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Elaine Saad eleita presidente da ABRH-Brasil

Ex-presidente da ABRH-SP, Elaine Saad é a nova presidente da ABRH-Brasil

 

Em 27 de novembro, a ABRH-Brasil realizou as eleições para definir suas lideranças para o triênio 2016-2018. Elaine Saad foi eleita presidente da Diretoria Executiva. Atualmente, ela é vice-presidente de Leyla Nascimento, que, em dezembro, encerra seu segundo mandato à frente da associação e, em janeiro de 2016, passa a ocupar a presidência do Conselho Deliberativo.

 

Durante três anos, Elaine estará no comando da ABRH-Brasil tendo a seu lado Daviane Chemin, atual presidente da ABRH-PR, como vice-presidente e Wagner Brunini na vice-presidência Administrativo-Financeira.

 

Tanto os líderes da Diretoria Executiva como os integrantes dos Conselhos Deliberativo, Consultivo e Fiscal foram eleitos pelos presidentes das 22 seccionais da associação distribuídas pelo país.

 

Ex-presidente da ABRH-SP, entre 2008 e 2009, Elaine pretende estabelecer uma relação estreita com a entidade paulista: “A nossa gestão tem como mote ‘Influência e Ação’. Só vamos conseguir atingir essa ambição com a participação de todas as seccionais da ABRH. E a ABRH-SP é fundamental nesse processo, não só pelo tamanho do mercado que representa, mas também por exercer uma ampla influência no interior do Estado. Só com a profunda participação do RH de São Paulo, e sua presença nas discussões, teremos amplitude para influenciar a forma de agir dos gestores de pessoas”.

 

Além de Elaine e Brunini, que também presidiu a ABRH-SP entre 2010 e 2012, São Paulo estará representado no Conselho Fiscal da Brasil com as participações de Cleo Carneiro e Walter Sigollo, ex-presidentes executivos da seccional paulista, e Felipe Westin, ex-presidente do Conselho Deliberativo. Além de Theunis Marinho, presidente eleito da ABRH-SP para o próximo triênio, no Conselho Consultivo.

 

CONARH

Uma das parcerias mais bem-sucedidas da ABRH-Brasil com a ABRH-SP é a realização em conjunto do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas na capital paulista. Para a próxima edição do evento, agendada para o período de 15 a 18 de agosto no Transamerica Expo Center, as entidades liberaram preços promocionais até o final deste mês.

 

Saiba mais em www.conarh.com.br

 Fonte: Jornal Estadão – 06/12/2015

Posse do conselho

Integrantes dos Conselhos Deliberativo e Fiscal eleitos para o triênio 2016-2018 tomaram posse na última quarta

 

Os atuais integrantes dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da ABRH-SP fizeram sua última reunião na quarta passada, ocasião em que também assinaram o termo de posse os conselheiros e os membros da diretoria executiva eleitos para os próximos três anos. Todos os eleitos assumem seus cargos na primeira quinzena de 2016.

Conforme estabelecido no estatuto vigente, durante a reunião foram escolhidos presidente, vice-presidente e secretário do novo Conselho Deliberativo. A eleição para presidente teve duas candidaturas – algo inédito na história recente da entidade. Concorreram ao cargo Donizetti Tadeu Moretti, atual vice-presidente da diretoria executiva, e Fernando Lima, diretor da Regional Metropolitana Oeste da Associação, ambos voluntários com longa história de dedicação à ABRH-SP.

Para que acontecesse da forma mais democrática possível, a eleição foi realizada com o uso de cédulas e sob a fiscalização e o acompanhamento do conselheiro vitalício José Augusto Minarelli. Ao final, Moretti foi eleito. “Espero contribuir para que o grupo de conselheiros continue fazendo um bom trabalho”, ele disse, já antecipando que pretende propor a modernização e atualização do estatuto a fim de que algumas questões possam ser aprimoradas.

Candidatos únicos e individuais às posições de vice-presidente e secretária, os conselheiros César Gomes e Ana Maria de Freitas também foram eleitos. Ambos têm em seus currículos muitos anos de dedicação à causa associativa e à ABRH-SP.

Atual presidente do Conselho Deliberativo e presidente da diretoria executiva a partir do próximo ano, Theunis Marinho destacou as práticas de governança corporativa da entidade e o processo saudável e democrático da eleição realizada entre os conselheiros.

