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Campinas promove visita técnica à Klabin

Na manhã de 3 de junho, a Regional Campinas promoveu a visita técnica à unidade Tijuco Preto, da Klabin, considerada destaque do Agronegócio entre as maiores e melhores de 2015, de acordo com ranking da revista Exame. Integrantes da Regional e convidados passaram a manhã conhecendo as práticas de gestão de Recursos Humanos e sustentabilidade que projetaram a empresa nesse setor.

O grupo foi recepcionado pelo diretor de Gente e Gestão da Klabin, Sergio Piza, que falou sobre desenvolvimento de lideranças e a visão de Recursos Humanos da organização. Por exemplo, são oferecidos cursos para as diferentes funções e estágios da carreira e os profissionais são preparados para o desenvolvimento participando do desenvolvimento da empresa.

“Adotamos as visitas técnicas como pilar estratégico para a ABRH-SP Campinas aproximar os RHs e unir as boas práticas e experiências entre os profissionais. As visitas compreendem o entendimento do negócio, tour pela empresa, troca de experiências com key people ediscussão sobre temas relevantes do contexto dos Recursos Humanos”, explica a diretora da Regional Campinas Fabiola Lencastre.

Já estão sendo programadas novas visitas técnicas a empresas da região no segundo semestre deste ano. (Texto: Alberto Augusto)

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 19 de junho de 2016

Afastamentos previdenciários e suas repercussões para as empresas

Apresentada no último dia 9, na sede da ABRH-SP, a palestra sobre Afastamentos Previdenciários e suas Repercussões para as Empresas lotou o auditório da Associação. Especialista no tema, a advogada e consultora jurídico-empresarial nas áreas de Direito do Trabalho e Direito Previdenciário, Cláudia Salles Vilela Vianna, fez alertas e falou dos procedimentos recomendáveis para evitar problemas e obter reparações judicialmente.

Segundo ela, os erros cometidos pelo INSS fazem com que as empresas paguem caro e o trabalhador que tem um problema de saúde de verdade sofra quando vê cancelado seu benefício mesmo sem ter recuperado a capacidade laborativa para a atividade habitual. “Há ainda um entendimento equivocado da Justiça do Trabalho em relação à seguridade social. A responsabilidade social da empresa não pode ser maior que a responsabilidade da própria seguridade social, cujo objetivo é a proteção ao cidadão.”

Entre as muitas questões relacionadas ao tema, Cláudia falou das dúvidas sobre os contratos dos trabalhadores afastados. “No caso do trabalhador afastado por auxílio-doença e considerado licenciado, só é possível rescindir o contrato por justa causa, rescisão indireta (justa causa do empregador) e encerramento das atividades empresariais. É diferente do empregado aposentado por invalidez que tem suspenso o seu contrato de trabalho durante o prazo fixado pelas leis de previdência social para a efetivação do benefício. De acordo com a súmula 160 do Tribunal Superior do Trabalho, porém, se cancelada a aposentadoria por invalidez, mesmo após cinco anos, o trabalhador terá direito de retornar ao emprego, sendo facultado ao empregador indenizá-lo na forma da lei.”

Cláudia lembrou ainda que a lei 13.063 de 2014 impactou a legislação trabalhista ao dispensar a perícia médica para aposentados por invalidez com idade igual ou superior aos 60 anos. “Nesse caso, como o trabalhador não vai ter mais o benefício cancelado, é possível rescindir o contrato.”

A palestra foi promovida pelo CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, grupo mantido pela ABRH-SP em parceria com a ABRH-Brasil com o propósito de acompanhar e influenciar a formação de leis que afetam as relações trabalhistas. Saiba mais em: www.corhale.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 19 de junho de 2016 

QUESTÃO DE GÊNERO – CONALIFE

ABRH-SP e ONU Mulheres realizam 1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina nesta quinta

Um memorando de entendimento assinado entre a ABRH-SP e a ONU Mulheres no final de 2015 selou o compromisso das duas entidades de realizar uma série de ações conjuntas para promover a igualdade de gêneros e o empoderamento das mulheres no mundo do trabalho. O 1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, que acontece nesta quinta no Teatro Cetip (prédio do Instituto Tomie Ohtake), em São Paulo, é uma evolução deste entendimento e pretende promover um diálogo amplo sobre o assunto.

