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REMUNERAÇÃO NÃO É SÓ SALÁRIO

– Quanto vai ser o aumento de salário nesse ano?

Essa é uma pergunta frequente no ambiente corporativo, quando chega a época da famosa CCT – Convenção Coletiva de Trabalho – junto ao sindicato da categoria. Na realidade essa frase está equivocada pois, nessa ocasião, não se negocia um “aumento” de salário, mas sim a “correção” do salário em relação à inflação do período.

– Então, como é que eu posso ter aumento de salário?

Agora sim, podemos aprofundar a questão. Em primeiro lugar lembrando que salário é um valor estipulado num contrato de trabalho, em contrapartida ao exercício de um cargo, com suas tarefas e responsabilidades.

Abrindo parênteses, nem sempre o resultado desse trabalho é 100% do que foi combinado, mas… o pagamento do salário sempre tem que ser integral!!!

O aumento do salário pode ocorrer nas situações:

1)      Quando o ocupante do cargo conseguir uma promoção.

2)      Quando o cargo passar a ter novas atribuições.

3)      Quando o ocupante do cargo apresentar desempenho superior ás exigências do seu cargo (110, 120%…). É o famoso “mérito”.

4)      Quando a empresa adotar a remuneração variável.

– Opa! Como é esse negócio de remuneração variável?

Remuneração variável é aquela atrelada a resultados, ou seja, se você produzir mais, ganha mais. Se produzir menos, ganha menos. Simples assim.

Em outras palavras, se você ajudou a plantar e contribuiu para o crescimento, também tem direito e participação nos frutos. É um ponto final na briga entre capital e trabalho.

Existem várias formas de se praticar a remuneração variável: por produção, comissão, metas e resultados. O princípio básico é que haja a superação de uma situação atual. Há que se fazer algo mais do que o histórico anterior, superar aquilo que já foi alcançado.

Como sabemos que a capacidade humana é incalculável, a aplicação dessa metodologia tem um grande campo pela frente, visto que é possível atrelar diversos objetivos a ela, que são os resultados de produtividade, qualidade ou lucratividade.

– E o PLR? O que tem a ver com isso?

O PLR é um programa de incentivo do governo para aumentar a produtividade das empresas. A lei permite uma premiação aos funcionários, sem descontar os encargos trabalhistas, em função do alcance de metas, negociadas e acertadas entre a empresa e seus funcionários. Assim, a empresa pode direcionar seu plano estratégico anual com a participação efetiva dos seus colaboradores. Esses, por sua vez, poderão ganhar um dinheirinho a mais.

– Tem mais alguma forma de ganhar algo mais, além do salário?

Não podemos esquecer dos benefícios que a empresa proporciona aos seus colaboradores. Se você está deixando de gastar com alguma coisa que precisa, isso não deixa de ser dinheiro no bolso.

Portanto, muita atenção ao que a empresa oferece além do salário!

 

Carlos Perches, facilitador do Grupo de Estudos

em Estratégia nas Relações Trabalhistas, Sindicais e E-social

 

Fonte: Correio Popular de 5 de dezembro de 2014

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ABRH-SP completa seu 50º aniversário em março deste ano

No dia 15 de março, a ABRH-SP completa 50 anos de fundação. Criada com o nome de APAP – Associação Paulista de Administração de Pessoal a partir de oito entidades que reuniam profissionais ligados à área no Estado de São Paulo, a hoje ABRH-SP percorreu um longo caminho construído pelo trabalho e pela dedicação de centenas de voluntários voltados à causa do associativismo e à evolução da gestão de pessoas no país.

Uma das primeiras realizações da APAP foi a participação no II CIAP – Congresso Interamericano de Administração de Pessoal, realizado em Caracas, na Venezuela, em maio de 1965. Como a recém-fundada entidade não tinha suporte financeiro para se fazer representar no evento, os diretores da APAP só conseguiram viajar com o apoio das empresas para as quais trabalhavam.

O esforço da delegação brasileira, porém, seria recompensado. O Brasil foi eleito, por unanimidade, país-sede do III CIAP, que se realizaria dois anos depois. Essa escolha precipitou a formação de uma entidade em âmbito nacional, a ABAPE – Associação Brasileira de Administração de Pessoal, hoje ABRH-Nacional, fundada em novembro de 1965.

Pouco tempo depois de sua fundação, a entidade passou a permitir a inclusão de associados individuais. O reconhecimento da atividade profissional e a formação e o desenvolvimento dos administradores de pessoal (como os profissionais de RH eram chamados na época) passaram a ser a principal preocupação da APAP.

