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Programa Trabalho Novo inseriu mais de 1.500 pessoas em situação de rua no mercado de trabalho

Desde o seu lançamento em janeiro de 2017, o Programa Trabalho Novo, da Prefeitura de São Paulo, conta com o apoio da ABRH-SP. Com o propósito de inserir pessoas em situação de rua no mercado de trabalho por meio de parcerias com empresas solidárias, o programa já obteve, até agora, a contratação de 1.520 dessas pessoas, com o apoio de 75 empresas contratantes. O Trabalho Novo é realizado por meio das secretarias municipais de Trabalho e Empreendedorismo (SMTE), de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) e de Investimento Social (SEIS), em parceria com a ONG Rede Cidadã, especialista em geração de oportunidade de trabalho para cidadãos vulneráveis socialmente e responsável pela capacitação socioemocional dos moradores de rua para o mercado de trabalho. Como apoiadora do programa, a ABRH-SP tem feito a intermediação com os profissionais de Recursos Humanos das empresas, já tendo conseguido que McDonald´s, Fran´s Café, Vivenda do Camarão, Bayer, Serasa Experian, T. Christina Confecções e outras aderissem ao programa. Em outubro último, por exemplo, a Associação enviou para um mailing de mais de 11 mil cadastrados uma carta, assinada pelo seu presidente, Theunis Marinho, convidando mais empresas e profissionais de Recursos Humanos a aderirem ao programa. Os RHs são fundamentais para que as contratações sejam bem-sucedidas. Além de atuarem para disponibilizar as vagas para as pessoas em situação de rua, trabalham em conjunto com a Rede Cidadã para sustentar o acompanhamento pós-contratação, auxiliando na resolução de problemas e no entendimento de contratempos tanto para o contratante quanto para o contratado, evitando evasão e, consequentemente, o retorno para a vida nas ruas. As boas práticas do RH compartilhado respondem pelo principal diferencial do Trabalho Novo e têm sido responsáveis por uma taxa que gira em torno de 80% de retenção das pessoas contratadas. “É um resultado muito importante, porque finalmente a política social encontra porta de saída da assistência social tradicional”, diz Fernando Alves, diretor executivo da Rede Cidadã.   Para saber como aderir ao programa, basta entrar em contato com a Rede Cidadã, tels. (11) 3159-0326.
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O impacto da cultura organizacional na experiência do cliente

Estamos vivendo em uma época única, no meio de um epicentro de transformações. A tecnologia avança de forma exponencial, impactando diretamente a interação das pessoas, organizações e sociedade. Um momento singular em que o ser humano, o cliente, está no centro do desenvolvimento de produtos e serviços. O resultado das organizações, portanto, está diretamente atrelado com sua agilidade de transformar seus modelos de negócio, conseguindo incrementar a experiência do cliente com sua marca. Muitos investimentos são feitos nas organizações em campanhas de marketing, atendimento direto ao cliente e implementação de metodologias ágeis. Enquanto isso… Os projetos de cultura organizacional ainda são vistos como despesas, custos sem resultado de curto ou longo prazo. E por que é importante mudar isso? As organizações precisam perceber que a experiência das pessoas com a sua marca está muito relacionada com cada pessoa que veste seu crachá. O comportamento de seus colaboradores em todos os seus processos assim como o engajamento deles fazem total diferença e são muito importantes. Se seus colaboradores, que estão no dia a dia da sua empresa, não têm “brilho nos olhos” por sua organização, marca e produtos, como encantar seus clientes? O papel da liderança nesse momento é fundamental. Os líderes precisam ser protagonistas e estar diretamente envolvidos com essa transformação cultural. Da mesma forma que os projetos de transformação cultural precisam se adequar a esse momento montando uma estratégia que combine resultados de curto prazo com objetivos de longo prazo. Não temos dúvida de que o “P” de pessoas é a chave de sucesso das organizações para maravilhar seus clientes e sua experiência com a marca. E que a transformação cultural é o único caminho. E você, na sua organização, está pronto para começar?   Por Ana Keil, integrante do Grupo de Estudos de Gestão de Cultura e Comunicação Empresarial, de São Paulo (SP)  Nesta edição, o jornal Gestão de Pessoas conclui a publicação de artigos produzidos, em 2017, por integrantes dos Grupos de Estudos da ABRH-SP     NOTA Programa de parcerias com a FGV  Associados da ABRH-SP têm descontos em programas de educação executiva das mais prestigiadas escolas de negócios, a exemplo da FGV. São 10% de desconto para os associados que se matricularem nos seguintes cursos de curta duração e MBAs da FGV, que começam no início deste ano: Capacitação em Recursos Humanos; PEC Gestão de Recursos Humanos; PEC Gestão do Desempenho; PEC Liderança para Jovens Talentos; PEC People Analytics; e MBA Executivo em Gestão Estratégica e Econômica de Recursos Humanos. Saiba mais em http://mgm-saopaulo.fgv.br/

