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CONARH 2017 ESPERA POR VOCÊ

 
  • 3 DIAS DE IMERSÃO NA VANGUARDA DA GESTÃO DE PESSOAS
  • 6 TRILHAS DE CONHECIMENTO PARA ESCOLHER
  • 47 ATIVIDADES NO CONGRESSO
  • AS NOVIDADES DE MAIS DE 100 EMPRESAS NA EXPO ABRH

 

  DE 15 A 17 DE AGOSTO, EM NOVO LOCAL: SÃO PAULO EXPO | SP  
  • Carreira na Era da Transformação Digital
  • As Novas Relações Trabalhistas
  • Inclusão & Diversidade
  • A Gestão de Pessoas na Crise
  • Saúde nas Empresas
  • Os Líderes do Século 21
  • O Futuro do RH
  • Felicidade no Trabalho
  • Empreendedorismo
  • Mentoria & Coaching
    E muito mais! Confira a programação:       15 DE AGOSTO 9h – ESPAÇO MENTORIA & COACHING Jorge Dorneles de Oliveira, cofundador e coordenador da Formação de Coaches EcoSocial   10h40 – CONFERÊNCIA MAGNA Brasil: Caminhos para a Reconstrução – Conclusões do 17° Fórum dos Presidentes da ABRH-Brasil   12h – PARTICIPAÇÃO ESPECIAL João Doria Jr., prefeito de São Paulo   12h40 – CONFERÊNCIAS SIMULTÂNEAS Cenário Político Econômico Brasileiro e os Impactos no RH Beatriz Flores, diretora de RH da CGG Trilha: Cultura   Liderança Coletiva – Novas competências para um mundo VUCA (Vulnerável, Incerto, Complexo e Ambíguo) Katia Nekandaris e Alexandre Costa, executive partners da Leaders Lab Trilha: Liderança & Talentos   Transformação Digital – Novos imperativos na gestão de pessoas – Case Caixa Seguradora Cristiane Olivier Heckler, diretora de RH Latam da Caixa Seguradora Ana Karina Dias, sócia da McKinsey & Company no escritório de São Paulo Trilha: Viabilizadores   Previdência Complementar – Minimizando vulnerabilidades na gestão de talentos – Case Vale Maria Gurgel, presidente da Valia Trilha: Mercado & Tendências   Design Thinking e suas Aplicações na Transformação Cultural Fabio Serrano, líder de Design Thinking da SAP Trilha: Estratégia   Big Data e Analytics – Apoiando o processo de tomada de decisão – Case IBM Alexandre Dietrich, líder para América Latina da plataforma Watson da IBM Trilha: Viabilizadores   14h40 – ESPAÇO MENTORIA & COACHING João Paulo Mancio, executivo de RH da Atento   15h – CONFERÊNCIA MAGNA A 4ª Revolução Industrial e a Nova Bússola do Sucesso Paolo Gallo, chefe de Pessoas e Cultura do Fórum Econômico Mundial (Suíça) Trilha: Mercado & Tendências | Patrocínio: Itaú     17h10 – CONFERÊNCIA MAGNA Painel Lideranças Inovadoras Rachel Maia, CEO da joalheria Pandora João Paulo Pacífico, fundador e CEO do Grupo Gaia Jorge Hoelzel Neto, membro do Conselho de Administração e facilitador da Mercur Samy Dana, comentarista do programa Conta Corrente (Globo News), do Hora 1 e do Jornal da Globo (Rede Globo)  Trilha: Liderança & Talentos     18h20 – CONFERÊNCIAS SIMULTÂNEAS Centro de Serviço Compartilhado – Desafios e oportunidades na gestão de serviços Marcelo Freire, diretor global de Serviços de RH – People Services da Alcoa Corporation Trilha: Gestão & Serviços   Prevenção, Bem-Estar e Tratamento – Como melhorar a saúde da gestão de saúde corporativa – Case Hospital Israelita Albert Einstein Miriam Branco, diretora executiva de RH do Hospital Albert Einstein Luciane Infanti, sócia-diretora da Prática Healthy Strategy da Accenture Trilha: Liderança & Talentos   Consultoria Interna de RH – Um novo modelo baseado na Teoria Integral Marcelo Cardoso, CEO global da Metaintegral Associates Trilha: Gestão & Serviços   Endomarketing – Como utilizá-lo para apoiar o direcionamento estratégico do negócio – Case do Grupo Dimed Karin Leitzke, gerente de RH do Grupo Dimed Trilha: Estratégia   Identificando Jovens Falcões Eduardo Lyra, fundador do Instituto Jovens Falcões Trilha: Liderança & Talentos   Fale Mais sobre Isso: A estratégia do negócio no divã e o divã como estratégia de desenvolvimento organizacional Monica Mix e Toya Lorch, sócias-fundadoras da Kampas Trilha: Estratégia     16 DE AGOSTO 9h – ESPAÇO MENTORIA & COACHING Vicky Bloch, presidente da Vicky Bloch Associados   10h20 – CONFERÊNCIA MAGNA Gestão Transformadora – Case Petrobras José Luiz Marcusso, gerente de RH da Petrobras Trilha: Mercado & Tendências     11h40 – CONFERÊNCIAS SIMULTÂNEAS Desenvolvimento e Identificação de Talentos – Pessoas certas, resultados fantásticos Daniel Motta, presidente & CEO da BMI Blue Management Institute Trilha: Liderança & Talentos   O Papel Estratégico do RH na Transformação Organizacional Claudia Weiler, executiva de RH Trilha: Cultura   Mulheres: Diversidade e suas fortalezas – Case John Deere Letícia Aveline, líder do Grupo de Desenvolvimento de Funcionários WomenREACH da John Deere Montenegro Trilha: Cultura   Novos Laços entre Indivíduos e Empresas – A Economia das Dádivas e as tendências que estão revolucionando os mercados Marina Petchlivanis, sócia-fundadora