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CONARH 2016 apresentará temas que podem fazer a diferença nesse momento de superação da crise

Mais de 50 palestras estão programadas para a edição deste ano do CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas que acontece no período de 15 a 18 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Promovida pela ABRH-Brasil e pela ABRH-SP, a 42ª edição do evento vai abordar temas e novas práticas de gestão que podem fazer a diferença nesse momento de mudanças e superação da crise, como liderança, cultura organizacional, ética, tecnologias em RH, saúde nas empresas, aprendizagem e produtividade.

Para tanto, nomes de peso foram convidados como conferencistas. Um exemplo é o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, e atualmente consultor jurídico, Carlos Ayres Britto, que vai apresentar a palestra magna “O que faz a ética… e o que faz a falta dela”. Tendo como ponto de partida os pilares da ética, Ayres Brito abordará os avanços e as dificuldades na construção desses pilares no Brasil, além das dimensões da ética na política, na sociedade brasileira e nas organizações.

Já o economista e ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega vai falar, na magna “Os próximos anos do Brasil”, das perspectivas e dos movimentos prováveis da economia, bem como das lições vivenciadas com a crise e os possíveis desdobramentos para as empresas e os profissionais, que, com o seu nível de informação ampliado, poderão agir de forma responsável para a melhoria desses cenários.

Na magna de abertura do evento, outro nome de destaque: o do publicitário e empreendedor de sucesso Nizan Guanaes, fundador do Grupo ABC. A partir do tema “Gestão que inspira, pessoas que conquistam”, ele vai demonstrar a importância da atitude positiva e inovadora para mobilizar resultados sustentáveis nas organizações e também por que a influência e a ação transformadora só acontecem se houver crença e disciplina.

Entre as participações de conferencistas internacionais, aa ssessora perita em Psicologia Positiva do Departamento de Educação Executiva da Universidad de Monterrey, Nicole Fuentes, do México, estará à frente da magna “Colaboradores mais felizes, empresas mais produtivas”.

 

 “A gente pode esperar muita coisa boa neste CONARH 2016”, avalia Lilian Guimarães, vice-presidente da ABRH-SP e integrante do comitê de criação do congresso. Ela vai moderar a palestra magna “Cultura que inova e se transforma”, que terá a participação de Ricardo Marino, vice-presidente do Itaú Unibanco para América Latina, e de Claudia Politanski, vice-presidente executiva das áreas Jurídico e Ouvidoria, RH, Relações Governamentais e Comunicação Corporativa da companhia. “Eles vão falar da fusão feita entre o Itaú e o Unibanco sob uma perspectiva histórica e aonde se chegou como resultado dessa fusão”, completa Lilian.

Espaço Corners

Uma das novidades do CONARH deste ano é o Espaço Corners. Um novo jeito de apresentar as palestras simultâneas, agora sempre quatro de cada vez no mesmo auditório, sem divisórias ou isolamento acústico. Nas extremidades do auditório, serão montados quatro palcos e, em cada um deles, um palestrante falará ao público. Com fones de ouvido, o congressista poderá migrar de uma palestra para outra, conforme seu interesse, e, assim, aproveitar melhor sua participação no evento.

Liderança transformadora, profissões do futuro, educação financeira para produtividade nas empresas, inovação e RH, e mulheres empreendedoras corporativas são alguns temas das simultâneas. Saiba mais em www.conarh.com.br

Feira de Negócios

Pensada para propiciar relacionamento, convivência e negócios, a EXPO ABRH, espaço de exposição do CONARH, terá cerca de 120 empresas que vão mostrar suas novidades, oferecer entretenimento e conhecimento ao longo dos quatro dias do evento. As inscrições antecipadas já estão abertas para a EXPO, que tem entrada gratuita.

 

Mais informações e inscrições:

www.conarh.com.br ou (11) 3138-3420

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 10 de julho de 2016

Café Temático – Regional Campinas

A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP) de Campinas vai realizar o primeiro Café Temático para debater sobre o impacto da Cultura Organizacional nos resultados do negócio.

