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Dois anos do Grupo Líderes de RH

Entrevista Guilherme Cavalieri: dois anos do Grupo Líderes de RH

 

Idealizado por Donizetti Moretti, vice-presidente da ABRH-SP, o Grupo Líderes de RH completa aniversário de dois anos no próximo mês de novembro. Em entrevista, o diretor de Relacionamento com Associados da ABRH-SP Guilherme Cavalieri falou das vantagens e objetivos dele.

 

Por qual motivo o grupo foi criado?

O grupo surgiu depois que identificamos que muitos estavam chegando a posições mais elevadas dentro das empresas sem possuir networking suficiente para o cargo.  Queremos profissionais que ocupem nível hierárquico abaixo dos VPs de RH para oferecer-lhes a possibilidade de se exporem, se desenvolverem junto a outros líderes.

 

Com que frequência o grupo se encontra e quais temas já foram discutidos?

As reuniões ocorrem mensalmente na sede da ABRH-SP e os temas são definidos sempre na reunião anterior. Há, inclusive, espaço para especialistas convidados como, por exemplo, os que tivemos ao longo deste um ano: o consultor expert em conflitos de gerações Sidnei Oliveira, a relações públicas pós-graduada em Liderança Viviane Mansi, e a Doutora em Sociologia das Organizações e Mestre em Antropologia do Consumo Carmen Migueles. Foram discutidos temas como “Encontros de Gerações”, “Storytelling para estratégias de engajamento”, “Lideranças Competitivas – Gestão da Mudança” entre outros.

 

Quantas pessoas fazem parte do grupo?

Atualmente, possui 38 participantes, mas sempre se renovando e abrindo espaço para novos participantes. Além dos encontros presenciais, o grupo possui interação ativa através de redes de contato (whatasapp, e-mail etc).  

 

Quem pode participar do grupo Líderes em RH?

A empresa ou o profissional interessado deve se filiar à ABRH-SP e este grupo é específico para gerentes sêniores e diretores de RH, que reportem diretamente para os VPs. Interessados devem entrar enviar o currículo para gruposdeestudos@abrhsp.org.br ou entrar em contato no telefone (11) 5505-0545. 

Novos grupos de SP e Barueri

São Paulo e Barueri ainda têm grupos com inscrições abertas

A ABRH-SP lançou recentemente três novos Grupos de Estudos na sua sede, com início no segundo semestre deste ano: Coaching, Programas de Estágio (promovido em parceria com o CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola) e O Papel do RH na Resolução de Conflitos Organizacionais. Desses, só o último continua com as inscrições abertas.

Segundo os facilitadores Marc Burbridge e Fernanda Levy, o grupo tem como objetivos conduzir pesquisas e estudos sobre as raízes dos conflitos internos nas organizações, sobre os métodos apropriados para a sua gestão e resolução, e o papel do RH nesses processos.

Também os grupos da Regional Metropolitana Oeste da ABRH-SP, com início ainda neste segundo semestre de 2015, estão com as inscrições abertas. Administração de Pessoal, Gestão de Saúde e Segurança, e Governança Corporativa em Empresas Familiares são os temas desta edição, que tem sua reunião de abertura programada para esta terça, das 19h30 às 21h30, no Fran´s Café (Av. Andrômeda, 612, cj. 616/624) de Alphaville, Barueri. Será uma boa oportunidade para conhecer melhor os temas e a metodologia utilizada.

Para participar dos grupos, é obrigatório ser filiado à ABRH-SP e estar em dia com a anuidade.

Mais informações: (11) 5505-0545

 

Fonte: Folha de Alphaville – 25/10/2015

O que faz de uma empresa o sonho dos jovens

 

Divulgada anualmente há 14 anos, a pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, realizada pela Cia de Talentos em conjunto com a Nextview People, já se consolidou como um importante indicador do que as novas gerações pensam sobre as organizações. Para falar dos resultados deste ano, a ABRH-SP convidou Adriana Chaves, sócia-diretora do Grupo DMRH, ao qual pertence a Cia de Talentos, para apresentar uma palestra na sua sede, que acontecerá nesta quinta, das 14 às 16h30.

