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Assembleia Geral – Edital de Convocação

Os Presidentes do Conselho Deliberativo e da Diretoria Executiva da ABRH-SP – Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional São Paulo, entidade sem fins lucrativos, situada à Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, 1297, conjunto, 92, bairro Cidade Monções, São Paulo (SP), no uso de suas atribuições legais, e em conformidade com o artigo 26, Inciso II, do Estatuto Social, convocam todos os associados para participarem da Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 27 de novembro de 2017, das 8h00 às 9h00, em primeira convocação, e, caso não se tenha atingido o quórum mínimo exigido, uma segunda chamada acontecerá das 9h00 às 19h00, em votação eletrônica, para a seguinte atribuição: 1)    Alteração do Estatuto Social. São Paulo, 19 de novembro de 2017. Donizetti Tadeu Moretti                                             Theunis G. Baronto Marinho Presidente do Conselho Deliberativo                        Presidente da Diretoria Executiva

Fonte: O Estado de São Paulo, 19 de Novembro de 2017.

Workshop abordará os impactos da reforma trabalhista

O Instituto Francis, que conta com o apoio de vários profissionais de Recursos Humanos voluntários, realiza em 2 de dezembro, das 13h30 às 17 horas, em São Paulo (SP), o workshop “Os Impactos da Reforma Trabalhista”. Conduzido pela dra. Eliana Cardoso, professora titular de Direito Individual do Trabalho na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, o programa abordará os objetivos pretendidos com a nova legislação, as principais novidades e os cuidados e cautelas em sua implantação e adoção. Inscrições: www.francis.org.br

Fonte: O Estado de São Paulo, 19 de Novembro de 2017.

Associados votarão na atualização do Estatuto Social da ABRH-SP

No próximo dia 27, os associados da ABRH-SP vão votar na atualização do Estatuto Social, aprovada pelo Conselho Deliberativo. O processo será realizado de forma eletrônica, com o apoio da MicroPower, empresa de TI especializada em soluções de gestão de aprendizagem e desempenho. Até 48 horas antes do início da votação, os associados receberão uma senha pessoal e login de acesso ao sistema. Só terá direito a voto quem tiver mais de seis meses de filiação e estiver em dia com a anuidade (saiba mais no edital de convocação da assembleia geral publicado nesta página).  Realizado com o objetivo principal de garantir a continuidade da governança da Associação, além de esclarecer alguns pontos que geravam dúvidas, o processo de atualização do Estatuto Social teve início em junho do ano passado, quando foi formado um grupo de trabalho composto pelos integrantes do Conselho Deliberativo, Donizetti Moretti (presidente), Cesar Gomes (vice) e Ana Maria de Freitas (secretária), além da gerente executiva da ABRH-SP Vânia de Faria. O processo envolveu ainda a participação dos integrantes dos Conselhos Deliberativo e Fiscal e da Diretoria Executiva, que sugeriram um conjunto de mais de uma centena de alterações a serem analisadas no estatuto. Desse total, foi elaborada a proposta final, aprovada na última reunião do Conselho Deliberativo. As atualizações mais importantes foram feitas no processo eleitoral, mais especificamente para a composição das chapas; no quadro numérico e no papel dos Conselhos a fim de torná-los ainda mais relevantes na representação dos associados; e no capítulo das Regionais, que vêm sendo fundamentais para o crescimento da Associação. Além de contar com as contribuições dos conselheiros e diretores, o grupo de trabalho realizou um benchmarking para conhecer o estatuto de outras associações profissionais e empresariais e alinhou as sugestões de mudanças com as recomendações estatutárias da ABRH-Brasil.

Fonte: O Estado de São Paulo, 19 de Novembro de 2017.

