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Empregos formais para onde vamos?


A diminuição da geração de empregos formais em 2014 foi notícia nos jornais por conta do pior resultado desde 1999. No regime CLT foram criados pouco mais de 500 mil postos, em números do Ministério do Trabalho. Em São Paulo foram 87,1 mil. Para o próprio governo, reflexo da situação econômica. Fomos ouvir empresários para entender como esse resultado reflete na mesa de quem contrata.

 

Na última década, como diretor da Azul Linhas Aéreas, Johanes Castelano contratou mais de 10 mil funcionários. “Por conta da política de voos da companhia, criamos empregos em todo o país, não só nos grandes centros. Foi um movimento importante no mercado e no setor, impulsionando inclusive a profissionalização.”

Hoje, na multinacional ADAMA, corporação israelense com duas aquisições no Brasil e 30 no mundo, ele relata como a política de direitos trabalhistas brasileira está engessada frente aos novos modelos de gestão. “As empresas estão se reinventando diante de um mundo que prevê acima de tudo flexibilidade para alcançar resultados. E, no Brasil, o emprego formal é importante em muitas categorias e atividades, mas não é mais a única maneira de patrão e empregados se relacionarem. Áreas como a de serviços podem abrigar relações de terceirização, de microempreendedores individuais, que geram renda da mesma maneira, mas não são considerados nos cálculos de postos de trabalho.”

Em contato com executivos estrangeiros, na Azul e na atual experiência, Johannes conta como eles veem o cenário de contratações:  “Os estrangeiros se assustam com as complicações das regras trabalhistas brasileiras, bem como com os custos envolvidos, o que desfavorece os investimentos. Nós, brasileiros, precisamos ser muito didáticos para ajudá-los a compreender coisas que mesmo muitos brasileiros têm dificuldade de entender. O conceito de dissídio coletivo é algo exclusivo do mercado nacional”.

Para quem busca uma colocação em empresas multinacionais, ele recomenda: 

“Sem dúvida, a primeira habilidade a ser buscada é a capacidade de se comunicar em outra língua.  O inglês, por exemplo, continua sendo o idioma mais importante.  Alguns se iludem e buscam as facilidades do espanhol para se mostrar bilíngues, mas o mercado para o english speaker é muito mais abrangente. A capacidade de se relacionar com diferentes culturas é igualmente fundamental.  A comunicação linguística é apenas uma parte da comunicação total.  Traços da cultura, dos valores e dos costumes permeiam as relações profissionais. As competências que têm me chamado mais a atenção para o sucesso no relacionamento com o exterior são: comunicação interpessoal, empatia e a resiliência.”

 

Fonte: Folha de Alphaville – 25/09/2015

Atrair, reter, desenvolver e reconhecer pessoas

A gestão por competências como forma de engajamento dos colaboradores, elevar os resultados e fortalecer a identidade organizacional.

Sua empresa já adota a gestão por competências como forma de atrair, reter, desenvolver e reconhecer seus profissionais, elevar os resultados do negócio e fortalecer a identidade e competências organizacionais?

As Avaliações de Desempenho e Competências, que particularmente prefiro chamar de Programa de Melhorias, sempre representaram um excelente investimento para a valorização das pessoas e das organizações, mas atualmente elas estão tornando-se ainda mais necessárias, quase como uma esperança para empresas que buscam efetivamente a meritocracia como forma de alavancar seus resultados e  não pretendem se afundar diante do cenário de retração representado ultimamente pelos indicadores econômicos.

 Pesquisas recentes apresentadas durante o CONARH-2015 apontam que o resultado da produtividade na indústria brasileira é praticamente o mesmo há duas décadas, com crescimentos incrementais. Em outra leitura, podemos considerar praticamente nulos todos os avanços tecnológicos conquistados até então.

 Por outro lado, embora tenha havido redução no número de novas contratações, os jovens recém-contratados pelas organizações causam impactos e até mesmo algumas transformações nas culturas, por mais conservadoras que estas  sejam.

 Apesar da estabilidade financeira e a segurança representarem fatores decisivos no momento de escolher a empresa ideal para construir uma carreira, atualmente esta realidade já é outra. Os Líderes de Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO) estão percebendo que os colaboradores em suas organizações  estão em busca de experiências mais significativas para as suas vidas e carreiras, quase que nesta ordem. Procuram um lugar onde possam aprender constantemente e sejam desafiados, buscam projetos ou programas inovadores que permitam manter o equilíbrio de sua vida pessoal e profissional.

 Nesse cenário as startups buscam esses talentos com o intuito de desenvolverem neles espírito empreendedor, de forma cada vez mais livre das “amarras” de estruturas organizacionais complexas e, na maioria das vezes, engessadas.

