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Como seu trabalho é avaliado?

ornar palpáveis critérios que, durante centenas de anos, pareciam subjetivos. A questão não é mais “gosto ou não gosto” do seu trabalho, nem saber se você é melhor do que o seu colega. A avaliação de desempenho trouxe ao mundo corporativo métodos que se propõem a mapear competências, atitudes e resultados frente a desafios e metas. E, como conclusão, proporcionar base para o feedback.

Essa rotina, em geral, anual, no entanto, está sendo questionada e repensada.

Entre as queixas, os gestores acham que ocupa tempo demais. Fala-se do fim das avaliações de desempenho. Será? Em pesquisa, feita pela CEB (empresa de melhores práticas e benchmarking global de capital humano) e publicada recentemente pela VocêRH, mais de 70% das organizações disseram que vão fazer alguma mudança ou mesmo mudanças significativas. O que vem por aí?

Marcia Dysdale, HR Business Partner na Microsoft, convidada para o último +Café&+Gestão, contou como a empresa passou a trabalhar, a partir de 2014. “Adotamos a cultura do Growth Mindset, ao invés do Fixed Mindset. Ou seja, menos foco na avaliação de desempenho e mais no processo contínuo de desenvolvimento”, resumiu.

Para entendermos melhor a diferença, no Fixed Mindset considera-se a inteligência como estática. E um ambiente moldado com este pensamento tende a ter times que evitam desafios, desistem facilmente diante de obstáculos e sentem-se ameaçados diante do sucesso de outro. No Growth Mindset, a colaboração ganha importância, assim como a necessidade de aprender sempre.

”Tem fundamento na neurociência. Não chamamos mais de avaliação de desempenho. Chamamos de performance e desenvolvimento. O foco começou a ser – como a gente trabalha junto. Três pontos precisam ser respondidos: quais as áreas que esse colaborador impactou?; como ele contribuiu para o aprendizado de outros?; e como ele absorveu o aprendizado proporcionado por outros? É um modelo de coaching, de conversas contínuas e de oportunidades de desenvolvimento”, explicou Marcia, que é formada em Psicologia e já trabalhou com modelos de avaliações de desempenho em experiências anteriores, como na Avon, Rhodia Poliamida, Cargill e Chemtura Química.

Na estratégia atual, quatro vezes por ano realiza-se em connect ( uma conversa entre gestor e colaborador) com registro na plataforma, em que o alinhamento vai progredindo com as observações feitas em cada uma dessas oportunidades. ”Não tem um ranking com nota, de 1 a 5. Tem uma barra contínua em que são dimensionados os impactos. A subjetividade da discussão é reduzida com exemplos concretos.”

Com um DNA empreendedor e formada por maioria de Millenials, ela acredita que a Microsoft está se adaptando ao Growth Mindset. “No começo os gestores ainda comparavam: essa barra corresponderia a que nota? Essa pergunta é cada vez menos frequente. E as anotações no sistema, que eram mais genéricas, estão cada vez mais detalhadas, demonstrando mais confiança.”

Como você acha que seu trabalho deve ser avaliado? Escreva pra gente e vamos continuar essa discussão aqui: contato@mediapool.com.br

( Texto publicado na Folha de Alphaville, em 8 de julho de 2016, na página da ABRH-SP)

Inclusão: saiba como todos saem ganhando

Começou a valer em janeiro deste ano a lei que prevê mais direitos para as pessoas com deficiências. Se a sua empresa ainda não pensou sobre o assunto, está mais do que na hora. Vem aí, em setembro, o Fórum de Inclusão, aqui em Alphaville.

“Estamos promovendo este encontro para que você reserve um dia na sua agenda para fazer uma imersão completa: com cases de sucesso, mapeamento de problemas em cases que ainda não deram certo, detalhamento de aspectos legais, depoimentos de quem implementou. A ideia é sair de lá com as informações necessárias para implementar ou aprimorar os projetos de inclusão – dentro e fora das empresas”, explica Mário Faccioni Jr,diretor da Regional Metropolitana Oeste.
O Fórum de Inclusão vai ser no dia 28 de setembro, no Centro de Eventos de Barueri. E uma comissão de conteúdo já trabalha com vigor para dar forma às propostas. “Nossa missão é levar para o dia a dia de todos as práticas que permitam que esse novo momento aconteça com mais rapidez e de forma sólida’, diz Mário.

A deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), relatora da proposta na Câmara, lembra que os benefícios da lei em vigor atingem todos: “Ao promover esse protagonismo da pessoa com deficiência no Brasil, você acaba alavancando todos os setores, já que a lei dispõe sobre trabalho, saúde, educação e sobre infraestrutura das cidades”.

Veja alguns dos direitos garantidos por lei: “A pessoa com deficiência tem direito ao trabalho de sua livre escolha e aceitação, em ambiente acessível e inclusivo, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas. É vedada restrição ao trabalho da pessoa com deficiência e qualquer discriminação em razão de sua condição, inclusive nas etapas de recrutamento, seleção, contratação, admissão, exames admissional e periódico, permanência no emprego, ascensão profissional e reabilitação profissional, bem como exigência de aptidão plena. A pessoa com deficiência tem direito à participação e ao acesso a cursos, treinamentos, educação continuada, planos de carreira, promoções, bonificações e incentivos profissionais oferecidos pelo empregador, em igualdade de oportunidades com os demais empregados. Os programas de estímulo ao empreendedorismo e ao trabalho autônomo, incluídos o cooperativismo e o associativismo, devem prever a participação da pessoa com deficiência e a disponibilização de linhas de crédito, quando necessárias”.

Para saber como participar do Fórum ou patrocinar o evento, mande e-mail para: rmo@abrhsp.org.br

( Texto publicado pela Folha de Alphaville, 8 de julho de 2016, na página da ABRH-SP)

COMO GANHAR TEMPO

Maior especialista no assunto, o consultor Christian Barbosa dá dicas para você começar a aplicar hoje e ganhar tempo para fazer o que quiser, inclusive respirar.

Queixa geral, em qualquer nível hierárquico de uma empresa, é a falta de tempo para cumprir todas as tarefas como elas merecem. E o problema parece ter piorado com equipes mais enxutas, será? “Em momentos de crise é normal ter esse sentimento pelo acúmulo de funções ou simplesmente por estresse. O medo de ser mal avaliado impacta diretamente na gestão do tempo. Você quer fazer sempre mais, fica mais tempo na empresa, mas não quer dizer que é realmente mais produtivo”, avisa Christian.

“Esse é o momento para aprender a se planejar melhor. Planejar e priorizar, que são etapas diferentes: Planejar o futuro e priorizar o dia. As empresas estão viciadas nas urgências, faltam prioridades claras, tem o excesso de reuniões e um volume desnecessário de e-mail. Você pode ganhar tempo aos poucos. Por exemplo: uma reunião que duraria 1 hora, planeje para 50 minutos. Ao fim de 6 reuniões, ganhou uma hora. Como fazer um planejamento de agenda eficiente? “Ele deve ser feito para, no mínimo, três dias para a frente do dia atual. O dia é resultado desse planejamento prévio e deve ser priorizado, com uma ordem numérica de execução de tudo que deverá ser feito.”

Inclua no dia pequenas pausas. “Nesse intervalo faça coisas de que gosta: leituras que acha importante, ouça música, medite”, aconselha. Esse cuidado combate aquela sensação de que trabalhamos sem parar.

Outra questão que ele elenca como fundamental é ter prioridades muito claras. “Não adianta fazer tudo. Quem faz tudo não tem tempo para nada. Portanto, concentre-se no que precisa ser feito para trazer resultado e deixe espaço para eventualidades. E cuidado com meta pessoal x meta da empresa: quem faz só o que gosta nem sempre traz resultado…”

Folha de Alphaville – 6 de maio de 2016 

Seminário Mega Brasil de Comunicação Interna vai apontar caminhos para uma atuação de vanguarda

19/7/2016 10:56:00

Comunicação interna voltada para gestão da comunicação com os empregados é um tema que vai mobilizar profissionais líderes deste segmento nas empresas e instituições brasileiras. Será em setembro, quando acontecerá a sexta edição do Seminário Mega Brasil de Comunicação Interna.

O encontro  contará com quatro painéis, oito palestras e cerca de 150 participantes de todo o País, e será orientado pelo tema Tendências na gestão da comunicação com empregados.

Já estão confirmadas as participações de Eduardo Gouveia (Alelo)Mauro Segura (IBM), Maria Aparecida Ferrari (ECA/USP), Carmen Nigro (Hospital Samaritano), Thatiana Cappellano (consultora e professora), Carolina Constantino (Azul) e Adriana Apanavicius Macieira (Livelo).