da Umbigo do Mundo Trilha: Mercado & Tendências   Transformação Digital – O papel de RH na construção de novas competências – Case Santander Vanessa Lobato, vice-presidente de RH do Grupo Santander Brasil Trilha: Viabilizadores   Workforce of the Future – Pesquisa Accenture Patrícia Feliciano, líder de Talent & Organization da Accenture Brasil Trilha: Liderança & Talentos   14h40 – CONFERÊNCIA MAGNA O Futuro do Talento na Era da Transformação Digital Gil Giardelli, cofundador da 5era, Gaia Creative e Humanoide Brasil Trilha: Liderança & Talentos   15h – ESPAÇO MENTORIA & COACHING Frank Miller Koja, vice-presidente de Systems Hardware Brasil da IBM Geisa da Cunha, coordenadora de Eventos no Client Center da IBM Hortolândia Moderadora: Ana Ferreira, líder de Diversidade & Inclusão para a América Latina da IBM   16h – CONFERÊNCIAS SIMULTÂNEAS Acelerando a Geração de Talentos – Parceria empresa-escola – Case Klabin Sergio Piza, diretor de Gente e Gestão da Klabin Wilson Risolia Rodrigues, diretor-presidente da Falconi e líder da Falconi Educação Trilha: Liderança & Talentos   Gestão de Desempenho – O que é necessário para transformar esse processo Glaucy Bocci, diretora de Gestão de Talentos e Alinhamento Organizacional para a América Latina da Willis Towers Watson Trilha: Liderança & Talentos   Reflexos da Reforma Trabalhista e da Terceirização frente à Revolução Digital 4.0 e a Gestão de RH Lívio Giosa, presidente do Instituto da Terceirização Wolnei Tadeu Ferreira, sócio-fundador do escritório Ferreira Rodrigues de Advogados e diretor Jurídico da ABRH-Brasil Trilha: Estratégia   99Jobs – Uma Proposta de Balor Inovadora para um Moderno RH Cesar Bullara, professor de Gestão de Pessoas do Ise Business School Trilha: Estratégia   Como o RH Pode Ajudar na Prevenção dos Processos Trabalhistas? Tais Carmona, advogada e gestora jurídica Trilha: Estratégia   Inteligência Artificial nas Organizações – Case Smarters Pietro Buljadon, cofundador da startup Smarters Trilha: Viabilizadores   17h – CONFERÊNCIA MAGNA Painel Diversidade e Inclusão sob Olhar dos Personagens Reais Tiago Abravanel, ator e cantor, e convidados   18h20 – CONFERÊNCIAS SIMULTÂNEAS Empreendedorismo Social – Nova economia, trabalho e propósito Matheus Cardoso, empreendedor social da Moradigna Trilha: Estratégia   Organizações Exponenciais – O papel do líder neste movimento Maria Augusta Orofino, consultora organizacional e em empreendedorismo Trilha: Liderança & Talentos   Alinhando Estratégia, Estruturas Organizacionais e Times de Liderança – Case GPA Miguel De Paula, diretor de RH Multivarejo do GPA – Grupo Pão de Açúcar Christian Orglmeister, sócio do BCG – The Boston Consulting Group Trilha: Estratégia   Felicidade Coletiva – Conectando a neurociência com a espiritualidade Susan Andrews, coordenadora do Instituto ecológico Visão Futuro Trilha: Cultura   Risco Brasil – Como o cenário econômico impacta a gestão de pessoas Roberto Dumas Damas, professor de Economia Internacional e Economia Chinesa no Insper e na FIA Trilha: Estratégia   A Arte de Motivar e Engajar Pessoas Zeca de Mello, professor convidado da FDC Trilha: Cultura     17 DE AGOSTO 8h45 – CONFERÊNCIAS SIMULTÂNEAS Felicidade Feminina – Escolha possível com práticas da Psicologia Positiva Renata Abreu, autora, consultora organizacional e coach executiva Trilha: Cultura   Times de Alta Performance – Os novos desafios da liderança – Case Amgen Daniel Martinez, diretor médico da Amgen no Brasil Marcos Nascimento, sócio-diretor da ManStrategy Consulting Trilha: Liderança & Talentos   Redes de Relacionamento – Como gerenciá-las e sustentá-las Beatriz Garcia, sócia da Hazi Consultoria e professora da FDC Trilha: Liderança & Talentos   Protagonismo na Carreira – 10 dicas poderosas para se destacar Adriana Barretta, diretora de RH da ConectCar Alberto Roitman, COO (Chief Creative Officer) da Nexialistas Consultores Trilha: Liderança & Talentos   Transformação – Como implementar e sustentar a mudança – Case Syngenta Karina Ude, diretora de Desenvolvimento de Pessoas e Organização para América Latina na Syngenta Trilha: Cultura   Inovação – Agora isso é comigo Karen Zoreck, Gerente de Projetos Globais para América Latina da Bayer Denilson Shikako, CEO e fundador da Fábrica de Criatividade Trilha: Cultura   O Que Levamos para Casa Sandra Gioffi, diretora do CONARH 2017 Viviane Furquim e Maira Habimorad, coordenadoras do CONARH 2017   10h40 – CONFERÊNCIA MAGNA Propósito e Ação: Conectando o mundo pela música – Playing for Change Mark Johnson – Cofundador do projeto Playing for Change (EUA) Patrocínio: 99Jobs     MAIS INFORMAÇÕES: WWW.CONARH.COM.BR (11) 3138-3420 CONGRESSISTA@CONARH.COM.BR       Fonte: O Estado de São Paulo, 03 de Agosto de 2017.  

