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Leyla Nascimento faz um balanço de sua gestão na FIDAGH

Desde 2015 à frente da FIDAGH – Federação Interamericana de Associações de Gestão Humana, Leyla Nascimento encerrou seu mandato de presidente neste mês durante o CIGEH – Congresso Interamericano de Gestão Humana, realizado em Montevidéu, Uruguai, entre os dias 11 e 13 de outubro. Segundo Leyla, quatro pilares foram trabalhados durante a gestão. “No pilar Associações Nacionais, tivemos uma maior interação com nossos 15 países afiliados, com participação ativa nos seus eventos e atividades. Também cuidamos da expansão, tendo Cuba, El Salvador e Honduras como próximos afiliados”, ressalta Leyla. “No pilar Sustentabilidade, apresentamos o melhor resultado dos últimos dez anos da entidade.” No pilar Conhecimento, foi criada a revista Talentum Latam, que tem como objetivo tornar conhecidos o valor e a força das ações de Recursos Humanos do continente. Também foram realizadas várias pesquisas de tendências e o Fórum Talentum Latam, encontro de executivos de RH do continente organizado no Rio de Janeiro. “Nós nos dedicamos muito ao pilar Alianças para aumentar a nossa representatividade no cenário mundial. Temos uma participação ativa na WFPMA – World Federation of People Management Association como membro do board, ocupando a secretaria geral, que é uma espécie de vice-presidência”, relata Leyla. “Além disso, atuamos em todas as reuniões do GSC 20 – Global Studies Committee, grupo que reúne associações nacionais de diferentes países para estudar cenários e tendências mundiais. O grupo foi criado pela ABRH-Brasil em 2014 para ser adotado e organizado pela WFPMA e recebeu a chancela da FIDAGH.” Ainda dentro do pilar Alianças, Leyla destaca o convênio firmado com a OISS – Organização Ibero-americana de Seguridade Social para ações conjuntas de disseminação da importância da seguridade social para a produtividade e o emprego. Além disso, pela primeira vez a FIDAGH se aproximou da OIT – Organização Internacional do Trabalho por meio de um convênio com o Cinterfor (Centro Interamericano para el Desarrollo del Conocimiento en la Formación Profesional) para um plano de formação contínua de gestão e desenvolvimento do talento humano e consolidação do trabalho descente. ABRH-Brasil Durante o CIGEH também foi realizada a reunião do Conselho Deliberativo da ABRH-Brasil, presidido por Leyla. “Temos tido uma participação ativa dos presidentes das seccionais, dentre eles o Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, que são conselheiros e decidem sobre todas as obrigações determinadas pelo nosso estatuto”, resume Leyla.

Fonte: O Estado de São Paulo, 29 de Outubro de 2017.

Top of Mind de RH

Realizada no dia 20 de outubro, a celebração do 20º Top of Mind de RH revelou os grandes vencedores de cada uma das 34 categorias do prêmio da Fênix Editora, que celebra tanto as empresas como os profissionais mais lembrados da área de Recursos Humanos. Mais de 1.200 convidados participaram da grande festa, realizada na casa de espetáculos Tom Brasil, em São Paulo, e que teve como tema a Sétima Arte, com inúmeras referências aos filmes e estrelas de Hollywood. O Top of Mind 2017 também homenageou o Programa Trabalho Novo da Prefeitura de São Paulo, que promove a inserção dos moradores em situação de rua no mercado de trabalho por meio de parcerias com a iniciativa privada. Foram homenageados Filipe Sabará, secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, que apoia o programa por meio da intermediação com os RHs das empresas, e Fernando Alves, diretor executivo da ONG Rede Cidadã, responsável pelo processo de capacitação socioemocional dessa população.

Fonte: O Estado de São Paulo, 29 de Outubro de 2017.

 

Associados da ABRH-SP vão votar na atualização do Estatuto Social

Na última reunião do Conselho Deliberativo, realizada em 28 de setembro, foi aprovada a proposta para atualização do Estatuto Social da ABRH-SP. Agora em novembro, em data a ser definida e previamente comunicada, será a vez de os associados dizerem se concordam ou não com as alterações sugeridas em Assembleia Geral Extraordinária. Como sempre tem acontecido na ABRH-SP, o processo será todo virtual.

