Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Coaching: Como ferramenta em época de crise

 

*Entrevista com 

Tatiane Souza

”Vice-diretora da ABRH-SP Bauru, especialista em Coaching e Liderança e CEO da Gente Mais Consultoria e Treinamentos”

Como manter a equipe motivada em meio às crises financeiras?

O fator motivacional por parte da empresa é exercida pela liderança. É função-chave do líder criar essa identidade entre colaborador e corporação. Estabelecer metas de sobrevivência e pessoais, sendo sempre claro e honesto sobre a situação da empresa ressalta ainda mais os objetivos da pessoa evitando que ela esmoreça. E em algum momento, a maré ruim passa. Neste momento, manter a equipe unida é a melhor saída.

De que forma o coaching pode auxiliar os líderes a ultrapassar essa instabilidade econômica?

Hoje, com a fragilização da economia, os líderes estão incumbidos de exercer diversos papéis ao mesmo tempo. O coaching é uma ferramenta que pode ajudá-los a superar obstáculos e obter desempenho melhor do que o natural. Por meio dele, a empresa trabalha junto aos gestores a definição e clareza das metas e valores organizacionais, além de, estabelecer planos de ações para traçar objetivos e como alcançá-los. O coaching pode ser realizado individualmente ou em grupo e melhora o desempenho da equipe com o um todo, pois aumenta a sinergia entre participantes, equipe e empresa. Metas estabelecidas durante o processo de coaching – sejam elas de desempenho ou comportamento – geralmente conseguem ser alcançadas.

Em sua opinião, a crise é uma barreira ou uma oportunidade para os líderes?

A crise é uma oportunidade de repensar estratégias, sonhos, criar alternativas diferenciadas, inovadoras e abusar da criatividade. É nela que surgem as boas ideias e boas sacadas. Muitas empresas estão aproveitando para rever e reinventar seus processos e, inclusive, às vezes modificando o seu produto final, e gerando com isso excelentes resultados. O coaching ajuda muito nesse processo de tentar chegar aos resultados de diversas maneiras possíveis. A Frigol Frigorífico da região de Bauru, por exemplo, conseguiu resultados financeiros muito expressivos a partir da criação de um programa de desenvolvimento de liderança de coaching.

 

A partir de sua experiência, quais dicas você daria àqueles que querem se tornar líderes melhores?

Hoje o líder precisa exercer o papel de liderança motivadora, engajadora, ser assistencial – que é entender seus liderados em sua essência, tanto nos aspectos profissionais como pessoais – deve ter uma comunicação assertiva só do que é necessário que os colaboradores saibam. Também deve prever e visualizar um futuro para cada integrante da equipe, possibilitando que cumpram não só as metas da organização como seus objetivos pessoais. Aí sim se tem uma parceria de sucesso e duradoura. 

Fonte: Assessoria Digital – 18 de maio de 2016

Teletrabalho e Home Office


Cleo Carneiro, Wolnei Tadeu Ferreira, Armando Zanolini Netto

 

A pesquisa nacional inédita de Home Office, em sua segunda edição, apresentou interesse pela prática junto a diversos segmentos no país.

A prática de Home Office é uma tendência em crescimento no Brasil.

É o que mostrou a pesquisa Home Office Brasil edição 2016, feita com 325 empresas de diferentes segmentos e portes, de diversas regiões do país. O interesse por parte das empresas também aumentou, o que reflete em um crescimento de 47% no número de participantes, em relação à primeira edição.

A pesquisa apresentou três movimentos distintos de crescimento da prática em comparação ao estudo de 2014: 50% de aumento no número de empresas que estão implantando a prática, 15% de aumento no número de empresas que estão estudando a implantação da prática e de 28% de aumento na formalização da prática.  Adicionalmente a estes movimentos, foi notório o interesse das empresas em obter informações sobre a prática, somente o evento de lançamento da segunda edição do estudo contou com a participação de mais de 80 empresas.