Competências para um novo papel de RH

A Regional Campinas promove no dia 8 de agosto mais uma edição do seu Café Temático. O convidado da vez é Wellington Silvério, diretor executivo de Recursos Humanos da John Deere. Silvério, que ocupou cargos de liderança na área para América do Sul e México, e atuou internacionalmente por cinco anos como expatriado, vai falar sobre o tema “Competência de RH para um Novo Papel de Recursos Humanos”. Com início às 8h30, o evento, que é aberto ao público, acontecerá no Sesi Campinas (Avenida das Amoreiras, 450, Parque Itália).   Inscrições: (19) 3294-3307 ou regionalcampinas@abrhsp.org.br     Fonte: O Estado de São Paulo, 30 de Julho de 2017.

Carreira movida a desafios

Originária do mercado de seguros, Rosana Lima passou por empresas como Icatu, MetLife, Unibanco AIG e Notredame Intermédica até chegar a Admix, onde foi contratada para promover a área de Canais. Foram dez anos na empresa, passando por diversas áreas até se tornar CEO da companhia. Com a aquisição da Admix pela Aon, oficializada em janeiro de 2017, Rosana, agora Vice-Presidente Executiva de Saúde e Benefícios da Aon Brasil, tem novos desafios. Na entrevista a seguir, ela fala mais sobre sua carreira e as questões relacionadas à liderança feminina.   GP – Quais dificuldades você enfrentou para chegar à sua posição?  RL – A primeira dificuldade foi saber o que escolher. Quando você é mãe, dona de casa e executiva, tem que fazer escolhas. A maior delas foi sobre como lidar com isso tudo. Tenho uma premissa de que a qualidade é mais importante do que a quantidade de tempo com os filhos. Foi difícil fazer essas escolhas, já que eu tenho três filhos e duas enteadas, mas procuro ter qualidade, o tempo que eu tenho com eles é deles. É uma característica feminina na carreira ser movida por desafios, muito mais do que pelo cargo. E, para me encaixar no universo corporativo, ainda muito masculino, tive que me adequar para continuar a fazer os olhos brilharem pelos desafios. Esses foram os grandes pontos que tive de trabalhar e desenvolver ao longo da minha carreira. GP – Você teve a experiência tanto em empresas nacionais quanto estrangeiras. Você sentiu alguma diferença por ser mulher? RL – A diferença está muito mais nos processos. Honestamente, nunca fui uma pessoa de me rotular pelo gênero, ou rotular meus superiores, pares ou subordinados pelo gênero. Nunca me senti nem menos nem mais por ser mulher. Em vez disso, sempre procurei entender as diferenças e saber como me encaixava nesse universo corporativo. Todas as escolhas que eu fiz ao longo da minha carreira foram muito mais pensando no que aquilo acrescentaria no meu mapa pessoal e profissional, em termos de experiência, exposição e do que eu poderia desenvolver dali pra frente.   GP – Como vê as questões de gênero dentro da Aon? RL – Eu vejo as oportunidades abertas na Aon, independentemente do gênero. O profissional tem que ser bom e ter entregas, desde que isso aconteça, o gênero não importa. Assim como a empresa me acolheu como mulher e me nomeou Vice-Presidente para assumir os desafios das áreas de Saúde e Benefícios, acredito e vejo a Aon como uma grande geradora de oportunidades. Por exemplo, dos oito integrantes do nosso Comitê Executivo, três são mulheres. Já em cargos de liderança, entre gerentes e diretores, elas representam entre 20% e 25% do total. E estamos buscando ativamente melhorar esse número. GP – Como vê o avanço do mundo corporativo na questão de igualdade de gêneros? RL – Acredito que o mercado de trabalho está avançando para acolher melhor as mulheres. E o próprio avanço do mundo coloca uma pressão natural para que essas mudanças aconteçam. O ambiente corporativo precisa de diversidade e isso tem de estar na cultura da empresa, que é pautada pela liderança. O homem tem uma tendência a tomar decisões mais pontuais, focadas, objetivas. A mulher procura ter uma amplitude maior, mais diversidade e subjetividade. A mulher é mais detalhista. E não entenda como defeito ou qualidade, são características diferentes, mas ela consegue olhar diferentes processos ao mesmo tempo fazendo uma análise mais sistêmica, se comparado ao olhar masculino, que é mais pragmático, mais objetivo e direto na tomada de decisão. Por isso, eu gosto de balancear as equipes, porque existe uma complementariedade que, sabendo gerenciar, é riquíssima para qualquer empresa. GP – O que ajuda as mulheres a “sobreviverem” e crescerem dentro do mundo corporativo? RL – Principalmente, não perder a essência. Muitas vezes nós vemos profissionais procurando se descaracterizar para serem aceitas em um mundo mais masculino. É preciso conservar a essência, ser o que é, ter consciência do que a motiva na carreira, que tipo de ambição, que tipo de posicionamento. E ter a habilidade de compreensão do outro.         Fonte: O Estado de São Paulo, 30 de Julho de 2017.

