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TALENTOS CERTOS PARA UMA STARTUP

Criar uma equipe coesa em 28 dias. Você aceitaria o desafio? Foi exatamente essa missão que a equipe de RH da Global Saúde recebeu assim que a startup adquiriu o primeiro grande cliente, ainda nos primeiros meses do empreendimento.

“Nossos critérios foram muito claros. Primeiro de tudo: brilho nos olhos. Queríamos o profissional perfeito e a remuneração ia ser um pouquinho abaixo do mercado, como muitas empresas que estão começando. Não tínhamos ainda todos os líderes, nem a descrição dos cargos. Não tinha como fazer um processo de recrutamento e seleção tão estruturado quanto gostaríamos”, explica Fernanda Cunha Garcia, superintendente de Gestão de Pessoas.

“Nós pedimos para que os funcionários já contratados indicassem um amigo. E, como o clima interno era muito positivo, conseguimos bons resultados. Desde o começo, temos pessoas que vestem a camisa, que entregam um pouco mais. Queríamos construir bem-estar, mas bem-estar e as muitas horas de trabalho necessárias quando se monta uma empresa pareciam incompatíveis. Mas conseguimos porque ouvíamos muito as sugestões. Todo mundo chegava com muitas ideias e a gente valorizava. Ajuda a reter”, relembra Fernanda. “O sucesso desse projeto foi a base dele. Por um lado, escolhemos pessoas que, claramente, tinham a cultura da empresa. E, de outro, os funcionários engajados e encantados recebiam os recém-contratados com essa energia.”

Quando se fala em cultura, importante sempre ressaltar os valores. É da aderência a eles que se fazem as boas contratações. Quem procura emprego pode considerar este um ponto de partida. No case que falamos, da Global Saúde, são:

Ética – Tratar os assuntos corporativos da forma mais correta e transparente possível, respeitando a legislação vigente e as políticas da empresa. Prezar pela segurança das informações; cultivar uma relação de confiança entre parceiros, clientes e colaboradores.

Compromisso com a Excelência – Atender a todos, buscando o mais alto nível de excelência e eficiência.

Respeito – Transmitir informações verdadeiras, demonstrando respeito mútuo em todos os nossos relacionamentos. Respeito à diversidade cultural.

Inovação e Empreendedorismo – A atitude de “dono do negócio” é inerente a cada um dos profissionais da Global.

Sustentabilidade – Busca contínua de novos modelos, com organização de recursos e cuidado com os impactos sociais, econômicos e ambientais.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 08 de abril de 2016

O QUE PESA NA HORA DE FICAR OU SAIR?

O que é decisivo na hora de optar por continuar na empresa em que se trabalha? Essa pergunta faz parte da rotina dos headhunters e dos RHs, mas você sabe a SUA resposta?

Com a era do trabalho no modelo industrial em queda, diante de modelos mais flexíveis, lançar um olhar sobre as práticas que dão certo é mais do que fundamental para construir a equipe certa para o seu negócio. Para quem está na equipe, pensar com consciência sobre o assunto alinha desejos e perspectivas.

“A gente está vendo no mercado um momento bem desafiador. Tão crítico quanto escolher bem contratar, escolher bem quem demitir”, lembra Johannes Castelano, diretor de RH da Adama. “Quando se fala em atração e retenção, tem que dar senso de causa para o candidato. Sem ele, não tem engajamento”, explica o executivo.

Atualmente no setor de agronegócios, Johannes participou da startup de duas companhias aéreas, Gol e, mais recentemente, da Azul. Para ele, foi esse senso de causa que fez com que esta última crescesse em ritmo acelerado e com uma cultura forte. Entre os números gerais citados, contratar o profissional certo reverte em 85% para o negócio. No polo oposto, equipes despreparadas geram 76% de impacto negativo.