Fonte: O Estado de São Paulo, 15 de Janeiro de 2018.

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Cléo Carneiro é o novo presidente da Sobratt

Conselheiro e ex-presidente da ABRH-SP, Cléo Carneiro é o novo presidente da Sobratt – Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades para o biênio 2018-2019. Também integram a nova gestão outros nomes ligados à Associação, como os conselheiros Antonio Carlos Trujillo, eleito vice-presidente, e Wolnei Tadeu Ferreira, além de José Luiz Ricca, ex-presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-SP. Na cerimônia de posse, Carneiro enalteceu a valiosa contribuição prestada pelo presidente da gestão anterior, Wolnei Tadeu Ferreira, bem como pelos seus diretores, especialmente no que diz respeito à exposição e à participação da Sobratt em questões de grande relevância, como a inclusão do teletrabalho na Reforma Trabalhista. Segundo ele, a nova diretoria tem o foco em vários movimentos para o crescimento da entidade, tais como: conquistar novas parcerias e apoiadores, ampliar as ações, fóruns, congressos, encontros periódicos com os associados para discussão de assuntos, como mobilidade urbana, sustentabilidade, acessibilidade, meio ambiente, além de apoiar e participar de outros eventos de parceiros. “Também queremos estreitar os laços entre a nossa ABRH e a Sobratt, buscando conjuntamente o crescimento e a nossa contribuição para a causa do teletrabalho.” Sociedade civil, sem fins lucrativos, a Sobratt foi fundada em 1999 com o objetivo de disseminar o conhecimento do mundo do trabalho a distância, especialmente o teletrabalho, desenvolvendo pessoas e organizações, influenciando na melhoria da condição social, política e econômica do Brasil e principalmente na qualidade de vida dos trabalhadores.
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2018 começa com novidades no aplicativo FindeHR