Adriana vai analisar por que, pelo segundo ano consecutivo, o Google conquistou o primeiro lugar na pesquisa, além da surpreendente permanência da Petrobras e da Odebrecht em segundo e terceiro lugares, respectivamente, como no ano passado, a despeito da crise de imagem que ambas têm vivido no cenário político. Vale, PwC, Ambev, Nestlé, Itaú, Apple e Globo ocuparam da quarta à décima posição no ranking.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

Empreendedorismo e engajamento

Já nesta sexta, das 8h às 10h30, na FGV Strong de Alphaville (Al. Tocantins 125), a Regional Metropolitana Oeste promove mais uma edição do seu +Café&+Gestão. O tema da vez será Empreendedorismo e Engajamento e o palestrante, Jae Ho Lee, do grupo Ornatus, formado em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo.

Segundo Lee, o engajamento ocorre através de uma cultura que valorize verdadeiramente o funcionário e possibilite que ele se conecte aos valores da empresa. “Escutar e investir nas pessoas transforma a empresa no orgulho daqueles que nela trabalham”, afirma.

O evento é exclusivo para convidados (mais informações rmo@abrhsp.org.br).

 

Fonte: Jornal Estadão – 25/10/2015

CORHALE discute a crise nas negociações

Debate promovido pelo Corhale discutiu os impactos da crise nas negociações coletivas

A rápida deterioração da economia e o cenário de crise política e institucional vêm impactando diretamente nas negociações coletivas, que têm sido cada vez mais difíceis e levado um tempo maior para serem concluídas. Essas foram algumas das conclusões do debate Dificuldades das Negociações em Tempos de Crise, promovido pelo Corhale – Comitê RH de Apoio Legislativo na última quinta, na sede da ABRH-SP.

O debate contou com as participações do jurista Almir Pazzianotto, ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, que analisou o tema do ponto de vista do Judiciário; José Silvestre Prado de Oliveira, coordenador de Relações Sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – Dieese, que apresentou uma visão conjuntural sindical; de José Andreoli, diretor no Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Energia Elétrica de São Paulo, responsável pela visão do negociador sindical; e de Rodrigo Seizo Takano, sócio do escritório Machado Meyer Sendacz Opice, que falou da sua experiência como negociador empresarial. Carlos Silva, coordenador do Corhale e diretor Jurídico da ABRH-SP, foi o mediador.

Andreoli deu como exemplo acordos coletivos que levaram de três a quatro meses para serem concluídos, abordou o perfil atual do negociador sindical –  formado por pessoas com mestrado e doutorado bem diferentes daqueles sindicalistas de antigamente – e reiterou a importância de capital e trabalho acharem um ponto de equilíbrio nas negociações.

Já Takano apontou algumas tendências nas negociações atuais, como a adoção pelas empresas de reajustes escalonados e a existência de mais acordos de redução de salários/jornada do que de adesão ao Programa de Proteção ao Emprego, criado pelo governo federal para estimular a permanência dos trabalhadores em empresas que se encontram em dificuldades financeiras temporárias, em razão das exigências do programa.

Dizendo-se otimista, Takano afirmou que a negociação é a melhor saída em momentos de crise. Argumento também defendido por Silvestre: “Estamos falando de um conflito permanente entre capital e trabalho que tem a negociação como instrumento para o acordo”.

Na avaliação de Silvestre, nem todos os setores estão em crise e os impactos são diferentes de setor para setor. “Precisamos preservar as grandes conquistas da sociedade e entender que o aumento dos salários não é necessariamente uma redução dos lucros. A distribuição de renda é um determinante essencial no nível de consumo da economia quando há um processo de concentração de renda.”