 “Em todo o mundo, a ONU Mulheres está convidando o setor privado para dar passos decisivos até 2030 na direção de um planeta 50-50 com paridade de gênero. O engajamento de lideranças empresariais e eventos como o CONALIFE são fundamentais para a formação de alianças e compromissos para apoiar as mulheres na quebra do teto de vidro, que as impede de desenvolver plenamente os seus talentos e obter progressos reais nas carreiras”, afirma Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil.

Para o presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho, o CONALIFE acontece em um momento histórico da luta pela equidade de gêneros no Brasil. “Acredito que esta é a hora oportuna não só para discutir a sub-representação feminina nos ambientes de poder como para propor avanços nesse sentido. O objetivo principal do congresso será mostrar que a igualdade de gêneros é um caminho sem volta.”

Ao longo de um dia todo de atividades, o CONALIFE terá três painéis que vão abordar desde a diversidade de gêneros como uma questão de negócios (Painel Conhecimento) até as melhores práticas de seleção e retenção de mulheres (Painel Atitude) e empreendedorismo, com exemplos de mulheres que “chegaram lá” nas áreas social, política, de RH e outras (Painel Inspiração).

 

Conferencista do Painel Conhecimento, o presidente do laboratório farmacêutico Aché Paulo Nigro considera que há uma cultura em transformação nas empresas brasileiras. “Estamos no rumo de um processo sem volta, em que haverá a consolidação de um quadro de maior igualdade dentro e fora das organizações. Quem resistir a essa realidade certamente perderá talentos e competitividade.”

Nigro participará do debate ao lado de Fernando Modé, vice-presidente corporativo do Grupo Boticário, Marienne Coutinho, sócia responsável por International Tax da KPMG e copresidente da WCD no Brasil, e Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul. Diretora de redação da revista Marie Claire, Marina Caruso fará a moderação.

 

AGENDE-SE

1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina

DATA: 23 de junho

HORÁRIO: das 8h30 às 17h30

LOCAL: Teatro Cetip (prédio doInstituto Tomie Ohtake / Rua Coropés, 88, Pinheiros), na capital paulista

 

 

COMO PARTICIPAR

 

Pessoa Física

Associados de todas as ABRHs do Brasil: R$ 678

Não associados: R$ 1.130

Profissionais que desejam se associar à ABRH-SP: R$ 678 (inscrição) + R$ 365 (anuidade)

Há pacotes diferenciados para Pessoa Jurídica.

 

 

Mais informações e inscrições:

(11) 5505-0545

conalife@abrhsp.org.br

www.conalife.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 19 de junho de 2016

Celebração do Dia do Administrador de Pessoal no CIEE

Em comemoração ao Dia Mundial do Administrador de Pessoal, celebrado em 3 de junho, o presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho, apresentou a palestra “De RH a CEO: Rumo ao topo”, baseada no seu livro Sonhar Alto, Pensar Grande, lançado recentemente, no CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola, no último dia 3.

 Durante o evento, Marinho também homenageou o presidente do Conselho de Administração do CIEE São Paulo, Luiz Gonzaga Bertelli, pelo inestimável trabalho em prol do desenvolvimento dos jovens talentos e pelo apoio à área de RH. Ele também falou da importância da parceria entre o CIEE e a ABRH-SP: “O CIEE é uma instituição de muita história que presta um trabalho bastante relevante para o desenvolvimento dos jovens talentos. Temos um relacionamento de muita sinergia e queremos incrementá-lo ainda mais, tanto que acabamos de criar uma diretoria de Integração e Responsabilidade Social que vai responder pela cooperação com as entidades parceiras.”