Os temas que serão discutidos são: Comunicação e Alta GestãoDiagnóstico de Comunicação InternaComunicação Interna e Cultura Organizacional; eComunicação Interna: Área de Negócio ou de Suporte?

A data do Seminário Mega Brasil de Comunicação Interna é 15 de setembro e o local é o Auditório Stael Prata, na Rua Martiniano de Carvalho 851, no tradicional bairro da Bela Vista, em São Paulo.

 As inscrições – limitadas a 150 pessoas – estão abertas com desconto especial até o próximo dia 31.

Inscrições limitadas

O custo é de R$ 450,00 para uma inscrição e R$ 200,00 da segunda inscrição em diante, até o dia 31 de julho –  após esta data o valor terá acréscimo.

Informações pelo 11-5576-560 ou pelo site http://megabrasil.com.br/Seminario2016/ .

O apoio ao Seminário Mega Brasil de Comunicação Interna 2016 é da Abracom, ABRP-SP, Conrerp 2ª Região e ABRH-SP (associados tem 10% de desconto na primeira inscrição), além do apoio regional das agências Brava, Darana, Martha Becker, Zoom e Engenho. O patrocínio ao evento é da Telefonica/Vivo. 

Segundo o curador do evento, Bruno Carramenha, “o Seminário responde ao apelo do mercado para tratar de aspectos que caracterizam a chamada comunicação de vanguarda. É a comunicação indutora da tomada de decisão do negócio, onde se ouve os empregados ativamente e os coloca no centro da atuação. Ela trabalha à luz da cultura da organização e tem seu escopo ampliado para todas as áreas da atividade econômica”.

 

As inscrições seguem abertas até o próximo dia 31, e são esperados 150 profissionais participando do evento

Café Temático em Campinas

A Regional Campinas da ABRH-SP vai realizar o primeiro Café Temático nesta quinta, a partir das 8h30, no Teatro Sesi, em Campinas. O palestrante Fabio Mottola, mestre em Comportamento Organizacional pela Brigham Young University (EUA), vai debater o impacto da cultura organizacional nos resultados do negócio.

“O bate-papo vai abordar os temas que compõem a cultura de uma organização, como as estruturas de poder, rituais, rotinas, símbolos e sistemas de controle, e como tais elementos afetam os resultados do negócio”, antecipa Mottola.

Inscrições: (19) 3294-3307 ou regionalcampinas@abrhsp.org.br

Fonte: O Estado de São Paulo – 17 de julho de 2016

Certificação da ABRH-Brasil

Já estão abertas as inscrições do curso preparatório para certificação profissional internacional em Recursos Humanos, fruto de uma parceria entre a ABRH-Brasil e a norte-americana SHRM – Society for Human Resource Management, maior entidade do mundo no segmento. Os interessados em efetuar a inscrição têm até 25 de agosto, para início das aulas em setembro.

A certificação – SHRM-CP, para média gerência; e SHRM-SCP, para alta gerência – abrange tanto o conhecimento técnico como em competências comportamentais e é concedida por meio de uma prova aplicada anualmente. Para tanto, a ABRH e a SHRM disponibilizam o curso preparatório com dois meses de duração. Todas as aulas são ministradas por profissionais com ampla experiência no setor e certificados pela SHRM,

O curso conta com uma prova de avaliação inicial para cada área de conhecimento. Com base nessa avaliação, o aluno criará seu plano de estudo e, ao final, um novo teste simulado é aplicado. Se o índice de acerto for superior a 80%, o candidato estará apto para fazer a prova final da certificação. Caso o número de respostas certas for inferior a 60%, é possível adiar a realização do teste da SHRM para o próximo semestre, sem custo adicional.

Mais informações: www.abrhbrasil.org.br/certificacao

Fonte: O Estado de São Paulo – 17 de julho de 2016

O novo olhar do RH

Será que eu tenho um novo olhar de RH? Será que, como RH, estou esquecendo da minha própria capacitação? Será que consigo falar da estratégia de Recursos Humanos na reunião de diretoria? Esses foram alguns dos questionamentos levantados pela especialista em coach, programação neurolinguística, jogos corporativos e teatro, Roberta Omeltech, na palestra Visão Estratégica – O novo olhar do RH, apresentada por ela na sede da ABRH-SP, na última quinta, dentro da programação de eventos da Associação.