 E por falar em talentos, as organizações se apropriaram desta palavra  para descreverem pessoas que tem perceptível potencial de realização e que, através de seus resultados são reconhecidas como tal, entregando aquilo que é previamente esperado.

 Partindo desse pressuposto, um talento é aquele que tem seu valor reconhecido por meio de suas realizações ou tem características de comportamento, em outras palavras competências, que influenciam outros para atingirem as realizações.

 Sabemos que talentos existem e estão em sua organização e fora dela. A questão que se coloca aqui não é se a pessoa tem talento, mas de qual talento precisamos em nossa organização? A questão é identificar quais resultados ou comportamentos estamos buscando para, então, identificarmos pessoas que possuam esses talentos.

O que vimos em geral são processos que não permitem a clara identificação, o desenvolvimento individual e a retenção no longo prazo e que permita compensar  os investimentos realizados ao longo de todo processo de desenvolvimento.

Se  o Empresário acompanhar as novas tendências do mercado e atentar aos mais novos integrantes da organização, ele entenderá  que o caminho mais adequado para esta adaptação é através de programas de valorização do colaborador, a começar pelas avaliações de desempenho e competências. As empresas que não apostam nessa estratégia tendem a ter um alto turnover, o que ocasiona um efeito perverso em diversos custos, muitas vezes invisíveis, sendo o mais relevante deles, pela nossa experiência, a não perpetuação das competências e perda do conhecimento da organização, além dos elevados gastos com processos de identificação e desenvolvimento de novos talentos.

 Mesmo que os custos em contratação e treinamento possam não gerar um grande impacto negativo, as empresas precisam pensar na reputação que estão criando. Muitos consumidores e parceiros também podem crer que o turnover implica queda na qualidade da entrega do produto ou serviço e podem perder a confiança no desempenho da organização. Um DHO  com  estratégias de gestão de pessoas poderá  resolver esses problemas, permitindo ganhos de eficiência e competitividade.

 A avaliação de desempenho trará resultados positivos ao longo prazo

 Apesar das diferentes formas de avaliação gerarem diferentes resultados no curto e médio prazo, no longo prazo todas se convertem para um único valor positivo. 

O primeiro passo para iniciar a implementação da avaliação de desempenho é criar um plano estruturado de longa duração com continuidade. A avaliação de desempenho exige um investimento que somente dará resultados após aplicação recorrente ao longo de alguns anos.

 Talvez a empresa somente perceba os resultados positivos dos esforços dos seus colaboradores a partir de um ano após a implementação do processo de avaliação de desempenho.

Também a longo prazo é uma relação em que todos ganham porque as ferramentas utilizadas no processo de avaliação de desempenho permitem direcionar as iniciativas de desenvolvimento para cada colaborador, garantindo que todos estejam sempre atualizados sobre o seu desempenho, além de serem desafiados de maneiras diferentes após cada encontro de feedback.

Os resultados são colaboradores entusiasmados com o avanço de seus resultados, esperando alcançar as expectativas da empresa para atingir as suas próprias metas individuais. Ou seja, cria-se uma cultura de autodesenvolvimento em que cada um passa a ser dono e responsável pela sua carreira, identificado com a cultura da organização, aliando sempre seus interesses e objetivos com os da empresa.

A avaliação de desempenho, em conjunto com um planejamento de carreira que apoie cada colaborador em sua jornada de autodesenvolvimento, meritocracia, participação nos resultados ou qualquer modo de bonificação, também podem conciliar trabalho e recompensa. O cumprimento de objetivos estará apoiado em uma expectativa de reconhecimento real e o colaborador estará mais engajado e motivado na realização dos objetivos comuns.

Por isso, mesmo que a empresa precise planejar-se financeiramente para criar sistemas de recompensa, o ciclo se completa quando o colaborador, trabalhando em busca de seus próprios objetivos  alinhados aos os objetivos da empresa, alcança resultados e permite taxas de retorno muito maiores e perenes.

 Como funciona a avaliação de desempenho

A avaliação de desempenho tem por objetivo principal incentivar o colaborador a atuar  em alinhamento aos objetivos da organização, através de programas de incentivo e valorização.