Na sequência da reunião, o presidente executivo Almiro dos Reis Neto apresentou um resumo da gestão que se encerra agora no final de 2015. Segundo ele, quase tudo o que foi planejado e proposto no início do mandato, em 2013, foi executado, a exemplo de algumas realizações como o crescimento da base associativa, a inauguração de duas novas Regionais (Metropolitana Oeste e Sorocaba) e a ampliação dos serviços para os associados e profissionais de Recursos Humanos.

 

Fonte: Jornal Estadão – 29/11/2015

Igualdade de Gênero é essencial aos negócios

Empresas precisam entender que a igualdade de gênero e raça é boa para os negócios e a sociedade

 

Recentemente, a ABRH-SP firmou um memorando de entendimento com a ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, que estabelece diferentes áreas de cooperação, como promover oficinas para sensibilizar os gestores de RH sobre temas como a importância da igualdade de gêneros para os negócios. Na entrevista a seguir, Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, fala sobre esse acordo de cooperação e sobre os obstáculos que ainda precisam ser vencidos para uma real equidade de gêneros no país.

GP –  De acordo com dados da PNAD divulgados recentemente, as mulheres brasileiras recebem, em média, 74,5% do rendimento dos homens. Esse número evoluiu muito pouco em relação à pesquisa anterior. O que tem de ser feito de fato para haja equidade salarial?

NG – As empresas têm de atuar para que seja quebrado o “teto de vidro”, corrigindo a desigualdade salarial, apoiando as mulheres para ascensão profissional, criando ambientes e mecanismos inclusivos para que as trabalhadoras não tenham de fazer a dura opção entre vida pessoal e profissional. A ONU Mulheres e o Pacto Global desenvolveram a plataforma “Princípios de Empoderamento das Mulheres”, composta por sete passos que as empresas têm de dar para promover mudanças exitosas dentro das corporações e influenciar positivamente cadeia de fornecimento, setor de negócio e comunidade. É importante que as empresas entendam que a igualdade de gênero e raça é boa para os negócios e para a sociedade. É esta a liderança que as companhias precisam assumir. É inadmissível que, por exemplo, uma trabalhadora negra receba, em média, 300% do que um trabalhador branco.

 

GP – Em pleno século 21, quais os preconceitos ainda enfrentados pelas mulheres no âmbito do trabalho?

NG As mulheres ousaram questionar escalas de valores de renúncia familiar e do mercado no momento em que afirmaram o seu desejo de atuar nessas duas frentes. São reações o preconceito e as pressões para que abrissem mão de uma área ou outra. E, felizmente, percebemos que a pressão das mulheres tem sido maior e obrigado as famílias e as empresas a negociar, repensar matrizes de funcionamento e se reorganizar. Embora gerações de mulheres tenham se sacrificado e nem mesmo tenham tido a chance de desfrutar melhores condições, percebemos que hoje novos arranjos têm sido possíveis para que elas possam se desenvolver pessoal e profissionalmente sem ter de abrir mão da sua satisfação. Isso passa, sobretudo, em novas relações com homens em que eles devem assumir as tarefas de cuidado.

 

GP – Como convencer as empresas de que a igualdade de rendimentos e oportunidades para as mulheres traz mais ganhos para os negócios? E como entidades como a ABRH-SP podem ajudar nesse processo?

NG – É preciso que as empresas assumam o papel de enfrentar o núcleo gerador e mantenedor das desigualdades. No Brasil, as mulheres têm mais anos de estudo do que os homens, mas ainda são menos remuneradas em torno de 30%. A situação se apresenta de maneira mais cruel, quando incluída a dimensão racial. Em 2010, o Perfil Racial, Social e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil, traçado pelo Instituto Ethos, revelou que a presença de negros e negras está concentrada na posição operacional (31%), reduzindo-se na medida em que os postos e os salários se tornam mais valorosos: 13% na gerência e 5% nas diretorias. Para as mulheres negras, a situação se torna mais perversa: apenas 0,5% nas posições executivas. Isso é um escândalo. Ainda recaem sobre as mulheres os cuidados com filhas e filhos, pessoas idosas e enfermas, além de toda a administração da vida doméstica. No mundo, a participação política alcança 25% e, no Brasil, as parlamentares são 11% do Congresso Nacional. Urge novo pacto entre Estados e sociedades que realmente elimine as desigualdades e reestabeleça novas práticas políticas, econômicas e sociais. Pela ONU Mulheres, enxergamos estes próximos 15 anos como janela de oportunidade para enfrentar as desigualdades e a nossa proposta objetiva é “Por um planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero”. A liderança de Recursos Humanos é chave para a agenda de atração, retenção e promoção de pessoas, enfim gestão de pessoas e transformação cultural e de competências da liderança. A ABRH-SP é uma referência para essas discussões e estudos sobre gestão de pessoas, e trabalha em rede com a ABRH-Brasil e a ABRH de vários Estados. 

