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QUER SOBRESSAIR? APOSTE EM ATITUDES POSITIVAS

Mercado nervoso, economia instável, é fácil chegar no trabalho com o peso de ter que encontrar resultados imediatos a todo custo. Mas como buscar o melhor dos dois mundos?

 

Primeira atitude positiva é olhar para as notícias com neutralidade. Separar o que delas influencia e é útil para o seu trabalho. Os jovens da RHJunior Consultoria, ligada à FGV, enfrentam seus primeiros clientes com características próprias da geração Millenium e que podemos ampliar como sugestão para todas as idades.

Deixar de lado a competitividade excessiva é outra atitude importante. É hora de colaborar mesmo. Um ambiente em que todos querem ser mais que o outro não costuma ser realmente produtivo..”Ser amigo e estar presente e alerta para os problemas do cotidiano mostra parceria e dedicação e, com isso, fica mais fácil resolver problemas em equipe,” comenta Amanda Carolina Ferreira, diretora de marketing da empresa júnior.

Amanda diz que um momento que é fundamental olhar para o que está adiante e saber ouvir ao receber um feedback. “ Quando é chamado a atenção, publicamente ou em um feedback formal, é preciso ouvir, refletir sobre a falha e rever a forma de fazer.” Manter-se flexível constrói um diferencial na carreira.

Ponto nevrálgico é manter-se dentro da cultura da empresa e separar as práticas: “Você sabe qual o código de comportamento demandado pela empresa? Então não se baseie pelo que os colegas fazem de diferente. Se eles chegam atrasados ou não são fiéis aos prazos de entrega, não quer dizer que deva agir assim.”

O engajamento com a cultura precisa acontecer de forma natural: “os valores da empresa precisam ser os seus, para que não haja nenhum conflito importante entre o que se espera e como se age. Claro que sempre há uma adaptação, mas se os valores são totalmente diferentes, melhor rever

“Critério de muitos processos seletivos e definitivamente um dos mais observados, a proatividade é uma demanda universal”, lembra Amanda. Só que a definição de proatividade nem sempre é bem interpretada. “Precisa estar inserida no contexto da atividade. Antecipar o combinado e solucionar, com compartilhamento, para que o fruto dessa atitude esteja alinhado com a estratégia”.

O que mais as empresas esperam de você? Presença física e mental.” Hoje as distrações estão a dois cliques de nós. Quando vemos já desfocamos. Saber voltar para a tarefa e leva-la até o fim é uma qualidade observada,” explica a jovem.

Para terminar e mais que relevante: estar de olho na redução de custos ao seu alcance. Evitar horas extras desnecessárias e pequenos gastos da economia de papel na impressora à luz que larga acessa ao terminar o expediente. Cada pequeno gesto conta.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 18 de dezembro de 2015

Conheça o grupo que pode alavancar sua carreira

QUER ENTRAR PARA O GRUPO QUE PODE IMPULSIONAR SUA CARREIRA?

 

Selecionamos algumas atuações para inspirar a sua busca por conteúdos e relacionamentos que criem diferencial.

 

O tema preferido da maioria tem sido mesmo liderança: Como construir um caminho sólido até este posto e o que fazer com ele. Lucas de Sá, assistente de Diretoria da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, participa do grupo que trata do tema na ABRH-SP, em Barueri, e discutiu no trabalho que apresentou a atuação do Líder Coach. “O tema vai estar cada vez mais em pauta por conta da presença da geração Z nas empresas. Nosso trabalho quer ajudar a identificar o perfil desse novo estilo de liderança no Brasil”, explica. “O conteúdo gerado pelo grupo, que continua em 2016, vai servir para os gestores de pequenas a grandes empresas.”

 

Quais características estão mapeando? “A equipe acredita que é o melhor tipo de gestão, pois um líder coach está sempre perto de sua equipe. Fortalece o relacionamento e constantemente dá retorno aos seus colaboradores. As atitudes desse líder devem ser um exemplo para todos. Ele é ético, flexível, aberto a mudanças e focado em resultados. Tudo o que o mercado precisa e espera de um gestor.”  O coaching é uma técnica e o líder precisa se preparar para usá-la no contexto de cada equipe. Outra forma de “coach” é a mentoria, em que há mais flexibilidade para as intervenções.