Concebido para conectar o mercado de Recursos Humanos em um único canal, o aplicativo FindeHR, lançado em 2016 pela ABRH-SP em parceria com a D´Lucca & Jota Comunicações, tem proporcionado conhecimento, networking e prestação de serviços para a comunidade de RH. Pouco mais de um ano depois do seu lançamento, o app traz, agora, mudanças importantes. “Neste primeiro ano, conhecemos bem o aplicativo e tivemos um feedback dos seus usuários e patrocinadores para aperfeiçoar a versão inicial. Um exemplo é o mecanismo de busca, que, a partir desses feedbacks, foi simplificado, ajustado e ampliado”, informa Edilaine Ribeiro, diretora de Planejamento da D´Lucca & Jota Comunicações. Em breve, o app também disponibilizará uma plataforma de vagas de trabalho, fruto da parceria com a Universia, rede ibero-americana de colaboração universitária que integra cerca de 1.400 instituições de ensino superior de mais de 20 países e conta com o mecenato do Banco Santander. Assim que tiverem acesso à plataforma, os usuários do app terão à disposição um banco de mais de 100 mil vagas de diferentes perfis, além de terem a possibilidade de se conectar com as instituições de ensino superior da rede. Outra novidade é o grande investimento em comunicação que será feito pela D´Lucca para divulgar o app nas redes sociais. “A parceria da D´Lucca, que desde o início tem sido responsável pelo desenvolvimento tecnológico da ferramenta, agora foi ampliada com a responsabilidade da empresa pelas ações de comunicação e divulgação do aplicativo”, explica Luiz Eduardo Drouet, diretor da ABRH-SP. “Com isso, o FindeHR ganhará em relevância.” Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, lembra que o lançamento do aplicativo foi uma iniciativa ousada da gestão anterior, presidida por Almiro dos Reis Neto, ao inserir a Associação no universo tecnológico. “Agora, queremos levar o FindeHR para um novo patamar de relevância para seus patrocinadores e usuários.” Desde outubro do ano passado, o blog do FindeHR, que reúne conteúdo gratuito e atualizado disponibilizado pelos patrocinadores do aplicativo, pode ser acessado diretamente de qualquer computador, bastando entrar no endereço www.findehr.com.br.
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Como humanizar a liderança no mundo ágil

No contexto das mudanças no mundo, somado à velocidade com as quais as mudanças estão acontecendo, existe um caminho para as empresas: a inovação. Para direcionar essa transformação ágil, os líderes precisam de novas competências. Será exigido dos profissionais muito mais comunicação, colaboração e orientação para servir. Enfim, terão que ser protagonistas no desenvolvimento de um ambiente de confiança, com transparência, humildade e reconhecimento. Liderar será conduzir o profissional a atuar com o seu melhor, conhecendo a sua singularidade e estimulando a troca de conhecimento e interdependência. A tendência da liderança humanizada é o início de outra revolução na gestão, na qual a competência de quem compõe uma equipe será crucial para que esta se engaje e apresente resultados extraordinários para si e para a organização. O poder pela hierarquia, ainda vigente em algumas organizações, está cedendo lugar à liderança exercida para engajar as pessoas. Um líder que deseja ser influente precisa estabelecer conexões autênticas, assumindo tanto o seu potencial quanto a sua vulnerabilidade. Diante dos desafios do líder humanizado no mundo ágil, o RH passa a desempenhar cada vez mais um papel estratégico, fazendo a integração entre as partes envolvidas da organização, baseando-se no propósito individual e coletivo. Algumas ferramentas e metodologias podem ser utilizadas para despertar as motivações intrínsecas dos profissionais no contexto organizacional, como, por exemplo, coaching, neurociência, gamification, Lego Serious Play e design thinking. Ao atuar nessa perspectiva, o líder estará usando suas forças em conexão com as suas necessidades humanas de relacionamento e crescimento, o que tende a torná-lo mais feliz e realizado, propagando um ambiente de alta performance e melhor clima organizacional. Por Ana Paula Keil Neves, Francisco Dalsenter, Iracele Pires, Júlio César Silva, Kátia Teba, Meiling Canizares, Noelia Santos, Pedro Mouradian, Susanne Andrade, Thais Silva e Viviane de Oliveira, integrantes do Grupos de Estudos Como Humanizar a Liderança no Mundo Ágil, de São Paulo (SP) (Nesta e nas próximas edições, o jornal Gestão de Pessoas publicará os artigos produzidos por integrantes dos Grupos de Estudos da ABRH-SP)  

Fonte: O Estado de São Paulo, 10 de Dezembro de 2017.