Consequentemente os seus esforços contribuiriam efetivamente em gerar resultados à empresa, além de reduzir o turnover. Cada organização deve estabelecer diferentes metas e objetivos, alinhados sempre com a sua estratégia de longo prazo, para conseguir futuramente, analisar os resultados concretos que foram atingidos. Contudo, os objetivos mais comuns de um bom processo de avaliação de desempenho são:

  • Ajustar o perfil do colaborador ao local de trabalho que ele mais se identifica;
  • Aperfeiçoar os talentos do colaborador;
  • Indicar se o colaborador tem as qualificações e competências exigidas pelo cargo;
  • Indica o colaborador com potencial para promoções e sucessão;
  • Subsidiar a decisão em crescimentos verticais e horizontais;
  • Diagnosticar necessidades de desenvolvimento;
  • Demonstrar evolução dos colaboradores;
  • Gerar motivação e satisfação no trabalho;
  • Subsidiar decisões de desligamentos.

Através de um questionário online e confidencial enviado aos respondentes, superiores, pares, subordinados e outros colaboradores da organização, diversas perguntas são respondidas sobre a conduta do colaborador que está sendo avaliado.

A avaliação de desempenho é válida para qualquer colaborador da empresa, independente do cargo que exerça desde que esteja atuando na empresa pelo menos há seis meses.

 Existem muitos métodos de avaliação de desempenho,  métodos tradicionais, subjetivos, avaliação 360º, avaliação por competências, avaliação por resultados, entretanto, todos eles buscam demonstrar em relação a cada colaborador:

  • O que eu devo fazer;
  • Quão bem eu estou fazendo;
  • Quais são os meus pontos fortes e quais desenvolver;
  • Como posso melhorar meu trabalho e contribuir mais.

 Independentemente da forma que irão proceder com a execução das avaliações de desempenho, três pontos são extremamente relevantes e devem fazer parte da agenda de qualquer empresa;

  •  Construir e consolidar uma cultura de meritocracia;
  • Manter o programa ativo durante todo o período de vigência, inclusive através da comunicação interna.
  • Dissociar, se não todo, pelo menos parcialmente de programas de remuneração;

 É uma aposta segura, sem a possibilidade de criar um cenário negativo!

 Carlos Prado Consultor RH e Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas FIA – USP 2009/2010

 

Descubra como o RH agrega ao negócio

Programe-se para descobrir como o RH pode agregar valor ao negócio

 

A discussão sobre como RH pode agregar mais valor ao negócio e maximizar os resultados na visão dos próprios profissionais da área de Recursos Humanos e dos gestores de negócios é o tema do seminário que o G3, um dos mais tradicionais grupos informais de RH do Brasil, promove no dia 7 de outubro, das 8h30 às 12h30, no auditório da Universidade Anhembi-Morumbi (Rua Casa do Ator, 275), na capital paulista.

 

Tendo como ponto de partida o tema central Transformação e Geração de Valor em Recursos Humanos e Gestão de Negócios, o evento vai provocar reflexões: na visão dos gestores de negócios, o que RH tem de fazer mais para ajudar e agregar mais no resultado?; como medir a contribuição da gestão de pessoas para o negócio?; será que está faltando RH rever os seus processos e ter métricas para medir esta contribuição?; será que ainda falta uma visão mais estratégica de negócios?; RH está conseguindo fazer a tradução das necessidades dos negócios para os seus processos de gestão?

Serão dois painéis. No primeiro, executivos de diferentes áreas vão dar a visão dos gestores de negócios. No segundo painel, será a vez de executivos e consultores de RH falarem o que pensam sobre o tema. O objetivo do G3 é proporcionar aos participantes alguns insights de como RH pode trabalhar mais próximo ao negócio e agregar mais valor através dos seus processos.

 

O evento terá como palestrantes: Iuri Miranda, CEO do Burger King; Alexandre Flaith, CEO da Convatec; Marcelo Spaziani, vice-presidente SW Latam da IBM; Agricio Neto, vice-presidente de Marketing e Programação da Sky; Marcelo Nobrega, vice-presidente de RH do McDonald´s; José Tolovi, CEO do Great Place to Work; Luiz Wever, sócio da Odgers Berndtson; e Daniela Diniz, editora sênior da revista Você S/A.

 

Inscrições: g3seminario@prospectbrasil.com.br

 

Coluna MEDIApool

 

PREPARE-SE PARA DEFENDER SUA IDEIA

 

Em época de vacas magras, pode-se imaginar que ideias para ampliar o mercado, trazer clientes, impulsionar produtos e serviços são bem-vindas pelos líderes. Podia ser fácil assim, né? Mas passar pela sabatina requer muito preparo e racionalização. Você domina todas as perguntas que podem ser feitas? Respostas na ponta da língua?

Primeiro desafio é escolher as palavras certas para apresentar seu projeto: poucas palavras para destacar os aspectos positivos, com benefícios listados de maneira clara.

