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Nova diretoria na Regional Baixada Santista

 Novo diretor da Regional Baixada Santista, Djalma Moraes começou sua relação com a ABRH-SP em 2008 quando recebeu o primeiro convite para participar de uma reunião da entidade em Santos. “Naquela época, ainda não havia sido formalizada a mudança do nome de referência, que era APARH. Com a vinda da Roberta [Nunes Barbosa, gerente de Relacionamento com as Regionais da Associação], iniciamos um processo de troca de identidade e de objetivos.”

 

De lá para cá, ele ocupou as diretorias de Relação com Associados e Parcerias, de Marketing e a vice-diretoria Regional. “Agora nesta gestão, temos como objetivo buscar a definição de uma proposta de valor para os associados de nossa região, ou seja, utilizar a metodologia Canvas para identificar o que de melhor podemos oferecer, de acordo com a visão de nosso cliente.”

 

Além disso, segundo ele, a Regional dará ênfase ao evento focado em Liderança Feminina, aos Grupos de Estudos, à participação no Hub de RH, liderado pelo Grupo Anima/HSM, e cuidará das reuniões mensais com associados, chamadas de Gestão em Dia.

 

Licenciado em Psicologia, Moraes tem pós-graduação em Jogos Cooperativos e Teologia Messiânica e formação em Coaching pelo IBC.

 

Fonte: Jornal Estadão – 14/02/2016

Licença-Paternidade analisado pelo Corhale

Projeto que amplia licença-paternidade é acompanhado de perto e analisado pelo CORHALE

 

O aumento do tempo para os pais cuidarem dos recém-nascidos é uma das novidades do Marco Legal da Primeira Infância (PLC 14/2015), projeto que foi aprovado, no dia 3 de fevereiro, pelo Senado Federal, mas que ainda não está valendo, pois depende da sanção presidencial.

Anteriormente, a regra era a previsão estabelecida no artigo 473 da CLT, segundo o qual o empregado poderia deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário por um dia, em caso de nascimento de filho, no decorrer da primeira semana. A partir de 1988, a regra foi alterada pela Constituição Federal, prevendo que, até que seja promulgada a lei específica sobre o assunto, o prazo da licença-paternidade é de cinco dias.

Caso venha a ser sancionado pela Presidência da República, o PLC 14/2015 alterará a lei 11.770, de 9 de setembro de 2008, que instituiu o Programa Empresa Cidadã e faculta às empresas que a ele aderirem a ampliação do período de licença-paternidade (atual em 5 dias) por mais 15 dias, totalizando 20.

O benefício, entretanto, não é direito de todos, pois depende de a empresa aderir (ou não) ao Programa Empresa Cidadã. Apenas Pessoas Jurídicas tributadas com base no Lucro Real é que podem aderir e, com isso, deduzir do Imposto de Renda devido o total da remuneração paga no período de prorrogação da licença-paternidade. As empresas que optam pelo regime de apuração pelo Lucro Presumido e as classificadas no Simples (a grande maioria) ficam fora do Empresa Cidadã.

 

“Além disso, a lei exige que o pai requeira o benefício até dois dias úteis após o parto e comprove estar participando das atividades de orientação sobre paternidade responsável, mas não menciona quais são estas atividades. Como comprovar a participação, então?”, questiona Carlos Silva, diretor executivo Jurídico e Financeiro da ABRH-SP e coordenador do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, grupo criado pela ABRH-SP, com o apoio da ABRH-Brasil, para exercer influência sobre o processo legislativo trabalhista no Congresso Nacional e acompanhar projetos de lei.

Atualmente, explica Silva, o índice de adesão das empresas ao Programa Empresa Cidadã (que já existe desde 2008) é muito baixo exatamente porque apenas aquelas optantes ao sistema de apuração tributária pelo Lucro Real podem aderir. “Ainda assim, as que quiserem aderir, além da burocracia para tanto, terão de assumir o risco financeiro, pois se, ao final do exercício fiscal, apresentarem prejuízo ou baixo lucro, o custo com o programa fica todo, ou quase todo, por conta delas, pois havendo prejuízo inexistirá Imposto de Renda que permita compensar as despesas”, avalia Silva. “Como o PLC 14/2015 vai ainda à sanção presidencial, há que se aguardar um pouco mais.”