No início dos anos 1980, em função das mudanças na área e sua consequente ascensão na hierarquia das organizações, a entidade teve seu nome alterado para APARH – Associação Paulista de Administração de Recursos Humanos. O nome seria trocado novamente 20 anos depois com o processo de integração da APARH ao Sistema Nacional ABRH, o que deu origem à Seccional São Paulo da Associação Brasileira de Recursos Humanos, a hoje ABRH-SP.

Ao longo deste ano, você vai conhecer neste espaço e nas demais mídias da Associação histórias como essas e os personagens que ajudaram a construí-las. A Associação também vai organizar uma série de ações especiais para comemorar seu aniversário com a comunidade de Recursos Humanos. Acompanhe aqui as novidades!

 

Fonte: Correio Popular de 5 de dezembro de 2014

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Mudou a regra do jogo? Quais os fatores que nos guiam em um mundo mais complexo e cheio de incertezas

Emir Redaelli, professor da UNISINOS/RS, foi o escolhido para provocar os participantes do último +Café & +Gestão de 2014 – evento mensal promovido pela ABRH-SP Metropolitana Oeste -, em busca das respostas que todo líder, futuro líder e RH procuram. Alguns dos dados trazidos foram inusitados. 

Ele quebrou o roteiro esperado ao colocar a autoconsciência como o pilar para tomar as decisões e obter valor. “Se uma pessoa não filtra suas emoções e não domina a si mesma, não consegue dominar suas atividades profissionais”.

Estudos apresentados pelo palestrante também demonstram que, em todo processo decisório, aumentar o conhecimento acalma o ser humano porque os padrões mentais influem diretamente na visão de mundo e, por consequência, nas escolhas. 

Esse aspecto que, a princípio, parece de caráter pessoal, tem uma parcela de participação ativa da empresa – que precisa investir, planejar e acreditar. 

Aliás, Redaelli foi ainda mais longe ao concluir que o fator limitante do crescimento de uma organização é a fronteira construída pela soma do conhecimento dos homens que a compõem. E que o segredo da vitória é extrair e aplicar ao máximo os conhecimentos existentes. 

Como? É fundamental pegar a experiência de cada pessoa, transformá-la em modelos de conhecimento e replicar esses modelos para expandir os resultados. O conhecimento não compartilhado compromete a projeção de crescimento e a evolução da empresa ao longo dos anos! 

No entanto, Redaelli apontou um grande obstáculo para modelagem estratégica de negócios: “o problema é que os maiores especialistas em estratégia são as gavetas, já que grande parte dos planejamentos ficam guardados nelas!” 

Pensa que ele foi mal recebido? Não! Na conversa, houve até quem levantasse dados complementares de pesquisas: nas empresas do mundo todo, de 70 a 90% das iniciativas estratégicas fracassam; e apenas 3% da população economicamente ativa do Brasil faz planejamento. 

Redaelli diagnostica o porquê: “a dificuldade de implementação de estratégias vem quando as pessoas não compreendem por que estão fazendo aquilo!” 

Sérgio Tadeu Ribeiro, Diretor-presidente da FGV/Strong, parceira do evento, elogiou a visão do professor: “O Emir tem o poder de simplificar o complexo!”

 

Fonte: Correio Popular de 5 de dezembro de 2014

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FÉRIAS COLETIVAS: Bom para a empresa, mas e o funcionário?

Além das tarefas, tem a maratona de confraternizações de final de ano, que são uma tradição no Brasil… Haja preparo físico! “Essas festas são a oportunidade de trazer a família para dentro da empresa e os gestores aprenderam que isso mobiliza os colaboradores”, analisa Fernando Carvalho Lima, diretor da ABRH-SP Metropolitana Oeste. “No final do ano, celebrar é uma forma de incentivar as pessoas a terem mais produtividade!” Certo, celebramos para motivar, mas, depois de 23 de dezembro, tudo desacelera. E aí? 

Para minimizar esse impacto, cresce o número de empresas que apelam para as férias coletivas. A Certec, cerâmica importadora com 20 anos de mercado, começou há dois anos. Os funcionários receberam bem a nova prática, conta a controller Eliana Valverde da Silva: “Era uma época em que os funcionários ficavam parados e a gente tinha que inventar coisas para eles fazerem. Também ficavam descontentes aqui, enquanto amigos e esposas estavam de folga. Em 2012, demos 12 dias de coletivas e o pessoal voltou superbem!” 