Outro ponto relevante nesta tendência é que, mesmo com aumento do número de empresas participantes na segunda edição, a proporcionalidade das empresas praticantes e não praticantes acompanhou o crescimento, mantendo o índice de 37% de empresas que adotam a prática da modalidade de Home Office. “Se tirarmos uma fotografia dos novos participantes da pesquisa, o número de empresas praticantes da pesquisa atual e da primeira edição, são muito próximos, o que nos leva a entender a acuracidade desse número”, destaca Armando Zanolini Netto, consultor responsável pela pesquisa.

A pesquisa trouxe informações de grande relevância para as empresas, aprofundando os conhecimentos sobre a prática e políticas de Home Office. Os participantes responderam mais de 150 questões, direcionadas a dois grupos: praticantes, onde foi detalhada a prática atual e não praticantes, onde foi levantada a percepção dos mesmos sobre pontos de destaques relativos à prática. As informações foram agrupadas a partir de quatro diferentes aspectos: Processos – detalhando a prática e critérios de elegibilidade; Pessoas – apurando a prática de teletrabalho e sua repercussão junto à vida dos colaboradores elegíveis e praticantes; Tecnologia – apontando os recursos tecnológicos envolvidos; Custo & Risco e Aspectos Legais – identificando o custeio de despesas, riscos e práticas legais adotadas, bem como percepções da empresa relacionadas a ganhos e economias geradas pela prática da modalidade de Home Office.

 

Dados de destaque

 

68% é o percentual de empresas praticantes de teletrabalho no Brasil, em suas diferentes modalidades (Ex.: Home Office, Trabalho de Campo). O número apresentando é distante quando comparado a outros mercados como Estados Unidos com 85% (1), Canadá 85% (2), França e Alemanha com 77% (1).

80% das empresas praticantes da modalidade de Home Office foram dos setores de Serviços e Indústria de Transformação, sendo os segmentos mais presentes, em ordem de crescente de participação: Tecnologia da Informação e Telecom (24%), Químico, Petroquímico e Agroquímico (12%), Serviços de Suporte e Provimento (09%), Bens de Consumo (08%) e Máq./Equipamentos & Automação (08%).

80% das empresas que adotam a prática implantaram a mesma nos últimos 05 anos. A existência da prática ocorre em empresas publicas e privadas, sendo 67% multinacionais.

De acordo com as empresas a frase que melhor define processo de Home Office é “Gerenciamento baseado em resultados, ao invés da presença física” (71%).

Os profissionais administrativos trabalham em casa de um a dois dias por semana, em média.

Os principais ganhos obtidos com a implantação da prática, identificados pelas empresas, foram produtividade (54%) e aumento da satisfação e engajamento de colaboradores (85%).

Para mais de 90% das empresas que não adotam a prática as principais barreiras de implantação estão relacionadas à cultura da empresa, segurança das informações, aspectos legais, gestão de atividades e aspectos tecnológicos/infraestrutura.

90% das empresas que adotam a prática acreditam que, para que a sensibilização dos gestores seja eficiente, é necessário fazê-los compreender os benefícios dessas novas formas de trabalho.

Em mais de 80% das empresas, o Home Office é utilizado para a atração e retenção de colaboradores, além de permitir a otimização dos processos internos.

O estudo também levantou o comportamento esperado pelas empresas que adotam a prática, junto aos elegíveis a modalidade de Home Office e, destacou-se a o nível de independência (80%), aspectos tecnológicos (58%), compreensão de seu trabalho (54%) e produtividade (51%).

O estudo conduzido pela SAP Consultoria teve o apoio institucional da SOBRATT (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades) e o patrocínio da GCONTT (Grupo de Consultoria em Teletrabalho).

(1) Estudo “Trends in Workplace Flexibility” – WorldatWork 2015

(2) Estudo “Workplace of the future” – Polycom 2015

Para maiores informações sobre o estudo acesse o endereço: http://www.pesquisahomeoffice.com.br/

SAP Consultoria

A SAP Consultoria em RH é uma consultoria que há mais de 20 anos atua no desenvolvimento e implantação de projetos voltados para Soluções em Gestão de Cargos, Funções, Carreira e Remuneração. Somos reconhecidos pela qualidade e eficiência da informação. Trabalhamos em parceria junto a clientes de diversos segmentos, de pequeno, médio e grande porte de nacional, multinacional, e sem fins lucrativos, a fim de atender às suas necessidades e agregar valor e competitividade na gestão de pessoas.