 

No grupo de Assessment, coordenado por Alexandre Ribas, o destaque é para a troca de experiências que produzam conteúdos realmente aplicáveis no contexto atual das empresas. “O mercado e a literatura são carentes desse conhecimento e as ferramentas para avaliar o candidato estão se tornando cada vez mais relevantes para as empresas. Os gestores, consultores e profissionais de RH precisam saber como colocar a pessoa certa no lugar certo e fazer com que ela produza mais com menos”, explica Alexandre. “As ferramentas de assessment identificam o potencial, o talento das pessoas com informações precisas que ajudam gestores em contratações e promoções. Nossa discussão em grupo aprofunda opções e processos”, avalia Alexandre.

  

COMO PARTICIPAR

 

Para fazer parte de um dos Grupos de Estudos, tem que ser associado da ABRH-SP e estar em dia com a anuidade. Quem ainda não renovou, ou quer se associar pela primeira vez, pode se filiar, por um ano, pelo valor de R$ 320,00 ou por dois anos, por R$ 384,00. Os valores são parcelados em até 10 vezes. O associado tem acesso aos encontros do grupo e muitas outras atividades da ABRH-SP gratuitamente ou com descontos expressivos. Informações completas em: www.abrhsp.org.br

 

Fonte: Folha de Alphaville – 11 de dezembro de 2015

2016: quais as profissões que se destacarão

Mesmo com o mercado instável há profissões que serão mais procuradas nos próximos meses. ABRH-SP foi buscar essa informação para você.

 

Muita gente está pensando em como ampliar a área de atuação para se encaixar melhor nas oportunidades que podem surgir ano que vem. Não é mesmo tão simples: “Visualizar e encontrar as profissões mais promissoras ficou bem difícil. Como o mercado está instável e ainda não sabemos ao certo o que irá acontecer é complicado afirmar com 100% de certeza”, diz Claudia Monari, diretora de Assessment & Outplacement da Career Center.

Segundo Claudia, profissionais com expertise em redução de custos e processos, assim como os que prestam serviço em áreas que podem ser terceirizadas, serão destaque. “Vários executivos têm saído do regime CLT e criado suas empresas de consultoria. Esse novo formato tem agradado empresas que reduziram o quadro de funcionários, mas precisam de um especialista em determinada área. O ex-funcionário desempenha externamente a função e tem chance de expandir a atuação com liberdade para novos negócios.”

Entre as profissões que irão de destacar:

Analista Contábil

Com a complexa matriz tributária existente no país, analistas contábeis são sempre bem requisitados no mercado nacional. Como a expectativa do cenário econômico do ano que vem é de ligeira piora, este profissional tende a ser ainda mais requisitado por empresas. Isso porque excelência no planejamento tributário e na gestão de recursos financeiros é mais que prioridade.

Advogado Trabalhista


Redução de salários e jornadas de trabalho são alguns dos artifícios a que empresas têm recorrido para evitar demissões, mas acordos raramente são simples. O advogado trabalhista será fundamental para atuar na resolução de conflitos ligados às relações trabalhistas.

Profissional de mídias sociais


A comunicação mudou e com ela as competências das áreas que lidam com público interno e externo. Saber como encadear prioridades da empresa com as trocas de mensagens em tempo real, 24 horas, nas linguagens adequadas a cada rede social é uma habilidade que terá espaço.

 

 

Cuidadores

Na área da saúde e bem-estar, Cláudia ressalta os profissionais que lidam com terceira idade, como cuidadores. “O Brasil ainda não sabe cuidar dos mais idosos, mesmo com a população vivendo mais. Antes o foco eram as crianças, agora precisamos olhar para o idoso.”

RH com experiência em fusões

Opção única para sobreviver ou opção para potencializar mercado, a união de forças por fusão e aquisição tem sido razoavelmente frequente no cenário brasileiro. Ter experiência com essa integração, independentemente da formação, é um potencial de destaque para um candidato.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 11 de dezembro de 2015

ABRH-Brasil premia a ABRH-SP

ABRH-Brasil premia a ABRH-SP pela excelência na gestão e os resultados do CORHALE

 

Como parte das comemorações dos seus 50 anos, a ABRH-Brasil elaborou o projeto de Reconhecimento da Gestão das seccionais pelo trabalho realizado e pelo engrandecimento da marca ABRH, premiando-as em duas categorias: Excelência na Gestão e Grandes Ideias, Bons Resultados.