Então, qual a fórmula que sugere? “O que fizemos foi focar no funcionário. Funcionário feliz faz cliente feliz e cliente feliz faz o acionista feliz. Para isso, os executivos davam o exemplo, não só ao incorporar a cultura, mas ao praticar na frente de trabalho”, relembra. “Estou fazendo o mesmo na Adama. Levamos os diretores para conhecer nossos distribuidores. Nenhuma companhia do setor tem essa política tão próxima. Ao ir até cada um, conhecer pelo nome, o distribuidor se sente prestigiado, ouvido, respeitado. Resultado? Em menos de um ano os pedidos aumentaram de R$ 10 milhões para R$ 50 milhões e o share da prateleira de 10% foi para 15%.  “Quem não quer ficar em uma empresa que trabalha com uma política orientada para pessoas? Se ajudamos o nosso fornecedor a se estruturar melhor, dentro de casa a postura é a mesma. Quando você começa a contar essa história, as pessoas querem fazer parte.”

O diretor ressalta que, quando se fala que o maior patrimônio da corporação são as pessoas, nem sempre é assim. “O maior patrimônio são as pessoas certas”, diz ele. “Com alto nível de preparação: sabe o que fazer, como fazer e quer fazer. Ou seja, tem conhecimento, habilidade e atitude. Esse é o funcionário para atrair e reter. Mesmo em tempos difíceis, é preciso manter esse perfil na empresa. Para que, assim que o mercado começar a reagir, a força esteja preparada para acompanhar com rapidez o movimento e aproveitar esse tempo frente à concorrência. Uma das formas de estar preparado é não deixar o talento ir embora.”

Fonte: O Estado de São Paulo – 8 de abril de 2016

23 de Junho: Um dia para as mulheres

Recentemente, a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, em viagem à Argentina, aproveitou a ocasião para falar para jovens mulheres sobre a importância de se prepararem para serem líderes. Contou como ela mesma enfrentou o sexismo e, por diversas vezes, por exemplo, ouviu pessoas perguntarem ao seu irmão que carreira iria seguir e para ela com que tipo de homem iria se casar.

Representante de uma nova geração, a atriz Emma Watson, mais conhecida pela saga Harry Potter, hoje embaixadora da ONU, levanta a voz repetidamente para defender:   “Queremos acabar com a desigualdade de gêneros e, pra isso, precisamos que todos estejam envolvidos”.

Duas gerações e o mesmo propósito. E já que todos precisam estar envolvidos, perguntamos:

O que você faz, o que pode fazer no dia a dia para que isso aconteça?

Se você ainda não sabe responder a essa pergunta, temos uma proposta. Reserve o dia 23 de junho para descobrir como, no primeiro Congresso Nacional de Liderança Feminina, o CONALIFE.

Estamos reunindo o depoimento de mulheres que chegaram a posições de liderança no Brasil. Vamos mapear juntas as mudanças que precisam ser feitas. Essa iniciativa da ABRH-SP é parte do memorando de entendimento que a Associação assinou com a ONU e que inclui a adesão ao movimento HeForShe. “Com base nos pilares Conhecimento, Inspiração e Atitude, estão sendo construídos os temas dos debates e das palestras e são convidados os participantes e conferencistas”, informa o presidente Theunis Marinho.

O pilar Conhecimento terá conteúdos relacionados às vantagens concretas da diversidade de gêneros para os negócios. O pilar Inspiração vai debater o desenvolvimento e crescimento profissional feminino e o equilíbrio entre carreira e vida pessoal. Já o pilar Atitude terá como foco a atração e contratação de mulheres pelas empresas e os caminhos para a recompensa e o reconhecimento equânimes entre gêneros.

Envolver a todos significa, também e principalmente, ter homens que abracem esse processo. E, por isso, eles estão no Comitê de Conteúdo. Sérgio Piza (Klabin) é um dos representantes. ”A ocasião é uma forma de nos conscientizarmos de pequenas mudanças que podem trazer grandes resultados”, lembra Mário Faccioni Jr., diretor da Regional Metropolitana Oeste. “São muitas as pesquisas que comprovam que mais mulheres no board impulsionam os números positivos. Então, não tem desculpa para não abrir espaço. O CONALIFE vai ser uma oportunidade para encontrar os caminhos e colocar em prática em todos os ambientes, não só no trabalho.”