Realizado com o objetivo principal de garantir a continuidade da governança da Associação, além de esclarecer alguns pontos que geravam dúvidas, o processo de atualização teve início em junho do ano passado, quando foi formado um grupo de trabalho composto pelos integrantes do Conselho Deliberativo, Donizetti Moretti (presidente), Cesar Gomes (vice) e Ana Maria de Freitas (secretária), além da gerente executiva da ABRH-SP Vânia de Faria.

O processo envolveu a participação dos integrantes dos Conselhos Deliberativo e Fiscal e da Diretoria Executiva, que sugeriram um conjunto de mais de uma centena de alterações a serem analisadas no estatuto. “Desse total, elaboramos a proposta final, aprovada na última reunião do Conselho Deliberativo”, assinala Donizetti Moretti.

As atualizações mais importantes foram feitas no processo eleitoral, mais especificamente para a composição das chapas; no quadro numérico e no papel dos Conselhos a fim de torná-los ainda mais relevantes na representação dos associados; e no capítulo das Regionais, que vêm sendo fundamentais para o crescimento da Associação.

Além de contar com as contribuições dos conselheiros e diretores, o grupo de trabalho realizou um benchmarking para conhecer o estatuto de outras associações profissionais e empresariais e alinhou as sugestões de mudanças com as recomendações estatutárias da ABRH-Brasil. “Também ressalto o papel dos conselheiros vitalícios, composto por ex-presidentes executivos e do Conselho Deliberativo que continuam atuantes na entidade. Tudo isso colaborou para a proposta final”, diz Moretti.

Até o dia da votação, o texto proposto e atualizado do Estatuto Social estará disponível para a consulta dos associados no site da ABRH-SP.

   

Fonte: O Estado de São Paulo, 22 de Outubro de 2017.

Contratação de estagiários e aprendizes atinge nível pré-crise

De acordo com balanço do CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola, o índice de contratação de estagiários e aprendizes atingiu o mesmo nível que tinha antes da crise econômica. O número de contratos assinados no terceiro trimestre do ano comparado ao mesmo período de 2016 cresceu 2,05%. Já o número de novos beneficiados por programas de capacitação chegou a 78.624 em todo o Brasil.

“A tendência é de um crescimento maior no fim do ano e, principalmente, no início de 2018”, diz Marcelo Gallo, superintendente de Operações do CIEE. Entretanto, o CIEE ainda há 3 milhões de candidatos no banco de perfis aguardando uma vaga de estágio ou aprendizagem. Mas os jovens interessados em conquistar uma oportunidade, segundo Gallo, não precisam se assustar com o tamanho da fila: “Nossos parceiros abrem vagas continuamente”.

MAIS INFORMAÇÕES:  www.ciee.org.br

Fonte: O Estado de São Paulo, 22 de Outubro de 2017.

Boas práticas para incentivar a liderança feminina

Promovida pela Regional Campinas da ABRH-SP, a terceira edição do Fórum de Liderança Feminina foi realizada na última terça, no auditório do The Royal Palm Tower, na cidade de Campinas. Mais de 70 profissionais da região participaram do evento, que teve como tema “Práticas para o Incentivo à Liderança Feminina” e como conferencistas: Adriana Silva, presidente da Balluff Brasil; Camila Cruz Durlacher, diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da 3M; e Camila Fusco, head of Entrepreneurship | SMB, Latam do Facebook. “Para nós foi uma honra ter recebido essas executivas que se dispuseram a compartilhar conosco suas trajetórias profissionais e até mesmo pessoais. Acredito que os convidados puderam refletir sobre o papel da mulher nesse competitivo mercado de trabalho”, disse Fabiola Lencastre, diretora geral da Regional Campinas, ao final do fórum. Dar visibilidade às boas práticas de organizações que incentivam e promovem a maior participação das mulheres nos cargos de liderança tem sido a tônica dos eventos realizados sobre o tema pela ABRH-SP e suas Regionais. O principal exemplo é o CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, promovido pela Associação em parceria com a ONU Mulheres, que chega a sua terceira edição no próximo ano.

Fonte: O Estado de São Paulo, 22 de Outubro de 2017.