Fonte: O Estado de São Paulo – 12 de junho de 2016

McDonald’s é o novo patrocinador de gestão da ABRH-SP

O McDonald’s entrou para o time de patrocinadores de gestão da ABRH-SP. No dia 2 de junho, o contrato de patrocínio foi assinado por Theunis Marinho, presidente da Associação, Paulo Camargo, presidente da Arcos Dorados Divisão Brasil (operadora do McDonald´s no Brasil e na América Latina), e Marcelo Nóbrega, diretor de RH da Arcos Dorados. Na ocasião, Paulo Camargo concedeu a entrevista a seguir para o jornal Gestão de Pessoas:

 

GP – Qual a importância do McDonald’s no mercado profissional? 
PC –
Uma empresa como o McDonald’s tem sua relevância por ser líder no mercado de trabalho e no setor de alimentação. Atendemos quase 2 milhões de clientes/dia no Brasil, temos uma responsabilidade enorme de ter um time forte apoiando a operação dos restaurantes. Hoje, temos cerca de 35 mil funcionários atendendo nosso público. Somos a porta de entrada do mercado de trabalho para muitos jovens que não possuem experiência anterior. Compreendemos também a importância de como esse primeiro emprego formará nosso funcionário. Às vezes, temos gerentes jovens liderando equipes grandes. Ensinamos nossos gerentes como tratar esses jovens com características de liderança quase individuais, sendo um “líder camaleão”, que se adapta ao liderado e não o contrário. Temos muito cuidado e até um certo paternalismo com nossos funcionários.

 


GP – De que forma a parceria com a ABRH-SP colaborará no dia a dia dos restaurantes McDonald’s? 
PC –
McDonald’s e ABRH-SP têm uma sinergia incrível. Estar junto a entidades como a ABRH-SP, que é referência, ajuda a encontrar novos caminhos no relacionamento com os funcionários e possibilita a troca de experiências com outras empresas. Não queremos só produzir Big Mac, queremos produzir uma experiência positiva que o funcionário nunca esquecerá, independentemente de ele construir uma longa carreira no McDonald’s ou não. Outra preocupação em comum é a inclusão social do ser humano. Estamos de portas abertas àqueles que estão fora do mercado e desejam se recolocar no mundo profissional, àqueles que buscam o primeiro emprego e, também, às pessoas com deficiência à procura de trabalho e renda.


GP – Mas essas pessoas terão à disposição um plano de carreira? 
PC –
Sim. Quem se aplica e tem o que chamamos de “ketchup na veia”, que é o DNA do McDonald’s, pode ser promovido de cargo em menos de um ano. O pacote de remuneração e a oportunidade de aprendizado aumentam gradativamente conforme o funcionário avança na carreira dentro de nossos restaurantes. Quem gosta de trabalhar no ramo do varejo e de atender a clientes tem a oportunidade de construir um plano de carreira na companhia. Quase 90% dos nossos gerentes de restaurante começaram como atendente.


GP – Como você enxerga o cenário econômico do país? 
PC –
Estamos no Brasil há 37 anos e já passamos por diversos cenários econômicos e políticos. Trabalhando focado na eficiência da organização, buscando maior produtividade e apresentando produtos inovadores, temos superado os diferentes obstáculos. Recentemente, apostamos na extensão dos sanduíches “clássicos”, como o Big Mac e o Cheddar. Também surpreendemos os clientes com produtos inovadores, como o ClubHouse e o Mushroom Dijon, que têm um conceito artesanal e novos ingredientes, como o pão tipo brioche, bacon rústico e o cogumelo caramelizado, além de serem servidos fora da tradicional “caixinha”. Fizemos parcerias com outras marcas relevantes que possibilitaram a criação de produtos inéditos e exclusivos, como o McFlurry Kopenhagen Língua de Gato e o McFlurry Amor aos Pedaços. Renovamos nossa linha de McShake e ampliamos a plataforma de preços mais acessíveis, como Almoço Completo por R$ 15,00 e sanduíches por R$ 6,00, reforçando nossa atuação como marca democrática e sendo uma opção de alimentação fora de casa mesmo em períodos mais sensíveis de economia. Por isso, tivemos um 1º trimestre positivo. Mas sabemos que esse é um ano desafiador e que seguirá nos exigindo em termos de estratégias comerciais e novidades para o cliente.