Ficção científica

Para Pazzianotto, o pano de fundo legal é o preponderante. “A CLT é que impede o livre exercício das negociações. Nosso país é vítima de instituições anacrônicas e de uma intervenção exagerada em relações do trabalho que deveriam ser diretas. Como resultado, temos um cenário de insegurança jurídica e de ficção científica no âmbito das negociações”, afirmou.

O ex-ministro argumentou que os governos recentes, de José Sarney para cá, não entenderam os processos de globalização e informatização, insistindo em manter um sistema arcaico em um mundo globalizado. “Como consequência, o país está perdendo a guerra no cenário da globalização, bem diferente do que fez a China, por exemplo”, alertou. 

 

Fonte: Jornal Estadão – 25/10/2015

A tecnologia forma seres humanos melhores?

A neurocientista Tara Swart, CEO do grupo The Unlimited Mind, jogou essa pergunta para a plateia do TEDX São Paulo, que aconteceu no fim de setembro, em São Paulo. A dúvida completa é: Graças à tecnologia, as próximas gerações serão mais espertas do que nós. Mas elas serão mais gentis?  

Para ela, hoje, vivemos na “liminality”, um conceito que traduz o limiar entre o que já passou e não vale mais e o que está por vir, mas ainda não está completamente formado. Ela nos convida a pensar agora o impacto que a tecnologia terá nas próximas sete gerações. Por que sete? Ela tirou a referência de uma tribo de índios que usa essa prática para tomar decisões importantes. 

Enquanto Bill Gates leva adiante a polêmica sobre quais empregos serão substituídos por computadores, pela inteligência artificial, em poucos anos, Tara se pergunta: ao nos relacionarmos através da tecnologia, como ficam as características que só se desenvolvem quando estamos frente a frente, no contato ser humano com ser humano… 

Tara aplica a neuroplasticidade, capacidade do cérebro de se transformar conforme as atividades que desenvolvemos, como uma chave para pensar sobre o tema. “Nosso cérebro será capaz de se relacionar com empatia, conseguiremos ler as reações de colegas de trabalho, de amigos? Não são emoticons.”  

Em uma das atividades que conduz na empresa, Tara usa esse processo para construir ”líderes melhores”. E conta que, para isso, é preciso prestar atenção ao contexto para definir que hábitos e comportamentos jogar fora, quais cultivar. E que essa prática precisa ser feita também no mundo virtual. Prestar atenção em quais atividades podem ser desenvolvidas em rede para produzir e guardar memórias importantes, emoções, despertar a criatividade e aprender mais sobre valores e histórias que não teria acesso se não fosse pela tecnologia. Pessoas e empresas podem ser estimuladas a interagir com a sociedade de forma participativa, ajudando a resolver problemas. Dessa maneira, ao direcionar o seu uso, de forma consciente, ela acredita que, sim, a tecnologia pode nos tornar seres humanos “melhores”. Como você anda usando a tecnologia? Para substituir interações que poderiam acontecer pessoalmente ou para abrir novos caminhos? 

 

Fonte: Folha de Alphaville – 23/10/2015

 

 

 

AS EMPRESAS QUEREM SABER MESMO SUA OPINIÃO?

Quantas pesquisas sobre seu trabalho na empresa já respondeu? Medir o engajamento através de questionários é uma das práticas mais usadas hoje em dia pelo mercado, principalmente em grandes empresas. Mas o que elas trazem e o que elas deixam de trazer.

 

 

Com empresas em constante transformação para acompanhar as nuances de mercado, as pesquisas internas podem ser ferramentas poderosas para alinhar comunicação, metas e cultura – você sabe explorar todo potencial que elas oferecem? O consultor Luis Felipe Cortoni, da LCZ Consultoria, alerta para a padronização excessiva da metodologia.