Percepções sobre a inclusão de PcDs no mercado de trabalho

Os dados da pesquisa Expectativas e Percepções sobre a Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho, realizada pela consultoria iSocial, em parceria com a Catho, a ABRH-SP e a ABRH-Brasil, serão apresentados nesta quinta, das 9 às 11h30, na sede da ABRH-SP. Sócios da iSocial, Andrea Schwarz e Jaques Haber vão comentar os resultados da pesquisa obtidos com mais de 2 mil respondentes, entre gestores e executivos de RH, além de profissionais com deficiência. Realizado desde 2011, o estudo tem possibilitado identificar os desafios existentes e as melhorias necessárias no campo da inclusão de pessoas com deficiência no mundo corporativo. Com o intuito de tornar o levantamento mais abrangente e completo, em 2017 o público pesquisado foi ampliado. Além de saber a opinião dos profissionais de RH, como vinha sendo feito desde a primeira edição, neste ano foram ouvidos a alta liderança das empresas, já que são os líderes que detêm o poder de decisão, contratação e influência sobre os demais gestores, e os próprios candidatos com deficiência, que são quem sente na pele os obstáculos de inclusão. No relatório de 2016, que ouviu 1.459 profissionais, um dos dados que chamou a atenção referiu-se às contribuições que ajudariam os RHs na inclusão de pessoas com deficiência: 63% afirmaram serem incentivos para capacitação profissional, revelando a expectativa de apoio dos governos nas suas diferentes esferas. Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

Fonte: O Estado de São Paulo, 22 de Outubro de 2017.

Fórum Pessoas com Deficiência

Realizada na última segunda-feira, a quinta edição do “Fórum Pessoas com Deficiência – Além da Lei de Cotas” reuniu 320 pessoas no auditório do Sesi, em Campinas. Aberto ao público, o evento, promovido pela Regional Campinas da ABRH-SP, mostrou o que empresas têm feito para a contratação das pessoas com deficiência (PcDs), os resultados de programas que facilitam a concretização desse objetivo, bem como a visão do poder público sobre o tema. “Protagonismo e qualidade na inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho foram contemplados durante todo o evento. As principais conclusões foram a de que acreditar no potencial humano é a chave do sucesso para qualquer processo de inclusão e de que valorizar a diversidade, além de agregar valor, é a maneira mais digna de respeito e justiça”, avaliou Luiza De Paula, diretora de Sustentabilidade da ABRH-SP Campinas e coordenadora técnica do evento. Na abertura do fórum, Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, e Fabiola Lencastre, diretora geral da Regional Campinas, falaram da importância da iniciativa. “Vamos dizer não à segregação e sim à inclusão”, afirmou Theunis, reiterando que a ABRH-SP tem levantado a bandeira da inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Já a execução do Hino Nacional e a atração musical do intervalo ficaram por conta do Grupo Oxil Band, regido pelo instrutor Cristiano Vicente Monteiro e formado por alunos, estagiários e incluídos que participam do Programa Educação Profissional do Trabalho da Apae Campinas.  

Os painéis

O painel sobre as práticas empresariais teve início com o depoimento de Petra Godoy Rocha, gerente de RH da Eaton de Valinhos (SP). Segundo ela, o tema começou a ser discutido na empresa para atender à Lei de Cotas. “Patinamos durante anos até que a Eaton dos Estados Unidos criou a área de inclusão e diversidade com base em estudos que comprovavam que a companhia seria mais competitiva se trabalhasse com esses temas. Desde esse período, temos atuado mais fortemente. Não foram todos que abraçaram a causa de primeira, mas fomos conquistando um a um. Hoje temos 58 pessoas com deficiência na Eaton”, disse Petra. Coordenadora de RH da Rhodia, Flavia Viana explicou que a inclusão de pessoas com deficiência na empresa começou há dez anos. “Montamos uma estratégia de Recrutamento & Seleção com o apoio do departamento médico e abrimos 30 posições para pessoas com deficiência auditiva, visual, mental e motora, sem perfil técnico definido. Tivemos muitos desafios naquela época, como formação acadêmica precária dos candidatos, adaptação ao ambiente empresarial e aceitação das lideranças. Hoje já tivemos uma evolução na formação acadêmica, ainda temos de fazer algumas adaptações nas instalações físicas e o RH dá um suporte contínuo às lideranças, que, apesar de aceitarem mais os PcDs, ainda têm medos.” Fernando Heiderich, vice-presidente do Instituto Metasocial, e Flávia Cortinovis, consultora e educadora corporativa, falaram da Metodologia mDiva de diversidade e inclusão com valor agregado aplicada na Cummins Brasil e Camim do RJ. Já Cacilda Aparecida Valério Mazara, membro do corpo técnico do Sesi, detalhou o Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência na Indústria. Ao refletir sobre os desafios da inclusão, ela reiterou que a primeira barreira a ser vencida é a atitudinal. Na sequência, o professor doutor Eduardo Santana Cordeiro, diretor do Grupo CIF Brasil, especialista em diagnósticos e consultoria em saúde funcional, falou sobre a CIF – Classificação Internacional de Funcionalidade. Luciene Redondo, coordenadora do Programa Inserir, de Empregabilidade da Pessoa com Deficiência Psicossocial (Transtorno Mental), abordou o grande estigma da saúde mental e das dificuldades de inserção no mercado de trabalho quando a pessoa tem um diagnóstico de esquizofrenia. “Entre 2016 e 2017, tivemos 21 contratações, mas o número de contratações é um, o de rotatividade é outro. Essas pessoas precisam de acolhimento, avaliações, grupos terapêuticos e apoio assistivo.” A médica do trabalho Daniela Bortman, gerente de Saúde Ocupacional na Monsanto, compartilhou com a plateia sua história de vida. Tetraplégica aos 23 anos em um acidente de automóvel, retomou a faculdade de Medicina, se formou e se capacitou para atuar como médica do trabalho, contrariando a maioria das pessoas que diziam que ela não poderia fazer nada disso. Emocionada, ela pediu para o público: “Escolham fazer a diferença na vida das pessoas. Escolham se importar”. Diretora de Diversidade da ABRH-Brasil, Jorgete Leite Lemos moderou a roda de conversa, que contou com a participação de quase todos os palestrantes, além de dois representantes do poder público: José Carlos do Carmo (Dr. Kal), auditor fiscal do Trabalho no Ministério do Trabalho e Emprego – SRTE/SP, e Guirlanda Benevides, do Ministério do Trabalho e Emprego em Campinas. Na parte final do evento – O que levamos para casa? –, Marinalva Cruz (Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo) e Eliane Jocelaine Pereira (Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Cidadania) resumiram as principais conclusões do fórum, reforçando a importância do foco no potencial e na valorização da diversidade.       Fonte: O Estado de São Paulo, 01 de Outubro de 2017.