GP – O que a ONU Mulheres espera do memorando de entendimento firmado com a ABRH-SP?

NG Estamos confiantes de que, a partir da nossa parceria, a ABRH-SP incorpore internamente a perspectiva de gênero na sua relação com colaboradoras e colaboradores, assuma liderança em favor da igualdade de gênero junto a associados e fornecedores e seja influente no seu setor. Enxergamos a ABRH-SP como uma aliada do movimento ElesPorElas (HeForShe) que encoraje mais empresas a adotarem os Princípios de Empoderamento das Mulheres. A ABRH-SP tem potencial de colaborar para as transformações que o mercado de trabalho brasileiro necessita para que a igualdade seja reconhecida como um catalisador de crescimento para as empresas e para a pessoas. É por meio do diálogo com lideranças industriais, oficinas para sensibilizar gestoras e gestores de RH que a ABRH-SP pode colaborar para que a igualdade de gênero e raça seja uma realidade no Brasil em 15 anos.

 

 

GP – Qual o balanço do movimento HeForShe no Brasil?

NG O Brasil conta com 19 mil adesões, 4% do total das adesões mundiais que hoje somam 504 mil. Os homens brasileiros estão assumindo posição pública em defesa dos direitos de mulheres e meninas e refletindo sobre o próprio papel. Empresários e dirigentes de empresas, artistas, jogadores de futebol, torcidas, políticos, caminhoneiros, cidadãos comuns estão entendendo que precisam fazer parte da mudança que o mundo precisa. Como diz a embaixadora global da ONU Mulheres, Emma Watson: “Se não você, quem? Se não agora, quando?”

 

Fonte: Jornal Estadão – 29/11/2015

3 anos de Destaque

Presidente da ABRH-SP destaca iniciativas da associação no último triênio


O presidente da associação, Almiro dos Reis Neto, fala sobre sua gestão, planos pessoais e também sobre os desafios que os profissionais de Recursos Humanos terão nos próximos anos. Confira abaixo:


– Quais iniciativas poderias destacar ao longo de sua gestão à frente da ABRH-SP?

Ampliamos a atuação da ABRH no Estado de São Paulo com inauguração de duas regionais: uma em Sorocaba e outra intitulada de Metropolitana Oeste (que atende cidades como Barueri, Osasco, Jandira, Itapevi, Carapicuíba, Cotia, Santana de Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus e Araçariguama). Isso tem feito o nosso número de associados crescer significativamente, alcançando este mês nossa meta de 4.000 associados, com um crescimento de cerca de 50% em relação a 2012. Junto às seis regionais, desenvolvemos novos grupos de estudos para levar conhecimento e aprendizado para mais profissionais. Em 2015 tivemos um total de 940 participantes nos grupos de estudo. Também podemos destacar o RH Conecta, fórum online que reuniu especialistas de renome para discutir temas de interesse dos gestores de pessoas. Recentemente assinamos um acordo de cooperação com a ONU para o projeto He for She (Eles por Elas), para o empoderamento das mulheres e equidade de oportunidades profissionais. Nosso Comitê Jurídico, Corhale, também se desenvolveu e entrou numa fase mais propositiva, não só analisando as leis em tramitação, como pensando e propondo novos projetos de leis ao Congresso. Deixo a ABRH em 31 de dezembro muito satisfeito com os resultados que esta diretoria conquistou. Atribuo o sucesso e evolução dos últimos três anos, principalmente, à escolha de bons colegas, diretores e gestores nas regionais, comprometidos com a ideia do voluntariado – em paralelo às funções que exercem em seus empregos – e dedicados a motivar e contribuir com a comunidade de RH de São Paulo.

 

– Quais são os seus planos pessoais para além da ABRH-SP?

Voltarei a me dedicar integralmente a minha consultoria, a Franquality, e continuarei dando aulas e pesquisando pelo MBA de Recursos Humanos da FGV. Planejo publicar também um novo livro baseado em minha experiência de projetos de transformação cultural.

