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A tecnologia e a gestão do capital humano

“Antes Tendência, Agora Realidade” foi o tema da palestra apresentada pelo vice-presidente e diretor de HCM da LG lugar de gente, Felipe Azevedo, na última quinta, na sede da ABRH-SP. “A tecnologia vem mudando a forma como contratamos, desenvolvemos, capacitamos e engajamos os colaboradores e nos comunicamos com eles. O que era tendência um tempo atrás já pode ser aplicado hoje”, disse Azevedo. Ele citou exemplos de tendências dentro dos subprocessos de RH que já são realidade e podem ser usadas no ciclo de gestão do capital humano: da seleção até a sucessão. Na área de Recrutamento e Seleção, por exemplo, a atração de candidatos de forma contínua, a divulgação em massa das vagas, a assertividade na triagem e a adoção de entrevistas virtuais. No onboarding, a implantação de uma agenda de atividades iniciais obrigatórias e de trilhas de ambientação (on-line, presencial e on the job). Na sucessão, a definição de perfil de posições-chave e não chave, a busca de sucessores e o mapeamento de criticidade. Azevedo falou ainda da gamificação, ou seja, uso de métodos de jogos com o objetivo de engajar as pessoas, e do people analytics na prática do RH. Como exemplo, ele citou o levantamento de informações que podem explicar o turn over de uma companhia de acordo com perfis que indicam o grau de propensão das pessoas saírem da empresa, como remuneração baixa ou distâncias maiores de casa para o trabalho. Fonte: O Estado de São Paulo – 17 de setembro de 2017

Nova diretoria de Grupos de Estudos

Desde o início deste mês, a diretoria dos Grupos de Estudos, umas das mais importantes atividades da ABRH-SP, tem nova configuração. A diretora Ana Maria de Freitas deixou a posição, que passou a ser ocupada por duas conselheiras da entidade: Yara Leal de Carvalho, que vai cuidar dos Grupos de Estudos da capital, e Fátima Farias, que assumirá os grupos das Regionais. “Com a divisão das funções, poderemos acompanhar melhor as atividades dos grupos e apoiar os facilitadores com maior proximidade”, explica a diretora de Conhecimento e Aprendizado da ABRH-SP Edna Bedani. “Acho que contribuí bastante para a consolidação da atividade e também aprendi bastante com os grupos. É um ciclo que se encerra. Acredito na renovação e também em dar espaço para outras pessoas e novas ideias”, avalia Ana Maria, que permanece como secretária do Conselho Deliberativo da entidade. Para Yara, assumir a diretoria dos Grupos de Estudos da cidade de São Paulo é uma honra. “Será uma oportunidade de contribuir ainda mais com a Associação. Já atuo como facilitadora dos grupos há aproximadamente seis anos e agora o desafio é maior”, diz. Ela pretende dar enfoque a quatro pilares: comunicação com os facilitadores (criação de canais de comunicação que possibilitem a solução de questões e implementação de melhorias); desenvolvimento dos facilitadores (por meio de workshops); desenvolvimento do espírito de time entre os facilitadores (ações que ampliem a integração do time); e qualidade (pesquisas, processos e evento anual). “Estou muito animada, pois sei que vou contar com uma equipe de alto nível profissional e grande comprometimento e também com o apoio da Edna Bedani, que faz toda a diferença”, complementa. Além de atuar em sintonia com Yara, Fátima vai trabalhar em conjunto com Roberta Nunes Barbosa, gerente de Regionais da ABRH-SP. “Ela me ajudará muito a ajustar as necessidades e os respectivos focos de cada Regional. No dia 28 deste mês, terei a oportunidade de conhecer todos os representantes das Regionais pessoalmente e apresentar o programa de continuidade dos grupos. A diretoria é uma oportunidade de colaborar na ampliação de temas relevantes e conexões para as ações que já vêm acontecendo com o forte e reconhecido empenho da Regionais”, conclui Fátima.