“Em um momento da economia como este, em que cada departamento da empresa prova seu valor, o RH precisa aprender a mensurar os resultados efetivos de um plano de cargo e salários, do desenvolvimento de pessoas e de uma pesquisa de clima organizacional”, disse Roberta. Como exemplo, ela mostrou como atua a área de T&D com a visão estratégica, sempre tendo como foco a mensuração dos resultados.

Segundo Roberta, para adquirir o olhar estratégico é preciso reinventar-se, mudar a sua maneira de trabalhar e descobrir a sua melhor versão. “Também é preciso observar e ouvir mais, e julgar menos.”

 

Relações Trabalhistas

Ainda dentro da programação de eventos, a ABRH-SP promove em 9 de agosto, das 8h30 às 13h30, na sua sede, o workshop Relações Trabalhistas: Como evitar greves, reclamações, multas trabalhistas e aumentar a produtividade. O objetivo é capacitar os participantes nos aspectos teóricos, legais, práticos e comportamentais do relacionamento entre empresa, empregados e sindicatos, identificando atitudes e condições que previnam conflitos.

Carlos Silva comandará o workshop. Presidente da Lesap – Consultoria Empresarial, diretor executivo Jurídico da ABRH-SP e coordenador do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, grupo mantido pela entidade paulista, ele exerceu atividades de gestão de RH em organizações nacionais e internacionais por 40 anos.

 

Saiba mais: www.abrhsp.org.br ou (11) 5505-0545

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 17 de julho de 2016

Palestra de sensibilização

Para apresentar o RHSenior e detalhar a dinâmica do programa PartilhaRH, a ABRH-SP promove no dia 9 de agosto, das 14 às 15h30, na sede da Associação, uma palestra de sensibilização com Gustavo Boog. A palestra é gratuita, mas é preciso fazer a inscrição prévia.

 

Mais informações: (11) 5505-0545

Fonte: O Estado de São Paulo – 17 de julho de 2016

ABRH-SP lança RHSenior, programa voltado para os profissionais aposentados

Ao ingressar na chamada terceira idade, a maioria das pessoas pode entrar em um terreno desconhecido que apresenta muitos desafios: continuar a trabalhar ou não, limites físicos do corpo, solidão, empreender nova atividade, lugar onde morar, perda de poder e status, excesso de tempo ocioso, renda menor, diminuição de relacionamento social, frustrações pelos sonhos não concretizados, etc. Mas esse período da vida também é um momento de novas e muitas oportunidades. Com foco nessas questões e para dar atenção, espaço e visibibilidade aos profissionais mais experientes e aposentados da área de Recursos Humanos, a ABRH-SP está lançando o RHSenior. 

“Os profissionais aposentados ou em vias de se aposentar merecem nosso cuidado e nosso olhar. Queremos que nessa fase da vida eles aproveitem a oportunidade de conviverem ou voltarem a conviver na ABRH-SP, em um ambiente familiar e entre amigos”, justifica o presidente Theunis Marinho. “Nós não podemos nos esquecer que a entidade tem 50 anos de história e essa é uma forma de reconhecermos e devolvermos, de maneira útil e produtiva, uma parte do que eles fizeram pelo engrandecimento da profissão de RH.”

Uma das iniciativas do RHSenior é o programa Partilha de RH. “Trata-se da criação de um grupo de troca de experiências entre profissionais aposentados ou prestes a deixar a vida corporativa, coordenado por Gustavo G. Boog, coach, terapeuta e escritor que, nos últimos anos, tem estudado e trabalhado como consultor na área de envelhecimento consciente”, explica Fernando Lima, diretor de Integração das Regionais que tem apoiado o lançamento do RHSenior.

O Partilha de RH está estruturado em oito reuniões semanais de duas horas cada, que irão acontecer sempre das 14 às 16 horas, na sede da ABRH-SP, no período de 10 de agosto a 5 de outubro. O grupo será limitado a 15 pessoas a fim de que todos tenham espaço para participar. “Nas reuniões teremos a dinâmica de compartilhar experiências, na qual os integrantes contam os seus desafios e suas vivências”, detalha Boog. “O que se busca é uma troca, trazendo possibilidades novas para cada um.”