 

SOBRATT (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades)

A SOBRATT é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, que há mais de 15 anos apoia iniciativas voltadas à prática de Teletrabalho e sobre as diversas formas flexíveis de realização do trabalho no Brasil. O objetivo é disseminar conhecimento do mundo do trabalho à distância, especialmente o teletrabalho, desenvolvendo pessoas e organizações, influenciando na melhoria da condição social, política e econômica do nosso Brasil e na qualidade de vida dos trabalhadores.

GCONTT (Grupo de Consultoria em Teletrabalho)

O GCONTT é uma Consultoria brasileira que tem por missão dar suporte às empresas na avaliação, implantação e ampliação em projetos voltados ao Teletrabalho. Seu diferencial de atuação é considerar o teletrabalho como uma estratégia de gestão, integrada e transdisciplinar, envolvendo suas várias dimensões.

 

CONTATO

Telefone: (19) 3254 1329 – 3253 5865

sap@sapconsultoria.com.br

Atenciosamente,

Equipe SAP

www.sapconsultoria.com.br

 

Ciclo de Palestras

Empreendedorismo, home office e PNL em pauta na ABRH-SP

O empreendedorismo tornou-se um tema muito maior do que era há dez anos, mesmo assim alguns mitos persistem. “Trata-se de um traço de personalidade” e “É preciso ser muito inovador para ser considerado um empreendedor” são dois deles. Nada mais equivocado, porém. O empreendedorismo é uma competência que pode, sim, ser desenvolvida e gente que se dedica a melhorar um processo ou encontrar uma solução também pode ser considerada empreendedora. Essas foram algumas das reflexões feitas pela coach e trainer Kátia Gaspar durante a palestra apresentada sobre o tema na sede da ABRH-SP.

Kátia também enumerou algumas características comportamentais do empreendedor: “Ele olha para a solução, não para o problema; não tem medo de errar, pois sabe que só se aprende errando; tem o equilíbrio entre ser um grande idealista e ser um executor; e é, acima de tudo, uma pessoa de alta performance”. Por fim, ela lembrou que fazer algo que tem propósito e “vem de dentro” é fundamental para o empreendedorismo.

Já a implantação da prática de home office e a apresentação dos resultados da segunda pesquisa sobre teletrabalho, feita pela SAP Consultores Associados, foram tema do evento realizado na última quinta na ABRH-SP, com representantes da Sobratt – Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades e GCONTT – Grupo de Consultoria em Teletrabalho.

 

Neurolinguística

A realização de eventos continua na sede da ABRH-SP com a apresentação, nesta quinta, das 9 às 11h30, da palestra Programação Neurolinguística (PNL) nas organizações. Diretor técnico da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística e trainer, Edson Carli conduzirá a palestra, que irá enfocar como a PNL pode nos ensinar a pensar sobre soluções e resultados.

Como explica Carli, trata-se de um modelo único e atualizado de desenvolvimento comportamental dentro das organizações. “Com a PNL, podemos ensinar o profissional a gerenciar seus pensamentos e emoções, tornando-o líder de si mesmo e de seus relacionamentos, aumentando a sua performance dentro da empresa.”

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 15 de maio de 2016

 

1º CONALIFE

Congresso Nacional de Liderança Feminina

Programado para 23 de junho, no Instituto Tomie Ohtake, na capital paulista, o CONALIFE tem como objetivo incentivar os profissionais que ocupam posições de liderança na gestão de pessoas das empresas a exercer o protagonismo nas questões que envolvem a diversidade e equidade de gênero nas suas organizações. Além disso, pretende discutir os melhores caminhos para a sociedade, as organizações e seus líderes buscarem a igualdade de gêneros e o empoderamento da mulher.