“Para captarmos exatamente a informação que a organização busca, muitas vezes só a pesquisa de clima por questionário não dá a profundidade de que precisamos. O próprio funcionário percebe isso quando não encontra as opções que mais caberiam na sua resposta. Em um questionário pré-moldado as perguntas são fechadas demais? Essa é uma questão importante na hora de selecionar o método. E o que se percebe é que muitos RHs optam por esse recurso por impulso. Só que o cotidiano organizacional se revelou mais complexo e mais difícil de se entender e de se viver. Dessa forma a pesquisa de opinião combinada com modalidades qualitativas pode ajudar mais o gestor quando ele necessitar de respostas rápidas, precisas e de custo baixo.”

Luis Felipe lembra que o que mais as pessoas querem é ser ouvidas, mas “querem que esse exercício seja real”. Quando estamos com uma crise de imagem, por exemplo, como muitas grandes empresas brasileiras estão sofrendo, a pesquisa termômetro levanta, mede e analisa a opinião dos empregados. E a pesquisa institucional mostra que imagem o público interno e o público externo têm da empresa. Será que é diferente? E por quê?”

Outra aplicação importante, diante de orçamentos apertados, o pré-teste de novos programas, como os de qualidade de vida, pode indicar como será a adesão dos funcionários. “Se os gestores, líderes, não apoiarem a campanha a tendência é que o programa não emplaque. Já tivemos esse resultado em um dos clientes que nos contrataram e conseguimos mapear antes do lançamento – o que reorientou as decisões”, conta o consultor.

Quando há necessidade de gerar uma integração maior, em vez do “achômetro”, “há estudos mais precisos sobre como os profissionais daquela minissociedade se comportam: expectativas, interesses, uso de mídias, leitura e aprendizagem, cross relationshop, inovação e pró-atividade são alguns dos parâmetros que surgem claramente e afinam as tomadas de decisão do board.

Para 2016, Luis Felipe acredita que muitas empresas que pensam em sobreviver com resultados ao turbilhão na economia ganharão com o hábito de dar transparência ao que as pesquisas indicaram. “Hoje o índice de felicidade no trabalho é um medidor importante e toda opinião faz diferença.” Prepare-se para expor suas ideias com consistência.

 

 Fonte: Folha de Alphaville – 23/10/2015

 

 

APremdeRH celebra aniversário

Este ano, a ApremdeRH (Associação dos Profissionais em Desenvolvimento de Recursos Humanos) comemora 20 anos de atividades. Para celebrar a data, foi realizada a palestra gratuita “Recurso ou Humano”, com Flavio Basset, no auditório do Instituto Presbiteriano Mackenzie, em Campinas com apoio da ABRH-SP Campinas.

 

O público composto por aproximadamente 160 pessoas, entre gestores, profissionais e grupos de RH, administradores e empresários se empolgou com as performances do show man Flavio Basset, conhecido pela descontração, humor, leveza e simpatia. “Foi uma palestra diferente porque foi alegre e divertida, sem perder as reflexões sobre o nosso dia a dia profissional e também pessoal”, afirma Cátia Haddad, diretora da ApremdeRH.

O evento foi um sucesso na visão da associação. Além da palestra, um coquetel com amigos e parceiros resultou em bons momentos de descontração e networking.

“Nosso objetivo era comemorar com os aprendizes, ex-aprendizes e amigos, além de parceiros e isso foi possível. Queríamos, ainda, oferecer uma noite agradável, alegre com passagem pelo desenvolvimento profissional. Para a ocasião, também pudemos contar com os patrocínios que foram fundamentais para o sucesso do evento”, conclui Cátia.

Fonte: Correio Popular – 18/10/2015

Negociações em tempos de crise

Em um momento de crise desafiador como o atual, são ainda maiores as dificuldades nas negociações sindicais? Para responder a essa questão, o CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, grupo mantido pela ABRH-SP com o apoio da ABRH Brasil, promove um debate sobre o tema nesta quinta, das 8h30 às 11h30, na sede da Associação.