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Regional Bauru agora é Regional Centro-Oeste

A partir deste mês, a Regional Bauru da ABRH-SP passa a se chamar Regional Centro-Oeste. Uma mudança de orientação motivou a alteração do nome. Muito embora abrangesse todos os municípios da região, o nome Bauru podia indicar uma restrição de limites ou dar a entender que as demais cidades não estavam representadas pela Regional. A denominação Centro-Oeste elimina qualquer dúvida. Desde a sua fundação, a Regional representa os profissionais de Recursos Humanos dos municípios paulistas de: Agudos, Arealva, Assis, Avaí, Balbinos, Bariri, Barra Bonita, Bastos, Bocaina, Boraceia, Borebi, Botucatu, Cabrália Paulista, Cafelândia, Dois Córregos, Duartina, Garça, Getulina, Guaiçara, Guaimbê, Guarantã, Herculândia, Iacanga, Ibitinga, Igaraçu do Tietê, Itaju, Itápolis, Itapuí, Jaú, Lençóis Paulista, Lins, Lucianópolis, Macatuba, Marília, Mineiros do Tietê, Ourinhos, Paulistânia, Pederneiras, Pirajuí, Piratininga, Pongaí, Pratânia, Presidente Alves, Promissão, Reginópolis, Sabino, Ubirajara e Uru, além de Bauru. Atualmente, a Regional Centro-Oeste tem como diretora geral Laura Maria Paolinetti da Camara e como vice-diretora Tatiane de Souza Lopes. Mais informações: (19) 3294-3307
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Em encontro, Diretoria Executiva revisou o Plano de Ação para 2018

No último dia 28, os integrantes da Diretoria Executiva, do Conselho Deliberativo e da equipe da ABRH-SP se reuniram na sede da entidade, em São Paulo (SP), para o encontro de revisão do Plano de Ação para 2018. A dinâmica do encontro foi conduzida pelo facilitador Ismael Almeida, consultor sênior da Dorsey Rocha Consulting. Foram analisadas as ações voltadas para as Regionais, formas de consolidar a Associação como referência na comunidade de Recursos Humanos e ter ainda mais influência nas políticas públicas, além de ações específicas para obtenção de recursos e sustentabilidade, governança e gestão. No quesito serviços aos associados, Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, destacou a profissionalização da área comercial da entidade, o lançamento do ABRH-SP Premium, modalidade de associação exclusiva para Pessoa Jurídica, e as ações de marketing específicas. Realizadas nos dois últimos anos, tais ações, segundo Theunis, têm resultado na manutenção do patamar de crescimento do número de associados, mesmo em um período de grave crise econômica atravessado pelo país. O objetivo agora é mantê-las e ampliá-las. Atividades bem-sucedidas como os Grupos de Estudos, os Ciclos de Palestras e os workshops, realizados tanto na sede como pelas Regionais, assim como o CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo, continuarão recebendo todo o investimento e a atenção da Diretoria Executiva no próximo ano. Outros projetos serão prioritários em 2018. Entre eles, a terceira edição do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina. Programado para 24 de maio, o evento acontecerá em novo local, o Hotel Unique, e já tem como novidade a participação de Maria Susana de Souza, vice-presidente de Recursos Humanos da Raia-Drogasil, como coordenadora do seu Comitê de Conteúdo. O RH Conecta também voltará reformulado, agora como uma plataforma de conteúdo voltado para os profissionais de Recursos Humanos. A primeira leva de palestras gravadas terá como foco o tema O Futuro do Trabalho. Em relação aos eventos especiais, a ABRH-SP já prepara, por meio da Regional Metropolitana Oeste, a realização de um fórum voltado à gestão de pessoas nas pequenas e médias empresas. A exemplo do Fórum Pessoas com Deficiência – Além da Lei de Cotas, que este ano chegou à quinta edição, o evento para as PMEs será itinerante. Para saber mais, acesse www.abrhsp.org.br.
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Desafios e oportunidades na Agenda 2018 para os Business Partners/RH nas empresas