O palestrante Fabio Mottola, que é mestre em comportamento organizacional pela Brigham Young University, nos Estados Unidos, vai coordenar o encontro, no dia 21 de julho, quinta-feira, a partir das 8h30, no Teatro Sesi, em Campinas.

O evento é gratuito e tem inscrições limitadas através do telefone (19) 3294-3307 ou e-mail regionalcampinas@abrh.org.br.

“Há uma série de elementos que definem o quê e por quê fazer as coisas como fazemos. Por isso, o bate-papo, voltado principalmente para gestores, vai abordar os temas que compõem a cultura de uma organização, como as estruturas de poder, rituais, rotinas, símbolos e sistemas de controle, e como estes elementos afetam os resultados do negócio”, afirma Mottola.

Palestrante

Fabio Mottola, além de mestre em comportamento organizacional também é facilitador em Gestão de Mudanças e Desenvolvimento Organizacional, com mais de 15 anos de atuação na gestão em Recursos Humanos em empresas multinacionais. Também possui trabalhos realizados nos Estados Unidos, UK e Japão, e projetos de consultoria nos EUA e Brasil.

Serviço

Café Temático da ABRH-SP Campinas com Fabio Mottola

Data: 21/07/2016

Local: Teatro do Sesi – Avenida das Amoreiras, 450, Campinas-SP

Programação:

8h30 às 9h – Welcome coffee

9h às 9h10 – Abertura

9h10 às 10h – Palestra: Cultura Organizacional

10h às 11h – Discussão do tema e networking

11h – Encerramento

 

Fonte: Tantas

Palestra na sede

Apresentar o olhar gerencial de como direcionar técnicas para manter e atrair pessoas que estejam capacitadas para planejar e liderar eficazmente os recursos de forma contínua e equilibrada, atingindo os resultados esperados. Este é o objetivo da palestra Visão Estratégica – O novo olhar do RH, que acontece no próximo dia 14, a partir das 9 horas na sede da Associação.

Especialista em coach, programação neurolinguística, jogos corporativos e teatro, Roberta Omeltech vai conduzir a palestra, que é gratuita para os associados (não associados pagam R$ 100).

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

 No Painel Conhecimento, o presidente do laboratório farmacêutico Aché Paulo Nigro participará do debate ao lado de Fernando Modé, vice-presidente corporativo do Grupo Boticário; Lígia Pinto Sica, coordenadora do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas; Marienne 

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 03 de julho de 2016

Exemplos de empreendedorismo e inspiração

Empreendedora desde os 7 anos de idade, Alcione de Albanesi contou a sua história no palco do CONALIFE, abrindo o Painel Inspiração. Dona do primeiro negócio antes dos 20 anos –  uma confecção que deu emprego a mais de 80 pessoas –, Alcione, posteriormente, comprou uma loja de eletrônicos num território dominado pelos homens: a rua Santa Ifigênia, em São Paulo, especializada na venda desse tipo de artigo eletrônico. Mais tarde, foi para a China importar lâmpadas fluorescentes para o Brasil numa época que quase ninguém viajava para lá. Foi quando fundou a FLC Lâmpadas, empresa que se tornaria líder de mercado à frente das multinacionais. Depois de ter alcançado o sucesso, largou tudo para se dedicar à ONG Amigos do Bem, um exemplo de transformação efetiva na vida de milhares de pessoas dos Estados de Alagoas, Ceará e Pernambuco.

A história de Alcione inspirou o debate do painel, que teve a moderação de Leyla Nascimento, presidente da Fidagh – Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana e ex-presidente da ABRH-Brasil, e as participações de Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Fernando Rodrigueiro, diretor de RH da Unilever, e Raquel Preto, sócia da Preto Advogados.