Perfis

Psicóloga com MBA Executivo em Negócios, formação Internacional em Coaching pela Sociedade Latino-Americana de Coaching, practitioner em PNL e analista de Assessment DISC, Yara vem desenvolvendo processos de coaching executivo e de carreira, projetos na área de atração de talentos e desenvolvimento de pessoas. Psicóloga, coach e consultora, Fátima é especialista em RH pela FEA-USP, pós-graduada em Administração de Empresas e Mercado pela ESPM, com MBA em Gestão e Empreendedorismo pela USP. É sócia da e-Talent Consulting & Partners.  

Fonte: O Estado de São Paulo – 17 de setembro de 2017

Inclusão de PcDs no mercado

Fórum em Campinas vai discutir a inclusão de PcDs no mercado de trabalho

  Apesar da Lei de Cotas e da Lei Brasileira de Inclusão, permanece sendo um desafio a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Para debater o tema e encontrar respostas a partir de exemplos bem-sucedidos, a ABRH-SP Campinas promove, na manhã de 25 de setembro, a quinta edição do “Fórum Pessoas com Deficiência – Além da Lei de Cotas”, no auditório do Sesi (Rua Francisco de Assis Iglesias, s/nº). Aberto ao público, o evento vai mostrar o que empresas como Rhodia, Eaton e Cummins Brasil têm feito para a contratação das pessoas com deficiência, apresentar os resultados do Programa Inserir – Empregabilidade da Pessoa com Deficiência Psicossocial (Transtorno Mental) e discutir o papel do poder público e do médico do trabalho nesse processo, entre outros temas. “Nosso objetivo é trazer informações para apoiar a inclusão no ambiente de trabalho, com produtividade, qualidade e perspectiva de crescimento pessoal e profissional”, explica Luiza De Paula, diretora de Sustentabilidade da ABRH-SP Campinas e coordenadora técnica do evento. “É uma grande honra promover o fórum na nossa região, que merece essa reflexão e troca de experiências. Temos a responsabilidade de aprimorar as melhores práticas não só para inserir as pessoas com deficiência no mercado de trabalho, mas também para que elas possam se sentir acolhidas e dignificadas nas suas carreiras”, assinala Fabiola Lencastre, diretora geral da ABRH-SP Campinas. A expectativa é de que cerca de 350 pessoas participem do evento.  

Confira a programação:

  8h – Credenciamento 8h30 – Abertura Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP Fabiola Lencastre, diretora geral da ABRH-SP Campinas   9h – Práticas empresariais Petra Rocha (Eaton) Rhodia (Flávia Viana) Metodologia mDiva-Cummins Brasil e Camim do RJ (Fernando Heiderich e Flávia Cortinovis) Sesi (Cacilda Aparecida Valério Mazara)   10h CIF – Classificação Internacional de Funcionalidade Prof. Dr. Eduardo Santana de Araújo (grupo CIF Brasil) Programa Inserir – Empregabilidade da Pessoa com Deficiência Psicossocial (Transtorno Mental)  Luciene Redondo (consultora social)   10h40 – Caminhos para a Inclusão – Papel do Médico e Segurança do Trabalho Dra. Daniela Bortman (Monsanto)   11h10 – Intervalo com atração cultural da APAE   11h30 – Roda de Conversa Todos os convidados, além de José Carlos do Carmo (Kal) e Guirlanda Benevides (Ministério do Trabalho e Emprego) Mediadora: Jorgete Leite Lemos (ABRH-Brasil)   12h30 – O que levamos para casa? Marinalva Cruz (Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo) e Eliane Jocelaine Pereira (Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Cidadania)    

5º Fórum Pessoas com Deficiência – Além da Lei de Cotas

  Data: 25 de setembro Horário: das 8h30 às 13h30 Local: Sesi Campinas (Rua Francisco de Assis Iglesias, s/nº) Inscrições: regionalcampinas@abrhsp.org.br ou (19) 3294-3307         Fonte: O Estado de São Paulo, 10 de Setembro de 2017.  