 

CONHEÇA A PROGRAMAÇÃO

 

8h30 – Credenciamento

9h30 – Abertura

Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP

Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil

 

9h45 – Painel Conhecimento – Diversidade de Gêneros: Questão de Negócios

Conferencistas:

Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário (speech de abertura)

Marienne Coutinho, sócia responsável da área de Tax da KPMG no Brasil

Paulo Nigro, presidente do laboratório farmacêutico Aché

Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul

Moderação:

Lígia Pinto Sica, coordenadora do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas

 

11h – Painel Atitude – Melhores Práticas, Seleção e Retenção, Sucessão e Carreira

Conferencistas:

Andrea Clemente, diretora de RH e Comunicação da Whirlpool América Latina

Paula Pedrão, diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Pão de Açúcar (GPA)

Rosilane Purceti, diretora de RH do Grupo Sanofi Brasil

Moderadora:

Sofia Esteves, presidente da DMRH e Cia de Talentos

12h30 – Almoço

14h30 – Exemplo de inspiração

Conferencista:

Alcione de Albanesi, presidente da ONG Amigos do Bem

 

15h – Painel Inspiração – Exemplos de cases nas áreas social, política, de RH e empreendedorismo

Conferencistas:

Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora

Fernando Rodrigueiro, diretor de RH da Unilever

Raquel Preto, sócio da Preto Advogados

Moderadora:

Leyla Nascimento, presidente da Fidagh – Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana

16h30 – Tributo às mulheres

17h30 – Encerramento

 

COMO PARTICIPAR

Pessoa Física

Associados de todas as ABRHs do Brasil: R$ 678

Não associados: R$ 1.130

Profissionais que desejam se associar à ABRH-SP: R$ 678 (inscrição) + R$ 365 (anuidade)

Há pacotes diferenciados para Pessoa Jurídica.

 

Mais informações e inscrições:

(11) 5505-0545

conalife@abrhsp.org.br

www.conalife.org.br

 

AGENDE-SE

 

1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina

DATA: 23 de junho

HORÁRIO:

LOCAL: Teatro CETIP, mesmo prédio do Instituto Tomie Ohtake (Rua Coropés, 88, Pinheiros), na capital paulista

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 15 de maio de 2016

ENTREVISTA

CIEE tem investido na ampliação e melhoria dos serviços para estudantes e empresas parceiras

O lançamento de novos cursos presenciais e de educação a distância e a intensificação das ações voltadas ao aumento de oferta de vagas são algumas das novidades a serem implementadas pelo CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola ao longo deste ano. A instituição também pretende estreitar seu relacionamento com a ABRH-SP, como explica o presidente do Conselho de Administração do CIEE São Paulo Luiz Gonzaga Bertelli nesta entrevista, em que também dá dicas preciosas para os jovens que estão em busca de uma vaga de trabalho.

 

GP – Quais as novidades do CIEE para este ano?

LGB – Especificamente no campo do estágio, temos três frentes de atuação. 1) Estamos aprimorando e ampliando os serviços prestados gratuitamente aos estudantes (lançamento de novos cursos presenciais e de EaD, ciclos de palestras, feiras estudantis, seminários, etc.) e intensificando as ações voltadas ao aumento de oferta de vagas. 2) Com relação às empresas parceiras, estamos estreitando nosso relacionamento, oferecendo cada vez mais e melhores serviços como contribuição à realização de programas de estágio de qualidade e dentro da lei (encontro com gestores, crescente número de serviços online, assessoria jurídica permanente, realização de recrutamento e processos seletivos, etc.). 3) No relacionamento com os governos, buscamos cada vez mais consagrar a segurança jurídica dos contratos de estágio e contribuir para que, numa próxima revisão para modernização da Lei do Estágio, os pontos controversos sejam aprimorados.

 

GP – Que ação podemos esperar para os próximos meses, que digam respeito diretamente aos gestores de RH?

LGB – O CIEE e a ABRH-SP realizaram na semana passada uma produtiva reunião destinada a estreitar parcerias, voltadas à realização de ações conjuntas nos muitos pontos de convergência da filosofia e de atuação das duas entidades. Entre elas, estão em pauta para serem mais bem detalhadas a promoção de seminários, palestras e outros eventos em cidades onda ambas tenham unidades e regionais; a promoção de um prêmio para as melhores práticas de estágio; ações específicas voltadas para a inclusão social e profissional de jovens em situação de vulnerabilidade; entre outros projetos.