Citando dados da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes disse que de 8 a 10 milhões de mulheres estão empreendendo no Brasil, principalmente, mulheres com filhos pequenos que não se sentem em um ambiente acolhedor para viver esse momento com mais flexibilidade; mulheres mais maduras pouco absorvidas pelo mercado de trabalho; e jovens que não se identificam no mundo corporativo e querem construir um sonho. Segundo ela, os maridos são quem mais desmotiva a mulher a empreender, com argumentos de que a atividade não dá dinheiro ou só traz dor de cabeça. “Há casos de mulheres cujo negócio está indo muito bem, mas elas não acham que conseguem ir em frente em razão dessa desmotivação”, alertou.

Ao falar sobre as políticas de inclusão e de empoderamento da mulher da Unilever – na companhia, 49,4% das mulheres estão em cargos de liderança, 53% na área de Finanças e 60% delas como gerentes de pesquisa e desenvolvimento –, Fernando Rodrigueiro disse que as grandes empresas precisam fazer o questionamento do porquê elas não são um lugar excelente quando uma mulher volta de uma licença-maternidade ou de um período de estudo. “Não dá para perder uma profissional porque a empresa não está preparada para essa volta da mulher”, disse.

Já Raquel Preto falou sobre a sub-representação feminina nos ambientes de poder. Só para citar um exemplo, no período entre 2014 e 2015, havia no Senado Federal apenas 13 mulheres ante 68 homens. Ela comentou ainda a respeito da situação política do país: “O Brasil está mudando ou, melhor, já mudou. Existem marcos históricos que ficam. É o caso da Operação Lava Jato, que já está surtindo efeitos práticos nas empresas e nos partidos, ajudando a passar o país a limpo”. 

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 03 de Julho de 2016

Maior representatividade feminina

“A bandeira da representatividade feminina precisa ser fincada dentro das empresas.” Esse pensamento do presidente da ABRH-SP Theunis Marinho deu o tom à primeira edição do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento promovido pela Associação em parceria com a ONU Mulheres, no último dia 23, na capital paulista, com o mote “Um Caminho sem Volta”.

Mais de 600 congressistas participaram do congresso. Ao longo do dia, foram realizados três painéis (Conhecimento, Atitude e Inspiração) com a presença de conferencistas e moderadores altamente credenciados.

Realizado no início da manhã, o Painel Conhecimento, que discutiu a diversidade de gêneros como uma questão de negócios, teve como conferencistas Fernando Modé, vice-presidente corporativo do Grupo Boticário; Lígia Pinto Sica coordenadora do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas; Marienne Coutinho, sócia responsável por International Tax da KPMG; Paulo Nigro, presidente do laboratório farmacêutico Aché; e Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul. Vice-presidente da ABRH-SP, Lilian Guimarães ficou encarregada da moderação.

A partir do case inspirador de empreendedorismo e empoderamento feminino do Grupo Boticário, apresentado por Fernando Modé, os conferencistas discutiram o quanto a maior presença das mulheres nos ambientes de poder aumenta a chance de crescimento sustentável das empresas. “A companhia ‘performa’ melhor quando há equilíbrio”, refletiu Marienne Coutinho.

Ao lembrar que, na Aché, 48% dos colaboradores são mulheres e, desse percentual, 32% ocupam cargos de gestão, Paulo Nigro disse o quanto a companhia é impactada pela competência e energia dessas mulheres, que possuem um propósito de inovação, honestidade, foco e cuidado muito claros.

Apesar da certeza do quanto a equidade de gênero impacta positivamente nos negócios e no desenvolvimento econômico dos países, os números da representação feminina nos ambientes de poder apresentados foram desanimadores. “Olhando para os últimos 18 anos, houve, sim, um ligeiro avanço nas diretorias executivas das empresas, mas que não chega aos dois dígitos. Nos Conselhos de Administração, porém, não tivemos esse avanço. Pelo contrário, os números vêm descendo nas companhias”, informou a professora Lígia Sica.

“Se alcançarmos a equidade de gênero no comando das companhias com o mesmo nível salarial, vamos inserir na economia mundial um Estados Unidos e uma China. Esse deveria ser um argumento suficiente para a mudança”, disse Tânia Cosentino.