Reforma Trabalhista em pauta

A reforma trabalhista e a Lei da Terceirização, recentemente aprovadas, recolocaram o tema das relações de trabalho na agenda dos RHs. Para promover o desenvolvimento e aperfeiçoamento dos profissionais de Recursos Humanos nessa área, a ABRH-SP tem realizado uma série de debates e workshops. Nesta quarta, 14 de setembro, será a vez de a ABRH-SP Ribeirão Preto promover um debate sobre os impactos da reforma trabalhista. Programado para o período das 18h30 às 22 horas, o evento – gratuito para associados; não associados pagam R$ 50 – acontecerá no auditório do escritório Brasil Salomão e Matthes Advocacia, em Ribeirão Preto. Com a moderação de Mario Bittencourt, integrante do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, o evento terá como debatedores: Guilherme Cavalieri, vice-presidente de Desenvolvimento Humano da Serasa Experian e Experian América Latina e diretor da ABRH-SP; Marcelo Braghini, professor de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho da Unaerp; e Daniel de Lucca e Castro, sócio responsável pela área de Direito Trabalhista do Brasil Salomão e Matthes Advocacia.  

Workshops

Já os workshops com o tema “Modernização da Legislação Trabalhista” estão programados para setembro e outubro, em Campinas (18/09), São Paulo (25/09) e Sorocaba (27/10). Com duração de 8 horas e emissão de certificado de participação, o workshop terá como facilitadores os integrantes do CORHALE: Carlos Silva, diretor Jurídico da ABRH-SP; Wolnei Tadeu Ferreira, diretor Jurídico da ABRH-Brasil; Orlando Lopes Júnior, advogado e gestor de RH; e Inês Restier, consultora em treinamento empresarial; além de Veridiana Police, sócia responsável pela área Trabalhista e Sindical do escritório Finocchio e Ustra Sociedade de Advogados, que participará apenas em Campinas. O investimento é de R$ 390 para associados da ABRH-SP e de R$ 790 para não associados. Inscrições: Debate em Ribeirão Preto: regionalribeiraopreto@abrhsp.org.br Workshops: eventos@abrhsp.org.br Mais informações: (11) 5505-0545       Fonte: O Estado de São Paulo, 10 de Setembro de 2017

O Líder transformador

7 passos para se tornar um líder transformador

  Autor do livro O Líder Transformador – Como transformar pessoas em líderes e sócio fundador da Alliance Coaching, Silvio Celestino apresentou sua palestra sobre o tema liderança transformadora na última quarta, na sede da ABRH-SP. Ele explicou o conceito de líder transformador: “O conceito surge da percepção de que a liderança se desenvolve em uma empresa que atua em um mercado que está inserido dentro de um ou vários países. E que todos esses elementos estão em constante transformação. Portanto, para que o líder atue, ele deve ter um profundo conhecimento desses fatores que interferirão nas pessoas e operações sob sua responsabilidade. Somente após esse entendimento, ele deve ser capaz de transformar-se no líder adequado para esse contexto e ajudar outras pessoas a se tornarem líderes também”. Ao longo da palestra, Celestino abordou ainda os sete passos para que um indivíduo seja transformado em líder:
  1. Aprenda a fazer perguntas reais de liderança – uma pergunta real é aquela que uma vez respondida resolve um problema que o líder está envolvido.
  2. Tenha um líder modelo – o indivíduo terá um grande salto em sua capacidade de liderança se tiver um modelo a seguir.
  3. Entenda o cenário – muitos dos problemas são enfrentados pelos líderes porque eles não compreendem com profundidade o cenário no qual a liderança é exercida.
  4. Conheça a essência da liderança – quanto mais o líder souber qual o seu papel na essência, maior a sua capacidade de saber o que fazer.
  5. Exercite as competências básicas de liderança – comunicação, delegação, follow-up, feedback, motivação de pessoas e gestão de agenda.
  6. Use o estilo de liderança apropriado a cada situação, aquele mais adequado a cada contexto que a empresa vivencia.
  7. Transforme a empresa em uma comunidade – para atingir resultados duradouros, o líder deve ser capaz de compreender e incorporar os propósitos, os valores e as crenças dos clientes em suas ações. Principalmente dos clientes mais lucrativos. É deste modo que ele cria ao redor da empresa uma comunidade leal e capaz de gerar lucratividade e crescimento duradouros.
 