O debate contará com as participações do jurista Almir Pazzianotto, ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, que analisará o tema do ponto de vista do Judiciário; José Silvestre Prado de Oliveira, coordenador de Relações Sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – Dieese, que apresentará uma visão conjuntural sindical; de José Andreoli, diretor no Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Energia Elétrica de São Paulo, responsável pela visão do negociador sindical; e de Rodrigo Seizo Takano, sócio do escritório Machado Meyer Sendacz Opice, que vai falar da sua experiência como negociador empresarial. Magnus Ribas Apostólico, diretor de Relações do Trabalho da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), será o mediador.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

Fonte: Jornal Estadão – 18/10/2015

Motivos para investir em programas de estágio

Os bons motivos para as empresas investirem em bem estruturados programas de estágio

Com o olhar privilegiado de quem trabalha no CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola, Luiz Gustavo Coppola, superintendente de Atendimento da instituição, falou na última quinta, na sede da ABRH-SP, sobre o tema Programa de Estágio – Os desafios para a construção do futuro para uma plateia composta por profissionais de RH e jovens.

“Já passou o tempo em que o estagiário era inserido na organização somente para executar tarefas simples, sem grandes responsabilidades. O jovem de hoje não aceita mais isso. As empresas também mudaram bastante, tanto que estão cada vez mais exigentes com o perfil do estagiário”, lembrou Coppola.

Para ele, ha ainda uma defasagem muito grande entre o número de jovens que buscam uma oportunidade de estágio e o número de vagas oferecidas. “Atualmente, o CIEE mantém 500 mil jovens em programas de estágio em todo o país, sendo 120 mil no Estado de São Paulo, para um total de 1,7 milhão de universitários cadastrados ainda aguardando uma oportunidade”, ressaltou.

Segundo Coppola, são três os motivos para a empresa investir em um programa de estágio: troca de experiência da equipe com a ousadia e atualização de informações do estudante; investimento relativamente baixo, mas com valor agregado; e identificação e formação de talentos. “Já o jovem deve procurar uma vaga cada vez mais cedo para que tenha a oportunidade de conhecer a si mesmo e reconhecer seus talentos, qualidade e valores.”

 

Nos sonhos dos jovens

Ainda falando sobre as novas gerações, os resultados da edição 2015 da pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, realizada pela Cia de Talentos e pela Nextview People, são tema do evento que a ABRH-SP promove em 29 de outubro, das 14 às 16h30, na sua sede.

Adriana Chaves, sócia-diretora do Grupo DMRH, ao qual pertence a Cia de Talentos, vai falar da manutenção do Google em primeiro lugar, pelo segundo ano consecutivo, e da surpreendente permanência da Petrobras e da Odebrecht em segundo e terceiro lugares, respectivamente, como no ano passado, a despeito da crise de imagem que têm vivido no cenário político. A pesquisa é realizada anualmente há 14 anos.

 

A participação no evento é gratuita para associados da ABRH-SP. Não associados pagam R$ 70.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

 

Fonte: Jornal Estadão – 18/10/2015

ABRH-SP Campinas promoveu visita à Elektro

Campinas promoveu visita técnica à Elektro, empresa que se distingue pelas boas práticas de gestão de pessoas

 

Uma das maiores distribuidoras de energia elétrica do país, a Elektro, sediada em Campinas (SP), coleciona premiações por causa das suas boas práticas de gestão de pessoas. Só para falar na mais recente, neste ano foi a vencedora, na categoria Grandes Empresas, do ranking GPTW: As Melhores Empresas para Trabalhar do instituto Great Place to Work. Não foi difícil, portanto, para a Regional Campinas da ABRH-SP escolher a companhia para seu primeiro evento de visita técnica na região.

O desafio de realizar esse tipo de evento no Estado de São Paulo foi lançado pelo presidente da ABRH-SP, Almiro dos Reis Neto, e aceito pela Regional Campinas. “Não foi por acaso que escolhemos a Elektro para esta primeira visita técnica”, afirma a diretora de Eventos da Regional Sueli Leão, que gostou do resultado obtido. “Pretendemos fazer mais atividades nesse formato no próximo ano”, antecipou.