O trabalho do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo da ABRH-SP foi reconhecido na categoria Grandes Ideias, Bons Resultados, reservada para projetos inovadores que trouxeram excelentes resultados para a seccional e muitas vezes para todo o Sistema ABRH, levando em consideração os quatro pilares da entidade: representatividade, associatividade, visibilidade e sustentabilidade.

Já na categoria Excelência na Gestão, a ABRH-SP foi premiada por Informações e Conhecimento. A escolha se baseou em indicadores como os resultados da FAG, ferramenta criada pela ABRH-Brasil para acompanhar a gestão das seccionais.

A entrega da premiação aconteceu no dia 27 de novembro durante o jantar de confraternização das ABRHs realizado na cidade do Rio de Janeiro.

O CORHALE

Criado pela ABRH-SP em 2008 com o apoio da ABRH-Brasil, o CORHALE analisa projetos de lei em tramitação nas esferas legislativas (federal, estadual e municipal), decretos e portarias, e propõe alterações ou aditivos nos projetos em andamento por meio de notas técnicas enviadas aos seus autores e relatores. Desde 2014, o comitê também conta com a Subcomissão Propositiva para elaborar projetos e anteprojetos com foco no aperfeiçoamento da legislação e na inovação da relação capital-trabalho.

 

Fonte: Jornal Estadão – 13/12/2015

 

 

 

O DNA da Schneider é a sustentabilidade

Na Schneider Electric, a sustentabilidade faz parte do DNA da empresa Em tempos de COP-21, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas realizada em Paris, vale a pena falar de exemplos de empresas que incorporaram de fato a sustentabilidade no seu DNA. Uma delas é a Schneider Electric, reconhecida como a nona empresa mais sustentável do mundo. A participação do RH na forma como os colaboradores vivenciam esse valor e o ativismo da empresa na COP-21 são os temas desta entrevista com a vice-presidente de RH para a América do Sul, a francesa Mai-Lan Nguyen. Veja a seguir: GP – Há alguns anos a empresa promoveu uma transformação importante passando de líder em distribuição elétrica a especialista em gestão de energia. Como essa mudança foi incorporada pelos colaboradores?  MN – A sustentabilidade passou a ser o centro da estratégia da Schneider Electric a partir de uma extensa análise de megatendências promovida pela companhia entre 2008 e 2009. Essa mudança foi liderada pelo nosso CEO global Jean-Pascal Tricoire, um líder carismático e visionário. Veio dele a reflexão de que para evoluir na abordagem do tema, para ir além de um belo discurso, a Schneider Electric precisaria investir em educação e colocar a sua experiência e conhecimento a serviço de soluções para os principais dilemas do planeta. O papel da liderança nesses momentos é fundamental e isso fica bem claro na Schneider Brasil, que se tornou protagonista no tema. Temos a liderança – não só a presidente – engajada no tema; cascateamento de mensagem por meio de fóruns e treinamentos; temos metas e programas de sustentabilidade próprios e até um instituto, que promove o voluntariado e desenvolve nos nossos colaboradores algumas competências. Nós sentimos, não só dizemos, que a sustentabilidade hoje faz parte do nosso DNA, somos reconhecidos como a 9ª empresa mais sustentável do mundo e esta é definitivamente uma vantagem competitiva na atração e retenção de talentos. GP – Como o RH vivencia a sustentabilidade? MN – O RH tem um papel fundamental: ao mesmo tempo em que trabalhamos, por exemplo, para aumentar o percentual de mulheres no pipeline de talentos ou aumentar o índice de engajamento, nós também ajudamos as demais áreas a desenvolver as competências e preencher os gaps para que outras metas, como aumentar a participação de alguns produtos mais verdes ou reduzir nossas emissões, sejam atingidas. Acreditamos que uma cultura de alta performance é construída com alinhamento total aos valores da empresa e tendo as pessoas certas e as ferramentas e os processos adequados. Nosso objetivo é fazer com que as pessoas sejam reconhecidas como os melhores profissionais em sua indústria, aumentando sua empregabilidade. GP – Qual é a participação da empresa na COP-21? E qual o impacto dessa participação para o público interno? MN – Nosso CEO global, Jean-Pascal Tricoire, sempre diz que nós não somos otimistas nem pessimistas em relação ao clima; nós somos ativistas. Por isso, nós participamos ativamente da COP-21, a maior e mais importante conferência de clima, em duas frentes: uma global, na qual, novamente liderada pelo nosso CEO, assumimos compromissos para contribuir com a redução das emissões; e também uma local, buscando levar um novo olhar para acelerar a transição para uma economia de baixo carbono para o Brasil e os demais países da América do Sul. Há mais de cinco anos, nós começamos a falar sobre desenvolvimento sustentável e não é só porque a sustentabilidade está ligada ao nosso negócio. Ao criar raízes nos países onde temos operações, não podemos permanecer calados aos impactos inerentes ao crescimento demográfico e à industrialização. E é desse desejo de contribuir para a criação de nações e cidades mais sustentáveis, com mais qualidade de vida para os seus cidadãos, que nasceu um estudo exclusivo, que apresentamos, durante a COP-21, para os nossos stakeholders, incluindo, claro, os colaboradores. Tudo começa dentro de casa.  Em outubro, durante a Learning Week, a nossa semana voltada totalmente a treinamento e desenvolvimento, fizemos uma sessão especial sobre a COP-21, transmitida para todo o país. Nós temos uma rede social interna onde reforçamos nossas mensagens, trocamos informações, deixamos espaço aberto para dúvidas e promovemos, por exemplo, dinâmicas. Que funcionário não sente orgulho de ter a empresa participando de discussões importantes e propondo melhorias? Não se sente mais motivado ao entender que o seu trabalho, a tecnologia que vende, pode ajudar a combater o aquecimento global, o maior desafio da nossa geração? GP – Quais práticas de RH da Schneider são determinantes para a estratégia da empresa?  MN – A transformação da Schneider também passa pelo RH, cuja visão é a de promover uma cultura de alta performance por meio de práticas, como Feedback, Performance Management, Talent Management e Empowerment. Isso quer dizer que nós, como RH, damos suporte para que o gestor e o funcionário construam juntos um plano e uma estratégia de desenvolvimento coerentes com os objetivos da empresa e de carreira de cada um. Acreditamos em um modelo baseado nos 3 Es, isto é, Experiência (70%), Exposição (20%) e Educação (10%). Nosso funcionário conta com líderes preparados para apoiá-lo, mais de 25 mil cursos de e-learning a sua disposição, uma Universidade Corporativa com 14 academias e desafios no país e até no exterior. Cabe a ele ser mais determinado e proativo em relação à própria carreira e desenvolvimento.   Fonte: Jornal Estadão – 13/12/2015