Liderança assertiva e LinkedIn na prática são temas de workshops na sede

A ABRH-SP promove neste final de ano mais dois workshops em sua sede, na capital paulista, com os temas “Como Ser um Líder Assertivo!” e “LinkedIn na Prática para Você e o RH”. Iniciada no ano passado, a atividade, que tem descontos substanciais para os associados, tem atraído cada vez mais participantes. “Nossos workshops foram desenvolvidos para oferecer ao público de RH, associado ou não, temas relevantes de maneira prática e interativa, o que propicia uma experiência única e vivencial, com a possibilidade de aplicação imediata e efetiva na atuação profissional, além da oportunidade fantástica de networking com profissionais diferenciados que buscam o autodesenvolvimento contínuo”, avalia Edna Bedani, diretora de Conhecimento e Aprendizado da ABRH-SP. Como Ser um Líder Assertivo! (27 de novembro, das 12 às 18h) O workshop tem como objetivos mobilizar o participante a utilizar o ferramental da comunicação assertiva a fim de potencializar o engajamento do seu time por meio de um processo de influência ética e positiva, e apresentar os ingredientes determinantes de uma verdadeira postura assertiva para aumentar a credibilidade e a construção de fortes e duradouras relações sadias e produtivas. Além disso, pretende estimular o participante a conhecer seus pontos fortes e a melhorar. Facilitadora: Vera Martins. Educadora com especialização em desenvolvimento de pessoas nas empresas, possui mestrado em Comunicação e especialização em Medicina Comportamental e Neurociência aplicada ao comportamento humano. Atua como coach, palestrante, facilitadora de seminários e professora de escolas de negócios. É autora do livro Seja Assertivo! Conteúdo:
  • O que um líder precisa saber sobre assertividade.
  • Perfil do líder assertivo (propósitos, valores, crenças e atitudes).
  • Processo de influência: convencimento e persuasão.
  • Impactos das relações assertivas e não assertivas no time, no ambiente e nos resultados organizacionais.
  • Estruturas neurais envolvidas: cérebro defensivo e assertivo.
  • Modelos assertivos para: desarmar estratégias defensivas, lidar com a mudança de hábitos, dar e receber feedback construtivo, estimular a motivação no acompanhamento da performance do time e ter conversas difíceis e decisivas.
  • Treino das ferramentas da assertividade no comando do time.
 LinkedIn na Prática para Você e o RH (7 de dezembro, das 12 às 18h) O objetivo do workshop é capacitar os participantes a melhorarem o próprio perfil com dicas criativas e exclusivas, além de fazer com que eles entendam como avaliar melhor e identificar os perfis de candidatos na rede. Ao longo do workshop, os participantes farão melhorias e alterações no próprio perfil do LinkedIn. Facilitadoras:

Vera Lorenzo. Formada pela Universidade de Amsterdam e pela UFRJ em Comunicação, é executive coach pela Sociedade Brasileira de Coaching, instrutora de LinkedIn, design thinker (Design Thinkers Group Amsterdam) e storyteller pela McSill Studio (Inglaterra). Possui mais de 50 referências no LinkedIn.

      Fernanda Lopes Thees. Com mestrado em Psicologia Organizacional pela University of New Haven (EUA) e Certificação Internacional em Coaching pela Lambent International – ICC, tem mais de 15 anos de experiência em RH, sendo cinco deles na Suíça e nos Estados Unidos. Hoje em dia, trabalha como coach de carreira e empreendedorismo. Conteúdo:
  • Parte 1 – O básico (estruturando o perfil, como destacar as maiores habilidades e storytelling – que histórica contar).
  • Parte 2 – A interação (a importância das conexões e a geração de leads, a quem pedir referências, como atuar e interagir nos grupos, como e por que escrever artigos e rotina para alimentar o networking).
  • Parte 3 – Novo modelo de avaliação de candidatos (perfil, interatividade e networking, participação ativa em grupos e artigos).
  • Parte 4 – LinkedIn nas empresas (como ferramenta de aproximação e vendas, para recrutamento e seleção e para gestão de equipes).
Investimento: R$ 390 para associados da ABRH-SP; R$ 690 para não associados Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

Fonte: O Estado de São Paulo, 12 de Novembro de 2017.

