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CONARH 2017 terá trilhas de participação e 16 cases de práticas bem-sucedidas em gestão de pessoas

De 15 a 17 de agosto, a ABRH-Brasil realizará, com a correalização da ABRH-SP, o CONARH 2017 – 43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, no São Paulo Expo, na capital paulista. Neste ano, os congressistas poderão, opcionalmente, definir trilhas de participação em seis áreas de interesse (Cultura, Estratégia, Gestão & Serviços, Liderança & Talentos, Mercado & Tendências e Viabilizadores) em uma programação composta de palestras magnas e rodadas de seis simultâneas. Um dos destaques do congresso é a apresentação de 16 cases de práticas bem-sucedidas em gestão de pessoas. “O CONARH é o lugar onde os assuntos de Recursos Humanos são discutidos, onde você é capaz de entender o que está acontecendo no mercado e em outras empresas similares a sua para poder, depois, retornar ao escritório com novidades e proposições de temas e questões a serem trabalhadas na organização. Também é o momento em que a comunidade de RH se encontra, onde as pessoas vão em busca de conteúdo, mas também em busca de networking e convivência”, resume Elaine Saad, presidente da ABRH-Brasil. Para Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP, o conteúdo do congresso, em um momento político e econômico muito desafiador para o país, reforça a relevância do debate de temas de interesse imediato, a exemplo da reforma trabalhista e do risco Brasil, mas também conduz o olhar do congressista para o futuro ao propor a reflexão sobre a irreversível, e revolucionária, transformação digital das organizações. “O sucesso do CONARH, o maior evento de gestão de pessoas da América Latina, demonstra ainda a importância dos profissionais de Recursos Humanos nas organizações do país.”   Confira, a seguir, alguns dos destaques de cada trilha:   CULTURA
  • Inovação – Agora isso é comigo – Case Bayer, por Karen Zoreck, gerente de Projetos Globais para América Latina da Bayer, e Denilson Shikako, CEO e fundador da Fábrica de Criatividade
  • Mulheres: Diversidade e suas fortalezas – Case John Deere, por Letícia Aveline, líder do Grupo de Desenvolvimento de Funcionários WomenReach da John Deere Montenegro
  • Cenário Político-Econômico Brasileiro e os Impactos no RH, por Beatriz Flores, diretora de RH da CGG
  ESTRATÉGIA
  • 99Jobs – Uma proposta de valor inovadora para um moderno RH, por Cesar Bullara, diretor do Departamento de Gestão de Pessoas do ISE Business School
  • Reflexos da Reforma Trabalhista e da Terceirização frente à Revolução Digital 4.0 e a Gestão de RH, por Lívio Giosa, presidente do Instituto da Terceirização, e Wolnei Tadeu Ferreira, sócio-fundador do escritório Ferreira Rodrigues Sociedade de Advogados e diretor Jurídico da ABRH-Brasil
  • Risco Brasil – Como o cenário econômico impacta a gestão de pessoas, por Roberto Dumas Damas, professor de Economia Internacional e Economia Chinesa no Insper e na FIA
  GESTÃO & SERVIÇOS
  • Centro de Serviço Compartilhado – Desafios e oportunidades na gestão de serviços – Case Alcoa, por Marcelo Freire, diretor global de Serviços de RH – People Services da Alcoa Corporation
  • Consultoria Interna de RH – Um novo modelo baseado na Teoria Integral, por Marcelo Cardoso, CEO global da Metaintegral Associates
  LIDERANÇA & TALENTOS
  • Painel Lideranças Inovadoras (Magna), por Jorge Hoelzel Neto, membro do Conselho de Administração e facilitador da Mercur, e João Paulo Pacifico, fundador e CEO do Grupo Gaia
  • O Futuro do Talento na Era da Transformação Digital (Magna), por Gil Giardelli, cofundador da 5era, Gaia Creative e Humanoide Brasil
  • Prevenção, Bem-Estar e Tratamento – Como melhorar a SAÚDE da gestão de SAÚDE corporativa – Case Hospital Israelista Albert Einstein, por Miriam Branco, diretora executiva de RH do Hospital Israelita Albert Einstein, e Luciane Infanti, sócia-diretora da Prática Healthy Strategy da Accenture
  • Organizações Exponenciais – O papel do líder nesse movimento, por Maria Augusta Orofino, consultora organizacional e em empreendedorismo
  MERCADO & TENDÊNCIAS
  • A 4ª Revolução Industrial e a Bússola do Sucesso (Magna), por Paolo Gallo (Suíça), executivo principal de RH e membro do Comitê Executivo do Fórum Econômico Mundial
  • Previdência Complementar – Minimizando vulnerabilidades na gestão de talentos – Case Vale, por Maria Gurgel, presidente da Valia
  VIABILIZADORES
  • Transformação Digital – Novos imperativos na gestão de pessoas – Case Caixa Seguradora, por Cristiane Olivier Heckler, superintendente de RH Latam da Caixa Seguradora
  • Transformação Digital – O papel de RH na construção de novas competências – Case Santander, por Vanessa Lobato, vice-presidente de RH do Grupo Santander Brasil
 