Exclusiva para associados da ABRH-SP, a visita foi realizada na tarde de 6 de outubro e teve a participação de 40 convidados entre executivos de Recursos Humanos de empresas da região (Serasa, DHL Logística, Foxconn, Balluff do Brasil, só para citar algumas), um presidente de empresa e diretores das Regionais da Associação.

Além de visitarem as instalações da Elektro, os participantes conheceram as práticas da área de gestão de pessoas explicadas pela diretora de Recursos Humanos e Sustentabilidade Fabrícia Abreu e pelos demais executivos da área. Ponto alto da atividade, o CEO da Elektro, Marcio Fernandes, também falou para os convidados.

“Para mim foi inspirador participar da visita. Ver as ações de Recursos Humanos da empresa e a forma simples como ela trabalha os valores e engaja as pessoas na sua filosofia. O formato foi muito bom e mais útil que o de uma palestra, que nos dá apenas a visão teórica. Deu para perceber a motivação do grupo participante. Destaco ainda a oportunidade de conversar com o CEO da empresa. Imagino que não tenha sido fácil conseguir o tempo dele, por isso dou os parabéns para a Regional Campinas”, avalia Renata Trincha Garcia, gerente corporativa de RH do Grupo Mahle, que fez a visita.

A Elektro está presente em 228 cidades, sendo 223 em São Paulo e cinco no Mato Grosso do Sul, fornecendo energia a mais de 6 milhões de pessoas.

Crise hídrica

No próximo dia 29, a Regional Campinas também promove, em conjunto com a Remunerar, o Fórum da Água, evento que vai discutir a crise hídrica e seus desafios de gestão para as pessoas e os negócios. O grau de engajamento dos funcionários no tema, novos processos de trabalho e tecnologia, e como criar a percepção de que a água é um nativo natural escasso serão questões a ser debatidas durante o evento, que acontecerá no auditório Dom Gilberto da PUC Campinas, das 8 às 12 horas.

Mais informações: (19) 3294-3307 ou regionalcampinas@abrhsp.org.br

 

Fonte: Jornal Estadão – 18/10/2015

 

Evento de 50 anos da ABRH-SP foi um sucesso

ABRH-SP comemora 50 anos em evento que reuniu mais de 400 convidados

 

Os 50 anos da ABRH-SP, completados neste ano, foram comemorados com a comunidade de Recursos Humanos em 1º de outubro na capital paulista. O evento reuniu mais de 400 pessoas, entre profissionais e fornecedores da área, integrantes da diretoria executiva e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, representantes das Regionais, além de ex-diretores e ex-conselheiros da entidade, que, com o seu trabalho voluntário e grande dedicação, ajudaram a construir a história de sucesso da Associação, a mais antiga das seccionais da ABRH de todo o Brasil.

 

A festa teve uma cerimônia oficial curta e dinâmica, com breves discursos de Almiro dos Reis Neto, atual presidente da ABRH-SP, Leyla Nascimento, presidente da ABRH-Brasil, e Theunis Marinho, presidente eleito da ABRH-SP para o triênio 2016-2018. Também subiram ao palco para serem apresentados ao público os integrantes da nova diretoria eleita: Lilian Guimarães, Carlos Silva, Guilherme Cavalieri, Edna Bedani, Edna Goldoni, João Marcelo Furlan e Luiz Drouet (também membro da diretoria, Alessandra Ginanti não pôde comparecer ao evento).

 

Depois da solenidade, o clima de confraternização prosseguiu com a apresentação da Banda Big Valley, que animou o público com seu repertório de hits da música pop. O evento contou com o patrocínio das empresas parceiras.

 Fonte: Correio Popular de Campinas – 11/10/2015

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