 

– Na sua opinião, quais serão os principais desafios dos profissionais de Recursos Humanos para os próximos 2 anos e como enfrentá-los?

Sem dúvida, os dois próximos anos ainda serão muito difíceis para a economia. Pesquisas já estão indicando uma queda significativa do PIB, que implica em mais desemprego, e os profissionais de Recursos Humanos precisarão saber lidar com todas essas mudanças. É necessário sustentar uma visão de médio – longo prazo para ajustar a reestruturar a empresa a seus novos custos e, mais do que isso, encontrar maneiras criativas de reter, motivar e desenvolver as pessoas na empresa, criando alternativas para minimizar os impactos da economia. Acredito que inovação será um fator significativo para que as empresas superem esta difícil situação econômica e a área de RH terá um importante papel nesta transformação. 

 

– Em relação à cultura organizacional das empresas, o que deve mudar e como os profissionais da área podem fazer para se adaptar?

Depois de trabalhar por décadas a capacitação de indivíduos e times, muitas empresas estão se dando conta de que também é estratégico trabalhar sua cultura para alinhar o comportamento coletivo da empresa à sua estratégia. De um lado, as empresas estão vendo que alguns traços de cultura que já contribuíram para os resultados históricos da empresa precisam ser alterados em vista do cenário competitivo e econômico atual. As lideranças têm que mostrar, na prática, novos comportamentos que podem contribuir para seus resultados futuros.

 

– Quais habilidades, na sua opinião, são imprescindíveis para um bom gestor de RH?

As habilidades e competências necessárias dependem do momento. Na atual situação de crise econômica, por exemplo, percebo que o mercado tem exigido profissionais que saibam analisar números e tomar decisões difíceis. Também é necessário que tenham uma visão sistêmica, interagindo com as áreas de negócio como a comercial e de vendas. Um bom gestor de RH precisa pensar na estratégia de médio/ longo prazo e conseguir influenciar seus colegas no sentido de antever oportunidades. 

Também vale a pena mencionar que, nos últimos anos, a ABRH-SP tem dado o exemplo na formação de novas lideranças, sempre renovando parte de sua diretoria e trazendo novos Presidentes da Diretoria que, ao mesmo tempo, estão alinhados com nosso compromisso de contribuição efetiva para a comunidade, e trazem muita inovação para a Associação. A partir de 2016, a nova diretoria da ABRH-SP será liderada por Theunis Marinho (confira os eleitos aqui).

Desejo muito sucesso à nova Diretoria!

Preocupado com o número de ações trabalhistas?

Número crescente de ações trabalhistas preocupa você?

Na última edição da revista VocêRH (outubro/novembro de 2015), a reportagem “Menos empregos, mais ações” faz um alerta assustador: o número de funcionários que entram na Justiça contra seus empregadores deve dobrar em 2015. De acordo com a reportagem, só no primeiro semestre deste ano o número de ações trabalhistas recebidas pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, responsável pelos casos do Estado de São Paulo, já era superior ao registrado no decorrer dos dois anos anteriores.

O tema, que é cada vez mais estratégico para as empresas e seus profissionais de Recursos Humanos, está na pauta do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, grupo mantido pela ABRH-SP com o apoio da ABRH-Brasil. Saiba mais em www.corhale.org.br

 

 Fonte: Jornal ABRH-SP – 22/11/2015

Fatores de sucesso da Edenred

Focar no potencial e aprimorar retenção e desenvolvimento são os fatores de sucesso da Edenred

 

Na última quarta, a ABRH-SP encerrou a programação de eventos deste ano na sede com a apresentação do case da Edenred sobre Avaliação de Resultados x Desenvolvimento e Reconhecimento de Pessoas pelo diretor de RH da empresa José Ricardo Amaro. Presente em 42 países, onde emprega mais de 6 mil colaboradores, a Endered é reconhecida pelas práticas de gestão de pessoas no Brasil, país que é responsável por 45% do volume de negócios da empresa no mundo.

Amaro não deixou de falar dos modelos de home office, de investimento em qualidade de vida e bem-estar, e de reconhecimento e mérito na área comercial, que são uma referência na área de Recursos Humanos, mas destacou as mudanças feitas desde que chegou à empresa há cerca de um ano e meio. “Temos procurado implementar a cultura da meritocracia e sido mais críticos na definição de metas. Também adotamos um modelo mais simples e objetivo de competências”, assinalou.