 

Fonte: Folha de Alphaville – 01 de abril de 2016

GESTÃO DE DESEMPENHO: SUA OPORTUNIDADE PARA CRESCER

Como construir uma cultura forte, com políticas e metas claras sobre desempenho? Em outras palavras, como medir aspectos como produtividade, proatividade e aperfeiçoamento de competências? Essa questão, talvez a principal em todas as organizações, é certamente das mais polêmicas no RH.

Tema de um dos Grupos de Estudos da ABRH-SP Metropolitana Oeste, “Gestão de Desempenho” é um processo que tem início, meio e tomada de decisão contínua. Cada empresa deve pesquisar, avaliar e implementar o modelo que se adeque a sua realidade, perfil e cultura organizacional”, diz Janaína Maia, diretora de Capital Humano do Walmart e coordenadora do grupo.

Em palestra aberta, na última semana, Janaína contou um pouco da sua experiência na empresa e trouxe à luz preocupações que serão trabalhadas no grupo. “O desafio de Recursos Humanos é garantir o alinhamento entre as metas individuais e departamentais com as estratégias organizacionais.”

Na estratégia de gestão de pessoas, o sistema Gestão de Desempenho equilibra a balança do Reconhecimento e Recompensa. Mede o nível de conhecimento da organização e o nível de comprometimento dos profissionais. Também tem grande influência nos processos de feedback.  “Feedbacks estruturados, claros e cuidadosos proporcionam benefícios, quando feitos por meio de instrumentos efetivos de aprendizagem e desenvolvimento do liderado e do líder”, resume.

O uso de coaching, por exemplo, é uma boa maneira de captar anseios e sugestões que, muitas vezes, não chegam por canais mais formais. É também uma boa bússola para a área de treinamento. Janaína acredita que “o alinhamento de expectativas é extremamente importante. O profissional deve deixar claro suas aspirações e obter da sua liderança um feedback das suas aptidões para o caminho almejado”.

Para ela, “um processo de Gestão de Desempenho efetivo depende, sobretudo, de uma liderança eficaz e eficiente, que constitua o elo de alinhamento entre indivíduo e as estratégias da empresa. Cabe à liderança a promoção das adaptações necessárias para gerar a sinergia”.

Mesmo que você ainda não seja líder, prepare-se. O grupo que discute o assunto se reúne uma vez por mês. Poucas pessoas para que a atenção no desenvolvimento seja plena: “Participar de Grupos de Estudos agrega valor no desenvolvimento do profissional, proporciona diferencial competitivo em processos seletivos, além de ressaltar competências essenciais que as empresas buscam nos candidatos,” ressalta Janaína.  

Mais informações: rmo@abrhsp.org.br 

 

Fonte: Folha de Alphaville – 01 de abril de 2016 

QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: quando ela chega até você?

Quem responde é Gustavo Casarotto, da Metadados.  CEO, com perfil focado na Inovação, ele olha lá para fora com a visão de quem prepara o futuro – agora. Você acompanharia?

Para quem não conhece bem o termo, a Quarta Revolução Industrial é uma economia com forte presença de tecnologias digitais, mobilidade e conectividade de pessoas. Foi tema do famoso encontro de Davos, deste ano. E por que importa para a sua carreira? Porque substitui totalmente a lógica atual de produção. “A nossa referência é a linha de produção linear. Se eu quero fazer um produto novo, contrato pessoal para isso e coloco dentro da minha fábrica – talentos e máquinas. Com essa nova estrutura, não precisa trazer para dentro, treinar e desenvolver até alcançar o resultado. A empresa tem a ideia e busca colaboradores fora que já são especializados em desenvolver aquele segmento. Ganha tempo e agrega inteligência”, explica Gustavo. “Se você precisa de um software que agregue ao seu negócio, não precisa aprender a desenvolver o software, mas vai buscar no mercado quem faz e faz bem. O  segredo do produto, que o brasileiro adora guardar para si, passa a ser aberto. É o caso da Netflix que abriu para que colaboradores encontrassem a ´fórmula´ mais interessante para sua rede de servidores.”