Motivação precisa de motivo

Coluna Mediapool:  Daniela Vieira Cox

 

  Você trabalha por diversão, propósito, potencial, pressão emocional, razões financeiras ou por inércia? Essa divisão, feita pelos professores da Universidade de Rochester, Edward Deci e Richard Ryan, relembrada recentemente em artigo da Harvard Business Review, é para ser mesmo um mix. Mas para trabalhar motivado precisa identificar o que está pesando mais nessa equação e muita gente não sabe. Vai levando até o próximo e próximo contracheque e os anos se passam, com sorte, na mesma posição na equipe.

É a carreira por inércia e este é um dos pesadelos dos gestores atuais. Com paletó na cadeira, mas, na prática, sem 100% da camisa, esses colaboradores são alvo de inúmeros esforços de motivação e mobilização. Apresentam reações temporárias aos estímulos, mas voltam ao que, para eles, é um ponto de equilíbrio, muito distante do que gostariam e do que poderiam conquistar. Sim, pode ter solução. Crie um ritual que relembre e mantenha vivo diariamente o motivo, a diversão, o propósito, a identificação com a empresa e o prazer de estar no desafio. Não é simples. Não é produto de prateleira. Precisa ser verdadeiro para trazer sentido. Comece com você. Qual o seu motivo?

 

 Fonte: Folha de Alphaville – 04 de dezembro de 2015

COMO SERÁ EM 2016?

 

A Associação Comercial e Industrial de Barueri nos ajuda a traçar um cenário para o ano que vem. E você tem um mês para se preparar.

 

Segundo Moacyr Correa Felix, presidente da Associação Comercial e Industrial de Barueri, o ano foi desafiador, pois ninguém imaginou o que iria acontecer. “O empresário não tinha noção do que iria acontecer em 2015. Sabia que não ia ser bom, mas não sabia que o problema era tão profundo. Com isso não se preparou para a crise e hoje sofre as consequências,” explica Moacyr.