Ele lembra que o CORHALE acompanha de perto projetos como o Marco Legal da Primeira Infância, sempre com absoluta isenção político-partidária. “Buscamos ser fonte de consulta prévia à aprovação das leis, estimulando o debate de políticas públicas relativas ao âmbito do trabalho e emprego. Queremos ser uma Associação reconhecida no Congresso Nacional pelas relevantes contribuições do CORHALE no aperfeiçoamento das leis afeitas ao mundo do trabalho e que incentivem a desburocratização das atividades de gestão de pessoas, o fortalecimento das negociações, a diminuição dos conflitos e desoneração da folha de pagamento, entre outras.”

Para saber mais sobre o CORHALE, acesse www.corhale.org.br

 

Fonte: Jornal Estadão – 14/02/2016

Licença-paternidade pode passar a 20 dias

 O aumento do tempo para os pais cuidarem dos recém-nascidos é uma das novidades do Marco Legal da Primeira Infância (PLC 14/2015), projeto que foi aprovado, na última quarta-feira, pelo Senado Federal. O texto, que vai à sanção presidencial, amplia para 20 dias a licença-paternidade  – 15 dias a mais dos que os cinco estabelecidos por lei – por meio do Programa Empresa-Cidadã, que permite às empresas que concederem os dias a mais deduzirem os valores de impostos federais. Os mesmos direitos estão assegurados a quem adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção.

Segundo a Agência Senado, o Marco Legal determina um conjunto de ações para o início da vida, entre 0 e 6 anos de idade, e estabelece como questões prioritárias a serem cuidadas na primeira infância a saúde, alimentação, educação, convivência familiar e comunitária, assistência social, cultura, lazer, espaço e meio ambiente. Ainda de acordo com o texto, a educação será expandida para as crianças de 0 a 3 anos. As instalações e os equipamentos devem obedecer aos padrões de infraestrutura estabelecidos pelo Ministério da Educação.  

 

Fonte: Jornal Estadão – 07/02/2016

Prêmio Empreendedores em RH

O presidente da ABRH-SP Theunis G. Baronto Marinho recebeu, na última segunda-feira, durante evento realizado no auditório da Universidade Anhembi Morumbi, na capital paulista, o prêmio Empreendedores em RH. Concebida pelo Grupo Gestão RH, a premiação tem como propósito deixar transparecer para o mundo corporativo a contribuição de profissionais que, com seu talento pessoal, perseverança e muita liderança, conseguiram trazer inovação e desenvolvimento para o mercado de gestão de negócios e pessoas. Também receberam a premiação Wagner Brunini, vice-presidente Administrativo-Financeiro da ABRH-Brasil, e José Pereira Guabiraba, diretor comercial do Grupo Estado, entre outros.

 

Durante o evento também foram conhecidos os 100 Melhores Fornecedores para RH 2016, com os Destaques por Categoria, os Melhores Avaliados por Segmento, os 10 Mais e a Empresa do Ano.

 

Fonte: Jornal Estadão – 07/02/2016

Regional Campinas tem nova diretora

A admiração de Fabiola Lencastre, nova diretora da Regional Campinas, pela ABRH-SP é antiga. Ela já participava do CONARH quando ainda era estudante de Psicologia na metade dos anos 1990. Com o passar dos anos, o interesse só aumentou, principalmente depois que a ABRH-SP Campinas ganhou horizontes desafiadores. Em 2014, Fabiola foi convidada para assumir a área de Relações com Universidades da Regional e seis meses depois passou a vice-diretora, cargo que ocupou até dezembro último. “Então, fui surpreendida com o convite para assumir a diretoria no triênio 2016-2018”, lembra.

Segundo ela, as principais ações da Regional neste ano serão ampliar a integração e conexão com o associado e agregar valor à comunidade expressiva de RH da Região Metropolitana de Campinas. Formada em Psicologia pela PUC-Campinas e pós-graduada em Gestão Empresarial pela Unicamp, Fabiola é sócia-superintendente da Feeta Recursos Humanos, empresa especializada em soluções em RH e seleção de talentos. 