Criatividade e inovação na prática

Composto por profissionais de RH voluntários, o Instituto Francis, que se dedica a promover programas e projetos orientados para o desenvolvimento humano, realiza na manhã de 2 de dezembro, em São Paulo (SP), o workshop “Criatividade e Inovação – As chaves da excelência”. Conduzido por Sandra Maria de Sousa Pereira, coach, palestrante e escritora, com especialização em Criatividade e Inovação (Portugal e Espanha), o workshop levará os participantes a desafiar alguns mitos sobre a criatividade, apropriando-se de sua capacidade criativa com o uso de ferramentas e técnicas simples e úteis que os ajudarão a enriquecer suas experiências, tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Inscrições: www.francis.org.br (atenção: vagas limitadas!)

Fonte: O Estado de São Paulo, 12 de Novembro de 2017.

Tempo de homens possíveis

Segundo dados do Ministério da Saúde, cinco em cada dez homens estão acima do peso. A cada ano, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer, são diagnosticados 60 mil casos de câncer de próstata, que levam a 13 mil mortes por ano pela doença. Muito embora sejam 43% dos beneficiários da MetLife, os homens representam apenas 33% do custo médico por usarem menos seus planos de saúde. Esses foram alguns números apresentados no evento “É Tempo de Homens Possíveis”, promovido pela ABRH-SP, em 31 de outubro, como parte da campanha Novembro Azul, de conscientização e prevenção ao câncer de próstata. Realizado no auditório da MetLife, na capital paulista, e batizado de tarde de conscientização, o evento contou com a participação, na abertura, do CEO da MetLife do Brasil, Raphael de Carvalho, e de Guilherme Valadares, sócio-diretor da plataforma PapodeHomem. Valadares falou das atividades do PapodeHomem, que incluem palestras, cursos e consultoria, e da pesquisa feita em conjunto com a ONU Mulheres, no ano passado, para entender o que acontece com os homens hoje e estimular transformações. A pesquisa, que ouviu 20 mil pessoas, gerou o documentário Precisamos Falar com os Homens? Uma Jornada pela Igualdade de Gênero, disponível no YouTube. Entre os dados alarmantes da apresentação, o de que oito em cada dez homens gostariam de cuidar melhor da própria saúde e o de que ele se suicidam quatro vezes mais que as mulheres no Brasil.

Fonte: O Estado de São Paulo, 12 de Novembro de 2017.

 

Nova Lei de Migração: sua empresa está preparada?

No dia 21 de novembro de 2017, a nova Lei de Migração será regulamentada. A norma, que é de autoria do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB-SP), e de Tasso Jereissati (PSDB-CE), como relator do Senado, foi sancionada em maio deste ano pelo presidente Michel Temer. O texto seria uma grande inovação para o Brasil se seguisse os exemplos dos países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos e o Canadá, nações que já contam com projetos de atratividade para estrangeiros. Aproximar pessoas altamente qualificadas do seu país é uma estratégia fundamental para melhorar a economia, mas esta nova legislação não traz em seu DNA este objetivo. É de extrema importância que a nova Lei de Migração seja mais clara em seus parágrafos. Não sabemos ao certo como será o processo de reconhecimento de títulos acadêmicos de quem vem de fora, por exemplo. A nova regra imigratória também não é explicita nas questões que tangem à residência permanente e à emissão do RNE (Registro Nacional de Estrangeiro) e demais documentos. Os executivos estrangeiros das multinacionais, que são expatriados para o Brasil, correm risco de não conseguirem assumir o cargo em território nacional por causa da grande insegurança jurídica que os profissionais de Recursos Humanos terão a partir de então. O artigo 14º, parágrafo 5º, por exemplo, diz que qualquer estrangeiro que tenha diploma de nível superior poderá receber visto de permanência no Brasil, mesmo sem emprego formal garantido, abertura esta que nenhuma outra nação possibilita. O que me preocupa é que a população e os órgãos interessados ainda não se pronunciaram em relação à nova lei. Em um cenário de crise econômica persistente, no qual estamos imersos há alguns anos, com altos índices de desemprego, quais serão os impactos da entrada de tanta mão de obra sem a criação efetiva de novos postos de trabalho? A Coordenação Geral de Imigração divulgou uma pesquisa que mostra que, só no primeiro trimestre de 2017, foram emitidas no Brasil cerca de 8 mil carteiras de Trabalho e Previdência Social para estrangeiros. E estes números tendem a crescer. O risco de multas para as companhias contratantes de estrangeiros também será iminente, principalmente para aquelas que não estiverem atentas a todas as cláusulas da nova norma. Digo isso, pois algumas penalidades podem chegar a R$ 5 milhões por trabalhador, valor que será multiplicado a cada ilegal detectado no quadro funcional. Além do prejuízo pecuniário, a organização atrelada a contratações ilegais ainda pode sofrer danos irreparáveis a sua imagem. Por isso, pergunto: a sua empresa está preparada para a nova Lei de Migração? O que digo é que ainda há tempo para se informar e, sobretudo, questionar para que ajustes sejam realizados no texto original. Convido a todos para esta reflexão. Por João Marques, presidente da Emdoc, organização com mais de 30 anos de experiência em mobilidade global

