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Comemorações marcam o 2015 da ABRH-SP

Comemorações do cinquentenário marcaram o 2015 da ABRH-SP

 

Em um ano festivo em razão do seu cinquentenário de fundação, a ABRH-SP consolidou suas ações de sucesso e inovou ao criar um fórum digital e ao firmar um memorando de entendimento com a ONU Mulheres. Veja, a seguir, as principais realizações deste 2015:

 

50 ANOS

Completados em 15 de março deste ano, os 50 anos da ABRH-SP foram comemorados oficialmente com a comunidade de Recursos Humanos durante evento realizado, em 1º de outubro, no Espaço Trivento, na capital paulista. Mais de 400 pessoas participaram da celebração que exaltou a trajetória de sucesso da Associação e a dedicação dos voluntários que fizeram a sua história.

 

ONU MULHERES

No início de novembro, a ABRH-SP firmou um memorando de entendimento com a ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres. O documento foi assinado pelo presidente da ABRH-SP, Almiro dos Reis Neto, e pela assessora da ONU Mulheres, Adriana Carvalho, durante a realização, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, do encontro do Liderança Feminina, grupo mantido pela entidade paulista. Entre as áreas de cooperação estabelecidas no documento estão: dar visibilidade ao HeForShe, movimento criado pela ONU que une metade da humanidade (os homens) em apoio a outra metade da humanidade (as mulheres) para o benefício de todos; promover oficinas para sensibilizar os gestores de RH sobre temas como a importância da igualdade de gêneros para os negócios; e promover o diálogo entre os grupos que discutem a equidade de gênero.

 

CORHALE

Produzidas com o objetivo de emitir pareceres favoráveis ou desfavoráveis aos projetos de lei que afetam as relações de trabalho e orientar seus autores e relatores, as Notas Técnicas do CORHALE têm sido bem-vindas pelos parlamentares que atuam no Congresso Nacional. Só neste ano, foram apresentadas 25 novas Notas Técnicas sobre os mais diferentes temas. Além disso, por meio da Subcomissão Propositiva, o CORHALE teve duas propostas acatadas pelo deputado Laércio Oliveira (SD-SE) e apresentadas como projeto de lei: a primeira propõe que as horas suplementares sejam apuradas e pagas no mês seguinte ao da prestação de serviços; a segunda é relativa aos Programas de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR).

 

GRUPOS DE ESTUDOS

Quase 1.000 associados participaram de 40 Grupos de Estudos da ABRH-SP abertos na sede, em São Paulo, e pelas Regionais Baixada Santista, Campinas, Metropolitana Oeste, Sorocaba e Ribeirão Preto sobre os mais diversos temas. A nona temporada da atividade repetiu o sucesso das edições anteriores e ainda apresentou uma inovação: a abertura de grupos no meio do ano. A experiência foi realizada em São Paulo, onde foram lançados os temas: RH na Resolução de Conflitos e Programas de Estágio.

 

EVENTOS

Ao longo do ano, a Associação realizou 57 eventos em todo o Estado de São Paulo com a participação de 2 mil profissionais. Além disso, foram organizados 12 eventos especiais com um público total de 12 mil pessoas. Correalizadora do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, a ABRH-SP participou do evento deste ano de forma especial: por meio do CORHALE, promoveu o fórum Desafios, Incertezas e Complexidades em nossas Relações Trabalhistas dentro da grade do congresso, e participou da feira de negócio do evento com um estande em comemoração ao seu cinquentenário.

 

 

RH CONECTA

Em comemoração aos seus 50 anos de fundação, a ABRH-SP lançou um evento inédito e inteiramente digital: o RH Conecta. Seu formato inovador combinava um fórum online, com 60 palestras disponíveis (gratuitas e pagas), e uma feira virtual para exposição de novidades e soluções para os gestores de pessoas. Todo o conteúdo podia ser acessado a qualquer hora do dia e de qualquer lugar. O evento entrou no ar em 1º de junho.

 

ELEIÇÕES

Em 13 de agosto, os associados da ABRH-SP elegeram, com 93,5% dos votos, os integrantes da Chapa RHumo Certo para formarem a diretoria executiva da entidade no triênio 2016-2018. A partir do próximo mês, a ABRH-SP terá como presidente Theunis Marinho, como vice Lilian Guimarães e como diretores executivos Alessandra Ginante, Edna Bedani, Edna Goldoni, Guilherme Cavalieri e João Furlan, além dos diretores nomeados Carlos Silva e Luiz Drouet. No mesmo processo eleitoral, que foi feito por meio eletrônico, os associados também elegeram os integrantes do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal para os próximos três anos.