Após aproximadamente três décadas desde que Dave Ulrich criou o conceito de Business Partner (BP), empresas dos mais variados portes e segmentos ainda “patinam” sobre qual o melhor modelo para atender às necessidades internas corporativas. Para aquelas que de alguma forma já consolidaram o conceito e a cultura dentro da organização, porém, surge o desafio de ir além, ampliando as iniciativas de RH, entendendo o que mais pode ser feito como fator agregador para os negócios, consolidando cada vez mais essa parceria. A prática constante de “olhar para dentro de casa”, revisar cultura, clima, processos e o design organizacional, torna-se fundamental para se antecipar às tendências de mercado e preparar-se para o futuro, agora! As empresas que têm adotado o conceito e o formato de consultoria interna – BP para a área de Recursos Humanos – entenderam que necessitam estar em mesmo grau de alinhamento estratégico junto às perspectivas do negócio e em sintonia com desenvolvimento e evolução de todas as outras áreas da empresa. Com essa vontade de alçar voos de maior amplitude, contribuir e alavancar o crescimento da empresa, criando novas ferramentas que possam ser úteis para acompanhar a velocidade e o surgimento de novas soluções, de forma mais abrangente ao mesmo tempo que inovadora, tem sido o foco destes RHs que buscam assegurar boas práticas na gestão de pessoas. Mas, para acompanhar e fazer a diferença, o RH tem um desafio constante orientado às permanentes mudanças, à sobrevivência, às vulnerabilidades e incertezas. Assim, podemos afirmar que toda evolução depende da “visão no horizonte”, mais amplo, essencialmente, na busca constante e incansável com foco em todas as áreas da empresa, contribuindo para torná-la bem-sucedida, referência em seu mercado, em suas ações valorosas, que façam sentido e tragam bem-estar aliado a ótimos resultados, contributivos e sustentáveis. Dessa forma, os atributos atuais que compõem a posição de Business Partner vão além de ser a interface estratégica na busca da inovação, do fortalecimento dos objetivos comuns e da ampliação de relacionamentos e engajamento interáreas, mas que também possam trazer equilíbrio nas práticas cotidianas de longo prazo através de atitudes e ações saudáveis, em que de fato a reputação da marca possa ser expressa com excelência, unindo o ambiente e as pessoas. Nessa linha, falar de 2018 significa buscar os avanços em todas as ações, práticas e uso de ferramentas e tecnologias que possam aproximar a chamada “Gestão Eficaz” da visão mais ampla, identificando oportunidades e o olhar para a perpetuidade dos negócios, com o fortalecimento das pessoas para essa condução. Uma questão se faz presente – e você, Consultor Interno de RH – Business Partner, dentre seus desafios, o que pretende incluir em sua agenda para 2018? Por Viviane Pereira Machado, participante do Grupo de Estudos de Consultoria Interna, de São Paulo (SP) Nesta edição, o jornal Gestão de Pessoas publica dois artigos produzidos por integrantes dos Grupos de Estudos da ABRH-SP  

Fonte: O Estado de São Paulo, 07 de Janeiro de 2018.

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Trilhas de Aprendizagem por Competências