Este ano, como muitos segmentos deram uma estagnada, nota-se um aumento ainda mais significativo no número de organizações que optam pelas férias coletivas. Junte ao contexto, o fato de que muitas empresas que usavam banco de horas para dar folgas de fim de ano ficaram sem opção porque precisaram dispensar os funcionários em julho, em função da Copa. Na indústria, por exemplo, a dispensa coletiva está batendo 40%, conforme levantamento realizado pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). Esse índice é bem superior ao registrado em 2013, quando pouco mais de 13% delas pararam. “Em outubro, quando o mercado começou a sinalizar maior lentidão, eu já avisei que este ano as coletivas seriam maiores! A minha proposta foi dar 30 dias para todo mundo, na expectativa de melhora do mercado”, conta Silva. Na Certec, os funcionários vão parar entre 15 de dezembro e 15 de janeiro. Acharam interessante diante de um cenário de incertezas. “Como somos importadores, quando o dólar disparou, chegando a R$2,60, perdemos competitividade. Nossos clientes cancelaram os pedidos, mas garantiram que retomam no final de janeiro!”, arremata a controller. 

Com as pesquisas sinalizando consumidores com pouca disposição para gastar no Natal, ela acredita que o funcionário que receberá um valor maior com férias e décimo terceiro terá mais condições de realizar sonhos simples: “O trabalhador pensa assim: com 30 dias de férias no bolso, mais o 13º, vou arriscar e comprar um fogão, um celular novo”. Isso pode refletir na economia em janeiro, porque as fábricas terão de repor no mercado. Luz nova para todo mundo!

 

Fonte: Correio Popular de 5 de dezembro de 2014

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Regional Sorocaba

 

Américo Garbuio Júnior Diretor da Regional
  Daniele Matos – Vice-Diretora da Regional Daniela Egílio – Diretora de Eventos Fernando Camargo – Diretor de Relação com Associados Maria Regina Cepil Tenor – Diretora Comercial Roseli Jacobsen – Diretora de Grupos de Estudos

 Contato

(19) 3294 3307

regionalsorocaba@abrhsp.org.br 

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Regional Ribeirão Preto

 
      Heloisa Minto Diretora da Regional

Denise Lustri – Vice-Diretora da Regional 

Carolina Baviera  – Apoio a Diretoria 

Israel Gomes – Diretor dos Grupos de Estudos

Márcio Camargo – Apoio a Diretoria

Maria Alice Trindade – Diretora de Relações com Universidades

Oswaldo Maia – Diretor de Relações Institucionais

 Contato

(19) 3294 3307

regionalriberaopreto@abrhsp.org.br 

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Regional Centro Oeste

 

 

Laura Maria Paolinetti Camara

Diretora da Regional

Tatiane Aparecida de Souza Lopes – Vice-Diretora Camila Lopes da Silva – Diretora de Sustentabilidade           Clóvis Aparecido Cavenaghi Pereira – Diretora de Relações Institucionais Debora Bento – Diretora de Sustentabilidade Janaína Andréia Menezes Corrêa – Diretora de Relações com Associados Maria Elvira Scapol – Diretora de Eventos e Comunicação Rogério Lopes – Diretor Comercial Silmara Bianca Crusca Favalli – Diretora de Eventos Silvia Maria Ferreira Pelegrina – Diretora Jurídica

 Contato

(19) 3294 3307

regionalbauru@abrhsp.org.br 

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Regional Metropolitana Oeste

 

Mário Faccioni Junior

Diretor da Regional

 

Claudia Meirelles – Vice-Diretor da Regional

Alexandre Ribas – Diretor de Relações com Associados

Andrea Massoud – Diretora de Expatriados

João Carlos Zorzete – Diretor de Relações c/ Associados

Paulo Bastos – Diretor Comercial

Pedro Carneiro – Diretor de Grupos de Estudos

Sergio Nascimento – Diretor de Responsabilidade Social

Valdir Gonçalves – Diretor de Relações Institucionais 

 Contato

(19) 3294 3307

regionalmetropolitanaoeste@abrhsp.org.br

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Regional Baixada Santista

 

 

Djalma Moraes

Diretor da Regional

 