 

Fonte: Jornal Estadão – 27 de dezembro de 2015

CONARH 2016 tem preços especiais até 31/12

 As possibilidades de desenvolvimento com condições especiais para os profissionais de Recursos Humanos continuam abertas até o dia 31/12 com os valores convidativos para as inscrições no CONARH 2016 – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas: R$ 2.388,00 para associados da ABRH-SP; e R$ 3.343,20 para não associados.

Principal evento de gestão de pessoas da América Latina e segundo maior do mundo, o CONARH tem sua 42ª edição agendada para o período de 15 a 18 de agosto no Transamerica Expo Center, na capital paulista.

O congresso já tem uma presença confimada: Nizan Guanaes, sócio-fundador do Grupo ABC, holding composta de 14 empresas das áreas de Comunicação, Marketing e Entretenimento, e um dos empresários e publicitários mais festejados do país.

Informações:

(11) 3138-3425

www.conarh.com.br ou

congressista2016@conarh.com.br

 

 Fonte: Jornal Estadão – 20 de dezembro de 2015

Líderes de RH com nova coordenação em 2016

Grupo Líderes de RH terá novo ciclo de coordenação em 2016

Nos últimos dois anos, o grupo Líderes de RH, criado e mantido pela ABRH-SP, se consolidou e cumpriu o seu propósito de “desenvolvimento profissional dos integrantes pelo intercâmbio de práticas, políticas e procedimentos em gestão de pessoas, com o compromisso de colaborar na disseminação do conhecimento do mundo do trabalho, criando ambiente de confiança”. Atualmente, o grupo conta com 31 integrantes.

 

“Um dos desafios que enfrentamos foi manter a frequência diante da dificuldade de conciliar a atividade no grupo com a demanda crescente das organizações. Por isso os temas e discussões sempre foram instigantes e atuais, pesquisados e decididos em grupo, abrangendo todos os subsistemas de RH e questões emergentes da gestão de pessoas. Trouxemos especialistas reconhecidos no mercado, que, além de cases, apresentavam referência conceitual e de aplicabilidade prática, o que muitas vezes, no nosso dia a dia, sentimos falta”, avalia a coordenadora do grupo, Márcia Cavadas, People Consultant da Ernst Young.

 

Segundo Márcia, o Líderes de RH contou com o total suporte da diretoria da ABRH-SP, “que percebeu a necessidade/espaço para criação do grupo, bem como apoiou, e continuará apoiando, a organização do conteúdo e a logística”.

Márcia contou com o suporte das vice-coordenadoras Simone Azevedo, gerente de Atração, Seleção e Desenvolvimento do Hospital Albert Einstein, Camila Rossi, gerente de Desenvolvimento da NEC, e Bianca Peixoto, gerente de RH da Fnac.

 

Em 2016, terá início um novo ciclo de coordenação, que passa a ser exercida por Simone Azevedo com a vice-coordenação de Guilherme Queiroz, gerente de Recursos Humanos da Roche, e Tatiana Colombo, Sr. HR Business Partner da IBM.

 

Simone e o grupo de participantes já planejam as reuniões do próximo ano, nas quais serão considerados temas críticos para o cenário atual da gestão de pessoas, levando em conta o contexto do país e o desafios e papel dos recursos humanos nas organizações. Entre os temas já levantados estão produtividade, liderança, gestão da mão de obra e engajamento.

 

“Todos os temas são permeados com muitas discussões e os conhecimentos que o próprio grupo vivencia no cenário de suas empresas, bem como com a participação de profissionais convidados em várias áreas de RH e generalistas. O grupo cresce a cada reunião e se mantém através da troca contínua pela reunião presencial e canais estabelecidos entre seus integrantes”, assinala Simone.

 

Fonte: Jornal Estadão – 20 de dezembro de 2015

Diretoria executiva define planejamento

Nova diretoria executiva definiu o Planejamento Estratégico para os próximos três anos

 

No final de novembro, a nova diretoria executiva da ABRH-SP, que toma posse no início de janeiro, participou do workshop de Planejamento Estratégico em que foi feito o alinhamento de objetivos e definido o plano de ação para o triênio 2016-2018. A atividade teve a consultoria da Kaiser Associates, que nos últimos anos tem sido parceira da ABRH-SP na elaboração do planejamento estratégico.