 

Atitude

Realizado na sequência, o Painel Atitude foi aberto com um bate-papo entre a jornalista Maria Júlia Coutinho, a “Maju” do Jornal Nacional, e a moderadora, Sofia Esteves, fundadora do Grupo DMRH e da Cia de Talentos. Exemplo de inspiração para muita gente, “Maju” contou como enfrentou o preconceito e os ataques racistas nas redes sociais e falou sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no trabalho. Para ela, o maior problema é a desigualdade salarial, pois as mulheres ainda não ganham o mesmo que os homens.

Para falar da questão salarial e das melhores práticas de seleção e retenção de mulheres, bem como as questões de sucessão e carreira, o painel continuou com o debate entre Rosilane Purceti, diretora de RH do Grupo Sanofi Brasil, Lia Azevedo, vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional do Grupo Boticário, e Laura Pires, diretora de Sustentabilidade e do Instituto GPA do Grupo Pão de Açúcar (GPA).

Página: O Estado de São Paulo – 03 de julho de 2016

Maior representatividade feminina nos ambientes de poder é um caminho sem volta

“A bandeira da representatividade feminina precisa ser fincada dentro das empresas.” Esse pensamento do presidente da ABRH-SP Theunis Marinho deu o tom à primeira edição do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento promovido pela Associação em parceria com a ONU Mulheres, no último dia 23, na capital paulista, com o mote “Um Caminho sem Volta”.

Mais de 600 congressistas participaram do congresso. Ao longo do dia, foram realizados três painéis (Conhecimento, Atitude e Inspiração) com a presença de conferencistas e moderadores altamente credenciados.

Realizado no início da manhã, o Painel Conhecimento, que discutiu a diversidade de gêneros como uma questão de negócios, teve como conferencistas Fernando Modé, vice-presidente corporativo do Grupo Boticário; Lígia Pinto Sica coordenadora do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas; Marienne Coutinho, sócia responsável por International Tax da KPMG; Paulo Nigro, presidente do laboratório farmacêutico Aché; e Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul. Vice-presidente da ABRH-SP, Lilian Guimarães ficou encarregada da moderação.

A partir do case inspirador de empreendedorismo e empoderamento feminino do Grupo Boticário, apresentado por Fernando Modé, os conferencistas discutiram o quanto a maior presença das mulheres nos ambientes de poder aumenta a chance de crescimento sustentável das empresas. “A companhia ‘performa’ melhor quando há equilíbrio”, refletiu Marienne Coutinho.

Ao lembrar que, na Aché, 48% dos colaboradores são mulheres e, desse percentual, 32% ocupam cargos de gestão, Paulo Nigro disse o quanto a companhia é impactada pela competência e energia dessas mulheres, que possuem um propósito de inovação, honestidade, foco e cuidado muito claros.

Apesar da certeza do quanto a equidade de gênero impacta positivamente nos negócios e no desenvolvimento econômico dos países, os números da representação feminina nos ambientes de poder apresentados foram desanimadores. “Olhando para os últimos 18 anos, houve, sim, um ligeiro avanço nas diretorias executivas das empresas, mas que não chega aos dois dígitos. Nos Conselhos de Administração, porém, não tivemos esse avanço. Pelo contrário, os números vêm descendo nas companhias”, informou a professora Lígia Sica.

“Se alcançarmos a equidade de gênero no comando das companhias com o mesmo nível salarial, vamos inserir na economia mundial um Estados Unidos e uma China. Esse deveria ser um argumento suficiente para a mudança”, disse Tânia Cosentino.

 

Atitude

Realizado na sequência, o Painel Atitude foi aberto com um bate-papo entre a jornalista Maria Júlia Coutinho, a “Maju” do Jornal Nacional, e a moderadora, Sofia Esteves, fundadora do Grupo DMRH e da Cia de Talentos. Exemplo de inspiração para muita gente, “Maju” contou como enfrentou o preconceito e os ataques racistas nas redes sociais e falou sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no trabalho. Para ela, o maior problema é a desigualdade salarial, pois as mulheres ainda não ganham o mesmo que os homens.