Fonte: O Estado de São Paulo, 05 de Novembro de 2017.

Reforma trabalhista: 5 recomendações para o gestor de RH

A lei nº 13.467/2017, que entrará em vigor no próximo dia 11, não tirou qualquer direito do trabalhador, não alterou as férias ou 13º salário, não aumentou a jornada, não diminuiu o percentual de acréscimo em caso de horas extras ou do adicional noturno, não alterou as regras do FGTS, das estabilidades ou mexeu no descanso semanal. Ainda assim, existem várias manifestações contrárias às mudanças, assim como, e, não em menor número, manifestações a favor da lei sancionada. Ante todo o quadro que se formou, o gestor de RH, talvez em grande número, esteja com dúvidas sobre as alterações que estão chegando. E não é para menos. Alguns juízes têm declarado que não cumprirão a lei. Alguns fiscais do Trabalho, membros do Ministério Público do Trabalho e sindicatos também. Determinados assuntos, com o auxílio da nova interpretação jurisprudencial, irão se aclarar, como é o caso da terceirização e das horas in itinere, por exemplo. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) também irá se pronunciar se as novas regras valerão para os contratos em curso ou apenas para os novos. Várias súmulas de jurisprudência deverão ser alteradas e, provavelmente, isso não ocorrerá antes do início da vigência da lei. Para ajudar o gestor de RH a superar os desafios impostos pelas novas regras, o CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, criado pela ABRH-SP e hoje braço legislativo da ABRH-Brasil, faz cinco recomendações:
  1. Cautela
  • Avalie cada medida que pretende adotar em sua organização.
  • Procure antecipar quais as repercussões que a medida provocará.
  • Custeie cada medida (hoje e no futuro).
  • Analise se a medida provocará reações em outras filiais ou se influenciará situações em outras empresas.
  1. Avalie a posição dos sindicatos (patronais e de trabalhadores)
  • Saiba qual o posicionamento do sindicato a respeito da medida.
  • Veja se a medida já não está prevista na Convenção em vigor.
  • Lembre-se de que a Convenção tem prazo de duração e deve ser cumprida.
  • Entenda que obter a concordância do sindicato não desmerece a empresa.
  1. Estude o “direito adquirido” (artigo 468 da CLT)
  • Avalie a forma de implantação da medida.
  • Saiba que uma alteração abrupta, que cause prejuízo (direto ou indireto) aos colaboradores, pode levar a reclamações trabalhistas.
  • Confira o que pode e o que não pode ser alterado de pronto
  1. Intensifique a comunicação franca e aberta com os colaboradores
  • Crie (ou lubrifique) os canais de comunicação cotidiana com os colaboradores.
  • Capte e sinta os efetivos anseios dos colaboradores.
  • Sugira aos gerentes que estejam costumeiramente presentes para ouvir e dar respostas.
  1. Prepare os líderes de primeiro nível para:
  • Saber ouvir e aconselhar os colaboradores.
  • Sentir o “cheiro de fumaça”, ou seja, perceber quando algo não está bom.
  • Saber avaliar desempenhos e corrigir desvios com maturidade.
  • Promover o diálogo sincero, que é sempre o melhor caminho.
“É certo que a nova lei fortalece e dá importância à atuação dos sindicatos, principalmente em razão da prevalência do negociado sobre o legislado. Com isso, o diálogo terá que se intensificar sobremaneira entre sindicatos e empresas”, avalia Carlos Silva, coordenador do CORHALE e diretor Jurídico da ABRH-SP. Para ele, viveremos um novo momento nas relações do trabalho. “Gestores de RH, as áreas jurídicas e os sindicatos deverão se aperfeiçoar para exercer com primor o seu papel negocial. Afinal, desta competência virá o efetivo crescimento econômico do país e a plena empregabilidade. Ninguém pode negar que o Brasil precisa evoluir muito para se tornar competitivo internacionalmente. As negociações servirão para tanto”, conclui Silva.