Segundo ele, com base em um estudo de Harvard, a Edenred Brasil adotou como fatores chaves de sucesso se cercar dos melhores e, portanto, focar no potencial, aprimorar retenção e aprimorar o desenvolvimento. Esses três fatores foram bastante enfatizados por Amaro na apresentação.

Oriundo da área de auditoria, ele também destacou o que a Edenred tem feito para medir a efetividade das práticas e programas da área. “Nós criamos o Dashboard de RH, que é um painel de controle para justificar e tangibilizar os investimentos em Recursos Humanos”, explicou. Na área de promoção à saúde, bem-estar e qualidade de vida, por exemplo, a preocupação é a de monitorar a sinistralidade; nas operações de RH é a de diminuir a quantidade de horas extras; já na atração, um dos indicadores medidos é o tempo de preenchimento de uma vaga, e assim por diante.

CONARH 2016

A agenda de eventos do ano da ABRH-SP chegou ao fim, mas as possibilidades de desenvolvimento com condições especiais para os profissionais de Recursos Humanos continuam abertas. Até o dia 31/12, as inscrições para o CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas têm valores convidativos: R$ 2.388,00 para associados da ABRH-SP; e R$ 3.343,20 para não associados.

Principal evento de gestão de pessoas da América Latina, o CONARH tem sua 42ª edição agendada para o período de 15 a 18 de agosto no Transamerica Expo Center, na capital paulista.

Informações: (11) 3138-3425 ou congressista2016@conarh.com.br

 

Fonte: Jornal ABRH-SP – 22/11/2015

Grupos de Estudos de 2016 terá novidades

 

 

Temporada 2016 dos Grupos de Estudos terá novos temas e mais benefícios para os participantes

“Foi de grande valia participar dos Grupos de Estudos da ABRH-SP. Além de contarmos com uma ótima estrutura, tivemos a possibilidade de interagir com profissionais da área a fim de ampliar o conhecimento e aquecer o nosso network.” Foi assim que a associada Fernanda Felix Pires avaliou a sua participação no Coaching 1, que assim como os demais grupos encerrou suas atividades neste mês.

Fernanda ressaltou ainda o trabalho das facilitadoras. “Tivemos o apoio e a orientação de duas grandes profissionais (Cássia Verginia e Lidia Pagni) para vivenciarmos ali não apenas um Grupo de Estudos, mas o desbravar do conhecimento, a potencialização das relações humanas e o incentivo ao desenvolvimento.”

Ao todo, 940 associados participaram dos cerca de 40 grupos abertos no início do ano na sede, em São Paulo, e pelas Regionais Baixada Santista, Campinas, Metropolitana Oeste, Sorocaba e Ribeirão Preto sobre os mais variados temas, como Liderança e Sucessão, Resiliência, Gestão de Carreira, Consultoria Interna, entre outros. Em razão da procura, mais grupos foram lançados no segundo semestre do ano na sede e pela Regional Metropolitana Oeste.

“Na nossa avaliação, o ciclo deste ano foi bastante positivo”, reflete a conselheira da ABRH-SP Ana Maria de Freitas, diretora dos Grupos de Estudos. “Com o início da nova gestão da diretoria executiva da entidade [para o triênio 2016-2018], seremos um pouco mais ousados nas inovações com novos temas e mais benefícios para os participantes para que o associado perceba que agregamos valor à atividade.”

A proposta é sempre fazer com que os grupos sejam um espaço de reflexão e desenvolvimento para os profissionais de Recursos Humanos de todos os níveis, montando uma programação que atenda aos diferentes perfis, do iniciante ao executivo. “Entretanto, o convívio de diferentes gerações e perfis no mesmo espaço também é produtivo para os participantes.”

As sugestões começaram a ser analisadas na reunião de avaliação, realizada com os facilitadores dos grupos na última quarta na sede da ABRH-SP. “Senti os facilitadores muito motivados para continuar o trabalho no próximo ano e com bastante disposição de inovar”, destaca Ana Maria.

Lançados pela entidade paulista em 2007, os Grupos de Estudos são um case de sucesso da Associação com número de inscritos e relevância crescentes. Para participar, é preciso ser associado da ABRH-SP.

 

Mais informações: (11) 5505-0545

 

Fonte: Jornal Estadão – 22/11/2015

Engajamento é a palavra de ordem

Ter os colaboradores comprometidos de fato sempre foi o sonho das organizações. Porém, mais recentemente, ir além do comprometimento tornou-se o novo lema das organizações.  A diretora da ABRH-SP Campinas, Elizabeth Rodrigues, e o diretor de Comunicação, Gilberto Sobrinho, falaram sobre o assunto especialmente para a página Gestão de Pessoas.