Não se intimide com a audiência, sempre tem, na plateia, alguém que faz aquele tipo cético, que não vai acreditar que a novidade vai funcionar. Saiba lidar com frases que saem dele por instinto: enfrentar o desconhecido não é da natureza de todos os humanos. O perfil aventureiro tende a se intimidar quando o terreno é o bolso. Por isso, tenha o máximo de informação para usar – se necessário.

Em termos de linguagem, parafrasear esse interlocutor pode ser uma boa maneira de envolvê-lo. Use as palavras dele para apoiar seu projeto. Mas só faça se tiver desenhado essa estratégia com antecedência. Analogias bem fundamentadas (sem clichês) esclarecem argumentos.

Mas e quando o contra-argumento esbarra na realidade? O exemplo mais comum no momento? Reconhecerem que sua ideia é fantástica, mas… não têm dinheiro. Qual a alternativa que preparou para lidar com essa realidade? Seja flexível. Construa a transformação em etapas e com métricas que incentivem o próximo passo. A empresa pode ainda não estar preparada, mas você está e mostre que pode guiar os resultados.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 18/09/2015

5 passos para o RH inovar em tempos de crise

A crise é um convite à mudança e todos nós temos criatividade para inovar, mas por onde Recursos Humanos deve começar para tornar a empresa mais produtiva? Luiz Edmundo Rosa, vice-presidente de Pessoas, Organização e TI da GranBio e diretor de Educação da ABRH-Brasil, dividiu a experiência de 13 anos como diretor de RH da Accor na América Latina com os participantes do encontro, na sede da Associação.

 

Primeira tarefa para entender por onde e para onde ir é compreender em que tipo de organização você está inserido: “As que têm alma e são admiradas pelo seus stakeholders e as que são apenas toleradas por seus lucros. As que têm alma fazem da crise a oportunidade para se reinventarem, já as que presam somente o lucro aproveitam a crise para cortar: pessoas, custos, qualidade…”

 

Para ele, cuidar do colaborador é a peça-chave para vencer este momento. Pensar em bem-estar com a preocupação em prevenir o estresse e doenças crônicas é uma estratégia necessária e, por isso, deve ocupar uma atenção maior do RH.

Outra atitude é montar universidade corporativa para educar, principalmente, os novos ou os que estão adquirindo novos cargos. “Dar sustentação dentro da cultura a todos que estão abertos a crescer e melhorar.”

 

Antes de falar dos cinco passos, ele falou sobre como melhorar a produtividade: incentivo constante aos talentos, aplicação de tecnologias que facilitem o dia a dia e enxuguem processo para equipes e empresas e investindo em cultura geral: deem incentivo ao compartilhamento de conhecimento entre os colaboradores, com ações simples como a troca de livros, por exemplo. Citou ainda a importância de delegar e trazer a liderança para perto de todos.

 

Finalmente, que verbos conjugar para inovar na crise:

 

  1. Ouvir

O RH precisa ouvir todos igualmente. Liderança, colaboradores internos e externos antes de implementar novas práticas. Medidas apressadas acabam ficando mais caras do que a economia pretendida. As mudanças precisam ser feitas com a perspectiva e o compromisso com todos e com o futuro, sendo assim ouvir é primordial.

  1. Mobilizar líderes

Líderes mais preparados inspiram equipes para realizar mudanças necessárias. E, por sua vez, o RH deve motivar o líder a se preparar, com ferramentas para estudar o cenário atual e montar estratégias para enfrentar o momento.

 

  1. Cuidar das pessoas

É a missão do RH, ainda mais nesse momento, zelar sempre pelos colaboradores, não só pelos que vão permanecer na empresa, mas também pelos que precisam se recolocar na saída. “Não podemos nos abater com uma crise que vem de fora, é preciso cuidar do ambiente interno para fazer da organização forte”, lembra Rosa.

 

  1. Engajar equipes nas prioridades

As equipes devem conhecer detalhadamente as prioridades. “Ninguém pode ficar perdido no caminho, sem saber como executar. O RH precisa participar, reconhecer o valor e compartilhar os resultados. O RH deve motivar e muito, ainda mais em um momento em que não há promoções e aumentos.”

 

    5. Comunicar

Falar a verdade como ela é de forma direta, honesta e transparente. Nem tudo precisa ser dito, mas o que for noticiado deve ser verdadeiro e gerar reflexão de todos. A comunicação interna eleva a união e o fortalecimento da equipe.

 

Fonte: Folha de Alphaville – 18/09/2015

Agenda

3º Fórum de Inclusão “Pessoa com Deficiência – Além da Lei de Cotas”, em Sorocaba. Dia 23 de setembro, das 8h às 17h.