Você já parou para refletir que, diante da realidade de equipes multigeracionais que compõem muitas organizações, da necessidade de uma prática na gestão de pessoas mais assertiva e até mesmo diante de orçamentos mais enxutos para Planos de Capacitação, é momento de pensar e repensar muitas práticas de T&D e Educação Corporativa? Uma das melhores formas para isso é incorporar a importância das Trilhas de Aprendizagem. Este enfoque para programas de desenvolvimento de equipes, em todos os níveis hierárquicos, poderá ser traçado no tempo e conveniência da empresa, otimizando os investimentos em capacitação e tornando o processo de aprendizagem e desenvolvimento realmente efetivo e sustentável. As Trilhas de Aprendizagem por Competências evidenciam um contraponto às grades tradicionais de treinamento e desenvolvimento, oferecendo uma variedade maior de recursos de aprendizagem. São compostas de caminhos flexíveis para propiciar o desenvolvimento das pessoas. A flexibilidade está relacionada a efetivas abordagens metodológicas, compostas por novas formas de aprendizagem, as quais facilitam o processo de gestão do conhecimento. Por serem um processo integrado e sistemático de ações de desenvolvimento, as trilhas recorrem a formas múltiplas de aprendizagem para o desenvolvimento de determinadas competências requeridas para o desempenho dos diferentes níveis e espaços ocupacionais. Com as trilhas de aprendizagem, o caminho do desenvolvimento fica mais diversificado. A partir desse contexto, o foco da Educação Corporativa passa a ser outro: em vez de cursos e programas isolados, o objetivo é desenvolver profissionais de uma maneira sistêmica e alinhada às necessidades de desempenho profissional, às estratégias do negócio e às consequentes entregas esperadas pela empresa. Premissas das Trilhas de Aprendizagem por Competências:
  • Visão clara das competências necessárias.
  • Nivelamentos dos conhecimentos necessários.
  • Ambiência de aprendizagem contínua.
  • Potencialização do processo de aprendizagem.
  • Diferentes estímulos para aprendizagem.
  • Estímulo constante ao desenvolvimento profissional.
Os resultados na aplicação das Trilhas de Aprendizagem por Competências representam uma estratégia de desenvolvimento de maneira integrada, inovadora e eficaz, que propicia ao profissional o aprendizado contínuo através de múltiplas formas de aperfeiçoamento. As soluções educacionais vinculadas em uma trilha estão alinhadas aos objetivos de aprendizagem que variam em função das melhores estratégias para o alcance dos objetivos propostos e poderão constituir importante alicerce para a retenção de talentos, para o planejamento de carreira e planos de sucessão na organização. Por Jacqueline Cerqueira, facilitadora do Grupo de Estudos de Educação Corporativa, de São Paulo (SP)      

Fonte: O Estado de São Paulo, 07 de Janeiro de 2018.

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Associados da ABRH-SP têm acesso a benefícios que contribuem para o desenvolvimento profissional

Entre os diversos benefícios que a ABRH-SP proporciona a seus associados, tanto Pessoa Física como Pessoa Jurídica, vários possibilitam o desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional. Um dos mais atraentes são os descontos substanciais que facilitam as inscrições no CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, evento promovido anualmente pela ABRH-Brasil com a copromoção institucional da ABRH-SP, que acontece em agosto na capital paulista. Os associados também têm ótimos descontos nas inscrições do CONALIFE, o Congresso Nacional de Liderança Feminina que terá sua terceira edição realizada em 24 de maio. Organizado em parceria com a ONU Mulheres, o evento da ABRH-SP já se tornou uma referência nos debates sobre a equidade de gênero no Brasil e vai acontecer em novo local na capital paulista: o Hotel Unique, referência em luxo e design da cidade. A lista de benefícios para o desenvolvimento profissional continua. Os Grupos de Estudos, atividade exclusiva para os associados que completou dez anos ininterruptos no ano passado, reúnem os profissionais de Recursos Humanos para debaterem os temas do momento e as tendências em gestão de pessoas, utilizando a andragogia como metodologia. Há ainda palestras e debates gratuitos para os associados, promovidos periodicamente tanto na sede como pelas Regionais; os descontos em cursos e eventos de instituições e escolas renomadas que são parceiras da ABRH-SP; os workshops (com descontos que valem muito a pena para quem é associado); e a assinatura gratuita de revistas, além do desconto na compra de livros e vídeos. Para saber mais, consulte a tabela de benefícios completa no site: https://abrhsp.org.br/compare-as-categorias/
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Gestão do Conhecimento na organização