Solução com gamificação

Desde o ano passado, a ABRH-SP tem oferecido, na sua sede, uma série de workshops sobre temas atuais para o público de Recursos Humanos. Na semana passada, o workshop sobre os impactos da Reforma Trabalhista na gestão de pessoas foi apresentado para 32 inscritos. Agora no próximo dia 19, o workshop “Como resolver problemas com gamificação” será conduzido pelos consultores João Marcelo Furlan, CEO e fundador da Enora Leaders, e Clarissa Santiago, especialista nos temas de liderança, produtividade, inovação, gamificação e formação de multiplicadores. Com carga horária de 5 horas – das 13 às 18 –, o workshop tem como objetivos desmistificar o conceito de gamificação e apresentar o método para resolver problemas na prática a partir do uso de mecânicas de jogos. Já o conteúdo abordado desenvolverá os temas: – Introdução aos conceitos de gameficação; – Gameficação aplicada à vida real e ao mundo corporativo; – Conhecendo os métodos para resolver problemas com gameficação; e – Aplicação prática: construção de soluções reais. O workshop tem preços especiais para associados da ABRH-SP: R$ 390. Não associados pagam R$ 690.   Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br       Fonte: O Estado de São Paulo, 01 de Outubro de 2017.

Inteligência emocional

Atualmente considerada a competência responsável por boa parte do sucesso e da capacidade de liderança de uma pessoa, a inteligência emocional será tema da próxima edição do Ciclo de Palestras, programada para esta quarta, das 9 às 11h30, na sede da ABRH-SP. Vice-presidente da Consultoria Fellipelli Instrumentos de Diagnóstico e Desenvolvimento Organizacional, conferencista e consultora nas áreas de liderança e desenvolvimento humano e profissional, Chris Melchiades vai conduzir a palestra em que aborda a inteligência emocional como a capacidade de reconhecer e avaliar os sentimentos de si mesmo e dos outros para desenvolver a capacidade de lidar com eles. O evento é gratuito para associados da ABRH-SP. Não associados pagam R$ 100. Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br       Fonte: O Estado de São Paulo, 01 de Outubro de 2017.