Inscrições: R$ 100,00 associados ABRH-SP; R$ 250,00 não asociados; com almoço no local incluso no valor.

Mais informações: (19) 3294-3307 ou regionalsorocaba@abrhsp.org.br

 

 

Práticas Culturais: Inovação e Harmonia entre Gerações

Dia 25 de setembro, das 8h às 11h, na FGV Alphaville:

José Ricardo Amaro, diretor de RH da Endenred, vai falar sobre a conciliação entre gerações (boomers, X, Y e Z) e como é importante que os líderes e profissionais se adaptem às mudanças provocadas pelas gerações e tirem melhor proveito delas. O evento é fechado, mas se quiser participar mande e-mail para: rmo@abrhsp.org.br

 

Fórum do GERH: Impactos da Revolução Tecnológica, Econômica e Social sobre o Mundo do Trabalho

2 e 3 de outubro no Valinhos Plaza Hotel, no interior de São Paulo. Inscrições: comercial@parceira.com.br (diferentemente dos outros anos, o GERH está cobrando uma contribuição de R$ 200 pelas inscrições para cobrir as despesas)

 

Você na ABRH-SP:

Este é um espaço para você.  Quer ter seu Currículo e foto publicados, mande para a gente no e-mail: contato@mediapool.com.br. Este mês estamos apresentando a diretoria recém-eleita e que estará à frente da Associação a partir de janeiro.

 

Guilherme Cavalieri (diretor) – Diretor de Desenvolvimento Humano para a América Latina da Serasa Experian, possui 29 anos de experiência em Recursos Humanos em empresas nacionais e multinacionais. Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo, tem pós-graduação em Gestão Estratégica pela FIA-

 

Fonte: Folha de Alphaville – 18/09/2015

Dá para ter harmonia entre gerações?

A cada ano entram mais e mais profissionais no mercado de trabalho, o que leva à convivência entre as gerações (Boomers, X, Y e Z), cada uma com a suas particularidades, no ambiente corporativo. Como os profissionais e os líderes devem se adaptar às mudanças provocadas pelas diferentes gerações para tirar o melhor proveito delas é o tema da palestra Práticas Culturais: Inovação e Harmonia entre Gerações, que será apresentada porJosé Ricardo Amaro, diretor de RH da Edenred, em 25 de setembro, das 8 às 11 horas, na FGV Alphaville (Al. Tocantins, 125, Alphaville-Barueri). O evento faz parte da modalidade +Café&+Gestão, promovida mensalmente pela Regional Metropolitana Oeste.

Já a Regional Baixada Santista promove neste sábado, 26 de setembro, um debate sobre o empreendedorismo feminino e a transição de carreira. O evento acontece das 9 às 12 horas, no Vistamar Premium Offices (Rua Alexandre Herculano, 197, Santos), com a participação de profissionais de empresas e entidades da região (Chilli Beans, Sushi Garden, Lilica & Tigor e Abase). A inscrição deve ser feita com a doação de 1 quilo de alimento não perecível.

Mais informações:

+Café&+Gestão – rmo@abrhsp.org.br

Temas em Debate – regionalbaixadasantista@abrhsp.org.br

 

 Fonte: Jornal Estadão – 20/09/2015

RH busca novos modelos de liderança

RH em busca de novos modelos de lideranças e resultados extraordinários

Especialista nos temas liderança positiva, coaching e change management, o palestrante, consultor e professor da BSP – Business School São Paulo, Gilberto Guimarães, falou na última quinta, na sede da ABRH-SP, sobre o tema Recursos Humanos em Tempos de Crise.

Para Guimarães, o que vivemos agora, no Brasil e no mundo, não é uma crise, mas um processo sistêmico em que causas endógenas e exógenas levam à ruptura. “Vivemos uma grande quantidade de mudanças em um curto espaço de tempo. O que dava certo antes não funciona mais. Apesar disso, nossas escolas continuam formando líderes trabalhadores para uma sociedade industrial que não existe mais. Nossa forma de treinar líderes está inadequada para a Era do Conhecimento. Portanto, temos de mudar de gestão.”

O RH, na visão de Guimarães, é o responsável pela escolha de um novo modelo de liderança, que se aproxima mais da figura de um maestro de uma orquestra do que de um cardeal ou de um general – o modelo clássico das empresas, baseado na subordinação e especificidade, foi inspirado na Igreja e no Exército. “A relação é muito muita mais uma organização de iguais, parceiros e associados”, explicou, “com novos líderes mais inovadores e criativos.”