Eventos promovidos pelas Regionais da ABRH-SP tiram as dúvidas sobre a reforma trabalhista

Por meio de suas Regionais, a ABRH-SP tem realizado eventos para tirar as dúvidas dos profissionais de Recursos Humanos e gestores de pessoas sobre a reforma trabalhista, recentemente promulgada pelo presidente Michel Temer – as mudanças só devem começar a valer em novembro, quando se encerra o prazo legal de 120 dias. Especialista em relações trabalhistas e sindicais e diretor Jurídico da ABRH-SP, Carlos Silva tem representado a entidade nesses eventos. No dia 14 de julho, ele participou do 2º Fórum Trabalhista, promovido pela Regional Bauru. Ao lado da dra. Maria Cristina Matiolli, que atuou como desembargadora do Trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, Silva debateu as mudanças que serão desencadeadas pela reforma. Já na última sexta, dia 28, durante o 1º Fórum Trabalhista da Regional Baixada Santista, ele e o advogado e professor de pós-graduação de Direito e Processo do Trabalho da Universidade Católica de Santos – Unisantos, Alexandre Ricardo Machado, discutiram os impactos da reforma para as empresas da região. De acordo com Silva, que também é coordenador do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, braço legislativo da ABRH no Brasil, são muitas as dúvidas levantadas pelos profissionais da área: algumas voltadas para negociação sindical, outras para a representação dos empregados dentro das empresas, outras ainda relacionadas aos impactos no e-Social. “Tenho reiterado que o mais importante é o gestor de pessoas desenvolver as habilidades de negociação, porque muitas questões vão ficar por conta da negociação direta entre as empresas e os sindicatos dos trabalhadores e entre as empresas e os representantes dos funcionários.” Veja as respostas que Silva tem dados a alguns dos questionamentos:     Perguntas frequentes   A reforma vai gerar postos de trabalho? Há uma enorme expectativa, principalmente por causa da aprovação do trabalho intermitente, que até hoje era feito de forma irregular e agora pode ser adotado pelas empresas com segurança, e da jornada parcial, que anteriormente exigia acordo sindical, o que desmotivava as empresas em adotá-la. Como isso foi simplificado com a reforma, deverão acontecer novas contratações. No entanto, é importante ressaltar que a reforma foi apenas o início das mudanças necessárias. Significa apenas 10% do que precisamos para diminuir a burocratização decorrente de leis esparsas fora da CLT. Essa legislação também precisa ser atualizada.   Como o novo fracionamento das férias poderá influenciar empresas e funcionários? O fracionamento ajudará os empregados que precisam dividir seus períodos de descanso, seja por aspectos familiares, seja por lazer, e também contribuirá com as empresas, especialmente as pequenas, que não possuem mais de um empregado em cada cargo, favorecendo o planejamento das atividades.   O home office ficou isento de controle. Isso desestimulará as empresas a adotarem o sistema? O controle dependerá mais do cargo a ser exercido, pois, embora a reforma o dispense, há situações em que o controle total é altamente recomendável, como no caso dos call centers, e, em outras, totalmente dispensável, como já ocorre com executivos e cargos de confiança.   Sobre a Lei da Terceirização, que está em vigor desde março, qual vem sendo o comportamento do mercado de trabalho nestes quatro meses? A terceirização vem sendo praticada sem atropelo e deverá ficar ainda mais fortalecida com a aprovação da reforma, que confere total segurança jurídica e estabelece limites que evitam fraudes.   Como o RH poderá contribuir com as empresas com a reforma aprovada? O RH terá papel importante na implantação dessas medidas, mediante a correta e responsável adoção das práticas, impedindo distorções do que consta na nova lei. Além disso, deverá disseminar aos líderes de primeiro nível os aspectos básicos da legislação.         Fonte: O Estado de São Paulo, 30 de Julho de 2017.