Participaram do workshop Theunis Marinho e Lilian Guimarães, respectivamente presidente e vice-presidente da ABRH-SP, os diretores executivos Carlos Silva, Edna Bedani, Edna Goldoni, Guilherme Cavalieri, João Furlan e Luiz Drouet, as gerentes executivas Roberta Nunes Barbosa e Vânia de Faria, além do novo presidente do Conselho Deliberativo Donizetti Moretti.

Durante dois dias de atividades, os participantes estabeleceram a visão da Associação em 2018 – Ser a Associação de RH mais representativa, influente e respeitada em Gestão de Pessoas no Estado de São Paulo e referência no Brasil –, discutiram os obstáculos para sua realização e definiram o plano de ação por áreas: Associados e Presença Regional; Serviços aos Profissionais de RH; Referência na Comunidade de RH; Influência nas Políticas Públicas; Governança e Gestão; e Recursos e Sustentabilidade.

Além das atividades habituais da Associação, o plano propõe ações inovadoras que serão divulgadas após o planejamento financeiro. O acompanhamento da execução do Plano de Ação deverá ser realizado mensal e trimestralmente por meio de um processo de detalhamento, monitoramento e controle.

 

Missão e Valores

 

A ABRH-SP tem como Missão:

Valorizar e desenvolver pessoas e organizações para a evolução da sociedade brasileira.

E como Valores:

Servir a comunidade de Recursos Humanos;               

Respeito pelas pessoas;

Estimular a inclusão social; e            

Integridade, ética e transparência.

 

Fonte: Jornal Estadão – 20 de dezembro de 2015

ABRH-Brasil premia a ABRH-SP

ABRH-Brasil premia a ABRH-SP pela excelência na gestão e os resultados do CORHALE

 

Como parte das comemorações dos seus 50 anos, a ABRH-Brasil elaborou o projeto de Reconhecimento da Gestão das seccionais pelo trabalho realizado e pelo engrandecimento da marca ABRH, premiando-as em duas categorias: Excelência na Gestão e Grandes Ideias, Bons Resultados.

O trabalho do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo da ABRH-SP foi reconhecido na categoria Grandes Ideias, Bons Resultados, reservada para projetos inovadores que trouxeram excelentes resultados para a seccional e muitas vezes para todo o Sistema ABRH, levando em consideração os quatro pilares da entidade: representatividade, associatividade, visibilidade e sustentabilidade.

Já na categoria Excelência na Gestão, a ABRH-SP foi premiada por Informações e Conhecimento. A escolha se baseou em indicadores como os resultados da FAG, ferramenta criada pela ABRH-Brasil para acompanhar a gestão das seccionais.

A entrega da premiação aconteceu no dia 27 de novembro durante o jantar de confraternização das ABRHs realizado na cidade do Rio de Janeiro.

O CORHALE

Criado pela ABRH-SP em 2008 com o apoio da ABRH-Brasil, o CORHALE analisa projetos de lei em tramitação nas esferas legislativas (federal, estadual e municipal), decretos e portarias, e propõe alterações ou aditivos nos projetos em andamento por meio de notas técnicas enviadas aos seus autores e relatores. Desde 2014, o comitê também conta com a Subcomissão Propositiva para elaborar projetos e anteprojetos com foco no aperfeiçoamento da legislação e na inovação da relação capital-trabalho.

 

Fonte: Jornal Estadão – 13/12/2015

 

 

 