 “As perspectivas agora são de que a produção industrial continue a cair. Os estoques estão elevadíssimos, mais até que em outro período ruim, que foi 2009. O PIB reduzido em 2% vai ditar a produção. E, por tabela, as vendas.”

Moacyr acredita que a solução mais indicada é “inovar na redução de custos”. Como fazer com bem menos, como flexibilizar e encontrar soluções para atravessar a crise que não é só uma questão de gestão, mas que a gestão precisa antecipar não só problemas, mas saídas.

Para os que exportam, “a taxa de câmbio combinada à redução de salários, com o reposicionamento de mão de obra e times, pode amenizar no curto prazo”, pondera. “Mas é preciso um ajuste fiscal mais efetivo, que possibilite reduzir parte importante do custo, e também é preciso trabalhar para evitar o comprometimento com taxas bancárias.”

Mas e para quem está em busca de colocações no mercado de Barueri? Moacyr não acredita em grandes aberturas de postos, mas em recolocações: “Mão de obra qualificada ainda é um problema no Brasil e aqui na região temos procurado incentivar o desenvolvimento. Estamos falando de colaboradores para todas as áreas. As empresas precisam de resultados significativos com menos gente, logo, precisam de quem faz e faz bem. Dezembro é um excelente mês para pesquisar possibilidades de aperfeiçoamento. E nem todas exigem altos investimentos. Os portais de empregos mostram as exigências para contratação. Falta alguma delas para você? Corra atrás porque 2016 vai ser difícil, mas, se ficar parado, fica impossível”.

 

 

AGENDA:

 

Desenvolvimento de Analista de Treinamento

7 e 8 de dezembro, das 8h30 às 17h30

 

O curso para analistas de T&D, com até dois anos de experiência na função, tem como objetivo compreender a importância da área de T&D dentro das estratégias da organização, desenvolver as competências necessárias para sustentação ao processo de educação corporativa nas organizações, refletir sobre o papel do analista de T&D nos processos de educação corporativa, conhecer metodologias de ensino e aprendizagem no contexto de educação para adultos (andragogia), conhecer as etapas de um planejamento de T&D, diagnóstico, construção de um treinamento e avaliação de treinamento, conhecer os quatro níveis de avaliação (reação, aprendizagem, comportamento e resultado).

Mais informações: contato@abrhsp.org.br ou (11) 5505 0545

 

Fonte: Folha de Alphaville – 04 de dezembro de 2015

Demissão Assistida, saiba mais

Demissão Assistida: oportunidade e responsabilidade

Mais comum em setores como telecomunicações, bancos, química, petroquímica e farmacêutico, esse recurso vem sendo mais procurado por empresas de outros segmentos para minimizar o estresse pré-enxugamento. Você sabe como aderir a um programa desses?

Clima de tensão se administra. Expostos ao constante noticiário sobre a economia no país, os colaboradores já chegam na empresa com aquela sensação de que “vai sobrar”. E, realmente, são muitos os reflexos diretos do encolhimento que vêm chegando ao RH. “Os programas de transição de carreira surgem como uma maneira de tranquilizar o funcionário: a empresa não vai abandoná-lo, nem mesmo diante da possibilidade de desligamento. Isso reforça a cultura e ameniza o inevitável”, resume Fernando Lima, diretor da Regional Metropolitana Oeste.

Para Karin Parodi, CEO do Career Center, “oferecer ferramentas para o crescimento pessoal e profissional de seus funcionários agrega valores dentro e fora da organização, construindo uma visão positiva da empresa, melhorando os processos internos e externos. Os funcionários que passam pela demissão assistida têm mais chance de recolocação e, muitas vezes, em posições melhores”.

Entre as atividades oferecidas, a estruturação da pesquisa de mercado: que empresas têm perfil com sinergia com esse profissional, quais podem ter oportunidades em desenvolvimento e como se apresentar com discurso adequado para o momento daquela instituição. “É preciso enxergar a carreira como um negócio próprio, com a dedicação de um empreendedor ativo”, completa Karin.

Quando é oferecido um coaching, o profissional que presta este auxílio ajuda o colaborador a encontrar caminhos compatíveis e promissores com perguntas. As dúvidas são naturais, mas as respostas não podem chegar prontas. É um processo de descoberta. Requer mente aberta e um esforço para atualização e renovação que é individual. Ninguém pode percorrer esse caminho por você, mas pode te dizer que pegando esse ou aquele viés você costuma se deparar com essa ou aquela oportunidade. E nem sempre depende de cenário econômico”, alerta Fernando.