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 12 de junho de 2016

CONALIFE terá homenagem a Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza

Presidente do Conselho Administrativo do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano será homenageada durante o CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, que acontecerá em 23 de junho na capital paulista. A homenagem é um tributo ao trabalho de Luiza Helena em prol da igualdade de gênero e do empoderamento feminino no ambiente corporativo, tema principal do evento inédito promovido pela ABRH-SP e pela ONU Mulheres.

Além da homenagem, o CONALIFE terá três painéis que vão abordar desde a diversidade de gêneros como uma questão de negócios (Painel Conhecimento) até as melhores práticas de seleção e retenção de mulheres (Painel Atitude) e empreendedorismo, com exemplos de mulheres que “chegaram lá” nas áreas social, política, de RH e outras (Painel Inspiração).

Com a moderação da diretora de redação da revista Marie Claire, Marina Caruso, o Painel Conhecimento terá a participação da professora Lígia Pinto Sica, coordenadora do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas. Ela vai apresentar pesquisas que mostrarão o quanto as mulheres são sub-representadas nos ambientes de poder e que vão embasar o debate do painel, com as participações de: Fernando Modé, vice-presidente corporativo do Grupo Boticário; Marienne Coutinho, sócia responsável da área de Tax da KPMG no Brasil; Paulo Nigro, presidente do laboratório farmacêutico Aché; e Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul.

Já o Painel Atitude vai discutir as melhores práticas de seleção e retenção de mulheres, bem como as questões de sucessão e carreira, com as participações de Rosilane Purceti, diretora de RH do Grupo Sanofi Brasil; Lia Azevedo, vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional do Grupo Boticário; e Laura Pires, diretora de Sustentabilidade e do Instituto GPA do Grupo Pão de Açúcar (GPA). A moderação ficará a cargo de Sofia Esteves, fundadora do Grupo DMRH e da Cia de Talentos.

Inspiração

Exemplos de mulheres que obtiveram sucesso nas áreas social, política, de RH e empreendedorismo serão o foco do Painel Inspiração. Participarão do debate Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora; Fernando Rodrigueiro, diretor de RH da Unilever; Raquel Preto, sócia da Preto Advogados; e Alcione de Albanesi, presidente da ONG Amigos do Bem. Leyla Nascimento, presidente da Fidagh – Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana, será a moderadora.

A abertura do evento ficará por conta do presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho, e da representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil Nadine Gasman.

BOXE 1

AGENDE-SE

 

1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina

DATA: 23 de junho

HORÁRIO: das 8h30 às 17h30

LOCAL: Teatro CETIP (prédio doInstituto Tomie Ohtake / Rua Coropés, 88, Pinheiros), na capital paulista

 

COMO PARTICIPAR

 

Pessoa Física

Associados de todas as ABRHs do Brasil: R$ 678

Não associados: R$ 1.130

Profissionais que desejam se associar à ABRH-SP: R$ 678 (inscrição) + R$ 365 (anuidade)

Há pacotes diferenciados para Pessoa Jurídica.

 

 

Mais informações e inscrições:

(11) 5505-0545

conalife@abrhsp.org.br

www.conalife.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 12 de junho de 2016

Encontros com o presidente

Ao longo do mês passado, o presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho, participou de encontros com os diretores das regionais Metropolitana Oeste, Ribeirão Preto e Campinas. Anteriormente, ele já havia visitado Bauru e Sorocaba. Além de ouvir as demandas e necessidades das regionais, Theunis falou do papel da área de Recursos Humanos e da força e da responsabilidade de divulgar a causa do RH por meio da Associação. Ele apresentou ainda os planos para o triênio 2016/2018. Em Campinas, o presidente também se reuniu com os integrantes do Gruca – Grupo Campinas de RH, um dos mais tradicionais grupos informais da área. No encontro, ele abordou questões como a importância do RH na retomada do país e da articulação das associações de profissionais, em nível local e nacional.