O DNA da Schneider é a sustentabilidade

Na Schneider Electric, a sustentabilidade faz parte do DNA da empresa Em tempos de COP-21, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas realizada em Paris, vale a pena falar de exemplos de empresas que incorporaram de fato a sustentabilidade no seu DNA. Uma delas é a Schneider Electric, reconhecida como a nona empresa mais sustentável do mundo. A participação do RH na forma como os colaboradores vivenciam esse valor e o ativismo da empresa na COP-21 são os temas desta entrevista com a vice-presidente de RH para a América do Sul, a francesa Mai-Lan Nguyen. Veja a seguir: GP – Há alguns anos a empresa promoveu uma transformação importante passando de líder em distribuição elétrica a especialista em gestão de energia. Como essa mudança foi incorporada pelos colaboradores?  MN – A sustentabilidade passou a ser o centro da estratégia da Schneider Electric a partir de uma extensa análise de megatendências promovida pela companhia entre 2008 e 2009. Essa mudança foi liderada pelo nosso CEO global Jean-Pascal Tricoire, um líder carismático e visionário. Veio dele a reflexão de que para evoluir na abordagem do tema, para ir além de um belo discurso, a Schneider Electric precisaria investir em educação e colocar a sua experiência e conhecimento a serviço de soluções para os principais dilemas do planeta. O papel da liderança nesses momentos é fundamental e isso fica bem claro na Schneider Brasil, que se tornou protagonista no tema. Temos a liderança – não só a presidente – engajada no tema; cascateamento de mensagem por meio de fóruns e treinamentos; temos metas e programas de sustentabilidade próprios e até um instituto, que promove o voluntariado e desenvolve nos nossos colaboradores algumas competências. Nós sentimos, não só dizemos, que a sustentabilidade hoje faz parte do nosso DNA, somos reconhecidos como a 9ª empresa mais sustentável do mundo e esta é definitivamente uma vantagem competitiva na atração e retenção de talentos. GP – Como o RH vivencia a sustentabilidade? MN – O RH tem um papel fundamental: ao mesmo tempo em que trabalhamos, por exemplo, para aumentar o percentual de mulheres no pipeline de talentos ou aumentar o índice de engajamento, nós também ajudamos as demais áreas a desenvolver as competências e preencher os gaps para que outras metas, como aumentar a participação de alguns produtos mais verdes ou reduzir nossas emissões, sejam atingidas. Acreditamos que uma cultura de alta performance é construída com alinhamento total aos valores da empresa e tendo as pessoas certas e as ferramentas e os processos adequados. Nosso objetivo é fazer com que as pessoas sejam reconhecidas como os melhores profissionais em sua indústria, aumentando sua empregabilidade. GP – Qual é a participação da empresa na COP-21? E qual o impacto dessa participação para o público interno? MN – Nosso CEO global, Jean-Pascal Tricoire, sempre diz que nós não somos otimistas nem pessimistas em relação ao clima; nós somos ativistas. Por isso, nós participamos ativamente da COP-21, a maior e mais importante conferência de clima, em duas frentes: uma global, na qual, novamente liderada pelo nosso CEO, assumimos compromissos para contribuir com a redução das emissões; e também uma local, buscando levar um novo olhar para acelerar a transição para uma economia de baixo carbono para o Brasil e os demais países da América do Sul. Há mais de cinco anos, nós começamos a falar sobre desenvolvimento sustentável e não é só porque a sustentabilidade está ligada ao nosso negócio. Ao criar raízes nos países onde temos operações, não podemos permanecer calados aos impactos inerentes ao crescimento demográfico e à industrialização. E é desse desejo de contribuir para a criação de nações e cidades mais sustentáveis, com mais qualidade de vida para os seus cidadãos, que nasceu um estudo exclusivo, que apresentamos, durante a COP-21, para os nossos stakeholders, incluindo, claro, os colaboradores. Tudo começa dentro de casa.  Em outubro, durante a Learning Week, a nossa semana voltada totalmente a treinamento e desenvolvimento, fizemos uma sessão especial sobre a COP-21, transmitida para todo o país. Nós temos uma rede social interna onde reforçamos nossas mensagens, trocamos informações, deixamos espaço aberto para dúvidas e promovemos, por exemplo, dinâmicas. Que funcionário não sente orgulho de ter a empresa participando de discussões importantes e propondo melhorias? Não se sente mais motivado ao entender que o seu trabalho, a tecnologia que vende, pode ajudar a combater o aquecimento global, o maior desafio da nossa geração? GP – Quais práticas de RH da Schneider são determinantes para a estratégia da empresa?  MN – A transformação da Schneider também passa pelo RH, cuja visão é a de promover uma cultura de alta performance por meio de práticas, como Feedback, Performance Management, Talent Management e Empowerment. Isso quer dizer que nós, como RH, damos suporte para que o gestor e o funcionário construam juntos um plano e uma estratégia de desenvolvimento coerentes com os objetivos da empresa e de carreira de cada um. Acreditamos em um modelo baseado nos 3 Es, isto é, Experiência (70%), Exposição (20%) e Educação (10%). Nosso funcionário conta com líderes preparados para apoiá-lo, mais de 25 mil cursos de e-learning a sua disposição, uma Universidade Corporativa com 14 academias e desafios no país e até no exterior. Cabe a ele ser mais determinado e proativo em relação à própria carreira e desenvolvimento.   Fonte: Jornal Estadão – 13/12/2015

Resiliência na hora da demissão

Desenvolvimento de comportamentos resilientes nos processos de demissão

 

Em um ano, 1,2 milhão de empregos com carteira assinada foram perdidos no país. A notícia é alarmante e faz nos depararmos com um dos processos mais dolorosos dentro das organizações: a demissão. Nesse ato, temos envolvidos os gestores, os demitidos e os sobreviventes que permanecem na organização.