Se o RH da sua empresa ainda está na dúvida sobre adotar, se ainda está colocando custos e benefícios na balança, Fernando lembra que esse esforço economiza outros que podem ser maiores: o de reter talentos essenciais e o de atrair os talentos certos, quando for novamente necessário. “Com essa visão responsável, quem está dentro sabe que pode ficar mais tempo e, se não conseguir desenvolver a carreira, terá ajuda na hora de sair. E quem está fora vê no programa de outplacement (demissão assistida) mais uma segurança para abraçar o novo time.”

 

Fonte: Folha de Alphaville – 04 de dezembro de 2015

Entrevista com Donizetti Moretti

Donizetti Moretti destaca a importância do Engajamento

 

 

Braço direito do atual presidente da ABRH-SP, o Vice-Presidente Donizetti Moretti conversou conosco sobre tema de extrema importância para empresas de todos os portes: engajamento. A partir do ano que vem, quando a entidade será comandada por nova diretoria até 2018, ele estará à frente do Conselho Deliberativo da ABRH-SP, cargo para o qual foi recentemente eleito como presidente.  

 

1)   O engajamento está diretamente relacionado ao desempenho final da empresa? Explique.

Há uma correlação direta entre engajamento individual, das equipes e resultados organizacionais. A coordenação das expectativas profissionais individuais, integrada aos planos de ações, decorrente de um planejamento contínuo é fundamental para a sinergia organizacional. Entendo engajamento como ação mais ampla que desempenho.   

 

2) De que forma se pode estimular o engajamento no ambiente corporativo? Cite os principais exemplos.

A Comunicação Constante e Sistemática na gestão das operações empresariais, entre líderes, equipes e profissionais, no acompanhamento das ações e seus resultados, incorporando contribuições individuais dos profissionais nos diferentes níveis organizacionais, propiciam as pré-condições para o estímulo ao engajamento.

Alguns exemplos: Reuniões periódicas com equipes, divulgação constante de resultados, objetivos e desdobramento de metas, escuta ativa aos profissionais da ‘linha de frente com os clientes’, celebração e reconhecimento de conquistas e resultados intermediários, integrados a um sistema estruturado de definição e acompanhamento conjunto, coletivo e individual de metas e resultados.

 

3) Como se mede engajamento?

Tenho preferência a considerar o resultado do engajamento naquele obtido por um conjunto de indicadores previamente definido e compartilhado entre todos na equipe, onde estão explicitados resultados operacionais, satisfação de clientes, financeiros, gestão de pessoas e sustentabilidade da organização, portanto com ênfases mutáveis conforme estratégias. Neste contexto, as expectativas dos acionistas, gestores, profissionais, clientes e sociedade devem estar contempladas. O grau de evolução nos indicadores e sua abrangência deve ser alinhado ao estágio de governança da organização e buscando a continuidade no aprimoramento.       

Em outra forma, com um único índice, qualquer que seja sua magnitude e relevância, acentua-se o risco de avaliar engajamento por uma fórmula reducionista das amplas possibilidades de se considerar a excelência na administração empresarial e a satisfação de cada pessoa que opta por engajar-se à organização num momento profissional particular de carreira e vida pessoal, que não deve ser menor na busca dos fatores para engajamento.

 

4) É possível envolver pessoas de áreas muito distintas em uma atividade que os engaje? Como isso pode ser feito e que resultados isso traz?

Sem dúvida a resposta é afirmativa, com resultados superiores quando do envolvimento amplo e autêntico das pessoas, e não apenas nos momentos de crise, ainda que este pode ser estimulador temporal e com causa objetiva. Vários são os processos organizacionais já experimentados, além da comunicação aberta anteriormente citada, alguns exemplos são: equipes multifuncionais, por projeto, células de trabalho, liderança compartilhada por processo e conquista de um resultado/objetivo macro com ações.

São particularmente estimulantes os exemplos de resultado no engajamento dos cientistas das áreas de Pesquisa e Desenvolvimento envolvidos com profissionais de campo no atendimento ao cliente final, em trabalhos de inovação.

 

5)  Empresas maiores geralmente possuem uma hierarquia bem definida e é mais difícil o presidente ou CEO que está no topo interagir com os demais colaboradores. De que forma esse líder pode manter sua equipe engajada?