E como afeta os profissionais? “Quem já está no mercado, vai ter que mudar a maneira de pensar para achar soluções com essa nova lógica. Conviver com a inovação.” Já quem está na escola e faculdade, segundo ele, já vai chegar mais preparado. “Tecnologias, como a impressora 3-D, que já começam a aparecer nesses ambientes de educação, serão mais corriqueiras no novo modelo. Elas possibilitam a fabricação em escala menor, com qualidade.”

Por isso, um dos primeiros setores que deve se desenvolver mais rapidamente é o de brinquedos. Pois, a flexibilidade e a criatividade são grandes. Brindes e até calçados estão na lista dos que devem despontar antes. Já a construção civil, que, em alguns países mais desenvolvidos, já vive sob as novas regras, aqui vai demorar. “Enquanto, na China, já fizeram uma casa com impressora 3-D em 24 horas, aqui temos outros fatores. Em países com inverno rigoroso, os prazos de construção são curtos. Por isso, a tecnologia cai bem. Mas os custos são altos. Aqui, temos mão de obra barata e um clima que amplia a temporada de atividades. Não há ainda por que migrar para essa solução.”

Quer se preparar melhor? A resposta pode estar nesta mesma página.

Fonte: Folha de Alphaville – 24 de março de 2016

PROFISSIONAIS DE PESO COMANDAM PEQUENOS GRUPOS QUE VOCÊ PODE PARTICIPAR

Em que lugar você pode trocar informações diretamente com talentos que estão hoje à frente de empresas de destaque? Bem aqui em Alphaville.

 

Muitos sonham em ter a chance de debater os grandes temas do momento com que está em evidência. Essa é a oportunidade para os que se engajam nos Grupos de Estudos da ABRH-SP. “Esses grupos são pequenas células de conhecimento para estimular o desempenho no mercado de trabalho, seja na empresa em que cada um atua atualmente, seja para impulsionar uma recolocação”, resume Pedro Carneiro, consultor e voluntário na ABRH-SP.

Conheça alguns dos facilitadores:

Janaína Maia, diretora de Capital Humano da Walmart Brasil, dedica as poucas horas que sobram na correria da semana a esse contato com os participantes. Ela está à frente do time de Gestão de Desempenho. São momentos em que não só traz experiência, mas também provoca a participação de todos.

O envolvimento é uma das características mais reconhecidas pelos gestores, em todo o mundo. E, por isso, também dá o clima do time de Educação Corporativa, comandado por Luciano Maffia. Ele atuou como reitor da McDonald´s University Latam, uma das maiores e mais famosas universidades corporativas do mundo. Responsável pelo Gerenciamento da Universidade Corporativa e no desenvolvimento de programas para alta liderança em 20 países. “Ninguém entra em um grupo desses e sai sem transformar esse aprendizado em práticas de destaque”, lembra Pedro. Luciano tem ao seu lado nas orientações outro talento reconhecido: Ana Gabriela Ribeiro Dezan é lidera a área de Talentos Humanos do Franz Café, que é composta pelos setores de Educação Corporativa, Capital Humano e Departamento Pessoal.

Da Ramazzini Engenharia, vieram os dois comandantes do time de Gestão em Saúde e Segurança: Márcia Ramazzini e Rinaldo César da Silveira. Ele tem ampla experiência em Marketing. Ela, engenheira civil e mestre em Saúde Ocupacional. Dezoito anos em consultoria em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente.

Time de remuneração estratégica? Outros dois profissionais reconhecidos: Joaquim Leria, que trabalhou em empresas, como Saint-Gobain, Allianz Seguros e Grupo Arcor, e atualmente é sócio-diretor da Leria & Associados. E Marcelo Samogin, diretor da Remunerar.