A Bússola do Sucesso

Como ter sucesso na carreira e ao mesmo tempo satisfação pessoal? A pergunta dá o tom ao livro de Paolo Gallo, intitulado A Bússola do Sucesso (Benvirá). Nele, Gallo redefine o que é uma carreira bem-sucedida, que nem sempre está associada a altos salários e ascensão meteórica, e dá dicas e ferramentas para criar um caminho não convencional e sentir-se realizado como profissional sem abrir mão de si mesmo. O livro traz, ainda, lições sobre como: descobrir seu talento e sua paixão, criar um currículo que chame a atenção do avaliador, negociar o salário e se comportar depois de contratado, um dos principais determinantes do sucesso.   A sessão de autógrafos acontecerá no estande da ABRH-Brasil, no dia 15, das 16h30 às 17h30.       Fonte: O Estado de São Paulo, 27 de Julho de 2017

CONARH na palma da mão

Para os congressistas e visitantes que querem tirar o máximo do evento, a nova versão do App CONARH está disponível para download gratuito pelos sistemas operacionais iOS e Android. Ferramenta de engajamento, interatividade e networking, a versão deste ano traz novidades para ampliar a experiência dos participantes. Entre elas, a i9Ação, desenvolvedora do aplicativo, que foi patrocinado pela Carlson Wagonlit, criou uma brincadeira na qual, com leitor de QR Code, o visitante faz check-in com códigos espalhados pela feira. Cada check-in valerá pontos para a premiação final (veja abaixo). Também são inéditos os infográficos que serão disponibilizados após as conferências magnas, os vídeos e a disponibilização de conteúdo do evento. Além disso, o público poderá enviar perguntas aos palestrantes e compartilhar posts nas redes sociais. Assim como o próprio evento, o App CONARH está dividido em seis Trilhas de Conhecimento: Estratégia; Liderança e Talentos; Cultura; Gestão e Serviços; Mercado e Tendências; e Viabilizadores. Os participantes podem escolher a trilha que querem percorrer, consultar a programação e personalizar suas atividades de acordo com o interesse.   Os vencedores serão premiados da seguinte forma: 1º lugar
  • Inscrição para o curso IBC Coaching (vencedor + acompanhante)
  • Uma viagem com acompanhante para o Rio de Janeiro que inclui passagens aéreas de ida e volta e duas diárias em hotel
  • Um quadro produzido pelo artista Marcellus Gil
  • Inscrição para o CONARH 2018
  2º lugar
  • Um kit viagem da LG Lugar de Gente
  • Um curso preparatório da Certificação SHRM
  • Um quadro produzido pelo artista Marcellus Gil
  3º lugar
  • Quatro livros da LG Lugar de Gente
  • Um quadro produzido pelo artista Marcellus Gil
        Fonte: O Estado de São Paulo, 27 de Julho de 2017