 

Fonte:  O Estado de São Paulo – 05 de junho de 2016

O RH no mundo do Big Data

O volume cada vez maior de informações e dados conectados e o acesso a muitas dimensões da vida ao mesmo tempo, a chamada mobilidade, têm alterado a forma como as pessoas vivem a experiência do trabalho. Como fica o RH nesse mundo? Esse foi o tema da palestra Big Data: Como o RH pode usar a seu favor, apresentada na quinta passada por Kelson Fernandes, gerente de Workforce Analytics na Serasa Experian. Segundo Fernandes, o Big Data é um mundo novo que exige acima de tudo uma mudança de mindset do RH, porque tem um enorme impacto nas atividades de atração de talentos – muitas empresas grandes já estão atuando nessa área –, na gestão de benefícios, no engajamento e produtividade, e no desenvolvimento da comunicação. “Mas, para isso”, explicou Fernandes, “o RH tem de superar obstáculos, como a capacitação do time, a conexão dos dados que se encontram espalhados e em bases não confiáveis, o baixo investimento e a mudança na percepção de valor, porque o impacto do Big Data ainda não é entendido.”

Fonte:  O Estado de São Paulo – 05 de junho de 2016

RELAÇÕES DE TRABALHO

Projeto de lei dá segurança jurídica para empresas que desejam implantar políticas de uso de uniforme e benefícios

 

Proposto pelo deputado federal Laércio Oliveira (Solidariedade-SE), o projeto de lei 4.522/2016 conta com todo o apoio do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, mantido pela ABRH-SP em parceria com a ABRH-Brasil. O PL acrescenta o parágrafo 2º ao artigo 4º da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT): “Não se considera como de serviço efetivo o período anterior ou posterior ao registro de ponto, realizado para atender finalidade de deslocamento do empregado quando no local de trabalho, uniformização ou ainda para usufruir de benefício disponibilizado pelo empregador”.

E também dá nova redação ao parágrafo 1º do artigo 58, da CLT: “Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observado o limite máximo de dez minutos diários, podendo este ser dilatado até trinta minutos, com fundamento em negociação coletiva”.

Segundo o deputado Laércio Oliveira, o PL pretende dar clareza a três situações bastante comuns no ambiente corporativo: o tempo gasto para uniformização em diversos setores que necessitam de uniformes para que os trabalhadores exerçam suas atividades; o benefício de café e lanche oferecido pelas empresas, cujo tempo despendido não justifica que seja considerado de trabalho ou remunerado, pois se refere à segurança e bem-estar do empregado; e ainda o deslocamento considerável entre a portaria e o ambiente de trabalho do empregado em algumas unidades, o que não justifica computar-se este tempo como de serviço, pois o empregado efetivamente não está em suas funções.

 “O projeto de lei ora proposto”, explica o deputado”, “pretende dar clareza a tais situações, não onerando ainda mais o emprego e favorecendo um bom ambiente laboral, pois os empregadores se sentirão motivados a adotar práticas saudáveis, desde que não sejam punidos por tais benefícios e que esse tempo não seja computado como jornada de trabalho ou tempo à disposição do empregador”.

Além disso, o PL pretende beneficiar o trabalhador que tem de acordar muito cedo devido a distância e tempo de percurso entre sua residência e o local de trabalho, não se alimentando adequadamente, e que, no final do trabalho, precisa ter condições de tomar um banho para ir à escola estudar ou voltar para a casa. “Esse processo que beneficia o trabalhador, principalmente o de menor renda, nem sempre é entendido pelos órgãos de fiscalização e pela Justiça do Trabalho, fazendo com que algo que seria muito bom ao trabalhador passe a ser um problema para a empresa”, afirma Oliveira.