Coaching? Todo mundo acha que sabe o que é e como faz, mas as mudanças no setor deixam essa equação mais complicada. Por isso, à frente do grupo está o diretor da Regional da ABRH-SP, Mário Faccioni Júnior. “Estar mais perto de áreas polêmicas ajuda a multiplicar o conhecimento de forma amadurecida. E as dúvidas somem para dar espaço às soluções”, lembra ele.

Buscando apoio para se desenvolver, gastando pouco e potencializando as oportunidades? Então, corra: os grupos têm poucas vagas e estão fechando. Serão 8 encontros presenciais no ano, mas a troca é contínua. Empurrão fundamental num ano de cenários complicados no RH nacional.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 24 de março de 2016

Dicas para conquistar a inteligência emocional

Fazer uma gestão emocional adequada e desenvolver emoções inteligentes faz toda a diferença na carreira e no ambiente corporativo. Com base nessa premissa, a educadora Vera Martins, mestre em Ciências da Comunicação e especialista em medicina comportamental, apresentou a palestra sobre o tema da inteligência emocional na última quarta, na sede da ABRH-SP.

Como ela explicou, a leitura corporal é um dos fatores da inteligência emocional. “Você só identifica a emoção quando está tendo uma reação corporal.” E isso não é tão difícil assim: as quatro emoções básicas que regem a nossa vida – alegria, raiva, tristeza e medo – são responsáveis por todas as outras emoções que sentimos.

Ter um emocional inteligente significa, portanto, usar a razão para reconhecer, entender e avaliar cada emoção, e escolher o melhor a fazer. “A pessoa não deve deixar que as coisas aconteçam de forma involuntária e inconsciente. A escolha do melhor a fazer deve ser realizada de maneira consciente.” Mas, segundo Vera, isso vai exigir mecanismos de mudança de hábito.

Fonte: O Estado de São Paulo – 01 de maio de 2016

1º de Maio

Um guia para ajudar quem precisa se recolocar no mercado de trabalho

 

Neste Dia Internacional do Trabalho, o jornal Gestão de Pessoas consultou três superespecialistas em recolocação para ajudar quem está à procura de uma vaga neste momento de desemprego em alta. Diretora da IMR – Coaching&Development, Iaci Rios compartilha um roteiro para ajudar os candidatos a se darem bem nas entrevistas de emprego. Já José Augusto Figueiredo, presidente no Brasil e vice-presidente executivo para América Latina da Lee Hecht Harrison, e José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Minarelli, dão dicas e recomendações para aumentar as chances de recolocação.

Iaci Rios

Parte fundamental da conquista de uma vaga é se dar bem na entrevista de emprego e isso depende de como você se prepara para falar de você mesmo para o entrevistador. Não é preciso seguir este roteiro, mas tê-lo em mente ajudará a se sentir preparado, sem ter que improvisar na hora:

– Pense em que tipo de ambiente gostaria de estar em sua próxima ocupação. Tipo de empresa, trabalho mais interno, mais externo, tipo de pessoas com as quais gostaria de se relacionar, localizações possíveis, empresa mais estruturada, mais informal, etc.

– Reflita sobre qual tipo de trabalho desejaria realizar: de especialista (qual especialidade?), de apoio (qual tipo de apoio?), de pesquisa, de organização, de criação, de gerenciamento de projetos, de pessoas, etc.  

– Pense sobre quais as competências já possui para realizar este tipo de trabalho, neste ambiente (pontos 1 e 2): quais conhecimentos, habilidades, características pessoais possui e que o habilitam para o trabalho. E, ainda, por que seria importante realizar este trabalho, usando tais competências?

– Por último, que tipo de profissional você se sentiria/seria ao realizar este tipo de trabalho, usando essas competências, neste tipo de empresa ou ambiente.