 

Um olhar mais apurado pode revelar que a resiliência traz ricas possibilidades para o enfrentamento do elevado estresse nesse período – aqui ligado à sobrevivência pessoal e profissional de milhões. Na teoria da “Abordagem Resiliente”, que tem em seu eixo o desenvolvimento humano para o bem-estar por meio da resiliência, nós encontramos evidências de que pessoas que trabalham sua flexibilidade são as que se adaptam mais rapidamente às circunstâncias e sobrevivem às mudanças constantes, e que tais processos ocorrem de modo mais eficaz se as pessoas se perceberem apoiadas. O que nos levou a debater sobre: diante da atual vulnerabilidade dos empregos, e tendo o gestor como protagonista desse processo, pode ele criar um ambiente de proteção e apoio favorecendo o surgimento de comportamentos resilientes por parte de quem é apartado da organização (demitidos) e por quem permanece (sobreviventes)?

Sabido é que conduzir os processos de desligamentos com lisura e respeito, estar próximo da equipe, detectar lideranças negativas, identificar colaboradores engajados, favorecer o desenvolvimento profissional por meio de novos projetos que tirem a empresa da inércia pós-mudança são ações que podem fazer a diferença. Contudo, a maneira como os gestores extraem sentido de uma situação de crise e atribuem significado pode ser fundamental para a resiliência nesses contextos permeados de enormes incertezas e angústias.

 

Como subsídio, apresentamos cinco áreas da vida essenciais para o enfrentamento do estresse, contempladas na “Abordagem Resiliente”, e que acreditamos serem cruciais para que o gestor conduza o processo de demissão focado no incremento da resiliência:

 

  • Autocontrole – apresentar-se apto a administrar suas emoções diante da situação de estresse para discernir qual comportamento é adequado ao momento e a cada colaborador, seja ele o demitido ou o que permanece. O que muito prejudica nesses cenários é um gestor não controlado em suas emoções e com comportamentos extremados.
  • Autoconfiança – cultivar a convicção de ser capaz de solicitar, negociar, recorrer e utilizar todos os recursos que estão ao seu alcance para administrar a situação e de ser eficaz nas ações que precisa tomar diante de cada um dos envolvidos.
  • Análise de contexto – estar capacitado para identificar e perceber precisamente as causas, as relações e as implicações dos problemas, dos conflitos e das adversidades de todos os presentes nessa situação, em geral, muito tensa.
  • Conquistar e manter pessoas – ter amadurecido para se vincular a todos os envolvidos no processo sem receios ou medo de fracassos, favorecendo a formação de fortes redes de apoio e proteção. Inclusive em sua vida familiar na qual pode muito se nutrir nessas horas.
  • Empatia – comunicar com competência ao entender o outro e se fazer entender ao emitir mensagens que promovam interação e aproximação junto aos apartados da organização e aqueles que permanecem.

 

Outra questão que se apresenta é: e quem apoia o gestor envolvido nesses processos de fusões, aquisições ou reestruturações de seus quadros?

Nas organizações com uma área de RH disposta à inovação, criação de novos comportamentos e, essencialmente, a apoiar o protagonista desse processo – o gestor –, a implementação de uma metodologia pautada na resiliência pelo RH favorecerá todos quanto ao desenvolvimento de comportamentos resilientes para lidarem com essas situações de altíssimo estresse.

 

Concluímos que o desenvolvimento de comportamentos resilientes pelo gestor pode favorecer todos os envolvidos nessa situação altamente complicada. E que a área de RH pela sua atuação pode ser mais que ator. Pode vir a ser líder do processo como facilitadora das condições para mudanças de atitudes em demandas tão drásticas sobre a quais os envolvidos têm pouco controle.

 

Por George Barbosa e João Marcos Varella, facilitadores do Grupo de Estudos em Resiliência da ABRH-SP, e Monica Barbosa, integrante do mesmo grupo

 

Fonte: Jornal Estadão – 06/12/2015

Elaine Saad eleita presidente da ABRH-Brasil

Ex-presidente da ABRH-SP, Elaine Saad é a nova presidente da ABRH-Brasil

 

Em 27 de novembro, a ABRH-Brasil realizou as eleições para definir suas lideranças para o triênio 2016-2018. Elaine Saad foi eleita presidente da Diretoria Executiva. Atualmente, ela é vice-presidente de Leyla Nascimento, que, em dezembro, encerra seu segundo mandato à frente da associação e, em janeiro de 2016, passa a ocupar a presidência do Conselho Deliberativo.

 

Durante três anos, Elaine estará no comando da ABRH-Brasil tendo a seu lado Daviane Chemin, atual presidente da ABRH-PR, como vice-presidente e Wagner Brunini na vice-presidência Administrativo-Financeira.