Durante os encontros serão discutidos temas, como: Como eu sinto o meu envelhecer; Atividades significativas; Trabalhar ou empreender; Onde morar; Perdas; Relacionamentos; Espiritualidade; Curando o passado; Nutrição; Atividades físicas; Uso do tempo; Dinheiro; Próximos passos para viver melhor, entre outros.

De acordo com Boog, os critérios de participação são bem simples: estar presente em todas as reuniões, sem faltas ou atrasos (exceto emergências); comparecer com o coração aberto, para falar sobre, e ouvir, experiências, dúvidas e desafios; e manter total confidencialidade de tudo o que for discutido nas reuniões. O programa tem um custo de R$ 375 para associados da ABRH-SP e de R$ 740 para não associados (estes últimos podem pagar R$ 375 caso se associem).

O objetivo é começar vários grupos e até, no futuro, levar a proposta para as organizações para que elas se sensibilizem com as questões que envolvem o envelhecimento.

 

Conhecimento

Outra iniciativa do RHSenior é o DocumentaRH, projeto que visa à contribuição desses profissionais para o levantamento da história da área de Recursos Humanos no Brasil. “Um dos planos de trabalho da diretoria atual é termos um arquivo da memória desses profissionais que já foram muito úteis para a área de RH”, destaca Marinho. “E estamos muito felizes de fazer isso já no nosso primeiro ano de gestão.”

PALESTRA DE SENSIBILIZAÇÃO

Para apresentar o RHSenior e detalhar a dinâmica do programa PartilhaRH, a ABRH-SP promove no dia 9 de agosto, das 14 às 15h30, na sede da Associação, uma palestra de sensibilização com Gustavo Boog. A palestra é gratuita, mas é preciso fazer a inscrição prévia.

 

Mais informações: (11) 5505-0545

Fonte: O Estado de São Paulo – 17 de julho de 2016

Fonte: O Estado de São Paulo – 17 de julho de 2016

ECOS DO CONGRESSO RH-RIO 2016

Evento contará com palestras de Carla Tieppo e Giuseppe Russo

Entrada será revertida para a Creche Cardeal Câmara, em Campinho (RJ)

A Escola de Negócios da PUC-Rio, através do Centro de Carreiras, e a Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ) realizam o evento “Ecos do Congresso RH-Rio 2016” no próximo dia 14 de julho, às 19h15, no auditório da Escola.

 O “Ecos do Congresso RH-Rio” será uma extensão do Congresso RH-Rio, realizado nos dias 17 e 18 de maio e tem o objetivo de aprofundar conteúdos e integrar de forma dinâmica e interativa os profissionais da comunidade de RH. O público-alvo é formado por executivos e profissionais da área convidados pelas duas instituições.

O evento contará com palestras da neurocientista, professora e pesquisadora Carla Tieppo e do diretor da Dedix Consultoria Empresarial Giuseppe Russo. Carla é professora do Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e pesquisadora ativa, com apresentações em congresso e publicações em revistas nacionais e internacionais. Tem projetos aprovados junto à Fapesp e ao CNPq para fomento de pesquisa. Também participou de programas da TV Globo como Bem-Estar e Fantástico. Na palestra Carla abordará como a neurociência pode auxiliar o desenvolvimento de lideranças e equipes.

Giuseppe Russo é doutor em Administração pela Escola de Negócios da PUC-Rio, Mestre em Educação pela UFRJ e possui MBAs em Recursos Humanos (UFRJ), Finanças (Unisa) e Marketing (PUC-Rio).  Durante a palestra, Russo apresentará a pesquisa “Engajamento: Apresentação e detalhamento de pesquisa inédita com 100 empresas” feita com exclusividade para o Congresso RH Rio 2016. O objetivo será apresentar os resultados de um estudo prévio sobre engajamento, sob a perspectiva da empresa, feita com executivos. A pesquisa buscou identificar, entre outros pontos, o interesse das empresas com o tema; os motivos mais relevantes para as empresas desenvolverem ações de engajamento e as dificuldades encontradas; as principais ações realizadas pelas empresas e seus objetivos.

A entrada será uma lata de leite em pó. As doações serão revertidas para a Creche Cardeal Câmara, que atende à comunidade do Morro do Fubá, Jacarepaguá e Campinho. A creche é amparada pela Associação Servas dos Pobres do Brasil, congregação de Irmãs Carmelitas que trabalham em diferentes projetos sociais no Brasil e em Portugal visando o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes menos favorecidos e a sua inserção no mercado de trabalho.