 

José Augusto Figueiredo

– Por mais difícil e dolorida que seja a ruptura ou perda do emprego, é preciso ter calma para lidar com a situação, sempre considerando que a última imagem pode ser aquela que fica. Passado o primeiro momento, respire fundo e se supere, no sentido de construir uma explicação para a transição com seu ex-chefe ou superior. Lembre-se de que seu futuro empregador com certeza tentará falar com pessoas que o conheceram.

– Depois de encaminhadas as questões práticas com seu último trabalho, é hora de começar a refletir quem é você e o que você mais gosta! O que mais gosta significa o que faz bem, e isso é o que interessa para seus potenciais clientes. Seu mercado de trabalho precisa ser encarado como seus clientes, o que transforma você num fornecedor de soluções!

– Toda essa etapa é uma grande reflexão que depura o autoconhecimento e que aqui serve para balizar a comunicação com o mercado e mostrar suas intenções. Começar a se comunicar com amigos, ex-colegas, conhecidos e pessoas próximas aos seus alvos fará com que você se sinta melhor e em ação. Em paralelo, entender o que seus “clientes” precisam em termos de soluções, ideias e necessidades o tornará mais atraente em suas conversas.

 

José Augusto Minarelli

– Trate a procura do novo trabalho como um trabalho importante. Comprometa todo o seu tempo com isso, todos os dias. Faça um projeto e se dedique à execução. Você se sentirá melhor e aumentará a chance de ser contratado. É fundamental crer para ver. Se você adota atitude positiva, se mobiliza e acaba encontrando o que procura. Se acredita que está difícil e não vai encontrar, não se mobiliza e não encontrará.

– Mesmo com o mercado retraído, sempre existem oportunidades. Você precisa de um só emprego. E ele está em algum lugar. Se não encontrar emprego, procure trabalho. Lembre-se de que um profissional necessita, na essência, de ocupação e remuneração.

– Entenda que mercado de trabalho é um mercado, um lugar de gente procurando satisfazer as suas necessidades mediante uma troca. Portanto, aja mercadologicamente. Circule e “venda o seu peixe”, ofereça o seu trabalho como um provedor de solução e não como pedinte de emprego.

– Além do currículo, elabore cuidadosamente os seus argumentos de venda, seus conhecimentos, habilidades, experiências e benefícios que o contratante terá ao escolher você.

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 01 de maio de 2016

Como desenvolver o espírito empreendedor

Coach, palestrante e trainer, Kátia Gaspar fala nesta quinta, a partir das 9 horas, na sede da ABRH-SP, sobre o tema Espírito Empreendedor, dentro do ciclo de palestras promovido pela entidade.

“Nos últimos anos, a curiosidade sobre o tema do empreendedorismo aumentou de maneira significativa, principalmente porque empreender vai além de ter um negócio próprio. É um comportamento que tanto pode ser usado para a gestão do negócio quanto dentro das organizações”, explica Kátia, que, durante a sua apresentação, vai ajudar os participantes a compreender quais são as habilidades e competências para obter um comportamento empreendedor e como desenvolvê-las.

A palestra é gratuita para associados da ABRH-SP. Não associados pagam R$ 100.

 

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

Fonte: O Estado de São Paulo – 01 de maio de 2016

Bauru e Campinas promovem eventos ainda neste mês

A Regional Bauru promove na manhã desta sexta o 1º Fórum Regional de Liderança Feminina, nas Thermas de Piratininga, em Bauru. Com o tema “Liderar tem pouco a ver com a sua personalidade e tudo a ver com a sua essência”, o evento terá como palestrantes Sara Margareth Hughes, fundadora e diretora geral da FourC Bilingual Academy e idealizadora do Projeto Formação de Líderes de Lençóis Paulista, e Claudia Meirelles, diretora de RH da Adidas.

Já a Regional Campinas realiza nesta quarta, das 8h30 às 11h30, a palestra O Impacto das Relações Humanas no Contexto Sindical, no Teatro do Sesi, em Campinas. Wilson Roberto Gaspari, gerente corporativo de Relações Trabalhistas e Medicina Ocupacional da Mahle, será o palestrante.