 

Tanto os líderes da Diretoria Executiva como os integrantes dos Conselhos Deliberativo, Consultivo e Fiscal foram eleitos pelos presidentes das 22 seccionais da associação distribuídas pelo país.

 

Ex-presidente da ABRH-SP, entre 2008 e 2009, Elaine pretende estabelecer uma relação estreita com a entidade paulista: “A nossa gestão tem como mote ‘Influência e Ação’. Só vamos conseguir atingir essa ambição com a participação de todas as seccionais da ABRH. E a ABRH-SP é fundamental nesse processo, não só pelo tamanho do mercado que representa, mas também por exercer uma ampla influência no interior do Estado. Só com a profunda participação do RH de São Paulo, e sua presença nas discussões, teremos amplitude para influenciar a forma de agir dos gestores de pessoas”.

 

Além de Elaine e Brunini, que também presidiu a ABRH-SP entre 2010 e 2012, São Paulo estará representado no Conselho Fiscal da Brasil com as participações de Cleo Carneiro e Walter Sigollo, ex-presidentes executivos da seccional paulista, e Felipe Westin, ex-presidente do Conselho Deliberativo. Além de Theunis Marinho, presidente eleito da ABRH-SP para o próximo triênio, no Conselho Consultivo.

 

CONARH

Uma das parcerias mais bem-sucedidas da ABRH-Brasil com a ABRH-SP é a realização em conjunto do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas na capital paulista. Para a próxima edição do evento, agendada para o período de 15 a 18 de agosto no Transamerica Expo Center, as entidades liberaram preços promocionais até o final deste mês.

 

Saiba mais em www.conarh.com.br

 Fonte: Jornal Estadão – 06/12/2015

Posse do conselho

Integrantes dos Conselhos Deliberativo e Fiscal eleitos para o triênio 2016-2018 tomaram posse na última quarta

 

Os atuais integrantes dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da ABRH-SP fizeram sua última reunião na quarta passada, ocasião em que também assinaram o termo de posse os conselheiros e os membros da diretoria executiva eleitos para os próximos três anos. Todos os eleitos assumem seus cargos na primeira quinzena de 2016.

Conforme estabelecido no estatuto vigente, durante a reunião foram escolhidos presidente, vice-presidente e secretário do novo Conselho Deliberativo. A eleição para presidente teve duas candidaturas – algo inédito na história recente da entidade. Concorreram ao cargo Donizetti Tadeu Moretti, atual vice-presidente da diretoria executiva, e Fernando Lima, diretor da Regional Metropolitana Oeste da Associação, ambos voluntários com longa história de dedicação à ABRH-SP.

Para que acontecesse da forma mais democrática possível, a eleição foi realizada com o uso de cédulas e sob a fiscalização e o acompanhamento do conselheiro vitalício José Augusto Minarelli. Ao final, Moretti foi eleito. “Espero contribuir para que o grupo de conselheiros continue fazendo um bom trabalho”, ele disse, já antecipando que pretende propor a modernização e atualização do estatuto a fim de que algumas questões possam ser aprimoradas.

Candidatos únicos e individuais às posições de vice-presidente e secretária, os conselheiros César Gomes e Ana Maria de Freitas também foram eleitos. Ambos têm em seus currículos muitos anos de dedicação à causa associativa e à ABRH-SP.

Atual presidente do Conselho Deliberativo e presidente da diretoria executiva a partir do próximo ano, Theunis Marinho destacou as práticas de governança corporativa da entidade e o processo saudável e democrático da eleição realizada entre os conselheiros.

Na sequência da reunião, o presidente executivo Almiro dos Reis Neto apresentou um resumo da gestão que se encerra agora no final de 2015. Segundo ele, quase tudo o que foi planejado e proposto no início do mandato, em 2013, foi executado, a exemplo de algumas realizações como o crescimento da base associativa, a inauguração de duas novas Regionais (Metropolitana Oeste e Sorocaba) e a ampliação dos serviços para os associados e profissionais de Recursos Humanos.

 

Fonte: Jornal Estadão – 29/11/2015

Igualdade de Gênero é essencial aos negócios

Empresas precisam entender que a igualdade de gênero e raça é boa para os negócios e a sociedade

 

Recentemente, a ABRH-SP firmou um memorando de entendimento com a ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, que estabelece diferentes áreas de cooperação, como promover oficinas para sensibilizar os gestores de RH sobre temas como a importância da igualdade de gêneros para os negócios. Na entrevista a seguir, Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, fala sobre esse acordo de cooperação e sobre os obstáculos que ainda precisam ser vencidos para uma real equidade de gêneros no país.