 

Case Klabin

Já o alcance de resultados formidáveis é o tema do evento que acontece nesta quinta, das 8h30 às 11h30, na sede da ABRH-SP, com Sergio Piza, diretor de Gente e Gestão da Klabin e conselheiro da Simbiose – Atração e Gestão de Talentos. O executivo vai falar do tema Práticas de Gente e de Liderança para a Construção de uma Empresa Extraordinária a partir do case da Klabin, companhia centenária que continua inovando e produzindo resultados excelentes para todos os stakeholders.

Segundo Piza, resultados formidáveis pressupõem ações grandiosas e pensamentos extraordinários. Como um líder cria um contexto em que esses pensamentos surgem e quais as práticas de gente e de liderança fundamentais para a criação desse contexto serão o tema do case que ele vai apresentar.

O evento é gratuito para os associados da ABRH-SP. Não associados pagam R$ 70.

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

Fonte: Jornal Estadão – 20/09/2015

Em 2016 empresas devem investir em estágios

De olho no futuro, empresas mantêm investimentos em Programas de Estágios para 2016

Apesar dos dias difíceis, a retração da economia não tem afetado a continuidade dos programas de estágios das empresas. De acordo com o CIEE – Centro de Integração Empresa-Escola, o número de novos contratos de estágio e de aprendizagem firmados pela instituição no primeiro semestre de 2015 aumentou 4,5% em relação a igual período do ano passado, saltando de 130.832 para 136.677. Atualmente, o CIEE mantém 500 mil jovens em programas de estágio em todo o país.

Mesmo empresas atingidas mais duramente pela crise têm mantido seus programas. Um exemplo é a Mercedes-Benz do Brasil, que recentemente aderiu ao Programa de Proteção ao Emprego para dar estabilidade aos quase 10 mil funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo, localizada em São Paulo. “Sabemos muito bem que as pessoas não podem ser desenvolvidas do dia para a noite. Por isso, mantemos nossos Programas de Jovens Talentos faça chuva ou faça sol, pois mais à frente, daqui a um ou dois anos, quando a situação melhorar, vamos precisar desses profissionais”, explica Carlos Ferreira Manaia, gerente de Recursos Humanos da Mercedes-Benz.

Com inscrições abertas até 30 de novembro deste ano, o programa disponibiliza cerca de 100 vagas entre as unidades de São Bernardo do Campo, Juiz de Fora (MG), Campinas e Iracemápolis (SP) – nova planta de automóveis que será inaugurada em 2016 –, além de vagas nos escritórios regionais de vendas localizados nas cidades do Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Brasília. Podem participar estudantes que deverão estar, em 2016, no penúltimo ou último ano de graduação nos cursos das áreas de Engenharia, Finanças & Controlling, Recursos Humanos, Vendas & Marketing, Comunicação, Administração e Tecnologia da Informação.

 

Outro exemplo é a multinacional anglo-holandesa RB (Reckitt Benckiser). Por meio do seu Programa de Estágio 2016, a empresa busca jovens talentos universitários para preencher cerca de 25 vagas em sua sede em São Paulo. O estudante interessado deve se candidatar até 10 de outubro e cursar, de preferência, a partir do segundo ano da graduação nas seguintes áreas: Administração/ Comércio Exterior, Ciências Contábeis/ Economia, Publicidade e Propaganda/ Marketing, Engenharia (produção/materiais/entre outras), Química/ Farmácia/ Ciências Biológicas, Direito e Psicologia.

 

Empresa da área de desenvolvimento de tecnologias para os mercados de papel e celulose, energia, petróleo e gás, matérias-primas e transporte automotivo, o Grupo Voith também está com inscrições abertas para o Programa de Estágio Jovens Talentos 2016 (até 2 de outubro). O programa tem como objetivo desenvolver estudantes de Engenharia através do estágio rotativo em diversas áreas da empresa para formar profissionais qualificados e com uma visão analítica, com base na cultura Voith.

 

Perfil

O perfil do estagiário tem mudado muito nos últimos anos. As exigências são maiores, porém mais claras. No caso da Mercedes-Benz, as características desejadas são iniciativa, gostar de trabalhar em equipe, propor ações inovadoras, vontade de aprender e dar sugestões e participar ativamente dos processos da empresa. “Em média, acabamos efetivando cerca de 40 estagiários por ano”, lembra Manaia, que destaca que o Programa de Estágios da Mercedes-Benz existe desde 1970.

Mais informações:

www.mercedes-benz.com.br/carreira

www.vagas.com.br/reckitt

Voith: www.ipoinstituto.com.br

 

Fonte: Jornal Estadão – 20/09/2015

 

 

Empresa de Recolocação são a fuga do desemprego

Empresas de recolocação profissional são apostas para fugir do desemprego

 

 

 

De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados no final de agosto, o mercado de trabalho brasileiro registrou em julho o fechamento de 157.905 postos de trabalho e está em queda pelo quarto mês consecutivo.