Se adotamos hierarquia e estrutura organizacional como elementos necessários para facilitar a realização da atuação empresarial e o processo de tomada de decisões, e não, erroneamente, como fonte de poder personalista e centralizado, a interação profissional terá melhor fluidez, mesmo em grandes corporações complexas. A efetividade estará demonstrada nas decisões cotidianas, entre os gestores líderes, responsáveis conjuntos ao CEO, na demonstração de princípios e atitudes contínuas. De fato, estamos falando da construção da cultura organizacional, com avanços e retrocessos, que deve estar fundamentada em elementos de gestão perenes.

 

6)  Diante da atual situação de crise econômica, de que forma uma equipe engajada pode ser eficiente?

Na identificação, conjunta, de oportunidades adjacentes, revisão de processos e novas alternativas discutidas na amplitude organizacional, entre equipes, de forma estruturada e sem deixar de considerar o efeito das decisões sobre a individualidade dos profissionais, aqueles que tanto se deseja na busca do elevado engajamento organizacional. Desconsiderar a pessoa no momento de crise é ação inibidora ao engajamento futuro desejado. 

O Brasil requer um salto significativo de produtividade, que persistirá após o momento agudo desta crise econômica. Este fator, a produtividade no ambiente do trabalho, qualquer que seja o estágio de gestão, porte e segmento, pode ser elemento que propicie aos líderes de equipes darem causa à ação de engajamento contínuo entre pessoas, equipes e organizações. O catalisador é a oportunidade do ganho coletivo da empresa, e a sociedade brasileira, num país economicamente mais competitivo no futuro.             

 

Talk Show “E quem fica?”

Talk show aborda situação dos profissionais que não foram demitidos

 

Com uma plateia seleta, o talk show “E quem fica?” aconteceu na última quarta, 24, e abordou a situação das pessoas e o clima organizacional das empresas após as séries de demissões deste ano. A iniciativa do Gruca (Grupo Campinas de Recursos Humanos) contou com apoio da IBE-FGV e participação da professora doutora em Administração, Paulette Melo.

 

Com welcome cofee e estacionamento gratuito aos participantes, o talk show teve o objetivo de aproximar as lideranças e estabelecer estratégias comuns ao momento atual. A coordenadora do Gruca, Miriam Patini, acredita que o evento trouxe um tema intrigante e atual. “É hora de cuidar e motivar esse pessoal que permaneceu na organização, após essas mudanças estruturais. Afinal, os resultados passam pelas mãos deles”, disse.

 

Presente no evento, o presidente da IBE-FGV Heliomar Quaresma falou na abertura e convocou os presentes a se manterem firmes e continuarem se especializando e qualificando seus times. “Em tempos de hipercompetitividade, só permanecem os melhores entre os melhores”, destacou.

 

Fonte: Correio Popular – 29/11/2015

ABRH-SP se compromete com a ONU mulheres

ABRH-SP faz compromisso com a ONU Mulheres durante evento do grupo de Liderança Feminina

A ABRH-SP estabeleceu um importante compromisso com o movimento mundial de apoio à equidade de gênero ao firmar um memorando de entendimento com a ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres.

O documento foi assinado pelo presidente da ABRH-SP, Almiro dos Reis Neto, e pela assessora da ONU Mulheres, Adriana Carvalho, durante a realização, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, do encontro do Liderança Feminina, grupo mantido pela entidade paulista.

Entre as áreas de cooperação estabelecidas estão: disseminar os princípios de empoderamento das mulheres; dar visibilidade ao HeforShe, movimento criado pela ONU Mulheres; promover oficinas para sensibilizar os gestores de RH; e promover o diálogo entre vários movimentos e grupos que discutem a equidade de gêneros.

Para um público de cerca de 120 profissionais, o presidente da ABRH-SP falou da importância da iniciativa para melhorar as estatísticas da presença feminina nos cargos de lideranças. Ele também fez um apelo: “Gostaria que vocês levassem a mensagem de hoje para suas empresas, que, sem dúvida, têm muito a ganhar com a maior participação das mulheres”. 

Além da assinatura, o encontro do Liderança Feminina promoveu uma mesa redonda com Adriana Carvalho, Tânia Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul, e Lívia Azevedo, vp & general counsel do Walmart Brasil, com a moderação da diretora da ABRH-SP Lilian Guimarães.