 

Fonte: Jornal Estadão – 07/02/2016

Regionais fortalecidas é o desejo da ABRH-SP

ABRH-SP tem como prioridade de crescimento ampliar a representatividade no interior do Estado

 

Uma prioridade chave de crescimento da ABRH-SP nos próximos anos está no interior de São Paulo. A Associação, que já conta com seis Regionais estabelecidas (Baixada Santista, Bauru, Campinas, Metropolitana Oeste, Ribeirão Preto e Sorocaba), pretende continuar sua expansão no Estado. “Ainda neste ano, devemos inaugurar mais uma unidade”, antecipa Guilherme Cavalieri, que assumiu a diretoria de Regionais nesta gestão.

 

Nos próximos três anos, Cavalieri contará com o apoio de Fernando Lima como diretor de Integração das Regionais. “O Fernando teve uma boa experiência à frente da Metropolitana Oeste, que se destacou pelo avanço rápido e os bons resultados. Ele vai usar esse conhecimento para apoiar e integrar as unidades, e promover a transferência de boas práticas.”

 

Quase todas as Regionais começaram 2016 com novos diretores. A exceção é Sorocaba, que continua liderada por Américo Garbuio Jr. A Regional Baixada Santista tem agora como diretor Djalma Moraes; Bauru, Laura Camara; Campinas, Fabiola Lencastre; Metropolitana Oeste, Mario Faccioni Jr.; e Ribeirão Preto, Heloísa Ribeiro (nesta e nas próximas edições, o Jornal Gestão de Pessoas publicará o perfil de cada um deles; leia abaixo o de Fabiola Lencastre).

 

Os novos diretores participaram de uma reunião de integração no último dia 28, na sede da ABRH-SP, quando apresentaram seus planos de trabalho estruturados com os desafios e projetos para este ano, como a continuidade dos Grupos de Estudos –  atividade bastante valorizada pelos associados –, a realização, bem como o apoio, de eventos regionais relevantes, maior integração e conexão com os associados e a organização de caravanas para o CONARH, o maior evento de gestão de pessoas da América Latina, promovido pela ABRH-Brasil com a copromoção da ABRH-SP.

 

Durante a reunião, o diretor Jurídico da Associação, Carlos Silva, destacou alguns pontos do estatuto social referentes às obrigações das Regionais. Já o presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho, falou sobre as prioridades da entidade neste ano e assumiu o compromisso de visitar, em um tipo de road show, cada uma delas nos próximos meses.  

 

“Esse compromisso do presidente indica o prestígio e a importância que o interior tem para esta gestão”, aponta Cavalieri, que destaca o clima de engajamento e comprometimento de todos os que participaram da reunião. “Além disso, estamos iniciando as atividades com uma governança bem organizada, com a realização de reuniões mensais e o estabelecimento de indicadores de performance”, ressalta.

Fonte: Jornal Estadão – 07/02/2016 

Presidente do Itaú Unibanco no CONARH 2016

O banqueiro Roberto Egydio Setúbal, presidente executivo do Itaú Unibanco e vice-presidente do Conselho de Administração da holding, confirmou presença na 42ª edição do CONARH, o maior evento sobre gestão de pessoas da América Latina, que a ABRH-Brasil e a ABRH-SP promovem de 15 a 18 de agosto, no Transamerica Expo Center, na capital paulista.

Apontado como o banqueiro do ano de 2011 pela revista europeia Euromoney, Setúbal estará no palco do congresso na manhã do dia 18, em uma palestra magna cuja tema abordará a cultura empresarial.

Outro empresário de destaque que já garantiu a participação no congresso é o publicitário Nizan Guanaes, sócio-fundador do Grupo ABC, holding composta de 14 empresas das áreas de Comunicação, Marketing e Entretenimento.  

 

Mais informações: www.abrhbrasil.org.br ou (11) 3138-3425

 

Fonte: Jornal Estadão – 31/01/2016

Desemprego global deve aumentar

Desemprego global deve aumentar neste e no próximo ano

O novo relatório World Employment and Social Outlook – Trends 2016, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), aponta a persistência das taxas de desemprego em todo o mundo e a vulnerabilidade crônica dos empregos em muitas economias emergentes e em desenvolvimento.