SUCESSO NA 4ª REVOLUÇÃO

  Atuante na área de RH há 30 anos, o italiano Paolo Gallo (foto) já trabalhou em mais de 70 países ao longo de sua carreira, inclusive no Brasil. Hoje, ocupa o cargo de chefe de Pessoas e Cultura do Fórum Econômico Mundial e mora na Suíça. Em agosto, ele voltará ao Brasil para participar do CONARH 2017 – 43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas.   No dia 15 de agosto, às 15 horas, ele estará no palco do São Paulo Expo, na capital paulista, com a conferência magna A 4ª Revolução Industrial e a Nova Bússola do Sucesso, na qual ajudará as pessoas a refletirem sobre o papel de cada um e como redefinir a bússola do sucesso em um mundo altamente tecnológico e de constantes transformações.   Na entrevista a seguir, é possível conhecer um pouco mais sobre seus conceitos, ideias e propósito no CONARH.   PESSOAS DE VALORH – Qual é a sua relação com o Brasil? PAOLO GALLO – Já estive no país nove vezes, então, a vinda ao CONARH será minha décima visita. Tenho uma conexão forte com o Brasil. Minha família viveu em São Paulo por muitos anos, pois meu pai foi responsável pela Olivetti na década de 1960. Eu cresci ouvindo música brasileira, provando comida brasileira e assistindo futebol. Dessa forma, considero o Brasil como uma segunda casa. Inclusive, quando trabalhei no Banco Mundial, tive o prazer de colaborar em diversos projetos no país. Minha lembrança mais especial é de um projeto desenvolvido com uma empresa brasileira chamada Puras. Ainda acredito que seu CEO, Hermes Gazzola, é um dos líderes mais talentosos e visionários que já conheci na vida e espero poder encontrá-lo novamente quando for a São Paulo.   PV – A 4ª Revolução Industrial será seu tema no CONARH. Quais são os impactos já observados no mundo do trabalho em função da revolução tecnológica atual? PG – A nova Revolução Industrial não está limitada a velocidade e custos. É uma revolução disruptiva que não se pode parar e que vai mudar não somente produtos, serviços e modelos de negócio, mas também a nós: a maneira como nos relacionamos uns com os outros, a forma como pensamos e como somos. Estamos prontos para isso?   PV – Na sua visão, até que ponto a convergência de tecnologias afeta o emprego? PG – Desnecessário dizer que o mercado de trabalho já está altamente impactado pelas mudanças tecnológicas. Vejamos o exemplo dos diversos aplicativos e serviços que combinam candidatos e vagas, que usam algoritmos sofisticados. Ou use como exemplo a forma como o aprendizado digital tem sido transformador. O aprendizado digital não significa aprender usando o telefone, mas, sim, levando o aprendizado até onde o funcionário está. Então, é, de fato, uma nova forma de aprender e não um tipo de aprendizado.   PV – Como os profissionais de RH precisam se preparar e o que muda para gestores de equipes e líderes em um mundo altamente tecnológico? PG – Vejamos o todo, não somente os temas do dia a dia, mas programas cíclicos, como gestão de desempenho e revisões salariais. Deixe-me dar um exemplo: quais são as mudanças demográficas que estão diante de nós, o que significa uma expectativa de vida de 100 anos? Qual é o significado de se tornar digital? Ainda faz sentido considerar a semana de trabalho tradicional, de segunda a sexta? O que motiva as novas gerações? Como podemos fazer escolhas éticas com a chegada da inteligência artificial?   PV – No CONARH, qual será o fio condutor de sua palestra e quais os principais temas que abordará? PG – Não apresentarei fórmulas mágicas ou soluções fáceis, mas, sim, perguntas poderosas, que nos ajudarão a refletir não somente como profissionais de RH, mas também como homens e mulheres. Como exemplo, pergunto: o que significa liderança responsiva?   PV – Quais são suas expectativas em relação ao Brasil? . PG – Aprender, estabelecer conexões poderosas e, espero, contribuir, por meio da minha sessão, para a reflexão de todos, trazendo as perguntas certas.   PV – E quanto ao seu livro que será lançado no CONARH (saiba mais no quadro ao lado)? PG – Meu livro nasceu de duas perguntas. A primeira: por que tantas pessoas falham nas organizações e tão poucas são bem-sucedidas? A segunda: o que significa de verdade ter uma carreira bem-sucedida? Como meu livro já está chegando à quinta edição na Itália, acredito que essas perguntas ressoam em muitos corações e almas. Eu defino esse sucesso não pelo número de exemplares vendidos, mas por conexões feitas: mais de 200 pessoas me contataram depois de lê-lo. O que busquei com meu livro foi me conectar com o ser humano e é por isso que vou ao Brasil.       Fonte: O Estado de São Paulo, 27 de Julho de 2017

Programa criado pela ABRH-SP apoia associados em transição de carreira

O saldo positivo no mercado formal de trabalho em junho deste ano, com a criação de 9.821 vagas com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, certamente é uma boa notícia, principalmente porque se trata do terceiro mês consecutivo de resultado positivo. Entretanto, ainda está longe de apontar uma melhora nos índices de desemprego, que afetam todos os setores e áreas, incluindo Recursos Humanos. Diante desse cenário, a ABRH-SP mantém abertas as vagas para o Programa TRHansição de Carreira. Lançada em abril deste ano, a iniciativa tem como objetivo oferecer gratuitamente aos associados da entidade paulista que estiverem em transição de carreira serviços de apoio, como coaching, outplacement, mentoring, consultoria, entre outros, desenvolvidos em parceria com as consultorias líderes desses segmentos: EcoSocial, IMR – Coaching & Development/Erickson College, Lee Hecht Harrison, Lens & Minarelli, além do Capítulo Regional São Paulo da ICF-Brasil (International Coach Federation). Até agora, dezesseis profissionais se inscreveram no programa, que chamou a atenção de outras seccionais da ABRH interessadas em reproduzir o formato nos seus estados para ajudar os associados que se encontram fora do mercado de trabalho. Como funciona? Para as empresas parceiras Lee Hecht Harrison e Lens & Minarelli são encaminhados os interessados no programa que atuam ou atuaram em posições de vice-presidência, direção e alta gerência de Recursos Humanos. Já às parceiras EcoSocial, Erickson College e Capítulo Regional São Paulo da ICF-Brasil são encaminhados os profissionais que atuam ou atuaram nas demais posições de gerência, além de supervisão, coordenação e analista. A condição para todos é que eles estejam em dia com a anuidade. Os participantes do programa têm acesso a apoio na elaboração de perfil; revisão de perfil em português; revisão do currículo em inglês ou espanhol; assessment (estilos de comunicação e motivadores de carreira); e simulações de entrevistas. Tudo feito presencialmente ou on-line. Também podem utilizar os escritórios das empresas parceiras como local para estudos e contatos, e participar de palestras e workshops promovidos por elas ou pela ABRH-SP. Os serviços de apoio são realizados na sede da Associação ou nas instalações das empresas parceiras com a duração de, no máximo, seis meses. Todo o controle/follow-up do encaminhamento dos associados para os parceiros do programa é administrado pela ABRH-SP. Sempre que um associado tiver interesse específico na escolha de um deles, pode fazê-lo se houver vagas disponíveis. Os associados interessados no TRHansição de Carreira devem se inscrever pelo e-mail transicaodecarreira@abrhsp.org.br, anexando o currículo e a informação do cargo exercido no último emprego.   Mais informações: (11) 5505-0545       Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de Julho de 2017