Fonte: O Estado de São Paulo, 05 de Novembro de 2017.

 

Como fica o e-Social com a nova legislação trabalhista

Por meio do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, a ABRH-SP tem promovido eventos para discutir os impactos da reforma trabalhista para as empresas e seus colaboradores. O próximo evento sobre o tema acontece no dia 21, das 8h30 às 12 horas, na sede da Associação, com a participação de Alberto Procópio, diretor na Grant Thornton Brasil, responsável pelas práticas de auditoria e consultoria nas áreas trabalhista e previdenciária. Procópio vai explicar como fica o e-Social com as modificações decorrentes da reforma trabalhista. Após a sua apresentação, ele participará de um debate com os integrantes do CORHALE: Carlos Silva (coordenador), Wolnei Tadeu Ferreira, Orlando Lopes e Luiz Carlos Andrade. O evento é gratuito para associados da ABRH-SP. Não associados pagam R$ 100. Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

Fonte: O Estado de São Paulo, 05 de Novembro de 2017. 

Apenas R$ 1,00 por dia

Por apenas R$ 1,00 por dia, o profissional de Recursos Humanos pode se associar à ABRH-SP na modalidade Pessoa Física e, como resultado imediato, ter acesso a uma série de benefícios. Entre eles, descontos substanciais para participar do CONARH, um dos maiores congressos de gestão de pessoas do mundo (até 21 de novembro, associados da ABRH-SP pagam R$ 2.410 pelas inscrições; não associados, R$ 2.985); descontos nas inscrições do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento da ABRH-SP em parceria com a ONU Mulheres que chega à terceira edição em 2018; e participação gratuita nas palestras de desenvolvimento e nos Grupos de Estudos promovidos pela Associação. Confira os demais benefícios em www.abrhsp.org.br.

Fonte: O Estado de São Paulo, 05 de Novembro de 2017.

Panorama da inclusão de PcDs no mercado de trabalho

Os dados da pesquisa Expectativas e Percepções sobre a Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho, realizada pela consultoria iSocial, em parceria com a ABRH-SP, a ABRH-Brasil e a Catho, foram apresentados em primeira mão, na última quinta, na sede da Associação. Sócios da iSocial, Andrea Schwarz e Jaques Haber comentaram os resultados obtidos com os três públicos pesquisados: 1.100 pessoas com deficiência (PcDs), 1.240 RHs e 117 líderes de empresas. “Um dos mitos derrubados pela pesquisa é o de que os PcDs não têm qualificação; 57% dos respondentes disseram ter a partir de curso superior incompleto”, destacou Jaques. A pesquisa apontou também diferenças nas percepções dos entrevistados. Enquanto para os RHs, os três itens mais importantes e atrativos numa oportunidade de emprego são acessibilidade, ambiente de trabalho sensibilizado e programa de inclusão estruturado; para os PcDs são salário, plano de carreira e pacote de benefícios. “Só 4% acreditam que a acessibilidade é o mais importante, ou seja, como qualquer colaborador, as pessoas com deficiência querem saber da proposta de emprego”, alertou Andrea. As diferenças também ocorrem quando o assunto são as barreiras para a inclusão. Para os PcDs são poucas oportunidades, foco exclusivo no cumprimento de cotas e oportunidades ruins. Já para os RHs, acessibilidade, foco exclusivo no cumprimento de cotas e falta de preparo dos gestores.