 

GP – A crise econômica tem afetado a continuidade dos programas de estágio das empresas?

LGB – Evidentemente, dado o número de empresas que estão fechando no Brasil em consequência da crise, a oferta de novas oportunidades de estágio vem sofrendo alguns reflexos negativos. Entretanto, como uma parcela expressiva de contratos são feitos por órgãos públicos, o volume total vem se mantendo no mesmo patamar do primeiro semestre de 2015, quando registramos um crescimento de 4,5% em comparação ao mesmo período de 2014 – aqui considerando contratos de estágio e aprendizagem.

 

GP – Como o senhor avalia a qualidade dos programas de estágio da atualidade. E o que falta para melhorar ainda mais?

LGB – A nova Lei do Estágio entrou em vigor em 2008, trazendo vários avanços positivos, começando pela definição mais clara dos deveres e direitos das empresas e dos estagiários. Entre esses pontos, destacamos a gratuidade do atendimento ao estudante pelo agente de integração; a explicitação da autorização legal para o estágio do ensino médio; a autorização para que profissionais liberais autônomos (com registro nos conselhos de classe) possam contratar estagiários. Como ponto a aprimorar, o CIEE considera recomendável a reavaliação do prazo máximo de dois anos para a vigência do contrato de estágio na mesma empresa – restrição que poderia, em muitos casos, prejudicar uma futura efetivação pelo primeiro contratante –, bem como a limitação da jornada diária de 6 horas para estágio.

 

GP – Os jovens sofrem com a falta de emprego. Qual é a saída para eles no cenário atual?

LGB – Nossa recomendação é a mesma que fazemos para as empresas. O jovem deve se preparar para o momento em que a crise passar, quando o mercado de trabalho terá cada vez mais aquecida a procura por profissionais. A dica é ter bom desempenho na escola e no estágio, se estiver contratado. Se não contar hoje com uma oportunidade de estágio, deve continuar procurando. Sem esquecer que boas notas sempre ajudarão, assim como os cursos extraclasse que tiver realizado – lembrando que há muitas opções gratuitas na internet, como o Programa de Educação a Distância do CIEE (47 cursos), universidades nacionais e estrangeiras – e até realizar alguma atividade de voluntariado. 

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 08 de maio de 2016

Presidentes de empresas estão entre os conferencistas do CONALIFE

Artur Grynbaum e Paulo Nigro, respectivamente presidentes do Grupo Boticário e do laboratório farmacêutico Aché, e Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul, confirmaram a participação como conferencistas na primeira edição do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento promovido pela ABRH-SP, em parceria com a ONU Mulheres, que está programado para 23 de junho, das 8h30 às 17h30, no Teatro CETIP, mesmo prédio do Instituto Tomie Ohtake, na capital paulista.

Da área de Recursos Humanos, participarão como conferencistas: Andrea Clemente, diretora de RH e Comunicação da Whirlpool América Latina; Fernando Rodrigueiro, diretor de RH da Unilever; e Rosilane Purceti, diretora de RH do Grupo Sanofi Brasil.

Também confirmaram a presença Paula Pedrão, diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Pão de Açúcar (GPA); Marienne Coutinho, sócia responsável da área de Tax da KPMG no Brasil; Lígia Pinto Sica, coordenadora do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas; Alcione Albanesi, presidente da ONG Amigos do Bem; e Ana Fontes, idealizadora e fundadora da Rede Mulher Empreendedora.

 

Mais informações e inscrições:

(11) 5505-0545 ou www.abrhsp.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 08 de maio de 2016

Implantação da prática de home office em debate

A implantação da prática de home office, seus desafios e como superá-los, e a apresentação dos resultados da segunda pesquisa sobre teletrabalho, realizada pela SAP Consultores Associados, estarão em foco nos dois eventos que acontecem nesta semana em São Paulo e Campinas, com a participação de representantes da ABRH-SP, Sobratt – Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades e GCONTT – Grupo de Consultoria em Teletrabalho.