 

Fonte: Correio Popular – 29/11/2015

Resiliência na hora da demissão

Desenvolvimento de comportamentos resilientes nos processos de demissão

 

Em um ano, 1,2 milhão de empregos com carteira assinada foram perdidos no país. A notícia é alarmante e faz nos depararmos com um dos processos mais dolorosos dentro das organizações: a demissão. Nesse ato, temos envolvidos os gestores, os demitidos e os sobreviventes que permanecem na organização.

 

Um olhar mais apurado pode revelar que a resiliência traz ricas possibilidades para o enfrentamento do elevado estresse nesse período – aqui ligado à sobrevivência pessoal e profissional de milhões. Na teoria da “Abordagem Resiliente”, que tem em seu eixo o desenvolvimento humano para o bem-estar por meio da resiliência, nós encontramos evidências de que pessoas que trabalham sua flexibilidade são as que se adaptam mais rapidamente às circunstâncias e sobrevivem às mudanças constantes, e que tais processos ocorrem de modo mais eficaz se as pessoas se perceberem apoiadas. O que nos levou a debater sobre: diante da atual vulnerabilidade dos empregos, e tendo o gestor como protagonista desse processo, pode ele criar um ambiente de proteção e apoio favorecendo o surgimento de comportamentos resilientes por parte de quem é apartado da organização (demitidos) e por quem permanece (sobreviventes)?

Sabido é que conduzir os processos de desligamentos com lisura e respeito, estar próximo da equipe, detectar lideranças negativas, identificar colaboradores engajados, favorecer o desenvolvimento profissional por meio de novos projetos que tirem a empresa da inércia pós-mudança são ações que podem fazer a diferença. Contudo, a maneira como os gestores extraem sentido de uma situação de crise e atribuem significado pode ser fundamental para a resiliência nesses contextos permeados de enormes incertezas e angústias.

 

Como subsídio, apresentamos cinco áreas da vida essenciais para o enfrentamento do estresse, contempladas na “Abordagem Resiliente”, e que acreditamos serem cruciais para que o gestor conduza o processo de demissão focado no incremento da resiliência:

 

  • Autocontrole – apresentar-se apto a administrar suas emoções diante da situação de estresse para discernir qual comportamento é adequado ao momento e a cada colaborador, seja ele o demitido ou o que permanece. O que muito prejudica nesses cenários é um gestor não controlado em suas emoções e com comportamentos extremados.
  • Autoconfiança – cultivar a convicção de ser capaz de solicitar, negociar, recorrer e utilizar todos os recursos que estão ao seu alcance para administrar a situação e de ser eficaz nas ações que precisa tomar diante de cada um dos envolvidos.
  • Análise de contexto – estar capacitado para identificar e perceber precisamente as causas, as relações e as implicações dos problemas, dos conflitos e das adversidades de todos os presentes nessa situação, em geral, muito tensa.
  • Conquistar e manter pessoas – ter amadurecido para se vincular a todos os envolvidos no processo sem receios ou medo de fracassos, favorecendo a formação de fortes redes de apoio e proteção. Inclusive em sua vida familiar na qual pode muito se nutrir nessas horas.
  • Empatia – comunicar com competência ao entender o outro e se fazer entender ao emitir mensagens que promovam interação e aproximação junto aos apartados da organização e aqueles que permanecem.

 

Outra questão que se apresenta é: e quem apoia o gestor envolvido nesses processos de fusões, aquisições ou reestruturações de seus quadros?

Nas organizações com uma área de RH disposta à inovação, criação de novos comportamentos e, essencialmente, a apoiar o protagonista desse processo – o gestor –, a implementação de uma metodologia pautada na resiliência pelo RH favorecerá todos quanto ao desenvolvimento de comportamentos resilientes para lidarem com essas situações de altíssimo estresse.

 

Concluímos que o desenvolvimento de comportamentos resilientes pelo gestor pode favorecer todos os envolvidos nessa situação altamente complicada. E que a área de RH pela sua atuação pode ser mais que ator. Pode vir a ser líder do processo como facilitadora das condições para mudanças de atitudes em demandas tão drásticas sobre a quais os envolvidos têm pouco controle.

 

Por George Barbosa e João Marcos Varella, facilitadores do Grupo de Estudos em Resiliência da ABRH-SP, e Monica Barbosa, integrante do mesmo grupo

 

Fonte: Jornal Estadão – 06/12/2015

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