Tendências em RH

  A próxima edição do Ciclo de Palestras acontece nesta quinta, a partir das 9 da manhã, na sede da ABRH-SP. Diretor de HCM da LG lugar de gente, Felipe Azevedo vai falar sobre o tema “Antes Tendência, Agora Realidade”, em que aborda os assuntos que antes eram tendência na área de RH e agora viraram realidade, como people analytics, gameficação e nuvem, entre outros. “Você e sua empresa estão preparados para isso?”, pretende questionar Azevedo. Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br       Fonte: O Estado de São Paulo, 10 de Setembro de 2017

Desafios vs oportunidades

Há alguns meses no Brasil, o business coach e diretor do Kabbalah Centre Brasil, David Zakin, esteve na sede da ABRH-SP, na quinta passada, para apresentar a palestra “Transformando desafios em oportunidades”. Zakin falou sobre o programa baseado na cabala – sabedoria milenar que revela como o universo e a vida funcionam. Realizado globalmente com sucesso, o programa tem ajudado as pessoas a elevarem a consciência para que elas encontrem seu verdadeiro poder e possam lidar com os conflitos. “Grandes problemas acontecem porque as pessoas não estão satisfeitas e não conseguem encontrar a verdadeira paz interna”, explicou Zakin. Segundo ele, o programa ajuda a entender um ambiente de trabalho cada vez mais VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo, na tradução do inglês). “Nós não podemos evitar esse ambiente, mas podemos mudar a forma como respondemos a ele. O VUCA nos convida a mudar a nossa percepção sobre os desafios, decodificar as situações e compreender o que está além dos obstáculos.” O mais importante diante dos desafios e conflitos, reiterou Zakin, é não ser controlado pelo externo e deixar de ser reativo – reclamando, negando os acontecimentos, preocupando-se, ficando impaciente e sentindo-se vazio – para ser proativo, buscando uma solução em que todas as partes ganhem e sigam em frente.       Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de Setembro de 2017

Líder transformador

Competências básicas e estilos de liderança e a obtenção de resultados duradouros conquistados por meio da liderança serão alguns dos tópicos abordados na palestra “O Líder Transformador – Como transformar pessoas em líderes”, que acontece nesta quarta, a partir das 9 horas, na sede da ABRH-SP. Coach executivo, colunista e escritor, Silvio Celestino será o palestrante. “Talvez o maior problema enfrentado pelo Brasil e pelo mundo na atualidade seja a falta de líderes bem formados moralmente e com o conhecimento, os conceitos e, principalmente, as melhores práticas de liderança. A palestra é um excelente meio para conhecer o percurso necessário para que um indivíduo seja transformado em líder. Nela os participantes serão conscientizados de cada um dos sete passos para que isso aconteça e como desenvolvê-los”, antecipa Celestino, que também é conselheiro da ABRH-SP. Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br         *O presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho, participou da comemoração alusiva ao Dia do Soldado, realizada em 25 de agosto pelo Comando Militar do Sudeste, no Quartel-General do Ibirapuera, na capital paulista. Theunis recebeu o convite do General de Exército João Camilo Pires de Campos, Comandante Militar do Sudeste, e esteve entre as autoridades civis e militares que participaram da cerimônia. (Na foto, o General de Exército João Camilo Pires de Campos e Theunis)       Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de Setembro de 2017

Inauguração Vale do Paraíba

  Na última quarta, a ABRH-SP celebrou o lançamento de sua Regional no Vale do Paraíba com um evento especial, que reuniu cerca de 300 pessoas. Theunis Marinho, presidente da entidade, abriu a programação. Ele lembrou que todas as empresas são iguais nos finais de semana – “A existência das organizações depende do ser humano” – e agradeceu o grupo de profissionais de RH que tem trabalhado voluntariamente para a Associação e está dando uma nova cara à área na região. “Nós precisamos nos unir para fortalecer a ABRH-SP”, disse. Durante o evento, foi comunicada a troca de comando da Regional. Roberta Sanfelice passou a direção geral para Carolina Mello. Agora vice, Roberta convidou a plateia a ajudar a construir uma organização de Recursos Humanos robusta e forte, que possa contribuir com profissionais de alta categoria para um polo industrial tão importante quanto o da região. Até agora, 80 profissionais do Vale do Paraíba já se associaram à ABRH-SP. Roberta apresentou as ações para este semestre: promoção de palestras gratuitas para os associados, três edições do Café com Coaching – encontros para discutir o tema coaching – e um evento de final do ano. Para 2018, o lançamento de Grupos de Estudos. “Também já temos um patrocinador de gestão: a Soesp Odonto”, comemorou. Já Carolina lembrou o trabalho árduo iniciado um ano atrás e feito até agora para a Regional chegar aonde chegou: “Acredito que a ABRH-SP vai trazer para o Vale inovação e networking. Por isso convido vocês a se associarem”. O evento foi encerrado com a palestra de Flávio Maneira, head da área de Treinamento da Medtronic (divisão MITG). Ele falou sobre o tema “Neurociência & Liderança: Qual o impacto no ambiente corporativo?” Também subiram ao palco os demais voluntários que vão trabalhar na Regional:  