Fonte: O Estado de São Paulo, 20 de Outubro de 2017.

Trabalho escravo em 2017?

Vivemos em uma democracia e queremos viver em uma democracia. Em relação à portaria nº 1129/2017, do Ministério do Trabalho (MTb), que altera a caracterização de trabalho escravo, é nosso pensar que a sociedade – ou pelo menos todos os agentes passíveis de contribuir com o aperfeiçoamento e a evolução legal para eliminar com a prática de trabalho análogo ao de escravo (trabalho forçado ou degradante) – e, em especial, os fiscais do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Ministério Público Federal (MPF) e os sindicatos representativos das categorias (empregados e empregadores) deveriam ter sido amplamente ouvidos sobre o tema. É da democracia. Todavia, aparentemente, isso não ocorreu. O Poder Executivo, através do Ministério do Trabalho, editou a portaria nº 1129/2017/MTb, e, desde a sua publicação, vem sendo alvo de críticas de inúmeras entidades defensoras dos direitos humanos. Há alguns dias, o próprio Poder Executivo acenou que a portaria que promulgou seria alterada. Mas, instado por ação interposta, a se pronunciar, o Supremo Tribunal Federal (STF), na última terça-feira, dia 24, se antecipou e, por via da ministra Rosa Weber, concedeu liminar – decisão provisória, portanto –, determinando a suspensão da aplicação da nova portaria que alterou a caracterização do trabalho escravo. A ministra, ao decidir liminarmente, registrou: “O ato de privar alguém de sua liberdade e de sua dignidade, tratando-o como coisa e não como pessoa humana, é repudiado pela ordem constitucional, quer se faça mediante coação, quer pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno”. A principal crítica à portaria é a de que ela altera os conceitos a serem observados pela fiscalização na identificação do que é trabalho forçado ou degradante e em condição análoga à escravidão. O CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, criado em 2008 pela ABRH-SP, tornando-se posteriormente o braço de influência legislativa da ABRH-Brasil, acompanha e busca influenciar a formação das leis que afetam a gestão de pessoas e as relações trabalhistas. Com norma, o CORHALE atua com total imparcialidade, sem representar empregador ou empregado, e com absoluta isenção político-partidária, contribuindo com propostas que visam a fortalecer e equilibrar as relações de trabalho. De maneira enfática, o CORHALE repudia qualquer afronta ou fraude à lei; a discriminação ou limitação de acesso ou manutenção ao trabalho em decorrência de sexo, origem, raça, cor, condição física, religião, estado civil, situação familiar ou qualquer outra condição; a corrupção; a exploração ilegal do trabalho infantil; a exploração do trabalho degradante ou análogo à condição de escravo e/ou em desrespeito à Declaração Universal dos Direitos Humanos; e a agressão ao meio ambiente. Ainda bem que a sociedade hoje tem os veículos pelos quais manifesta a sua opinião. Os Poderes Executivo e Legislativo estão recebendo importantes acenos para o aperfeiçoamento da portaria. Tomara que sejamos rápidos na definição e consigamos, efetivamente, não mais nos deparar com a existência de trabalho degradante ou análogo ao de escravo em pleno ano 2017 e seguintes. Carlos Silva é diretor da ABRH-SP e coordenador do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo.

Fonte: O Estado de São Paulo, 29 de Outubro de 2017.

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