Somente na RMC (Região Metropolitana de Campinas) são 15 mil indústrias de todos os portes. “Mas, ao olharmos os números de mercado, vemos que a capacidade instalada está em 78,6% – menor patamar da série -, o emprego recuou em 2015 para 4,9% e tivemos perda da massa salarial de 4,7%. A nossa economia está vivendo um momento difícil que vai deixá-la paralisada o resto do ano para começar a reagir somente em 2016.” É o que afirma o diretor geral da Korum Planejamento de Carreira e Recolocação, Marcio Brasil de Andrade.

Com 22 anos de experiência no mercado, o diretor explica que, como em todos os segmentos, sentiu os efeitos da crise pela redução da procura dos serviços. “Contudo, para as empresas que assessoramos, conseguimos manter uma média histórica, com a recolocação de 73% de nossos clientes em 5,2 meses.”

Entre os recursos utilizados estão a prospecção de vagas públicas e confidenciais de empresas e consultorias. De janeiro a agosto deste ano foram 2.848 abertas e 291 confidenciais. “Esse número de oportunidades impressiona, mas se dilui frente ao universo das empresas da região”, avalia Marcio Brasil.

O especialista em recolocação vê a situação com otimismo. “A crise é muito mais política e moral, afetando a credibilidade e confiança de todos. Porém, ainda temos empresas e empresários que acreditam na nossa economia e recuperação. Uma prova disso são os dados da InvestSP que de janeiro até esse momento anunciou 21 projetos com R$ 7,4 bilhões em investimentos e 7,6 mil empregos, grande parte deles no interior”, conta. “Por isso, seguimos trabalhando e ajudando as pessoas a se recolocarem. Logo a tempestade passa.”

 

Dicas da Korum para os profissionais que estão saindo do mercado:

 – Reunir a família, explicar o acontecido e orientar para o que vem pela frente;

– Reativar os contatos disponíveis através da rede (da antiga empresa) de clientes, fornecedores, concorrentes, além de recorrer aos amigos da igreja, clube, etc;

– Atualizar as redes sociais: principalmente LinkedIn e Facebook;

– Atualizar o currículo e montar uma estratégia de abordagem de mercado com cidades, empresas alvo e consultorias;

– Deixar o celular sempre disponível para eventuais contatos;

– Imprimir cartões de visitas para fazer e ampliar o networking;

– Com disciplina, deixar um período do dia para procurar oportunidades e fazer contatos;

– E o mais importante: ter muita paciência e controlar a ansiedade para, quando surgir uma chance, ser capaz de fazer uma boa entrevista.

 Fonte: Correio Popular – 13/09/2015

Muito além da Lei de Cotas

A inclusão de Pessoas com Deficiência traz para as organizações uma série de benefícios, como redução da rotatividade, impacto positivo na criatividade, valorização da imagem corporativa e fortalecimento do mercado interno. A questão, portanto, vai muito além do mero cumprimento da chamada Lei de Cotas. Este é enfoque do 3º Fórum de Inclusão “Pessoa com Deficiência – Além da Lei de Cotas”, evento que a Regional Sorocaba da ABRH-SP promove em 23 de setembro, das 8 às 17 horas, no Floresta Convenções e Eventos (Av. Três de Março, 2.566), em Sorocaba.

Entre os debatedores, o evento contará com as participações de Flávia Cintra, jornalista e ativista dos movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência; dr. José Carlos do Carmo, auditor fiscal do trabalho no Ministério do Trabalho e Emprego; e Marinalva Cruz, coordenadora do Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência (Padef), da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT). Haverá ainda a apresentação de cases do Magazine Luiza e da Flextronics Brasil.                                                         

 

Inscrições: (19) 3294-3307 ou regionalsorocaba@abrhsp.org.br

 

Fonte: Jornal Estadão – 13/09/2015

O papel do RH para superar a crise

Eventos buscam entender a crise e o papel do RH na superação das dificuldades

 

“Falar em crise de valores é falar na crise que o país está vivendo.” “A corrupção é apenas um sinal da subversão de valores.” “A discussão de valores tem de ser levada pelo RH para dentro das empresas.” Essas foram algumas das reflexões iniciais do consultor e professor associado da Fundação Dom Cabral, Eduardo Frosini, na palestra Crise de Valores e o Sistema de Crença nas Organizações, realizada na sede da ABRH-SP, com o apoio da consultoria Calasse RH, na última quinta.