Grupo de Voluntários

Além de Carolina Mello e Roberta Sanfelice, a Regional terá como diretores: Ana Claudia Moreira, Ana Paula Cramez, Carlos Santis, Claudia Oliveira, Glaucia Salviano, Guilherme Rosa, Lairton Correa de Souza e Simone Filippo.       Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de Setembro de 2017

Programa de estágio na MetLife

Uma das maiores seguradoras do mundo, a MetLife está com inscrições abertas para mais uma edição de seu programa de estágio, que tem 20 vagas para jovens talentos. O protagonismo é um dos principais atributos desejados no perfil dos novos estagiários, que vão ajudar a empresa a consolidar o modelo mais digital e colaborativo no qual está apostando. “Vemos nessa geração de nativos digitais uma força importante para reforçar nossa nova cultura”, afirma Andrea Barradas, diretora de Recursos Humanos. “Revimos nosso jeito de ser. Estamos migrando do padrão analógico para o digital e passamos a estimular um ambiente de trabalho mais flexível, a postura aberta e uma maior fluidez na troca de informações. Isso tem tudo a ver com os jovens dessa faixa etária”, complementa. As vagas do Programa de Estágio MetLife 2017 são destinadas preferencialmente a estudantes de Administração, Economia, Ciências Contábeis, Ciências Atuariais, Direito, Matemática, Estatística e Engenharias, mas alunos de outras áreas de Humanas e Exatas também podem concorrer a elas. Os candidatos devem ter formatura prevista para o final de 2018 ou 2019 e inglês avançado, além de perfil inquieto, curioso e corajoso. As inscrições para o programa podem ser feitas pelo link http://bit.ly/2xlHkzS até 15 de setembro. Na primeira etapa, os jovens devem enviar seus dados, passar por testes on-line de inglês e lógica e gravar um vídeo de apresentação pessoal. Os candidatos selecionados nessa fase serão convidados para um desafio presencial, com a participação de líderes da companhia. Os aprovados vão trabalhar na sede da MetLife, em São Paulo. Eles ingressarão na empresa em outubro, podendo permanecer na função por um ou até dois anos, com pacote de benefícios composto por auxílio-refeição, vale-transporte, assistência médica e odontológica, seguro de vida e 13ª bolsa-estágio, além da bolsa-estágio mensal e do acesso ao programa de qualidade de vida da empresa.       Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de Setembro de 2017