CONARH 2017 terá palestras em Libras

Pela primeira vez em suas 43 edições, e com o apoio da Syngenta, o CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas terá todas as suas palestras traduzidas por intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais), que estarão estrategicamente posicionados no auditório para propiciar o acesso ao conteúdo. Nas sessões de palestras simultâneas, em que serão realizadas seis apresentações ao mesmo tempo, cada um dos seis auditórios possuirá uma mesa reservada para o serviço de Libras.

 

O CONARH 2017 acontece de 15 a 17 de agosto, no São Paulo Expo, na capital paulista, onde a ABRH-Brasil e a ABRH-SP vão receber profissionais de Recursos Humanos, gestores de equipes, líderes empresariais, consultores e estudiosos do tema gestão de pessoas. Serão 43 palestras no congresso – sete magnas e 36 simultâneas –, além da feira de negócios Expo ABRH.

 

Confira a programação: www.conarh.com.br

    Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de Julho de 2017

Gestão de pessoas e o Modelo SCARF

O neurocientista David Rock, autor do livro Quiet Leadership, especializou-se em encontrar maneiras de aprimorar a capacidade de liderança através da observação da mente. Um dos vários modelos criados por ele é o SCARF, que pontua como o cérebro reage a atitudes e como reconhece ameaças sociais. Representado no Brasil pela consultoria Fellipelli, o modelo foi tema da palestra apresentada na manhã da última quinta, na sede da ABRH-SP, por Denise Manfredi, diretora técnica do NLI Brasil – Instituto de Neuroliderança. Segundo ela, o SCARF tem se mostrado de grande utilidade para empresas de todo o mundo que almejam aumentar a produtividade de suas equipes: “O líder que aprende de forma pragmática a empregá-lo entende o que impacta o time”. Denise explicou que, ao encarar determinada situação como ameaça, o cérebro aciona o sistema límbico e entra em estado de defesa. A questão é que, quando estamos com o sistema límbico no comando, pouco conseguimos usar o nosso córtex pré-frontal, área dedicada ao pensamento lógico e racional que nos torna mais produtivos. David Rock, em suas pesquisas, pontuou cinco gatilhos, ou necessidades básicas do cérebro social, que ativam o sistema límbico quando negligenciados: Status, Certeza, Autonomia, Relações e Justiça. Suas iniciais, em inglês, deram origem à sigla SCARF. Denise pontuou cada uma delas: Status – Todas as pessoas têm a necessidade de entender e saber sua posição em um grupo social. Também precisam ser valorizadas e respeitadas. Quando essa necessidade não é atendida, as pessoas se sentem excluídas e marginalizadas. Certeza – Nós precisamos de previsibilidade, que é fundamental para desempenharmos nossos papéis. Quando estamos com o status de certeza afetado, tornamo-nos inseguros, indecisos e trabalhamos na defensiva. No ambiente corporativo, está relacionado com transparência e com saber o norte da empresa. Autonomia – Ter o mínimo de autonomia também se encaixa como uma necessidade básica, afinal, as pessoas querem fazer escolhas, ter liberdade para tomar as próprias decisões. Relações – Somos seres sociais que só atingimos a plenitude vivendo em sociedade. Quanto mais cooperação e interação, mais produzimos o hormônio ocitocina que melhora o relacionamento interpessoal. Justiça – Necessitamos de trocas justas entre os iguais. Quando alguém se sente injustiçado ativa sentimentos como raiva e frustração, altamente tóxicos para o ambiente corporativo.       Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de Julho de 2017