Para falar da questão salarial e das melhores práticas de seleção e retenção de mulheres, bem como as questões de sucessão e carreira, o painel continuou com o debate entre Rosilane Purceti, diretora de RH do Grupo Sanofi Brasil, Lia Azevedo, vice-presidente de Desenvolvimento Humano e Organizacional do Grupo Boticário, e Laura Pires, diretora de Sustentabilidade e do Instituto GPA do Grupo Pão de Açúcar (GPA).

Página: O Estado de São Paulo – 03 de julho de 2016

Homenagem a Luiza Trajano e uma atração surpresa

Um dos momentos marcantes do evento foi a homenagem a Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho Administrativo do Magazine Luiza, pelo trabalho em prol da equidade de gêneros no ambiente corporativo. Ela foi chamada ao palco pela diretora executiva Comercial da ABRH-SP Edna Goldoni, que destacou a trajetória de Luíza como símbolo de luta, conquista, garra, coragem, fé e atitude.

“Eu acompanho há mais de 30 anos, e desde os primeiros eventos, a luta da ABRH para mostrar que as pessoas são importantes dentro das organizações”, disse Luiza, que parabenizou o sucesso do CONALIFE e reiterou o quanto investir na mulher é fundamental para que o país se desenvolva economicamente.

No final do dia, a AON presenteou os congressistas com uma surpresa: um pocket show com a soprano brasileira Carmen Monarcha, solista convidada da André Rieu & Johann Strauss Orchestra. Acompanhada pelo pianista Daniel Gonçalves, Carmen brindou o público com clássicos da MPB, como “Garota de Ipanema”, e “Habanera”, ária da ópera Carmen, de Georges Bizet.

Fonte: O Estado de São Paulo – 26 de junho de 2016

Sucesso marca primeira edição do CONALIFE

A primeira edição do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, que tem como mote “Um Caminho sem Volta”, e teve mais de 700 inscritos, foi realizada com sucesso na última quinta, no Teatro Cetip – Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. O evento, promovido pela ABRH-SP em parceria com a ONU Mulheres, proporcionou aos congressistas debates com painelistas e moderadores altamente credenciados, muita reflexão sobre o que é preciso fazer na prática para avançar nas questões relativas à equidade de gênero e empoderamento das mulheres e uma ação concreta, anunciada pelo presidente da ABRH-SP Theunis Marinho: uma ação popular para ampliar em duas etapas a participação feminina nas casas legislativas (federal, estadual e municipal), inicialmente para 30% e, na legislatura posterior, para 50%, mudando a lei nº 9.504, de 1997, que exige que os partidos e coligações tenham 30% de mulheres na lista de candidatos para eleições. “Afinal, a população brasileira tem 51% de mulheres e 49% de homens”, lembrou Marinho.

O projeto de lei de iniciativa popular previsto no artigo 61, parágrafo 2º da Constituição Federal de 1988, será entregue à presidência da Câmara dos Deputados. “A ação precisa de no mínimo 1% da população eleitoral nacional mediante assinaturas distribuídas por pelo menos cinco Estados federativos e no mínimo 0,30% dos eleitores em cada uma dessas unidades. A ABRH-SP quer se unir a todas as entidades e movimentos da sociedade civil que veem Justiça nessa causa, incluindo também a ABRH-Brasil e todas as demais seccionais”, completou Marinho.

A abertura do CONALIFE teve a participação da representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil Nadine Gasman. “Todos nós que trabalhamos na construção de um planeta 50-50 igualitário sabemos que a chave para atingir essa proporção são as pessoas que fazem o recrutamento nas empresas e que tomam conta das condições de trabalho. Falar para uma audiência lotada por essas pessoas neste teatro é realmente um grande privilégio”, disse Nadine.