Reforma trabalhista e o RH 4.0

Também no CONARH, um painel abordou o tema Os Reflexos da Reforma Trabalhista e da Terceirização Frente à Revolução Digital 4.0 e a Gestão de RH. Wolnei Tadeu Ferreira, diretor Jurídico da ABRH-Brasil, ressaltou alguns pontos que vão afetar a gestão de Recursos Humanos, entre eles: a longevidade do brasileiro, que subiu de 50 para 74,6 anos em meio século; as diferentes gerações trabalhando juntas num mesmo local de trabalho; a tecnologia como ferramenta importante para compartilhamento de conhecimento; e as várias formas de trabalhar. Citando Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, Ferreira comentou que, na nova economia on demand, os prestadores de serviço não são mais contratados no sentido tradicional; hoje, eles trabalham de forma independente e na execução de tarefas específicas.                                                       Wolnei Ferreira, o moderador Wagner Brunini e Lívio Giosa (em pé)   Ele também salientou que a 4ª Revolução Industrial, com suas diversas tecnologias, levará as crianças que hoje estão no ensino fundamental a trabalharem com sistemas e processos ainda não existentes. O diretor jurídico ressaltou, ainda que a automatização de atividades operacionais nos próximos dois ou três anos provocará a extinção de certas funções e, consequentemente, uma grande migração de empregos. Também participante do painel, Lívio Giosa destacou que a prestação de serviços é uma realidade no Brasil desde 1990, com a introdução do conceito da terceirização, trazido por ele para o país. Na sua visão, o maior desafio para a área de gestão de pessoas está na decisão pela escolha entre a automatização e a utilização de mão de obra. Segundo Giosa, o RH deve pensar em premissas relacionadas a qualidade, preço, prazo e inovação tecnológica associadas à disponibilização dos recursos metodológicos, materiais e humanos para a prestação do serviço. O especialista destacou, ainda, alguns pontos da Lei da Terceirização, como a liberdade de relações comerciais entre as empresas com base nas premissas citadas anteriormente, a reavaliação de fornecedores numa nova dinâmica de construção de valor para o negócio e, principalmente, a segurança jurídica para a adoção desse modelo de gestão. Sobre o setor público, ele observou que a Lei das Licitações ainda é um impeditivo para a adoção plena da terceirização.       Fonte: O Estado de São Paulo, 31 de Agosto de 2017

Liderança com inovação

Encontrar a exata definição de inovação e como liderá-la não é tarefa extraída de um manual. É preciso técnica e muito tato com as pessoas, condutoras da inovação. Para tratar desse assunto no CONARH, o painel Lideranças Inovadoras, moderado por Maíra Habimorad, presidente da Cia de Talentos, reuniu líderes de empresas: João Paulo Pacífico, CEO do Grupo Gaia; Jorge Hoelzel, membro do conselho da Mercur; e Rachel Maia, CEO da joalheria Pandora.

 “Viver é inovar. Se você acorda e resolve tomar um café com mais leite do que o usual, já está inovando”, afirmou Hoelzer, ressaltando que, definido isso dentro das organizações, a liderança deve conectar um propósito à inovação e conduzi-la por todos os níveis da empresa.

“Não tente imitar a inovação de outras empresas, trilhe a sua própria”, foi a dica de Pacífico. Para o CEO do Grupo Gaia, o RH também tem papel preponderante nessa questão. Como exemplo, citou uma pequena inovação comportamental em sua organização, o Senhor Gentileza, boneco que é sempre repassado para alguém que foi gentil com o outro. “É um pequeno ritual inovador que estimula a gentileza entre as pessoas.”

Rachel, por sua vez, assinalou que o RH deve ter uma grande habilidade de negociação com o principal comandante da empresa para que a inovação envolva as pessoas, não apenas os negócios. “Eu sou muito business-oriented (orientada aos negócios), é minha parceira de RH quem chama a minha atenção para as consequências nas pessoas dentro da organização”, enfatizou. Rachel, que representa a ínfima parcela de CEOs negras no mundo – menos de 1% –, também ressaltou os investimentos na diversidade como caminho para a inovação. Segundo ela, trata-se de uma oportunidade para que a empresa analise uma mesma questão com olhares distintos.

 

