutura hierárquica. É uma grande rede que tenta criar conexões entre as pessoas por meio da escuta empática em um espaço de confiança e que tem como lógica a colaboração”, destacou Serapião. Isso acontece nos encontros mensais promovidos em São Paulo e em outras cidades do país e no grande evento anual – realizada no início de novembro, a edição deste ano apresentou tendências e inovações em 58 atividades.
Para contribuir mais diretamente com a reinvenção do trabalho, também foi criado um curso com foco na experiência intergeracional nas empresas. Com duração de dois anos e dividido em módulos de quatro meses de duração, o curso proporciona desafios práticos, workshops, visitas a organizações e estágios em empresas dispostas a lidar com os desafios da convivência de várias gerações no mesmo ambiente de trabalho.
“Precisamos de novas profissões que só são possíveis a partir de uma certa idade” disse Serapião. Ele ressaltou que as pessoas com mais de 60 anos têm ativos desconhecidos, como a criatividade madura – ao contrário do que se pensa, a criatividade não é um atributo exclusivo dos jovens. “Temos pessoas maduras programando games”, exemplificou.
RH Senior
Atenta às questões relativas à longevidade, a ABRH-SP lançou, em julho deste ano, o programa RH Senior, cujo propósito é dar atenção, espaço e visibilidade aos profissionais mais experientes e aposentados da área de Recursos Humanos. Uma das iniciativas do RH Senior é a criação de grupos de troca de experiências entre profissionais aposentados ou prestes a deixar a vida corporativa, coordenados por Gustavo G. Boog, coach, terapeuta e escritor que, nos últimos anos, tem estudado e trabalhado como consultor na área de envelhecimento consciente.
Durante os encontros desses grupos, realizados na sede da ABRH-SP, são discutidos temas como: o que os idosos podem fazer pelas organizações, pela comunidade e por si mesmos, além de questões como atividades físicas e bom uso do tempo e do dinheiro.
Mais informações: (11) 5505-0545