Já programação teve, ao longo do dia, a apresentação de três painéis com os temas: Conhecimento, Atitude e Inspiração.

 

Fonte O Estado de São Paulo – 26 de junho de 2016

PROGRAME-SE

Você já fez a sua inscrição para o CONARH 2016? Ainda não? Então, aproveite: até 31/07, os associados da ABRH-SP pagam R$ 2.817,89; não associados, R$ 4.696,44. Os valores sobem depois dessa data. Maior congresso de gestão de pessoas da América Latina, o CONARH acontece de 15 a 18 de agosto, no Transamerica Expo Center, na capital paulista. Na programação, novidades como o Espaço Corners – quatro palestras simultâneas no mesmo auditório, o que permitirá ao congressista migrar de um tema para outro conforme o interesse.

Saiba mais em www.conarh.com.br

Fonte: O Estado de São Paulo – 19 de junho de 2016

Campinas promove visita técnica à Klabin

Na manhã de 3 de junho, a Regional Campinas promoveu a visita técnica à unidade Tijuco Preto, da Klabin, considerada destaque do Agronegócio entre as maiores e melhores de 2015, de acordo com ranking da revista Exame. Integrantes da Regional e convidados passaram a manhã conhecendo as práticas de gestão de Recursos Humanos e sustentabilidade que projetaram a empresa nesse setor.

O grupo foi recepcionado pelo diretor de Gente e Gestão da Klabin, Sergio Piza, que falou sobre desenvolvimento de lideranças e a visão de Recursos Humanos da organização. Por exemplo, são oferecidos cursos para as diferentes funções e estágios da carreira e os profissionais são preparados para o desenvolvimento participando do desenvolvimento da empresa.

“Adotamos as visitas técnicas como pilar estratégico para a ABRH-SP Campinas aproximar os RHs e unir as boas práticas e experiências entre os profissionais. As visitas compreendem o entendimento do negócio, tour pela empresa, troca de experiências com key people ediscussão sobre temas relevantes do contexto dos Recursos Humanos”, explica a diretora da Regional Campinas Fabiola Lencastre.

Já estão sendo programadas novas visitas técnicas a empresas da região no segundo semestre deste ano. (Texto: Alberto Augusto)

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 19 de junho de 2016

Afastamentos previdenciários e suas repercussões para as empresas

Apresentada no último dia 9, na sede da ABRH-SP, a palestra sobre Afastamentos Previdenciários e suas Repercussões para as Empresas lotou o auditório da Associação. Especialista no tema, a advogada e consultora jurídico-empresarial nas áreas de Direito do Trabalho e Direito Previdenciário, Cláudia Salles Vilela Vianna, fez alertas e falou dos procedimentos recomendáveis para evitar problemas e obter reparações judicialmente.

Segundo ela, os erros cometidos pelo INSS fazem com que as empresas paguem caro e o trabalhador que tem um problema de saúde de verdade sofra quando vê cancelado seu benefício mesmo sem ter recuperado a capacidade laborativa para a atividade habitual. “Há ainda um entendimento equivocado da Justiça do Trabalho em relação à seguridade social. A responsabilidade social da empresa não pode ser maior que a responsabilidade da própria seguridade social, cujo objetivo é a proteção ao cidadão.”

Entre as muitas questões relacionadas ao tema, Cláudia falou das dúvidas sobre os contratos dos trabalhadores afastados. “No caso do trabalhador afastado por auxílio-doença e considerado licenciado, só é possível rescindir o contrato por justa causa, rescisão indireta (justa causa do empregador) e encerramento das atividades empresariais. É diferente do empregado aposentado por invalidez que tem suspenso o seu contrato de trabalho durante o prazo fixado pelas leis de previdência social para a efetivação do benefício. De acordo com a súmula 160 do Tribunal Superior do Trabalho, porém, se cancelada a aposentadoria por invalidez, mesmo após cinco anos, o trabalhador terá direito de retornar ao emprego, sendo facultado ao empregador indenizá-lo na forma da lei.”