Em Campinas, o evento está programado para esta quarta, das 8 às 11 horas, no auditório do CIEE. Em São Paulo, o evento acontece no dia seguinte, no mesmo horário, na sede da entidade.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou

Campinas – regionalcampinas@abrhsp.org.br

SP – eventos@abrhsp.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 08 de maio de 2016

GEP Brasil acontece nesta quinta

Com o tema Liderança Catalisadora – Conduzindo a equipe ao resultado de forma mais rápida e eficaz, acontece nesta quinta, no Stream Palace Hotel, em Ribeirão Preto, o GEP Brasil – X Congresso de Gestão, Estratégias e Pessoas.

Realizado pela Regional Ribeirão Preto da ABRH-SP, o evento deste ano terá entre os conferencistas Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, que vai apresentar o case Caminhos da Liderança – Da gerência de RH à posição de CEO, e João Marcelo Furlan, diretor executivo de Comunicação e Marketing da ABRH-SP, que falará sobre o desenvolvimento de lideranças pelo método FLAPP no Programa de Trainees da Brookfield Incorporações.

Inscrições: (16) 3623-3051 ou gep.organizacao@cohros.com.br

Fonte: O Estado de São Paulo – 08 de maio de 2016

Blended learning: quais as vantagens de implementar

O país vive um boom de educação a distância e são muitos os formatos oferecidos. Blended, em inglês aplicado à expressão, quer dizer combinado. Ou seja, uma metodologia que combina EAD e presencial. Luciano Maffia, consultor que desenvolveu o método na McDonald’s University conta como funciona.

“Com o avanço tecnológico e a disseminação das tecnologias, todo mundo, independentemente de geração, se sente mais à vontade para lidar com os recursos online: câmeras, microfones, aplicativos de conversação… Essa popularização e a questão das dificuldades de deslocamento ajudaram muito o aparecimento de novos cursos e a consolidação como opção aos cursos presenciais, mas temos um problema gigantesco que é o engajamento”, ressalta Luciano.

Ele lembra que, quando o EAD começou no Brasil, há cerca de 7 anos, as aulas eram só assíncronas, ou seja, o material era gravado e o aluno podia acessar a hora que quisesse, sem, no entanto, ter como interagir ao vivo com o professor. “Esse modelo, principalmente para nós latinos que gostamos de interagir, na prática complicava: os alunos começavam, mas um número enorme não chegava ao fim do curso.”

 

O blended learning surgiu para combater essa questão. As ferramentas mais atuais propiciam aulas ao vivo e plateias virtuais de até 5 mil acessos simultâneos. A dinâmica permite que os participantes façam perguntas diretamente para o professor e “são feitos trabalhos, inclusive em grupo, pela tecnologia. Fizemos um curso assim, de seis aulas online e a sétima foi presencial. Quando os alunos chegaram já se reconheciam e se tratavam como amigos. Foi bem interessante”, relembra Luciano.

 

Outra questão importante para o blended learning é a preparação do professor ou facilitador. “Recrutamos facilitadores que se destacavam ao vivo, mas eles perdiam o referencial. Sentiam falta do feedback corporal da plateia: aquele aceno de cabeça concordando ou discordando, o sorriso, as perguntas… Tivemos que prepará-los para olhar para a câmera, para seguir um ritmo, sem esses elementos dos presencial. Não é só simplesmente transportar o professor e o conteúdo para o novo suporte”, alerta o consultor.

 

Para quem tem dúvidas sobre aderir, ele dá a certeza de que este é o caminho da educação nos próximos anos. “É uma forma de democratizar porque você tem custos menores. A hora/aula do professor passa a ser rateada por mais pessoas, porque não tem a limitação da sala física, que restringe o número de vagas. Assim, o preço do acesso também pode ser mais popular E tem ainda a questão de deslocamento, hospedagem, custos indiretos que pesam mesmo. Uma sugestão para testar seu comportamento online é participar dos inúmeros webinars que o mercado oferece. Eles são pontuais, sem necessariamente o objetivo que um projeto de blended learning tem, mas são instrumentos para criar a cultura digital. Muitos são gratuitos e, sem bem conduzidos, podem ser bastante interativos.”