  • Inteligência Artificial nas Organizações – Case Smarters, por Pietro Buljadon, cofundador da startup Smarters
 
  • Big Data e Analytics – Apoiando o processo de tomada de decisão – Case IBM, por Alexandre Dietrich, líder para América Latina da plataforma Watson da IBM
  A programação completa está disponível no site do CONARH 2017, onde também é possível fazer as inscrições. Acesse: www.conarh.com.br     Fonte: O Estado de São Paulo, 02 de Julho de 2017

e-Social em debate

No próximo dia 13, das 9h ao meio-dia, Roberto Martins, especialista em Relações Trabalhistas que atua há mais de 30 anos em gestão de RH e desenvolvimento de organizações, fala, na sede da ABRH-SP, sobre o tema e-Social – A plataforma que irá revolucionar o mundo do trabalho. Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br       Fonte: O Estado de São Paulo, 02 de Julho de 2017

Carreira internacional em RH

Os desafios de uma carreira internacional foram o tema da palestra apresentada pela vice-presidente de Recursos Humanos da SAP – Asic Pacific Japan, Renata Janini Dohmen, no dia 19 de junho, na sede da ABRH-SP.  Há seis anos em Singapura, Renata abordou os pontos críticos para trabalhar no exterior: “Ter disposição para o risco; se preparar para a mudança ao longo dos anos; conhecer pessoas e ter seu ponto de apoio no novo país; ouvir a experiência do outro e aprender com ela; ter foco no objetivo maior; criar um sistema de apoio vindo de mentores formais e informais; ter humildade; e oferecer em retorno para as pessoas”. Renata falou ainda “do que está acontecendo do outro lado do mundo”. Para ela, a transição para a economia digital é a principal questão. “Vivemos numa época em que a velocidade da inovação caminha a passos exponenciais. Já estamos falando da 5ª Revolução Industrial. Se a empresa não acompanhar esse passo, ela vai ser atropelada.” Nesse contexto, um dos desafios é modernizar os serviços de RH para uma entrega imediata e personalizada. “Também é preciso adotar uma nova definição da experiência do empregado por conta do comportamento que ele tem como consumidor”, completou a executiva.       Fonte: O Estado de São Paulo, 02 de Julho de 2017