Cláudia lembrou ainda que a lei 13.063 de 2014 impactou a legislação trabalhista ao dispensar a perícia médica para aposentados por invalidez com idade igual ou superior aos 60 anos. “Nesse caso, como o trabalhador não vai ter mais o benefício cancelado, é possível rescindir o contrato.”

A palestra foi promovida pelo CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, grupo mantido pela ABRH-SP em parceria com a ABRH-Brasil com o propósito de acompanhar e influenciar a formação de leis que afetam as relações trabalhistas. Saiba mais em: www.corhale.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 19 de junho de 2016 

QUESTÃO DE GÊNERO – CONALIFE

ABRH-SP e ONU Mulheres realizam 1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina nesta quinta

Um memorando de entendimento assinado entre a ABRH-SP e a ONU Mulheres no final de 2015 selou o compromisso das duas entidades de realizar uma série de ações conjuntas para promover a igualdade de gêneros e o empoderamento das mulheres no mundo do trabalho. O 1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, que acontece nesta quinta no Teatro Cetip (prédio do Instituto Tomie Ohtake), em São Paulo, é uma evolução deste entendimento e pretende promover um diálogo amplo sobre o assunto.

 “Em todo o mundo, a ONU Mulheres está convidando o setor privado para dar passos decisivos até 2030 na direção de um planeta 50-50 com paridade de gênero. O engajamento de lideranças empresariais e eventos como o CONALIFE são fundamentais para a formação de alianças e compromissos para apoiar as mulheres na quebra do teto de vidro, que as impede de desenvolver plenamente os seus talentos e obter progressos reais nas carreiras”, afirma Nadine Gasman, representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil.

Para o presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho, o CONALIFE acontece em um momento histórico da luta pela equidade de gêneros no Brasil. “Acredito que esta é a hora oportuna não só para discutir a sub-representação feminina nos ambientes de poder como para propor avanços nesse sentido. O objetivo principal do congresso será mostrar que a igualdade de gêneros é um caminho sem volta.”

Ao longo de um dia todo de atividades, o CONALIFE terá três painéis que vão abordar desde a diversidade de gêneros como uma questão de negócios (Painel Conhecimento) até as melhores práticas de seleção e retenção de mulheres (Painel Atitude) e empreendedorismo, com exemplos de mulheres que “chegaram lá” nas áreas social, política, de RH e outras (Painel Inspiração).

 

Conferencista do Painel Conhecimento, o presidente do laboratório farmacêutico Aché Paulo Nigro considera que há uma cultura em transformação nas empresas brasileiras. “Estamos no rumo de um processo sem volta, em que haverá a consolidação de um quadro de maior igualdade dentro e fora das organizações. Quem resistir a essa realidade certamente perderá talentos e competitividade.”

Nigro participará do debate ao lado de Fernando Modé, vice-presidente corporativo do Grupo Boticário, Marienne Coutinho, sócia responsável por International Tax da KPMG e copresidente da WCD no Brasil, e Tania Cosentino, presidente da Schneider Electric para América do Sul. Diretora de redação da revista Marie Claire, Marina Caruso fará a moderação.

 

AGENDE-SE

1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina

DATA: 23 de junho

HORÁRIO: das 8h30 às 17h30

LOCAL: Teatro Cetip (prédio doInstituto Tomie Ohtake / Rua Coropés, 88, Pinheiros), na capital paulista

 

 

COMO PARTICIPAR

 

Pessoa Física

Associados de todas as ABRHs do Brasil: R$ 678

Não associados: R$ 1.130

Profissionais que desejam se associar à ABRH-SP: R$ 678 (inscrição) + R$ 365 (anuidade)

Há pacotes diferenciados para Pessoa Jurídica.

 

 

Mais informações e inscrições:

(11) 5505-0545

conalife@abrhsp.org.br

www.conalife.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 19 de junho de 2016

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