 

 Pesquise, participe e conte pra gente o que você achou: rmo@abrhsp.org.br

NETWORKING: Você sabe fazer?

Quem participa de eventos presenciais vive na saia justa entre o abordar e ser abordado, e a medida certa para cada situação. Fizemos um guia para te ajudar.

A primeira dica é para os organizadores: “Todo encontro presencial é visto hoje como uma oportunidade de fazer contatos de trabalho, cabe à organização do evento deixar claras as regras para que esse networking aconteça ou não, e de que forma pode acontecer. Esse cuidado raramente é verbalizado e pode causar mal-entendido”, explica Paulo Bastos, diretor executivo da ABRH-Jovem. “Nem todas as pessoas que comparecem estão dispostas a ser abordadas ou a ser abordadas mais ostensivamente. Seguir a etiqueta e perceber essa diferença é uma atitude fundamental.”

Para quem vai a um encontro com essa disposição, a primeira percepção é corporal: “Muitas pessoas dão sinais que não querem interagir. Espere uma troca firme de olhar. Entre olhar e caminhar em direção à pessoa, novamente: como ela reage? Se ela titubear, pense se vale a pena avançar esse sinal. Já vivemos essas situações muitas vezes, mas tornar esse processo consciente ajuda muito a fazer contatos mais sólidos”, completa Paulo.

Venceu essa etapa? Hora de estabelecer qual a motivação dessa conversa: para ambos. Que interesses vocês têm – realmente – em comum?  Se, desde o primeiro momento, reconhecerem objetivos e tarefas que conseguirem trabalhar juntos, esse é um contato de sucesso. “Essa energia precisa fluir positivamente.”

Em artigo publicado na Harvard Business Review, a professora de comportamento, Francesca Gino, aponta que mesmo que você não encontre um interesse em comum, sejaprestativo.  Procure algo que possa oferecer: “Quanto as pessoas sentem que têm muito a oferecer, como aconselhamento, mentoria, acesso e recursos, a aproximação fica mais fácil e menos egoísta”, diz o texto, que conclui: “Quando você pensa mais em o que tem a dar para outros do que tem para ganhar deles, networking parece menos como promoção pessoal e mais como investimento de tempo”.

Ainda não se sente pronto para a empreitada? Então, prepare-se. Tente estabelecer – para aquele evento – o que está em debate, quais os pontos em comum e pergunte-se: o formato favorece mesmo o networking ou qualquer abordagem pode parecer uma invasão? Na dúvida, você pode sempre perguntar aos organizadores.

Fonte: Folha de Alphaville – 29 de abril de 2016

RELAÇÕES TRABALHISTAS: EM QUE PÉ ESTÃO?

Instabilidade quase geral, no clima de fica ou não fica e quem fica – saia justa para as relações trabalhistas. Em muitas empresas, as listas de demissões estão sobre a mesa da diretoria. Consultamos um especialista para responder: o que pode ser feito antes dessa decisão drástica.

“Em um momento como esse, a empresa precisa buscar alternativas de negociação. Tem empresas que custeiam todo o plano de saúde dos funcionários. Uma das soluções é migrar para planos com coparticipação. Há empresas que disponibilizam fretados. Será que não é o caso de compor vale-transporte com outros dias que o funcionário trabalha de casa? Esse modelo ajudaria também a diminuir o espaço locado”, explica Carlos Silva, diretor Jurídico executivo da ABRH-SP. “Se juntarmos as taxas de condomínio, IPTU e outros gastos, já conseguimos economizar, sem demitir. Com relação ao vale-alimentação vale a mesma recomendação. Depois desse exercício, se a redução de pessoal for inevitável, que seja feita com menor impacto social possível. Demitir um pai de família, provedor, traz consequências para os filhos também”, completa.