Para Elizabeth os resultados do engajamento são fundamentais. “Colaboradores engajados estão dispostos a colocar o melhor de si todos os dias, por isso, produzem mais e melhor”, afirma. Sobrinho afirma que as empresas vêm buscando, de fato, não só colaboradores que façam bem feito o seu trabalho no dia a dia. “É preciso ser um embaixador da marca e da cultura da organização, falar bem da empresa, recomendá-la para seus amigos como se o local fosse uma verdadeira família”, diz.

Gestão de Pessoas – Porque colaboradores com alto nível de engajamento são cada vez mais importantes nas organizações?

Gilberto – Não há melhor garoto propaganda do que quem de fato se identifica e está verdadeiramente engajado com a empresa, em uma ligação que vai muito além dos produtos e serviços, passando pela identificação com a cultura da empresa e alinhamento com os seus valores.

Elizabeth – Já é senso comum que são as pessoas que fazem a diferença nas organizações. Colaboradores engajados produzem melhores resultados, atuam de forma proativa na busca de melhoria contínua e eficiência, criam inovações e tornam a empresa mais sustentável e competitiva.

GP – O que de fato cria engajamento?

Gilberto – Não há uma fórmula mágica ou um padrão para isso, pois cada empresa tem suas características, seu DNA, seu conjunto de crenças e valores. Mas, a forma como cada organização cria um ambiente favorável aos seus colaboradores influencia muito. Acredito que o papel da empresa é identificar as expectativas de seus colaboradores e criar um clima organizacional alinhado com elas, o que também ajuda na definição de práticas e políticas de recursos humanos e desenvolvimento.

Elizabeth – O verdadeiro engajamento realmente se cria quando os colaboradores se identificam com o propósito da organização, quando empresa e colaboradores compartilham a mesma causa. Sentir-se integrante de uma relação de trabalho justa, onde as duas partes ganham, é fator essencial para engajamento. Programas de reconhecimento, oportunidades de desenvolvimento e crescimento, ambiente de trabalho adequado, comunicação clara e transparente são iniciativas corporativas que potencializam o nível de engajamento dos colaboradores.

GP – Qual o papel da liderança no nível de engajamento dos colaboradores?

Gilberto – Para cada colaborador, a primeira referência da organização é sempre dada pelo superior imediato. Ele é, de fato, a organização no dia a dia. Como ele está mais próximo de cada um de seus colaboradores, deve ficar atento às necessidades de cada um, aos temas mais relevantes, o que alavanca ou atrapalha a performance das pessoas em suas atividades e o que de fato gera engajamento.

Elizabeth – Sempre acreditei que é a liderança quem representa os valores e práticas da organização perante seu time. E cabe a liderança, sim, a responsabilidade de criar um ambiente que promova o engajamento. Ela é o elo entre empresa e colaborador. É a liderança quem transforma em verdade o propósito e os valores que a empresa comunica.

GP – Qual é a importância da comunicação no processo de engajamento?

Gilberto – Quanto maior for a abertura e transparência da liderança e da empresa em relação aos negócios, mercado, resultados e expectativas em relação a performance individual e coletiva dos colaboradores, maior será o nível de engajamento entre as pessoas.

Elizabeth – A comunicação é fundamental para gerar engajamento. Não compramos o que não conhecemos ou acreditamos. Da mesma forma, a comunicação é essencial para conectar o colaborador com o propósito da empresa, com as expectativas sobre ele, com a situação do negócio, seja através da liderança direta ou outros canais mais formais de comunicação.

Gilberto – Se considerarmos que engajamento tem a ver com o quanto a pessoa valoriza e fala bem a respeito de onde trabalha, com orgulho e paixão, e o quanto ela recomenda a empresa como um ótimo lugar para se trabalhar, ela será um grande canalizador da imagem da marca e da empresa e isso é um ativo inestimável, e o melhor de tudo é que custa muito pouco.

 

Exclusiva para associados da ABRH-SP, uma visita às instalações da Elektro, empresa que se distingue pelas boas práticas de gestão de pessoas e coleciona premiações, foi realizada na tarde de 6 de outubro e teve a participação de 40 convidados entre executivos de Recursos Humanos de empresas da região e diretores das Regionais da Associação.