Nossa realidade tem mudado constantemente com o passar dos anos e cada vez mais as empresas precisam acompanhar esse ritmo acelerado de mudanças, em que o conhecimento é parte das organizações e cabe a elas cuidarem do capital humano que detém esse diferencial. É imprescindível que a empresa fomente uma cultura na qual priorize o aprendizado e enraíze valores coerentes com aquilo que a organização busca no médio e longo prazo, visando, assim, ao equilíbrio entre seus colaboradores e suas estratégias organizacionais. A velocidade das transformações tecnológicas e as alterações nas condições de vida têm afetado profundamente o conjunto de expectativas das pessoas na sua relação com as organizações e com seu trabalho, tais como:
  • Pessoas cada vez mais conscientes de si mesmas e, por consequência, mais mobilizadas pela autonomia e liberdade em suas escolhas de carreira e de desenvolvimento profissional;
  • Pessoas mais atentas a si mesmas em termos de sua integridade física, psíquica e social, que cultivam a cidadania organizacional e exercem maior pressão por transparências na relação da empresa com elas;
  • Pessoas com expectativas de vida maior, ampliando seu tempo de vida profissional ativa; como decorrência disso, há maior exigência de condições concretas para o contínuo desenvolvimento.
Sendo assim, a empresa deve criar políticas, valores e práticas que visem à conciliação das suas expectativas com a dos seus empregados. Deve-se ter clareza a respeito do quanto é importante a empresa investir no desenvolvimento dos seus empregados para que estes adquiriram novos conhecimentos e sejam inovadores. O treinamento e desenvolvimento, juntamente com a cultura organizacional, está fortemente ligado à gestão do conhecimento, pois, se a empresa possui uma cultura que fomenta essa ideia, fica evidente que seus empregados irão se comprometer a buscar novos conhecimentos e aplicá-los no ambiente organizacional. É pelas oportunidades de capacitação que se conseguem desenvolver profissionais e projetá-los socialmente. Trabalhadores em ascensão, satisfeitos e motivados, transformam os ambientes das organizações, deixando-os apropriados para atingir a excelência em termos de desenvolvimento organizacional. São mudanças comportamentais, tecnológicas e de processos que pressionam diariamente os membros das organizações a inovarem nas suas atuações profissionais, e as capacitações significam o instrumento principal para enfrentar e acompanhar os efeitos das contínuas mudanças. É preciso saber validar que o conhecimento é o principal meio para obtenção de um diferencial competitivo e agregação de valor para as organizações. Dessa maneira, elas são obrigadas a repensar as suas concepções tradicionais, procurando criar formas que beneficiem a criatividade, a inovação e a aprendizagem contínua hoje e no futuro próximo. Saber reconhecer as mudanças no ambiente externo é uma necessidade imperiosa para as organizações e os seus líderes deverão procurar os melhores caminhos para mantê-las competitivas. Tudo isso nos remete a um ponto-chave do assunto: as organizações não podem existir sem as pessoas e vice-versa, pois existe uma troca entre ambas as partes, tanto em questões básicas como complexas. Para isso, cabe à organização ser inteligente o suficiente para trabalhar junto com as pessoas. Trazer as pessoas para o seu lado é um grande desafio que as empresas de hoje precisam exercitar diariamente, pois os resultados surgirão das pessoas que são parceiras da organização.   Por Marcel Castro, integrante do Grupo de Estudos de Educação Corporativa, de São Paulo (SP)       NOTA Apenas R$ 1,00 por dia Por apenas R$ 1,00 por dia, o profissional de Recursos Humanos pode se associar à ABRH-SP na modalidade Pessoa Física e, como resultado imediato, ter acesso a uma série de benefícios. Entre eles, descontos substanciais para participar do CONARH, um dos maiores congressos de gestão de pessoas do mundo, e descontos nas inscrições do CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina, além de participação gratuita nos Grupos de Estudos promovidos pela Associação. Confira os demais benefícios em www.abrhsp.org.br.

Fonte: O Estado de São Paulo, 31 de Dezembro de 2017.

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Grupos de Estudos – Será?