Segundo a notícia publicada no site da OIT (leia mais no link http://www.ilo.org/brasilia/noticias/lang–pt/index.htm), em 2015, o número final de desemprego é estimado em 197,1 milhões. Já neste ano está previsto um aumento de cerca de 2,3 milhões, o que levaria o número a 199,4 milhões. Em 2017, mais 1,1 milhão de desempregados provavelmente serão adicionados ao registro global.

“A significativa desaceleração das economias emergentes, aliada a um declínio acentuado nos preços das commodities, está tendo um efeito dramático sobre o mundo do trabalho”, afirma o diretor geral da OIT Guy Ryder.

Ainda de acordo com o relatório, a taxa de desemprego das economias desenvolvidas diminuiu de 7,1% em 2014 para 6,7% em 2015. Na maioria dos casos, no entanto, tais melhorias não foram suficientes para eliminar a lacuna de empregos que surgiu como resultado da crise financeira global. O desemprego global total de 197,1 milhões, em 2015, é 27 milhões superior ao nível pré-crise de 2007.

Um dado preocupante é o enfraquecimento das perspectivas de emprego nas economias emergentes e em desenvolvimento, notadamente no Brasil, na China e nos países produtores de petróleo. Enquanto isso, o relatório mostra que o emprego informal – como um percentual do emprego não agrícola – é superior a 50% em metade dos países em desenvolvimento e emergentes com dados comparáveis. Em um terço desses países, o emprego informal afeta mais de 65% dos trabalhadores.

O relatório também aponta para o fato de que a qualidade do emprego continua a ser um grande desafio. Embora tenha havido uma diminuição nas taxas de pobreza, a taxa de declínio do número de trabalhadores pobres nas economias em desenvolvimento desacelerou e o emprego vulnerável ainda responde por mais de 46% do emprego total no mundo, afetando quase 1,5 bilhão de pessoas.

 

NOTA

 

Melhores fornecedores para RH

Acontece amanhã, a partir das 17h30, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi (Rua Casa do Ator, 275, Vila Olímpia), na capital paulista, o evento de Certificação da Pesquisa Os 100 Melhores Fornecedores para RH 2016. Também serão conhecidos os Destaques por Categoria, os Melhores Avaliados por Segmento, os 10 Mais e a Empresa do Ano, além dos profissionais reconhecidos como Empreendedores em RH. Associados da ABRH-SP estão convidados para o evento. Inscrições gratuitas pelo link: http://gestaoerh.com.br/forms/fornecedoresrh/

 

Fonte: Jornal Estadão – 31/01/2016

Movimento HeForShe ganha espaço na ABRH-SP

ABRH-SP dá visibilidade ao movimento HeForShe, da ONU, na sua comunicação visual

Em novembro do ano passado, a ABRH-SP estabeleceu um compromisso com o movimento mundial de apoio à equidade de gênero ao firmar um memorando de entendimento com a ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres. O documento foi assinado pelo então presidente da ABRH-SP, Almiro dos Reis Neto, e pela assessora da entidade, Adriana Carvalho, durante a realização de um encontro do grupo de Liderança Feminina, mantido pela Associação.

Uma das áreas de cooperação estabelecidas no documento é a de dar visibilidade ao HeForShe, movimento criado pela ONU que une metade da humanidade (os homens) em apoio à outra metade da humanidade (as mulheres) para o benefício de todos. “Na ocasião da formalização do acordo, divulgamos que iríamos alterar toda a comunicação vsual da ABRH-SP acoplando a logomarca do movimento à nossa logomarca”, lembra o atual presidente da Associação Theunis Marinho. “Isso já está sendo feito nos nossos cartões funcionais, assinaturas de e-mails e meios de comunicação.”

Idealizadora do Grupo de Liderança Feminina da ABRH-SP, ao lado das outras diretoras da entidade (Edna Bedani, Lilian Guimarães e Luciana Carvas), Edna Vasselo Goldoni recorda que a aproximação com a ONU Mulheres aconteceu em razão da força do grupo, que reúne um grande número de profissionais de RH e executivas de sucesso. “Nós nos encontramos com a Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, e a Adriana Carvalho para estabelecer como a ABRH-SP poderia contribuir para a igualdade de gênero.”