Advogada especializada em Relações do Trabalho e integrante do CORHALE, Gabriela Maluf lembra que muitas empresas têm investido fortemente em saúde de qualidade, campanhas de alimentação saudável, combate à obesidade e tabagismo, uniformes de qualidade, vestiários com estrutura para troca de roupas e asseio adequado aos seus colaboradores, salas de descompressão, etc. “Entretanto, a concessão e utilização desses benefícios com segurança pressupõem um aperfeiçoamento na legislação vigente, de modo que tanto o trabalhador quanto as empresas possam se adequar à evolução das relações do trabalho sem riscos de descontos ou acréscimos nas horas em que o empregado usufrui esses benefícios no ambiente de trabalho, sem, no entanto, estar exercendo as suas atividades laborais. O PL pretende preencher essa lacuna na atual legislação, trazendo maior segurança ao empregado e ao empregador.”

Para o diretor Jurídico da ABRH-Brasil e também integrante do CORHALE, Wolnei Ferreira, as mudanças propostas pelo PL darão maior segurança às empresas que desejam implantar políticas de uso de uniforme e benefícios, como café da manhã e até desjejum ou lanche ao final do expediente, pois muitas não o fazem devido à insegurança jurídica, uma vez que podem ser penalizadas por isso.

 “A insegurança jurídica traz também acréscimo de custos desnecessários”, aponta Ferreira. “Sabendo da regra legal nesse sentido, as empresas reduziriam seu custo de mão de obra nos produtos ou serviços, pois não precisariam prever custos judiciais eventuais. Por fim, regulando-se tal condição, se reduziria o número de reclamações trabalhistas, já que a situação não mais ensejaria dúvida sobre o tratamento dado a cada caso.”

O PL foi retirado pelo deputado da tramitação na Câmara dos Deputados para aperfeiçoamento.

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 29 de maio de 2016

Práticas de RH estarão em foco no CONALIFE

As melhores práticas de seleção e retenção de mulheres estarão em debate no CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento que a ABRH-SP promove, em parceria com a ONU-Mulheres, no dia 23 de junho, na capital paulista. Para discutir essa questão, o congresso terá as participações dos executivos de Recursos Humanos: Rosilane Purceti, diretora de RH do Grupo Sanofi Brasil; Lia Azevedo, vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional do Grupo Boticário; e Fernando Rodrigueiro, diretor de RH da Unilever.

 

Já a sub-representação feminina nos ambientes de poder será analisada pelos presidentes de grandes empresas: Fernando Modé, vice-presidente corporativo do Grupo Boticário, Paulo Nigro, presidente laboratório farmacêutico Aché, e Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul.

 

AGENDE-SE

 

DATA: 23 de junho

HORÁRIO: das 8h30 às 17h30

LOCAL: Teatro CETIP, no mesmo prédio do Instituto Tomie Ohtake

Mais informações e inscrições:

www.conalife.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 29 de maio de 2016

Big Data e relações do trabalho a favor do RH

Termo que descreve o imenso volume de dados – estruturados e não estruturados – que impacta os negócios e o dia a dia das corporações, o Big Data tem sido um desafio para os gestores, que precisam saber como analisar essas informações e obter insights capazes de direcionar a estratégia do negócio. Não é diferente com a área de Recursos Humanos, que deve saber como usar o Big Data a seu favor. Este é o tema da palestra que Kelson Fernandes, gerente de Workforce Analytics na Serasa Experian, vai apresentar nesta quinta, a partir das 9 horas, na sede da ABRH-SP.

“Por meio do case da Serasa Experian, pretendo mostrar o que é necessário para ter controle sobre esse volume de informações, como as empresas vêm atuando no Brasil e também o que há de adequado aos diversos mercados”, explica Fernandes.

Relações de Trabalho

O tema das relações de trabalho estará em pauta na ABRH-SP no mês de junho. No dia 9, a questão dos afastamentos previdenciários e suas repercussões para as empresas será discutida, das 13h30 às 16h30, na sede da ABRH-SP, pela advogada e consultora jurídico-empresarial nas áreas de Direito do Trabalho e Direito Previdenciário Cláudia Salles Vilela Vianna.