 

Fonte: Correio Popular – 25/10/2015

 

LUGAR DE JOVEM É?

É junto com outros jovens que têm a mesma preocupação em desenvolver habilidades que possam utilizar para tornar o ambiente de trabalho mais colaborativo e dinâmico. Você se vê em um ambiente assim?

Na ABRH-Jovem, iniciativa da Regional que engloba Barueri e Alphaville, o grupo que começou a se encontrar em julho trabalha as competências para alcançar com solidez posições de liderança no cenário em constante transformação em que vivemos nos diferentes setores da economia, em empresas públicas, privadas e do terceiro setor.

Dentro dos desejos dos jovens, captados pelo estudo Empresa dos Sonhos dos Jovens, que apresentamos aqui na edição passada, 94% disseram que sairiam da empresa por conta de um gestor mal preparado. “Esse grupo é exatamente para fazer com que o jovem, que será alçado à posição de gestão, desde o momento em que começa a se destacar na empresa, já inclua práticas condizentes com o que se espera dele, tanto de conhecimento quanto de relacionamento”, explica Paulo Bastos, coordenador da ABRH-Jovem. “Nossas discussões envolvem a formação de equipes, a busca saudável por produtividade e resultados.”

Nos encontros, os participantes têm contato com empresários e executivos que talvez só tivessem no mercado de trabalho e a atual falta de vínculo, inclusive, derruba barreiras para que os mais tímidos possam perguntar e receber as informações diretamente daquele que, um dia, poderá assinar a contratação. José Henrique Ribeiro, sócio-diretor da rede Fran’s Café, responsável pela gestão de todo o processo da franqueadora, foi um dos que dividiu a experiência. Assim como Almiro dos Reis Neto, presidente da consultoria Franquality e da ABRH-SP. “Ter a possibilidade de compartilhar experiências, ideias, anseios e perspectivas de carreira com profissionais já destacados em suas empresas traz olhares externos transformadores e fundamentais para o momento que vivemos”, avalia Daniel Freire Lopes, coordenador de Operações na TV Globo e integrante do grupo.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 13/11/2015

TRABALHO TEMPORÁRIO NA CRISE: NÃO DESISTA!

 

Você aposta em dezembro com lojas cheias ou vazias? Para Fernando Calvet, presidente da Confederação Latino Americana de Trabalho Temporário e Terceirização de Serviços, “vamos ter uma queda de valores comercializados e não de itens vendidos. As pessoas não vão deixar de comprar, mas vão optar por produtos mais baratos”.

Fique atento, currículo na mão, e pesquise: com lojas mais cheias, segundo ele, pode ser necessário contratar de última hora e não vai dar muito tempo de treinar e selecionar. “Os temporários ajudam nos setores como pacote, estoque e na reposição de mercadorias, que tornam a vida do consumidor mais confortável”, relata. A qualidade desse serviço não é dispensável.

Fernando defende que, mesmo no momento difícil que estamos vivendo, “os empresários não podem deixar de acreditar e de investir. Quando eles recuam, tornam a crise ainda pior. O problema é que, por uma questão de cultura histórica dos brasileiros, as crises são ‘amenizadas’ com corte de mão de obra. É preciso ter bom senso. Se o empregador aposta no caos e tenta reduzir custos demais, pode prejudicar ainda mais o negócio”. 

Se pela análise do sindicato, a mão de obra é a primeira a ir para o sacrifício em tempos de crise, a bandeira da entidade, que defende leis menos rigorosas para as contratações, poderia ajudar muito nessa época. As palavras-chave são flexibilização e modernização.

Atualmente, a lei permite a contratação de temporários sem motivo justificado somente em dois casos: aumento comprovado de serviço e substituição do pessoal permanente. O sindicato quer mudar isso.

“A gente luta para incluir o jovem no trabalho temporário sem motivo. É bom para o empregador que não terá tantos custos e ótimo para o funcionário. Ele vai usar a oportunidade para conhecer a função, treinar, se capacitar. Se tivesse uma lei que facilitasse isso, hoje poderíamos ter outro cenário de contratações.”  

 

Enquanto isso não acontece, as dicas são: foco nas oportunidades, perseverança e preparar-se constantemente para entrevistas. “Se o candidato sabe quem ele é, o que ele quer e está pronto, certamente vai ter grandes chances de conseguir o que procura”, finaliza Fernando.