Na atualidade em que as informações estão disponíveis para todos e a todo o momento, participar de grupos de estudos pode parecer um desperdício de tempo. Mas será que é isso mesmo? Podemos definir grupo de estudos como um grupo de pessoas que se reúnem com regularidade para discutir, aprofundar, aprender, e até gerar novos conhecimentos/conteúdo, sobre um determinado tema de interesse. A participação em um grupo de estudos deve ser espontânea e a vontade de compartilhar e se dedicar, verdadeira. A figura de um facilitador pode ajudar o grupo em termos de organização e identificação de possibilidades de ações de aprendizagem. Estamos saindo da era do conhecimento para entrar na era da sabedoria. O que isso significa? O conhecimento é formado pelo acúmulo de estudo e vivências, é algo que buscamos no mundo exterior e trazemos para nós. Já a sabedoria é resultado de um processo de elaboração interna do conhecimento e das experiências, que gera uma nova forma de pensar e agir no mundo. Um grupo de estudos pode contribuir para a ampliação da sabedoria, uma vez que apoia a elaboração e internalização do conhecimento por meio da construção colaborativa. Devemos buscar formas de aprendizagem que estejam em linha com a busca da sabedoria, ou seja, que facilitem nosso crescimento como pessoas e uma ação no mundo mais equilibrada. Segundo a andragogia, o ser humano adulto não é uma página em branco, já possui conhecimento acumulado e qualquer proposta de aprendizagem de adultos deve levar isso em conta. Nesse caso, um grupo de estudos propicia a oportunidade de cada membro contribuir com suas possibilidades já construídas e trazer para o grupo seu conhecimento e sabedoria prévios. Alguns benefícios proporcionados por fazer parte de um grupo de estudos:
  • Aumento da motivação: o grupo pode ser fator de incentivo e motivação para aprofundamento em um tema de interesse e também para apoiar a prática de novas formas de aplicação do conhecimento.
  • Propicia disciplina: o fato de ter reuniões periódicas e datas definidas para a evolução do aprendizado contribui para que o aprendizado evolua.
  • Facilitação do aprendizado: ter como integrantes pessoas com diferentes níveis de conhecimento sobre o tema ajuda o grupo a fazer questionamentos que ampliem a visão. Além disso, ter um dos participantes na figura de facilitador garante que alguém se preocupe em propiciar metodologias de estudo que contribuam para o aprendizado.
  • Liberdade de escolha: o grupo tem total liberdade para encaminhar os estudos de acordo com seu interesse e motivação e redirecionar sempre que necessário.
  • Multiplicidade de visões: pessoas diferentes trazem visões diferentes e isso engrandece cada um dos participantes.
  • Criação de rede de conhecimento: propicia o estabelecimento de rede confiável de apoio e troca de conhecimentos.
Segundo D.W. Johnson e R.T. Johnson, em um trabalho acadêmico sobre aprendizagem cooperativa, existem alguns critérios para a avaliação de êxito em grupos de estudos:
  • Dependência positiva: os participantes dependem uns dos outros para que a aprendizagem aconteça. Cada individuo traz força para o grupo.
  • Responsabilidade individual: cada participante deve individualmente cumprir com os combinados do grupo (tarefas, atividades, pesquisas).
  • Interação construtiva: a participação de todos estimula a evolução dos estudos. Concordâncias e discordâncias são fundamentais para atingir os resultados.
  • Habilidades sociais: os membros constroem uma relação de confiança, que favorece o avanço e crescimento do grupo.
Termino com a citação de Albert Einstein: “Jamais considere seus estudos como uma obrigação, mas como uma oportunidade invejável para aprender a conhecer a influência libertadora da beleza do reino do espírito, para seu próprio prazer pessoal e para proveito da comunidade à qual seu futuro trabalho pertencer”. Caro leitor, caso ainda não tenha participado de grupos de estudos, acho que vale a pena viver essa experiência. Para conhecer os Grupos de Estudos da ABRH-SP, visite nosso site: www.abrhsp.org.br   Por Yara Leal de Carvalho, diretora dos Grupos de Estudos da ABRH-SP e facilitadora do Grupo Comunicação Não Violenta, de São Paulo (SP)      

Fonte: O Estado de São Paulo, 31 de Dezembro de 2017.

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