Já a Regional Metropolitana Oeste da ABRH-SP realizará no dia 16, a partir das 9 horas, no Senai Barueri (Alameda Wagih Salles Nemer, 124, Centro – Aldeia, em Barueri), o Fórum Trabalhista. Ao longo de um dia todo de atividades, o evento discutirá temas como recuperação judicial de empresas e sucessão trabalhista; o que é gestão de relações trabalhistas e sindicais; assédio moral no trabalho; terceirização de mão de obra; aspectos legais do trabalho a distância; e produtividade no trabalho.

Entre os palestrantes, estão Wolnei Tadeu Ferreira, diretor Jurídico da ABRH-Brasil, e Carlos Silva, diretor executivo Jurídico da ABRH-SP.

 

Inscrições:

Big Data e Afastamentos Previdenciários – eventos@abrhsp.org.br

Fórum Trabalhista – rmo@abrhsp.org.br

Mais informações:

(11) 5505-0545

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 29 de maio de 2016

QUESTÃO DE GÊNERO

Sub-representação das mulheres nos ambientes do poder será discutida no CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina

A escolha dos ministros feita pelo presidente em exercício Michel Temer foi alvo de críticas e polêmica pela ausência de mulheres na equipe, e levou às manchetes de jornais a constatação de que a equidade de gênero, principalmente nos cargos de gestão, ainda está a uma boa distância da ideal no Brasil. Entender por que isso acontece estará em debate no CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento inédito que a ABRH-SP, em parceria com a ONU Mulheres, vai promover em 23 de junho, das 8h30 às 17h30, no Instituto Tomie Ohtake, na capital paulista.

Moderadora do Painel Conhecimento, que terá como foco a diversidade de gêneros como uma questão de negócios, Lígia Pinto Sica, coordenadora do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, vai apresentar pesquisas que mostrarão o quanto as mulheres são sub-representadas nos ambientes de poder, com dados sobre a participação feminina em diretorias e conselhos de administração das organizações e em diversos tipos de empresas: estatais, familiares, etc.

Os dados vão embasar o debate do painel, que terá as participações de Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário; Marienne Coutinho, sócia responsável da área de Tax da KPMG no Brasil; Paulo Nigro, presidente do laboratório farmacêutico Aché; e Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul.

Por outro lado, exemplos de mulheres que chegaram lá nas áreas social, política, de RH e empreendedorismo serão o foco do Painel Inspiração. “As mulheres estão empreendendo mais e a quantidade de empreendedoras não para de crescer, já sendo tratada como fenômeno. Minha abordagem discutirá o que move essas mulheres e quais são os desafios e os impactos das empreendedoras para uma sociedade mais justa”, antecipa Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, que será uma das painelistas, ao lado de Fernando Rodrigueiro, diretor de RH da Unilever; Raquel Preto, sócia da Preto Advogados; e Alcione de Albanesi, presidente da ONG Amigos do Bem. Leyla Nascimento, presidente da Fidagh – Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana, será a moderadora. 

O CONALIFE terá ainda o Painel Atitude, que vai discutir as melhores práticas de seleção e retenção de mulheres, bem como as questões de sucessão e carreira, com as participações de Paula Pedrão, diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Pão de Açúcar (GPA), Rosilane Purceti, diretora de RH do Grupo Sanofi Brasil, e Lia Cristina S.A. de Azevedo, vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional do Grupo Boticário. A moderação será de Sofia Esteves, presidente da DMRH e Cia de Talentos.

 

AGENDE-SE

1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina

DATA: 23 de junho

HORÁRIO: das 8h30 às 17h30

LOCAL: Teatro CETIP – Instituto Tomie Ohtake (Rua Coropés, 88, Pinheiros), na capital paulista

 

Mais informações e inscrições:

(11) 5505-0545

conalife@abrhsp.org.br

www.conalife.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo de 22 de maio de 2016

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