ABRH-Brasil no Nordeste

A ABRH-SE sediou, na semana passada, dois eventos voltados à comunidade de RH do Nordeste liderados pela ABRH-Brasil, que marcou presença com a presidente Elaine Saad e o superintendente executivo Ricardo Mota. O encontro é mais um de uma série iniciada em novembro de 2016 por Elaine, que, com o mote Influência e Ação em sua gestão, busca difundir pessoalmente o propósito da associação: fortalecer a atuação dos profissionais de RH nas organizações de todo o país. Na sexta-feira (22), das 8 às 12 horas, mais de 200 profissionais participaram do Café com RH, no Real Classic Hotel, em Aracaju. Patrocinada pela Totvs, a iniciativa propiciou o debate sobre um tema controverso nas empresas: o eSocial e os impactos da tecnologia na gestão de pessoas. Já das 18h30 às 20h30, no mesmo local, foi a vez de a FGV patrocinar o 1º Encontro com Líderes Empresariais de Sergipe, no qual a presidente da ABRH-Brasil apresentou as conclusões do 17º Fórum dos Presidentes. Realizado tradicionalmente pela associação em agosto, na capital paulista, o evento, que, em 2017, teve como tema Caminhos para a reconstrução, contou com a participação de cerca de 100 CEOs e líderes empresariais de grandes empresas presentes no país.       Fonte: O Estado de São Paulo, 28 de Setembro de 2017

Coteminas é tricampeã

Depois de se destacar na Paraíba, ao vencer o Prêmio Ser Humano da ABRH-PB, o case Programa Inclusivo Coteminas: Uma vivência com a comunidade surda, da empresa Coteminas, teve o reconhecimento ampliado em âmbito nacional e latino-americano. Em agosto, durante o CONARH 2017, um dos maiores eventos de gestão de pessoas do mundo, a empresa foi contemplada com o 1º lugar no Prêmio Ser Humano Oswaldo Checchia, na modalidade Gestão de Pessoas – Desenvolvimento pela ABRH-Brasil; agora, o programa extrapolou as fronteiras para se tornar vencedor do Prêmio Oscar Alvear Urrutia 2017, concedido a cada dois anos pela FIDAGH – Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana, na modalidade Excelência Empresarial. Já na modalidade Investigação, a FIDAGH anunciou como vencedora a tese de doutorado Caracterização de um modelo de medição de gestão humana – Uma aplicação para a Colômbia, de autoria do colombiano César Nieto Licht. A premiação acontecerá no dia 13 de outubro, em Montevidéu, Uruguai, no encerramento do CIGEH – Congreso Interamericano de Gestión Humana, evento bienal e itinerante (saiba mais na matéria abaixo).   O case Em 2009, a unidade da Coteminas de João Pessoa implantou formalmente o programa, que tem como objetivo a acessibilidade para surdos e a proposta de romper as barreiras da comunicação e resgatar a autoestima e cidadania desse público, proporcionando uma consciência social inclusiva através da desmistificação de conceitos e preconceitos sobre a comunidade surda. A construção do modelo inovador abrange as etapas: captação, formação, capacitação, desenvolvimento e retenção dos colaboradores surdos. Entre os resultados obtidos pela Coteminas, destaca-se a formação de mais de 200 colaboradores na Língua Brasileira de sinais (Libras), sendo a maioria dos participantes líderes. Além de construir um ambiente inclusivo, a empresa conseguiu eliminar o turnover nos últimos três anos e reduzir em 15% do absenteísmo desse público-alvo.       Fonte: O Estado de São Paulo, 28 de Setembro de 2017.

Escravidão Moderna

Uma nova pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Fundação Walk Free, em parceria com a Organização Internacional para Migração (OIM), ilustra a escala da escravidão moderna em todo o mundo. Os dados, lançados neste mês, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque (EUA), mostram que mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo foram vítimas da escravidão moderna em 2016. A OIT também lançou uma nova estimativa: cerca de 152 milhões de crianças entre 5 e 17 anos foram submetidas ao trabalho infantil no mesmo ano.  

Suscetibilidade

Mulheres e meninas são as mais afetadas pela escravidão moderna – quase 29 milhões ou 71% do total. As mulheres representam 99% das vítimas do trabalho forçado na indústria comercial do sexo e 84% dos casamentos forçados. O trabalho infantil continua concentrado principalmente na agricultura (70,9%). Quase um em cada cinco trabalhadores infantis trabalha no setor de serviços (17,1%) e 11,9%, na indústria. As novas estimativas globais são um esforço coletivo dos membros da Aliança 8.7, parceria mundial para acabar com o trabalho forçado, a escravidão moderna, o tráfico de pessoas e o trabalho infantil, que reúne parceiros chave representando governos, organizações das Nações Unidas, setor privado, organizações de empregadores e trabalhadores e sociedade civil.       Fonte: O Estado de São Paulo, 28 de Setembro de 2017.

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