CORHALE também promoveu evento para discutir o tema

A reforma trabalhista também foi tema do evento realizado pelo CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo na última terça, na sede da ABRH-SP. Diretor Jurídico da ABRH-Brasil e integrante do CORHALE e do CORT, Wolnei Tadeu Ferreira falou, para um auditório lotado, sobre os procedimentos adotados no Congresso Nacional para análise da reforma e seus impactos, se aprovada, na gestão de Recursos Humanos. “Desde que o projeto de lei 6787, de autoria do Poder Executivo, chegou à Câmara dos Deputados no final de dezembro do ano passado, a proposta inicial sofreu 850 emendas – o segundo maior número de emendas na história do Congresso Nacional”, destacou Ferreira. “Foram inúmeras audiências públicas, mesas redondas, seminários e reuniões de trabalho. Além disso, gente muito especializada ajudou o relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), a redigir o relatório apresentado à Câmara e aprovado no plenário da casa em 26 de abril.” Enviado ao Senado Federal como PLC (Projeto de Lei da Câmara) 38/2017, o texto da reforma está em análise nas comissões antes de ser votado pelo plenário.   Ferreira explicou ainda artigos da reforma de maior interesse para os RHs. Entre eles:   – a revisão do tempo efetivo, sem contar como hora extra o tempo em que o funcionário permanece na empresa, após a jornada normal, por escolha própria, para estudo, higiene pessoal, alimentação, prática religiosa ou por questão de segurança; – o fim do problema das horas in itinere – qualquer deslocamento oferecido pela empresa em favor do trabalhador não caracteriza o tempo à disposição do empregador; – a criação da figura do trabalho intermitente para qualquer atividade, exceto aeronautas. – o fracionamento das férias em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a 5 dias corridos, cada um; – e a aprovação do acordo entre empresa e empregado para a rescisão, considerando pela metade o aviso prévio indenizado e a multa do FGTS e por inteiro as demais verbas, mas não autorizando o ingresso no seguro-desemprego.     Fonte: O Estado de São Paulo, 25 de Junho de 2017

Plano de saúde é o maior gasto do pacote de benefícios

Depois do salário, o plano de saúde representa o maior gasto que as empresas têm com os funcionários. De acordo com estudo divulgado recentemente pela consultoria de benefícios e capital humano Aon, para 36% das empresas a assistência médica representa de 5% a 10% da folha de pagamento. Para 32% das companhias que participaram do levantamento, o custo de saúde é menos impactante e equivale a até 5% da folha. Só que para 25%, os custos de assistência médica são de 10,1% a 20% do total gasto com os colaboradores. As 7% restantes têm custos superiores a 20%. O principal fator do elevado gasto com planos de saúde dentro das empresas brasileiras é a inflação médica, que registrou, nos últimos cinco anos, um acumulado de 108%, ante 42% da inflação geral. Esse índice é impactado pelas novas tecnologias, pelo alto índice de judicialização na saúde e pelos desperdícios na utilização dos planos. O gasto médio por usuário chegou a aproximadamente R$ 3.600, em 2016, ante R$ 2.890, em 2014. Dessa diferença, R$ 324,00 correspondem apenas ao aumento de frequência, o que representa quase 10% de impacto nesse custo crescente. Mesmo assim, a assistência médica é o benefício com maior prevalência nas organizações: 99,8% das companhias pesquisadas oferecem seguro saúde aos colaboradores. Mas o custo elevado faz com que o plano de saúde esteja sob constante análise dentro das empresas. A pesquisa da Aon revelou que, no último ano, 70% das companhias redesenharam o benefício saúde. Além disso, 40% consideram importante rever todos os anos as regras da assistência médica. Nesse cenário, precisamos tomar algumas ações de curto prazo, como mudanças nas regras de elegibilidade e nas formas de custeio. E também precisamos pensar em soluções de médio e longo prazo para que o benefício seja sustentável. Para isso, é importante que as empresas realizem a implantação de programas de gestão de saúde. Atualmente, as principais ações desse tipo são gestão de internação, gestão dos casos de alto custo, programas de ergonomia e ronda postural. Além dessas iniciativas, também é fundamental fazer a gestão de doentes crônicos e desenvolver programas de auxílio medicamentos.     Por Rafaella Matioli, diretora técnica de Saúde e Benefícios da Aon Brasil       Fonte: O Estado de São Paulo, 25 de Junho de 2017

Conselho Superior de Relações do Trabalho (Cort), da Fiesp, debateu a reforma trabalhista