Paulo dos Santos Queija – Vice-Diretor da Regional

Angelina Oliveira Coimbra – Diretora de Grupos de Estudos

Beatriz Minte – Diretor de Comunicação e Marketing

Gláucia Barcelos Almeida – Diretora de Sustentabilidade

José Wenes Júnior  – Apoio – Diretoria de Grupos de Estudos

Patrícia Rezende Lorande – Apoio – Diretoria de Eventos

Tatiane Lima – Diretora de Associados

 

Nossa Sede

Av. Ana Costa, 61 – Gonzaga – Santos

CEP: 11060-000

Contato

(13) 3229-1935

regionalbaixadasantista@abrhsp.org.br  


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Entrevista

Américo Garbuio Júnior,

Diretor da ABRH-SP Regional Sorocaba

 

Américo Garbuio Júnior, vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Brasil Kirin, fala das expectativas e dos desafios da Regional, que já nasce com a recepção positiva da comunidade de Recursos Humanos da região. 

GP – Quais são as suas expectativas em relação à criação da Regional? 

AGJ – Inicialmente, gerar um nível de mobilização na região para que os profissionais de Recursos Humanos nos apontem quais são as suas principais necessidades e carências a fim de que possamos contribuir para o desenvolvimento deles com conhecimento, conteúdo, melhores práticas e temas relevantes. Queremos dar o suporte necessário para que esses profissionais possam enfrentar os desafios da área.

 

GP – Quais serão os principais desafios da diretoria da Regional? 

AGJ – Nosso desafio é fazer um trabalho atrativo e interativo. Temos de ser capazes de trazer temas relevantes para a discussão a fim de atender às necessidades dos profissionais da região. Queremos chegar para ficar, criar uma tradição, deixar um legado. Não viemos concorrer com ninguém, mas, sim, promover alinhamentos e parcerias.

 

GT – Quais serão os diferenciais de atuação da diretoria de Sorocaba? 

AGF – Em primeiro lugar, nossa diretoria é formada por uma equipe multidisciplinar, composta por profissionais que trabalham em empresas, consultorias e universidades, com diferentes expertises que se encaixam perfeitamente nas suas áreas de atuação. Em segundo, queremos envolver as principais lideranças e os grandes conhecedores da região para que participem dos eventos e demais ações que queremos fazer para desenvolver um grande projeto aqui na região.

 

Fonte: Correio Popular de 02 de novembro de 2014

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ABRH-SP inaugura Regional em Sorocaba

A ABRH-SP inaugura, no dia 6 de novembro, a Regional Sorocaba. O evento, fechado para convidados, acontecerá no Parque Tecnológico de Sorocaba e contará com um painel sobre o tema “Gestão de pessoas em tempos de crise: perspectivas para 2015”. Quatro executivos vão debater sobre o tema: Renato Ferrari (Hay Group, José Antônio Teixeira (RH Schaeffler), Gino Di Domenico (CEO Brasil Kirin) e Geraldo Almeida (Secretário de Desenvolvimento Econômico de Sorocaba), mediados por Daniele Matos, vice-diretora da Regional Sorocaba. 

A mais nova Regional ABRH-SP no Estado de São Paulo será dirigida por Américo Garbuio Junior, vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Brasil Kirin. (veja a entrevista ao lado). 

Informações

regionalsorocaba@abrhsp.org.br e facebook.com/abrhspsorocaba

 

Fonte: Correio Popular de 02 de novembro de 2014

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Gruca celebra 56 anos em grande estilo!

Com a proposta de revisitar os Saberes e Sabores de Minas, através da poesia, musicalidade e gastronomia, o Gruca celebrou 56 anos de história com uma bela festa na tradicional Red Eventos, em Jaguariúna, na noite da terça-feira, 28. A festa teve a presença de 350 convidados representando os profissionais de RH de toda a Região Metropolitana de Campinas. Entre eles: as diretoras da ABRH-SP Campinas, Elizabeth Rodrigues, Roberta Barbosa, Viviane Gonzalez, Carolina Mello e Fabiola Lencastre, além de Paul W. Groth, diretor de RH LA da 3M St.Paul, e Gabriel Portes Bejar, gerente de RH LA da 3M México, representando os profissionais de RH da América Latina. Na ocasião, Andrés Massoni (MSD) apresentou o novo site da entidade www.gruca.com.br, totalmente reformulado e cheio de interatividade. “Foi maravilhoso poder comemorar mais uma ano ao lado de amigos e profissionais de toda região”, comentou a gestora do Gruca, Miriam Patini.

 

Fonte: Correio Popular de 02 de novembro de 2014

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