Para ele, é importante que os líderes pratiquem a comunicação até a exaustão, com informações claras sobre todas as etapas que a empresa está passando. “É preciso prevenir a crise e não gerenciar. A habilidade de diálogo dos gestores precisa ser contínua e a empresa deve suprir o líder com instrumentos para que o faça, sem espaço para que as ações sejam interpretadas como assédio moral. Não é hora de apelidos e é hora de achar um ponto de empatia com cada um do time, sem predileções. Nessa época em que todos ficam mais sensíveis, uma pessoa que não era chamada para uma reunião, e agora também não é, começa a ver essa não-convocação como um termômetro e espalha na rádio corredor que será o próximo. O líder atento observa essa atitude e esclarece”, reforça Carlos. 

Formar uma agenda de pacto, em todos os níveis, empregador, sindicatos e governo federal, para preservar o emprego e a cadeia produtiva é fundamental para manter as relações trabalhistas saudáveis. Carlos lembra que as iniciativas do governo para desoneração fiscal, concedida a 56 setores da economia, acabou descontinuada. O consultor aponta como uma saída rápida para a manutenção de empregos. “A redução de impostos pode se reverter na manutenção do quadro de funcionários. É uma proposta que pode ser recolocada na mesa de negociações assim que o governo for definido.”

 

Fonte: Folha de Alphaville – 22 de abril de 2016

SEM COMUNICAÇÃO NÃO TEM PRODUTIVIDADE

Segundo 8º Relatório Anual de Produtividade Proudfoot, 47% dos gestores brasileiros acham que os problemas de comunicação interna são a principal barreira para maior produtividade no mercado. O estudo do Great Place to Work reforça a percepção acima e parece estar mais do que atual, como demonstra a outra reportagem, nesta página, sobre relações trabalhistas.

A pesquisa do GPTW, com 130 empresas nacionais premiadas, mostra que quanto maior é o cargo de um colaborador, mais positiva é a visão que ele tem sobre a empresa e isso se relaciona com a comunicação. Por exemplo, diretores sentem-se muito bem informados, já a equipe abaixo deles considera a comunicação um ponto fraco.

Esse desalinhamento, em relação a comunicação, acontece quando não se estabelece uma conexão emocional, levando em consideração dois aspectos. Racional – se seu público está entendendo o que precisa entender naquele determinado momento; Emocional – se seu público está se sentindo como esperava que se sentisse diante da mensagem.

Se cada um entende de uma maneira, detalhar nunca é demais. E a enquete, dá pistas excelentes de quais mudanças implementar.

Toda comunicação pressupõe uma transformação, uma ação ou uma discussão. Primeiro passo é pensar: qual desses pontos você quer atingir?

Com essa definição, vamos ao próximo passo: construa a mensagem centrado na sua audiência e não no assunto. “Entenda o público antes de se comunicar: como ele se comunica? Mais informal, mais formal, pelo humor? Quantas vezes você já assistiu a uma apresentação e se perguntou: o que tenho a ver com isso?”, resume Bárbara Gianetti, Diretora do GPTW para Barueri e região. “Se você já passou por isso,

é sinal de que a comunicação não estava ajustada para o público. Faltou conexão emocional. No dia a dia, foque mais na pessoa do que no profissional.  Outra distinção clara a ser feita no planejamento é saber que o objetivo do negócio e o objetivo da comunicação não necessariamente são os mesmos”,reforça Luise Freitas, Diretora do GPTW para Barueri e região.

Terceiro passo: vencer a guerra da atenção. O que você fala vai ter que vencer o cacoete de pegar o celular só para checar se tem alguma novidade. Esse é, sem dúvida, o maior vilão da produtividade”, ressalta Mário Faccioni Jr., diretor da Regional Metropolitana Oeste da ABRH-SP. Quem vence? A melhor história – com começo, meio e fim – sem muitas voltas, com clareza e transparência. Ressalte causas, consequências, possíveis conflitos e, principalmente, oportunidades. Apresente as mudanças e enfrente a resistência inicial com mais informação. “Menos produtivo do que parar para explicar é correr atrás do que deu errado”, conclui Mário. 

 

Fonte: Folha de Alphaville – 22 de abril de 2016

QUER OBTER CONTEÚDO DE QUALIDADE COM INFORMAÇÃO ATUAL?