50 empresas já aderiram ao ABRH-SP Premium

Lançado há um ano, o plano de associação destinado exclusivamente à Pessoa Jurídica ABRH-SP Premium tem conquistado adesões consistentes mês a mês. Cinquenta empresas já se interessaram pelo patamar de exclusividade do Premium, a maioria delas novas associadas que optaram pela proposta de valor oferecida pela Associação. O plano acrescenta à lista de benefícios a que têm acesso os associados da ABRH-SP (veja a relação completa em www.abrhsp.org.br/premiumvantagens consideráveis: passaporte para o CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas; inscrição no CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento realizado pela ABRH-SP em parceria com a ONU Mulheres; assinatura gratuita da revista Você RH na versão impressa; prioridade da imagem da empresa nos canais de comunicação da entidade nas mídias sociais; participação gratuita em workshops; e, ainda, locação gratuita de um dia do auditório da sede da ABRH-SP, localizada na Berrini.   “O Premium veio para ficar, pois as empresas perceberam o valor dessa relação diferenciada”, comemora o diretor de Relacionamento com os Associados Luiz Drouet. “Nós agora estudamos como aperfeiçoar o plano com a inclusão de novos benefícios”, antecipa. Para ele, esse momento que antecede a realização do 43º CONARH – programado para 15 a 17 de agosto, na capital paulista – é uma boa oportunidade para as empresas se associarem à ABRH-SP na modalidade Premium, usufruindo, assim, o benefício do passaporte para o evento.   Mais informações: (11) 5505-0545       Fonte: O Estado de São Paulo, 23 de Julho de 2017

A REFORMA TRABALHISTA

O ano de 2017 entra para a história das relações de trabalho no Brasil com a publicação da Lei nº 13.467 no Diário Oficial da União do último dia 14. Um dia antes, a Lei de Modernização Trabalhista, como é chamada, foi sancionada pelo presidente Michel Temer sem vetos, sob aplausos e protestos. Defendida pelo CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo da ABRH, a reforma contém alguns pontos polêmicos que, futuramente, poderão voltar à discussão em forma de Medida Provisória ou de um novo Projeto de Lei. Confira, a seguir, o posicionamento do CORHALE sobre alguns questionamentos: O texto manteve a possibilidade de trabalho insalubre para a gestante, desde que seja apresentado um atestado com liberação do médico. Atualmente, grávidas ou lactantes não podem trabalhar em condições insalubres e a empresa deve encontrar outra função ou local para ela durante esses meses. Como o CORHALE avalia isso? A questão das lactantes e gestantes virou polêmica sem razão, dado que hoje elas já trabalham assim, especialmente em hospitais e clínicas de saúde, não se justificando a grita da oposição. A regulação por Medida Provisória ou por novo Projeto de Lei deverá resolver todas as dúvidas e terá o nosso apoio.   Como o novo fracionamento das férias poderá influenciar empresas e funcionários? O fracionamento ajudará os empregados que precisam dividir seus períodos de descanso, seja por aspectos familiares, seja por lazer, e também contribuirá com as empresas, especialmente as pequenas, que não possuem mais de um empregado em cada cargo, favorecendo o planejamento das atividades.   A ampliação do conceito de jornada parcial poderá contribuir com o emprego? A jornada parcial anterior exigia acordo sindical, o que desmotivava as empresas em adotá-la. Agora, isso foi simplificado e deverá estimular novas contratações. Para os empregados, será ótimo, pois igualou sua condição geral com as dos que trabalham em tempo integral, especialmente na questão das férias.   O home office fica isento de controle. Isso desestimula as empresas a adotarem o sistema? O controle dependerá mais do cargo a ser exercido, pois, embora a reforma o dispense, há situações em que o controle total é altamente recomendável, como no caso dos call centers, e, em outras, totalmente dispensável, como já ocorre com executivos e cargos de confiança.   Há expectativa de geração de postos de trabalho a partir da reforma? Há uma enorme expectativa, inclusive com a aprovação do trabalho intermitente, que, hoje, certamente é feito de forma irregular e, com a previsão legal, dará segurança para sua regularização.   O Ministério Público do Trabalho é ferrenho opositor da reforma. Que desdobramentos essa oposição terá daqui para frente? O MPT tem agido ideologicamente, não racionalmente. Acreditamos que, após os efeitos positivos da nova lei, isso mudará.   Em relação à demanda na Justiça do Trabalho, o número de processos pode aumentar num primeiro momento? Pelo contrário. Acreditamos que a tendência é de diminuir sobremaneira o número de ações, de forma imediata, devido às várias medidas processuais aprovadas.   Como o RH poderá contribuir com as empresas com a reforma aprovada? O RH terá papel importante na implantação dessas medidas, mediante a correta e responsável adoção das novas práticas, impedindo distorções do que consta na nova lei.   Sobre a Lei da Terceirização, que está em vigor desde março, qual vem sendo o comportamento do mercado de trabalho nestes quatro meses? A terceirização vem sendo praticada sem atropelo e deverá ficar ainda mais fortalecida com a aprovação da reforma, que destaca, de uma vez por todas, o caráter liberal em sua adoção, confere total segurança jurídica e estabelece limites que evitam fraudes.   Para ficar por dentro das atividades do Comitê RH de Apoio Legislativo acesse o site www.corhale.org.br       Fonte: O Estado de São Paulo, 20 de Julho de 2017

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