Com 25 anos de experiência em projetos de gestão estratégica e vivência internacional na Argentina, no Chile e na França, Frosini falou das dificuldades dos processos de mudança, principalmente nos momentos de crise. Segundo ele, a crise já é um sinal de que nós não mudamos. A boa notícia é que ela é benevolente, vem em etapas e ondas, mandando sinais, portanto pode ser detectada. “Já a mudança é lenta, gradual e precisa ser respeitosa com os outros e a gente mesmo.”

Frosini abordou ainda o método psicoterápico da Constelação Sistêmica para o entendimento dos sistemas de crença e valores das organizações e seu uso nos processos de mudança.

 

Mais sobre a crise

Buscar melhores resultados em cenários de incertezas econômicas em geral traz à tona uma grande discussão sobre como cumprir metas com recursos escassos. Em momentos como o que vivemos na atualidade, produzir mais com menos se torna um verdadeiro mantra no mundo dos negócios, o que exige o reposicionamento estratégico do RH dentro das organizações.

Como fazer isso é o tema da palestra Recursos Humanos em Tempos de Crise, que a ABRH-SP promove nesta quinta, das 9 às 12 horas, na sua sede, com o consultor e professor da BSP – Business School São Paulo Gilberto Guimarães, especialista nos temas liderança positiva, coaching e change management, entre outros.

O evento é gratuito para os associados da ABRH-SP. Não associados pagam R$ 70.

 

Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br

 

Fonte: Jornal Estadão – 13/09/2015

 

 

Fórum G3: Como o Rh agrega valor a empresa?

Fórum do G3 vai questionar como Recursos Humanos pode agregar mais valor ao negócio e maximizar resultados

A discussão sobre como RH pode agregar mais valor ao negócio e maximizar os resultados na visão dos próprios profissionais da área de Recursos Humanos e dos gestores de negócios é o tema do seminário que o G3, um dos mais tradicionais grupos informais de RH do Brasil, promove no dia 7 de outubro, das 8h30 às 12h30, no auditório da Universidade Anhembi-Morumbi (Rua Casa do Ator, 275), na capital paulista.

Tendo como ponto de partida o tema central Transformação e Geração de Valor em Recursos Humanos e Gestão de Negócios, o evento vai provocar reflexões: na visão dos gestores de negócios, o que RH tem de fazer mais para ajudar e agregar mais no resultado?; como medir a contribuição da gestão de pessoas para o negócio?; será que está faltando RH rever os seus processos e ter métricas para medir esta contribuição?; será que ainda falta uma visão mais estratégica de negócios?; RH está conseguindo fazer a tradução das necessidades dos negócios para os seus processos de gestão?

Serão dois painéis. No primeiro, executivos de diferentes áreas vão dar a visão dos gestores de negócios. No segundo painel, será a vez de executivos e consultores de RH falarem o que pensam sobre o tema. O objetivo do G3 é proporcionar aos participantes alguns insights de como RH pode trabalhar mais próximo ao negócio e agregar mais valor através dos seus processos.

 

O evento terá como palestrantes: Iuri Miranda, CEO do Burger King; Alexandre Flaith, CEO da Convatec; Marcelo Spaziani, vice-presidente SW Latam da IBM; Agricio Neto, vice-presidente de Marketing e Programação da Sky; Marcelo Nobrega, vice-presidente de RH do McDonald´s; José Tolovi, CEO do Great Place to Work; Luiz Wever, sócio da Odgers Berndtson; e Daniela Diniz, editora sênior da revista Você S/A.

 

 

 

Inscrições: (11) 3666-9680 ou g3seminario@prospectbrasil.com.br

  

Grupo Reflexão

 

Ainda falando sobre os grupos informais de Recursos Humanos, o Reflexão também promove nesta terça, das 8 às 12 horas, no Clube Paineiras do Morumbi (Av. Dr. Alberto Penteado, 605), a sexta edição do seu Fórum, com o tema As Competências para Hoje e para o Futuro e os Principais Desafios para a Carreira.

 

O objetivo é discutir questões como: Quais competências devem ser desenvolvidas? Devemos focar no que temos de melhor ou desenvolver aquilo que ainda temos gaps e precisa de lapidação? Que olhar as empresas têm para os profissionais de hoje?

O evento terá como palestrantes Sérgio F. Averbach, presidente para a América do Sul e senior client partner na Korn Ferry International, e Tânia Casado, professora efetiva da FEA-USP e consultora em gestão de pessoas.

Inscrições: gruporeflexao.fb@gmail.com

 
Fonte: Jornal Estadão – 13/09/2015

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