GP –  De acordo com dados da PNAD divulgados recentemente, as mulheres brasileiras recebem, em média, 74,5% do rendimento dos homens. Esse número evoluiu muito pouco em relação à pesquisa anterior. O que tem de ser feito de fato para haja equidade salarial?

NG – As empresas têm de atuar para que seja quebrado o “teto de vidro”, corrigindo a desigualdade salarial, apoiando as mulheres para ascensão profissional, criando ambientes e mecanismos inclusivos para que as trabalhadoras não tenham de fazer a dura opção entre vida pessoal e profissional. A ONU Mulheres e o Pacto Global desenvolveram a plataforma “Princípios de Empoderamento das Mulheres”, composta por sete passos que as empresas têm de dar para promover mudanças exitosas dentro das corporações e influenciar positivamente cadeia de fornecimento, setor de negócio e comunidade. É importante que as empresas entendam que a igualdade de gênero e raça é boa para os negócios e para a sociedade. É esta a liderança que as companhias precisam assumir. É inadmissível que, por exemplo, uma trabalhadora negra receba, em média, 300% do que um trabalhador branco.

 

GP – Em pleno século 21, quais os preconceitos ainda enfrentados pelas mulheres no âmbito do trabalho?

NG As mulheres ousaram questionar escalas de valores de renúncia familiar e do mercado no momento em que afirmaram o seu desejo de atuar nessas duas frentes. São reações o preconceito e as pressões para que abrissem mão de uma área ou outra. E, felizmente, percebemos que a pressão das mulheres tem sido maior e obrigado as famílias e as empresas a negociar, repensar matrizes de funcionamento e se reorganizar. Embora gerações de mulheres tenham se sacrificado e nem mesmo tenham tido a chance de desfrutar melhores condições, percebemos que hoje novos arranjos têm sido possíveis para que elas possam se desenvolver pessoal e profissionalmente sem ter de abrir mão da sua satisfação. Isso passa, sobretudo, em novas relações com homens em que eles devem assumir as tarefas de cuidado.

 

GP – Como convencer as empresas de que a igualdade de rendimentos e oportunidades para as mulheres traz mais ganhos para os negócios? E como entidades como a ABRH-SP podem ajudar nesse processo?

NG – É preciso que as empresas assumam o papel de enfrentar o núcleo gerador e mantenedor das desigualdades. No Brasil, as mulheres têm mais anos de estudo do que os homens, mas ainda são menos remuneradas em torno de 30%. A situação se apresenta de maneira mais cruel, quando incluída a dimensão racial. Em 2010, o Perfil Racial, Social e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil, traçado pelo Instituto Ethos, revelou que a presença de negros e negras está concentrada na posição operacional (31%), reduzindo-se na medida em que os postos e os salários se tornam mais valorosos: 13% na gerência e 5% nas diretorias. Para as mulheres negras, a situação se torna mais perversa: apenas 0,5% nas posições executivas. Isso é um escândalo. Ainda recaem sobre as mulheres os cuidados com filhas e filhos, pessoas idosas e enfermas, além de toda a administração da vida doméstica. No mundo, a participação política alcança 25% e, no Brasil, as parlamentares são 11% do Congresso Nacional. Urge novo pacto entre Estados e sociedades que realmente elimine as desigualdades e reestabeleça novas práticas políticas, econômicas e sociais. Pela ONU Mulheres, enxergamos estes próximos 15 anos como janela de oportunidade para enfrentar as desigualdades e a nossa proposta objetiva é “Por um planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero”. A liderança de Recursos Humanos é chave para a agenda de atração, retenção e promoção de pessoas, enfim gestão de pessoas e transformação cultural e de competências da liderança. A ABRH-SP é uma referência para essas discussões e estudos sobre gestão de pessoas, e trabalha em rede com a ABRH-Brasil e a ABRH de vários Estados. 

GP – O que a ONU Mulheres espera do memorando de entendimento firmado com a ABRH-SP?

NG Estamos confiantes de que, a partir da nossa parceria, a ABRH-SP incorpore internamente a perspectiva de gênero na sua relação com colaboradoras e colaboradores, assuma liderança em favor da igualdade de gênero junto a associados e fornecedores e seja influente no seu setor. Enxergamos a ABRH-SP como uma aliada do movimento ElesPorElas (HeForShe) que encoraje mais empresas a adotarem os Princípios de Empoderamento das Mulheres. A ABRH-SP tem potencial de colaborar para as transformações que o mercado de trabalho brasileiro necessita para que a igualdade seja reconhecida como um catalisador de crescimento para as empresas e para a pessoas. É por meio do diálogo com lideranças industriais, oficinas para sensibilizar gestoras e gestores de RH que a ABRH-SP pode colaborar para que a igualdade de gênero e raça seja uma realidade no Brasil em 15 anos.