Serviço:

“Ecos do Congresso RH-Rio”

Data: 14 de julho

Horário: 19h15

Local: Auditório da Escola de Negócios da PUC-Rio – 3º andar (Rua Marquês de São Vicente, 225 – Gávea – Rio de Janeiro – RJ)

Entrada: 1 lata de leite em pó para a Creche Cardeal Câmara, em Campinho (RJ)

Informações: carreiras@iag.puc-rio.br

Visão estratégica do RH

O Ciclo de Palestras da ABRH-SP apresenta nesta quinta, a partir das 9 horas na sede da Associação, o tema Visão Estratégica – O novo olhar do RH. Especialista em coach, programação neurolinguística, jogos corporativos e teatro, Roberta Omeltech vai conduzir a palestra, cujo foco será mostrar o olhar gerencial de como direcionar técnicas para manter e atrair pessoas que estejam capacitadas a planejar e liderar eficazmente os recursos de forma contínua e equilibrada, atingindo os resultados esperados.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

Fonte: O Estado de São Paulo – 10 de julho de 2016

Diversidade e empoderamento

O Brasil vive um momento marcante na luta por igualdade de gêneros. Apesar de a participação feminina na sociedade ser cada vez mais representativa, ainda há uma grande barreira no mercado de trabalho que deve ser superada.

Em 2015, o Fórum Econômico Mundial divulgou o Índice Global de Desigualdade de Gênero, que analisou 145 países e constatou que a equiparação dos sexos só deve ocorrer em 2133. O Brasil ocupa a 85ª posição no ranking de desigualdade, o que demonstra que, guardadas as particularidades, ainda há muito trabalho a ser feito pelo poder público, pela iniciativa privada e pela sociedade civil para garantir a presença efetiva e a representação igualitária da mulher em todos os âmbitos. Nesse sentido, torna-se importante debater o papel das empresas para contribuir com o processo de inclusão, por meio de avanços firmes, tangíveis e efetivos.

Um dos principais argumentos para justificar a distinção entre homens e mulheres no ambiente de trabalho era a lacuna na preparação e na escolaridade dos dois grupos. Hoje, entre as pessoas com formação superior no Brasil, 61% são mulheres. Entretanto, o Índice também registrou que a cada cinco funcionários públicos de alto escalão, diretores ou legisladores, apenas duas são mulheres, o que revela que a disparidade ainda permanece.

Não se tratam somente de números, mas também do quanto as mulheres querem ocupar cargos que tragam maiores desafios. Um estudo sobre a ambição feminina no ambiente de trabalho, organizado pela Hays, aponta que 89% das mulheres brasileiras desejam cargos de liderança. Além disso, as brasileiras aparecem no ranking como as profissionais mais confiantes em suas carreiras, somando 68% dentre todos os países pesquisados. E o que é melhor: o estudo também mostra que empresas que investem na equiparação de cargos ultrapassam a esfera do avanço social e político e atingem, inclusive, a autoestima das mulheres, que se tornaram fundamentais no núcleo decisório das organizações.

Aqui na Ticket, empresa que faz parte do grupo francês Edenred, por exemplo, não há distinção de gêneros em processos de contratação e de promoção. Os critérios adotados pela empresa levam em conta mérito e competência. Por esse motivo, existe um equilíbrio entre os colaboradores da empresa, com equipes mistas ocupando todos os tipos de cargo, inclusive no conselho internacional da companhia. Os times se fortalecem por meio da diversidade, o que resulta num amplo banco de talentos, sustentado por comprometimento e produtividade.

A nova etapa da luta pela igualdade de gêneros necessita do apoio das organizações para reforçar e ampliar a participação que as mulheres têm conquistado na sociedade. Por meio de políticas de diversidade, que encorajem autonomia, priorizem talentos e favoreçam o intercâmbio de ideias, é possível garantir que as conquistas se solidifiquem. É responsabilidade de todos batalhar para que, em alguns anos, as diferenças não sejam enxergadas como parâmetros para discriminações, mas sim como condições para comunidades mais coesas, fortes e solidárias.

Denise Coelho é diretora adjunta de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Edenred no Brasil

Fonte: O Estado de São Paulo – 10 de julho de 2016

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