Outra observação importante: as vagas temporárias nem sempre vão para os bancos de empregos, principalmente quando o tempo para preencher é curto. Então, não dá pra ficar de olho só nos mecanismos online. Precisa mesmo bater perna. O velho cartaz na porta e distribuir contatos pessoalmente. Isso já mostra uma das características mais desejadas do mercado: iniciativa.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 13/11/2015

Conheça o projeto da Edenred

Conheça o case de avaliação de resultados da Edenred

Entender como trabalha o RH da Edenred, empresa que é reconhecidamente uma referência nas práticas de gestão de pessoas, é sempre uma boa oportunidade para quem atua na área de Recursos Humanos. Por isso, vale a pena assistir à palestra Avaliação de Resultados x Desenvolvimento e Reconhecimento de Pessoas, que a ABRH-SP promove nesta quarta, a partir das 9 horas na sua sede, com o diretor de RH da empresa, José Ricardo Amaro.

Segundo ele, “quando bem aplicada e bem gerenciada, a avaliação de resultados pode influenciar na motivação e no comportamento dos indivíduos, redirecionando-os para ocupar cargos estratégicos dentro das organizações”.

Líder mundial em cartões e vouchers de serviços pré-pagos, a Edenred está presente em 42 países. No Brasil, a empresa integra as marcas Ticket e Accentiv´Mimética. 

O evento é gratuito para associados. Não associados pagam R$ 70.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

 Fonte: Jornal Estadão – 15/11/2015

ABRH-SP assume compromisso com a ONU mulheres

ABRH-SP assina memorando de entendimento com a ONU Mulheres durante evento do grupo de Liderança Feminina

 

Na quinta passada, a ABRH-SP estabeleceu um importante compromisso com o movimento mundial de apoio à equidade de gênero ao firmar um memorando de entendimento com a ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres.

O documento foi assinado pelo presidente da ABRH-SP, Almiro dos Reis Neto, e pela assessora da ONU Mulheres, Adriana Carvalho, durante a realização, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, do encontro do Liderança Feminina, grupo mantido pela entidade paulista (veja quadro).

Entre as áreas de cooperação estabelecidas no documento estão: disseminar os princípios de empoderamento das mulheres conhecidos pela sigla WEPs (Women´s Emporwement Principles); dar visibilidade ao HeforShe, movimento criado pela ONU que une metade da humanidade (os homens) em apoio a outra metade da humanidade (as mulheres) para o benefício de todos; promover oficinas para sensibilizar os gestores de RH sobre temas como a importância da igualdade de gêneros para os negócios; e promover o diálogo entre vários movimentos e grupos que discutem a equidade de gêneros.

Para um público de cerca de 120 profissionais da área de Recursos Humanos presente no encontro, o presidente da ABRH-SP falou da importância da iniciativa e do quanto é fundamental melhorar as estatísticas da presença feminina nos cargos de lideranças das organizações. Ele também fez um apelo à plateia: “Gostaria que vocês levassem a mensagem de hoje para suas empresas, que, sem dúvida, têm muito a ganhar com a maior participação das mulheres”. 

Além da assinatura do memorando de entendimento, o encontro do Liderança Feminina promoveu uma mesa redonda com Adriana Carvalho, Tânia Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul, e Lívia Azevedo, vp & general counsel do Walmart Brasil, com a moderação da diretora da ABRH-SP Lilian Guimarães.

À frente de uma empresa que é referência nas práticas da equidade de gênero, Tânia Cosentino deu ênfase ao ganho econômico para a sociedade com a inserção da mulher no mercado de trabalho no mundo, lembrou de levantamentos que apontam o melhor desempenho de empresas que têm seu board diretivo diversificado, e se disse contra a política de cotas para mulheres dentro das organizações, “porque isso não significa que elas serão ouvidas”.

Já para Lívia Azevedo, a igualdade é uma questão moral, de direitos e de negócios. Ela falou dos programas de equidade de gênero do Walmart, “de porta para dentro e de porta para fora”, lembrou que globalmente as mulheres estão incluídas no processo decisório da companhia, ocupando 50% do board, e da importância do engajamento dos presidentes e CEOs das empresas para promover a igualdade.

 

A criação do grupo de Liderança Feminina da ABRH-SP foi uma iniciativa das diretoras da entidade Edna Bedani, Edna Goldoni, Lilian Guimarães e Luciana Carvas. Seu propósito é debater e desenvolver temas relacionados aos desafios das mulheres e à valorização do feminino.

 

Fonte: Jornal Estadão – 15/11/2015

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