Edna destaca a importância de fazer com que metade da população seja solidária com a outra metade por meio do HeForShe. “E o papel da ABRH-SP é o de potencializar o movimento através dos profissionais de Recursos Humanos.” Segundo ela, a Associação, ao longo deste ano, também vai intensificar as demais ações que constam do memorando de entendimento com a ONU Mulheres, como disseminar os princípios de empoderamento das mulheres conhecidos pela sigla WEPs (Women´s Emporwement Principles) e promover o diálogo entre vários movimentos e grupos que discutem a equidade de gêneros.

 

Brasil em quarto

Segundo notícia publicada no site da ONU Mulheres (www.onumulheres.org.br), o Brasil é o quarto país com o maior número de assinaturas de adesão ao movimento HeForShe. A maioria das assinaturas, 93 mil, está nos Estados Unidos. A lista com os top cinco inclui também Reino Unido, Equador, Brasil (com mais de 21,6 mil) e Canadá.

No site do movimento (heforshe.org), é possível saber o número de adesões de cada país e quais questões são consideradas mais importantes para cada um. No caso do Brasil, lutar contra a violência contra as mulheres deve ser a prioridade; outra preocupação é com os direitos trabalhistas.

 

Fonte: Jornal Estadão – 31/01/2016

Os benefícios de se associar a ABRH-SP

Por apenas R$ 384 (valor da adesão válido por dois anos), os associados da ABRH-SP têm uma série de benefícios, além do networking. Confira:

  • Desconto especial no CONARH  2016 – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, o maior evento do segmento na América Latina.
  • Até 20% de desconto em cursos/seminários/workshops realizados por parceiros e promovidos/apoiados pela ABRH-SP.
  • 15% de desconto nos cursos abertos de RH e 10% nos MBAs oferecidos pela Integração Escola de Negócios.
  • 5% de desconto no curso MBA-RH da FIA-USP.
  • 15% de desconto nos cursos de pós-graduação lato sensu Especialização oferecidos pela FGV em Campinas, Jundiaí e Limeira.
  • 10% de desconto na locação e 15% na compra de Vídeos de Treinamento da Siamar.
  • Descontos na compra de livros das editoras Qualitymark, Gente e Central de Negócios.
  • Assinatura gratuita das revistas Melhor, Profissional & Negócios e T&D.
  • Desconto na assinatura da Revista Ser Mais.
  • Desconto especial nas pesquisas salariais realizadas pela Wiabiliza.

Mais informações: www.abrhsp.org.br ou (11) 5505-0545

 

Fonte: Jornal ABRH-SP – 24/01/2016

Demissões de 2015 atingiram todos os setores de SP

Demissões atingiram todos os setores e regiões de SP em 2015

Pesquisa de Nível de Emprego, elaborada pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), apontou o fechamento de 235 mil vagas na indústria paulista no ano passado (sendo 53.500 só em dezembro), com piora em todas as regiões do Estado e em todos os setores industriais.

Entre os setores que mais demitiram, a indústria automotiva fechou 33.217 vagas em 2015, seguida pelo segmento de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, com 33.057 postos de trabalho a menos. O setor de máquinas e equipamentos demitiu 28.496 trabalhadores ano passado, enquanto a indústria de confecção de artigos do vestuário e acessórios fechou 21.130 vagas. Somente esses quatro setores correspondem a praticamente metade das vagas encerradas no ano.

Infelizmente, o prognóstico para o emprego industrial em 2016 indica não só a ausência de um processo de recuperação como também mais perdas de postos de trabalho ao longo do ano. O Depecon projeta queda de 6% do emprego na indústria em 2016, o equivalente a pelo menos 165 mil vagas fechadas este ano.

 

Acidentes no percurso casa-trabalho

Outro levantamento, este da Confederação Nacional da Indústria (CNI) feito em estatísticas da Previdência Social, apontou que, entre 2007 e 2013, o número de acidentes no percurso casa­-trabalho-casa cresceu 41,2%.