O professor da FEA-USP José Pastore foi o convidado da reunião do Conselho Superior de Relações do Trabalho (Cort), da Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, realizada em 6 de junho, para falar sobre os desafios da reforma trabalhista. A condução da reunião foi feita por Roberto Della Manna, presidente do Cort. Na análise de Pastore, a produtividade é absolutamente urgente e essencial para a promoção do crescimento da economia brasileira, e a negociação, possibilitada pela reforma trabalhista em discussão, é “quase tudo” para isso. A reforma amplia a área de negociação, tanto no campo individual quanto coletivo. Hoje muito pouco pode ser negociado, lembrou. “Predomina uma rigidez muito grande das relações do trabalho.” Na avaliação de Pastore, a reforma trabalhista não toca na estrutura dos encargos sociais, mas abre espaço para trocas em vários outros campos, como a jornada de trabalho e o intervalo entre as jornadas. Para as empresas, as negociações valerão a pena se estas conseguirem fazer trocas compensadoras para a produtividade. Isso vai requerer competência e habilidade dos profissionais de Recursos Humanos e de Relações do Trabalho, assim como os da área Jurídica. Segundo ele, a reforma está na direção correta, mas os profissionais de RH terão que estar afiados em relação às necessidades de produtividade da empresa e ser criativos. A representação obrigatória dos funcionários nas empresas com mais de 200 empregados, por exemplo, torna dramático o trabalho do RH. A área terá de acompanhar a escolha dos representantes e criar neles a cultura da produtividade. O ex-ministro do Trabalho Almir Pazzianotto disse que a reforma é como a discussão sobre decoração de uma casa em ruínas. A questão é muito mais complexa, afirmou. Para ele, a reforma não toca em pontos como a legislação trabalhista, incluindo o direito de greve, a Justiça do Trabalho, com seu poder político, que não pode ser subestimado, os fiscais do Ministério do Trabalho com enorme autonomia. Esse pano de fundo precisa ser examinado, defendeu. Theunis Marinho, presidente da ABRH-SP e novo conselheiro do CORT, disse que aprendeu que aos sábados e domingos todas as empresas do mundo são iguais. O que muda na segunda-feira são as pessoas. “Estamos num caminho errado, por não fazer lição de casa, de apelar ao arremedo. A reforma trabalhista representa algum avanço, mas é preciso ter a ambição de ir além.” Na opinião de Theunis, a reforma ainda nos deixa atrás dos grandes países capazes de competir no mundo. “O profissional de RH vai virar moda novamente. A área trabalhista acabou virando algo terceirizado para defender a empresa na Justiça do Trabalho, e isso precisa mudar.” (Fonte: Agência Indusnet Fiesp)       Fonte: O Estado de São Paulo, 25 de Junho de 2017

O grande impacto das Organizações Exponenciais

Organizações cujo impacto é desproporcionalmente grande, pelo menos dez vezes maior que seus pares, as Organizações Exponenciais realizam algo realmente novo com o intuito de promover um propósito transformador. Apple, Google, Amazon e Waze são alguns dos exemplos mais conhecidos de organizações exponenciais que mudaram a forma de fazer negócios e, como consequência, a gestão de pessoas. Para falar sobre o tema, a ABRH-SP promoveu, no último dia 7, o Ciclo de Palestras com Maria Augusta Orofino, consultora organizacional e em empreendedorismo há mais de 20 anos. Entre as características dessas organizações que impactam a gestão de pessoas, Maria Augusta citou o estafe sobre demanda, ou seja, a contratação de colaboradores de acordo com a demanda da operação, tornando desnecessária e obsoleta a manutenção de equipes permanentes; o fim da estrutura hierárquica com equipes multidisciplinares sem gerentes e supervisores e com autoridade descentralizada; e o uso de ativos alavancados, a exemplo do Uber, que se utiliza dos carros de motoristas que não são seus funcionários. Ela também fez um alerta que serve para todas as empresas nesses tempos de extrema incerteza e rápidas mudanças: “A gente não sabe quem pode chegar e acabar com o nosso negócio”.       Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Junho de 2017