Fonte: O Estado de São Paulo, 31 de Agosto de 2017

Diversidade da vida real

É sempre bom reforçar que a diversidade acelera o desenvolvimento, a inovação e a prosperidade de uma organização. Essa afirmação está comprovada em pesquisas locais e globais que mostram como a inclusão pode ser lucrativa para as empresas. Apesar disso, na prática, o assunto ainda patina em muitas delas. Para saber como a diversidade é sentida na pele por personagens da vida real e o que pode ser feito para que haja uma mudança de patamar, a ABRH-Brasil promoveu no CONARH 2017 – 43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, realizado neste mês, um bate-papo mediado pelo ator e cantor Tiago Abravanel. Os participantes do painel Diversidade e Inclusão sob Olhar dos Personagens Reais – uma travesti, um cego, um negro e uma refugiada síria – têm algo em comum além da diversidade: souberam superar as adversidades e criar oportunidades para conquistar espaço e respeito no trabalho.  
  • A baiana Edna Araújo Santos, “travesti ou transexual, como preferirem”, contou que, quando chegou a São Paulo – “a cidade das oportunidades” –, tudo o que queria era acordar de manhã com a certeza de que iria bater o cartão de ponto. Um sonho que demorou a realizar. “Durante oito anos, bati de porta em porta para arrumar um emprego. Passei por muitos RHs e sempre ouvia ‘o seu perfil não condiz com a vaga.’” Finalmente, há um ano e três meses, foi contratada como operadora de caixa pelo Carrefour. E, logo no início, passou por um evento que a marcou: o preconceito de um cliente, que deixou as compras no caixa e se retirou. “Fui profissional. Mantive a postura e continuei o meu trabalho. Como é uma loja de bairro, a convivência no dia a dia fez com que o preconceito fosse superado. Hoje, esse cliente entra na loja, conversa e brinca comigo, pergunta por que não passei batom”, orgulha-se.
 
  • Cego desde os dois anos de idade, Sergio Faria, executivo de TI da Accenture, contou que para ganhar espaço profissional aprendeu que era preciso “comer pelas beiradas” e, aos poucos, provar que era capaz de tocar um projeto sozinho. “Felizmente consegui fazer isso e, em diversas oportunidades, coordenei projetos de TI e dei treinamentos dentro e fora do Brasil.” Para ele, a inclusão vem das pessoas e é preciso que a sociedade seja inclusiva. “É só você se colocar no lugar do outro e pensar que ele gosta das coisas que você gosta e também tem direito às oportunidades que você tem”, enfatizou. E resumiu: “Inclusão é desejar a diversidade”.
 
  • Jovem, negro, nascido em Mascote, pequena cidade do interior da Bahia, Genesson Honorato mudou-se para São Paulo a fim de estudar. “Sem recursos, trabalhei como cobrador de ônibus e estudava na catraca”, explicou. Conseguiu entrar na faculdade de Psicologia pelo Prouni (Programa Universidade para Todos) depois de apostar com um amigo quem tiraria nota mais alta. Em 2012, nova conquista: foi aprovado no programa de trainee da L’Oréal para trabalhar no RH; hoje ele atua no Marketing Digital na companhia. Além da exclusão por conta da barreira financeira – “quando saí de Mascote, minha mãe mal tinha 12,50 reais para eu pegar o ônibus” –, Honorato enfrentou novo empecilho, já superado: o relacionamento no mundo corporativo. Na visão dele, a dificuldade deve-se ao fato de que, por décadas, as empresas tiveram equipes com perfis similares; com isso, hoje, embora se converse muito sobre diversidade e definam-se pilares para sustentá-la nas organizações, o relacionamento com o diverso ainda precisa ser trabalhado.
 
  • Já Muna Darweesh, refugiada da Síria, onde era professora de inglês, chegou ao Brasil em 2013 com os quatro filhos e o marido, engenheiro naval. O país era um dos poucos onde poderia entrar legalmente e sem dificuldade. Com a barreira do idioma, e precisando sobreviver, começou a fazer comida árabe, o que hoje garante a renda da família: sua fanpage no Facebook Muna Sabores e Memórias Árabes tem mais de 6,6 mil curtidas. Ela contou que, apesar do sucesso, sofre preconceito por seguir a tradição religiosa de sua família. “Muitos não entendem o fato de eu cobrir a cabeça. Costumo dizer que cubro meus cabelos, mas não cubro minha mente.” Embora tenha chegado ao Brasil há quatro anos, Muna ainda não se acostumou com a nova vida. “Nunca me imaginei nessa situação. No meu país, eu vivia em uma cidade pequena, cozinhava para o meu marido, cuidava dos meus filhos, eu era uma pessoa simples. Agora me pedem para contar a minha história, participar de palestras e dar entrevistas na televisão”, relatou em um português carregado de sotaque árabe.
    Fonte: O Estado de São Paulo, 31 de Agosto de 2017

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