 

 

GP – Qual o balanço do movimento HeForShe no Brasil?

NG O Brasil conta com 19 mil adesões, 4% do total das adesões mundiais que hoje somam 504 mil. Os homens brasileiros estão assumindo posição pública em defesa dos direitos de mulheres e meninas e refletindo sobre o próprio papel. Empresários e dirigentes de empresas, artistas, jogadores de futebol, torcidas, políticos, caminhoneiros, cidadãos comuns estão entendendo que precisam fazer parte da mudança que o mundo precisa. Como diz a embaixadora global da ONU Mulheres, Emma Watson: “Se não você, quem? Se não agora, quando?”

 

Fonte: Jornal Estadão – 29/11/2015

Preocupado com o número de ações trabalhistas?

Número crescente de ações trabalhistas preocupa você?

Na última edição da revista VocêRH (outubro/novembro de 2015), a reportagem “Menos empregos, mais ações” faz um alerta assustador: o número de funcionários que entram na Justiça contra seus empregadores deve dobrar em 2015. De acordo com a reportagem, só no primeiro semestre deste ano o número de ações trabalhistas recebidas pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, responsável pelos casos do Estado de São Paulo, já era superior ao registrado no decorrer dos dois anos anteriores.

O tema, que é cada vez mais estratégico para as empresas e seus profissionais de Recursos Humanos, está na pauta do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, grupo mantido pela ABRH-SP com o apoio da ABRH-Brasil. Saiba mais em www.corhale.org.br

 

 Fonte: Jornal ABRH-SP – 22/11/2015

Fatores de sucesso da Edenred

Focar no potencial e aprimorar retenção e desenvolvimento são os fatores de sucesso da Edenred

 

Na última quarta, a ABRH-SP encerrou a programação de eventos deste ano na sede com a apresentação do case da Edenred sobre Avaliação de Resultados x Desenvolvimento e Reconhecimento de Pessoas pelo diretor de RH da empresa José Ricardo Amaro. Presente em 42 países, onde emprega mais de 6 mil colaboradores, a Endered é reconhecida pelas práticas de gestão de pessoas no Brasil, país que é responsável por 45% do volume de negócios da empresa no mundo.

Amaro não deixou de falar dos modelos de home office, de investimento em qualidade de vida e bem-estar, e de reconhecimento e mérito na área comercial, que são uma referência na área de Recursos Humanos, mas destacou as mudanças feitas desde que chegou à empresa há cerca de um ano e meio. “Temos procurado implementar a cultura da meritocracia e sido mais críticos na definição de metas. Também adotamos um modelo mais simples e objetivo de competências”, assinalou.

Segundo ele, com base em um estudo de Harvard, a Edenred Brasil adotou como fatores chaves de sucesso se cercar dos melhores e, portanto, focar no potencial, aprimorar retenção e aprimorar o desenvolvimento. Esses três fatores foram bastante enfatizados por Amaro na apresentação.

Oriundo da área de auditoria, ele também destacou o que a Edenred tem feito para medir a efetividade das práticas e programas da área. “Nós criamos o Dashboard de RH, que é um painel de controle para justificar e tangibilizar os investimentos em Recursos Humanos”, explicou. Na área de promoção à saúde, bem-estar e qualidade de vida, por exemplo, a preocupação é a de monitorar a sinistralidade; nas operações de RH é a de diminuir a quantidade de horas extras; já na atração, um dos indicadores medidos é o tempo de preenchimento de uma vaga, e assim por diante.

CONARH 2016

A agenda de eventos do ano da ABRH-SP chegou ao fim, mas as possibilidades de desenvolvimento com condições especiais para os profissionais de Recursos Humanos continuam abertas. Até o dia 31/12, as inscrições para o CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas têm valores convidativos: R$ 2.388,00 para associados da ABRH-SP; e R$ 3.343,20 para não associados.

Principal evento de gestão de pessoas da América Latina, o CONARH tem sua 42ª edição agendada para o período de 15 a 18 de agosto no Transamerica Expo Center, na capital paulista.

Informações: (11) 3138-3425 ou congressista2016@conarh.com.br

 

Fonte: Jornal ABRH-SP – 22/11/2015

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