 

Inscrições:

1º Fórum Regional de Liderança Feminina – regionalbauru@abrhsp.org.br

O Impacto das Relações Humanas no Contexto Sindical – regionalcampinas@abrhsp.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 24 de abril de 2016

Como desenvolver um emocional inteligente

“Na era dos grandes avanços tecnológicos e das mudanças contínuas, fazer uma gestão emocional adequada e desenvolver emoções inteligentes é o que fará toda a diferença no mundo corporativo”, defende a educadora Vera Martins, mestre em Ciências da Comunicação e especialista em medicina comportamental, que estará na próxima quarta, a partir das 9 horas, na sede da ABRH-SP, para falar sobre o tema da inteligência emocional.

A proposta de Vera é explicar aos participantes como eles podem lidar com seus pensamentos e sentimentos, ser donos das próprias emoções, ter segurança no manejo de seu emocional, e, ainda, conhecer o próprio estilo emocional.

Para tanto, ela vai abordar tópicos, como: condições para termos um emocional inteligente; as quatro emoções básicas do ser humano e suas funções; as seis dimensões do estilo emocional do cérebro; e o uso do freio emocional e intervenções no ciclo das emoções negativas.

 

A palestra é gratuita para associados da ABRH-SP. Não associados pagam R$ 100.

 

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 24 de abril de 2016

1º CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina conferencistas confirmadas

Apesar dos avanços obtidos nas últimas décadas, a igualdade de gêneros ainda está longe do ideal para a sociedade. Falando exclusivamente do Brasil, embora as mulheres tenham mais anos de estudos do que os homens, ainda são menos remuneradas em torno de 30%. Enquanto no mundo, a participação política feminina avança, as parlamentares são 11% do Congresso Nacional brasileiro. Em resumo, ainda há muito a ser feito por aqui, inclusive por parte das empresas que precisam trabalhar para corrigir a desigualdade salarial e criar ambientes e mecanismos inclusivos para a ascensão profissional feminina.

Com esse foco e com o objetivo principal de incentivar os profissionais que ocupam posições de liderança na gestão de pessoas das empresas a exercer o protagonismo nas questões que envolvem a diversidade e equidade de gênero nas suas organizações, a ABRH-SP vai promover, em parceria com a ONU Mulheres, a primeira edição do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina.

Programado para 23 de junho, das 8h30 às 17h30, no  Teatro CETIP, mesmo prédio do Instituto Tomie Ohtake (Rua Coropés, 88, Pinheiros), na capital paulista, o evento também pretende intensificar as ações de conscientização sobre o tema da igualdade e o desenvolvimento profissional feminino.

 

Ao longo de um dia de atividades e a partir dos pilares Conhecimento, Atitude e Inspiração, o CONALIFE vai discutir o que as empresas têm feito para atrair, reter e desenvolver as mulheres, o quanto a equidade de gêneros tem impacto nos resultados dos negócios e o que têm feito as culturas organizacionais apreciadoras da efetiva inclusão da diversidade, entre outras questões.

A abertura do evento ficará por conta da representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman. Também já estão confirmadas as participações das conferencistas Marienne Coutinho, sócia líder da área de Tax da KPMG Brasil; Lígia Pinto Sica, coordenadora do Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas; Rosilane Purceti, diretora de RH do Grupo Sanofi Brasil; e Ana Fontes, idealizadora e fundadora da Rede Mulher Empreendedora.

 

Inscrições:

Pessoa Física

Associados de todas as ABRHs do Brasil: R$ 678

Não associados: R$ 1.130

Profissionais que desejam se associar à ABRH-SP: R$ 678 (inscrição) + R$ 365 (anuidade)

Há pacotes diferenciados para Pessoa Jurídica.

 

Mais informações e inscrições:

(11) 5505-0545 ou www.abrhsp.org.br

 

Fonte: O Estado de São Paulo – 24 de abril de 2016

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