O estudo mostra que os chamados acidentes de trajeto subiram muito acima da média nacional de acidentes de trabalho, de 7,8% no período, e já respondem por 20% das ocorrências registradas no Brasil. “O dado é preocupante porque, embora sejam classificados como acidentes de trabalho, uma solução está fora do alcance de programas de prevenção, segurança e saúde das empresas”, afirma a diretora de Relações Institucionais da CNI Mônica Messenberg.

O dado mais recente disponível na Previdência Social indica uma escalada na participação dos acidentes de trajeto no total de acidentes de trabalho no país. Num período de sete anos, esse tipo de ocorrência passou de 15,2% para um quinto das Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas. Em números, os casos subiram de 79 mil para 111,6 mil, entre 2007 e 2013. Na indústria, o quadro se repete em proporção semelhante: os acidentes de trajeto cresceram 42% no mesmo período, chegando a 35,2 mil ocorrências.

 

Fonte: Jornal Estadão – 24/01/2016

O bom preparo ajuda a lidar com adversidades

Profissionais bem preparados demonstram capacidade e grande potencial para lidar com mudanças e adversidades

 

É nos momentos de mudanças e dificuldades, ou de “crise” como preferem alguns, que os profissionais bem preparados demonstram seu verdadeiro potencial, capacidade e condições para lidar com as adversidades. Sem o preparo prévio, fica bem mais difícil enfrentar tais momentos, propor soluções e permanecer engajado em meio à instabilidade. “Os profissionais que gerenciam e cuidam de suas carreiras são os que se destacam nessas horas”, lembra a diretora de Conhecimento e Aprendizagem da ABRH-SP Edna Bedani.

 

Para ela, uma boa definição de carreira é a do professor Joel Dutra, livre docente da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP): “Carreira é uma sequência de atitudes e comportamentos associada com a experiência e atividades relacionadas ao trabalho durante o período de vida de uma pessoa”.

 

É algo, portanto, que precisa de carinho, atenção e gestão ao longo de toda a vida produtiva. “Um trabalho de gestão de carreira bem-feito deve envolver quatro aspectos: autoavaliação/autoconhecimento, “auto” motivação, networking e relacionamento, e autodesenvolvimento”, assinala Edna, que atua na área de Recursos Humanos há mais de 20 anos e também é professora universitária, em cursos de pós-graduação e MBA executivo. 

 

O autoconhecimento é uma etapa importante para a tomada de consciência dos interesses e necessidades individuais, de definição de uma missão de vida, avaliação dos valores do trabalho e definição e cumprimento dos objetivos individuais – “o que eu realmente quero”! A “auto” motivação está relacionada com a procura do que motiva o profissional e o afastamento do que o desmotiva.

 

Já o networking significa a busca de relacionamentos sustentáveis. Não adianta procurar as pessoas apenas quando se está em busca de uma nova oportunidade de trabalho ou em transição de carreira. O networking é construído ao longo da vida social e corporativa. Também tem a ver com a imagem, com as condutas e posturas adotadas – como todo mundo sabe, não adianta ser bom, tem de parecer e ser percebido como tal.

 

O autodesenvolvimento, por sua vez, é autoexplicativo: os profissionais são responsáveis pelo próprio aprendizado, portanto, devem buscar ampliar e atualizar a formação, adquirir novos conhecimentos e buscar o aprendizado constante, bem como solicitar feedbacks dos colegas e superiores.

 

Em relação a esses dois últimos aspectos, as associações profissionais têm um papel importante. “Elas criam possibilidades de desenvolvimento e networking com profissionais de diferentes ramos de atividades, gerando oportunidades de aprendizado ‘sem igual’”, avalia Edna. “Também propiciam um ambiente favorável para o conhecimento, reconhecimento e desenvolvimento de competências.”

 

Com 50 anos de história, a ABRH-SP é um exemplo nesse sentido. A entidade sempre investiu em cursos e eventos de desenvolvimento para os profissionais de Recursos Humanos e sempre criou maneiras de proporcionar e facilitar o networking entre seus associados. Os Grupos de Estudos sobre diferentes temas de interesse de RH, mantidos há quase uma década, são um exemplo de troca de conhecimento e relacionamento (saiba mais sobre os benefícios de se associar à ABRH-SP na matéria abaixo).

 

Fonte: Jornal Estadão – 24/01/2016

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