Carreira em RH

Amanhã, a ABRH-SP promove uma edição especial do Ciclo de Palestras. Vice-presidente de Recursos Humanos da SAP – Asic Pacific Japan, Renata Janini Dohmen fala sobre o tema Carreira em Recursos Humanos. O evento, que começa às 9 horas, na sede da Associação, é gratuito para associados. Não associados pagam R$ 100. Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br       Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Junho de 2017

ABRH-SP comemora 10 anos dos Grupos de Estudos

“Trata-se de um dos nossos projetos pioneiros e mais sustentáveis”, Manhã da última terça, no auditório da MetlifeÉ uma alegria grande porque misturou esses dez anos com o meu desenvolvimento pessoal. Os grupos têm grande relevância na minha carreira e vida pessoal. Fala-se muito que a tecnologia tem substituído o encontro entre as pessoas. Nossos Grupos de Estudos provam que isso nem sempre é verdadeiro. A possibilidade de boas trocas de ideias e conhecimento e de um contato produtivo mobiliza as pessoas, mesmo em uma cidade com trânsito tão desafiador como São Paulo. Há momentos em que nada substitui a riqueza do contato pessoal por isso nossos grupos só crescem desde que foram criados. Ana Maria de Freitas, diretora dos Grupos de Estudos e secretária do Conselho Deliberativo da ABRH-SP. Palestra Consumer Insights – Prospectando Tendências de Comportamentos Futuros, com Tatiana Amendola Sanches, professora de Etnografia Urbana da ESPM-SP. É o conhecimento científico sobre nossa cultura e sociedade visando a busca de inovação e inspiração. Entre as tendências, Tatiana falou da Selfie Society, o uso das selfies em busca de likes como um mecanismo de cura nas redes sociais. “Quando a gente tira uma selfie, a gente tá se construindo para que o outro dê um like. É a cultura do betterness, do querer ser melhor porque uma hora o like acaba. Oficinas temáticas com facilitadores: Comunicação não violenta na prática; Design Thinking para melhoria do clima organizacional; Conversas de Coaching – Venha vivenciar; e Consultoria Interna. Patricia Muller Buzolin, sócia-fundadora da CNV4coaches Estou sentindo muita gratidão porque acho legal um projeto que eu fiz a passagem que a Ana assumiu vivo, cheio de coisas novas, vários grupos abrindo nas Regionais. Muito gratificante perceber que tem continuidade, que eles estão prosperando e que as pessoas se beneficiam com isso. Legal que os facilitadores se integraram, estão construindo isso junto com a a ANA. Muito forte o papel dos facilitadores de manter o projeto vivo. Baseados na andragogia, os grupos propiciam a oportunidade de aprendizagem contínua, a troca de experiência e o networking entre os participantes, promovendo o desenvolvimento dos nossos associados de forma efetiva e sustentável, afirma Edna Bedani, diretora de Conhecimento e Aprendizado. “É gratificante celebrar os 10 anos de existência de um projeto tão importante para a ABRH-SP e nossos associados.”       Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Junho de 2017

Gruca realizou seu 23º Encontro RH

Realizado no último dia 6, o 23º Encontro RH do Gruca – Grupo Campinas de RH reuniu mais de 700 inscritos no Expo Dom Pedro, em Campinas. Foram vários painéis apresentados ao longo do dia, entre eles Desenvolvimento Estruturado de Lideranças como Caminho para o Futuro das Organizações, com a participação da vice-presidente da ABRH-SP Lilian Guimarães. “O formato do evento, com os painéis e a possibilidade de perguntas, via aplicativo Sli.do em tempo real, fez com que tivéssemos 700 interações do público com perguntas dirigidas aos apresentadores”, destaca Miriam Patini, organizadora do Encontro RH. “Foram temas de reflexão sobre as principais tendências da gestão de pessoas, como dicotomia das gerações e novas relações de trabalho no Brasil, discutidos com o objetivo de auxiliar as empresas no cumprimento de seu planejamento estratégico frente aos desafios dinâmicos que os negócios nos impõem. Pausas na empreitada da área de Recursos Humanos são necessárias para a diferença na nossa atuação junto aos nossos times”, resume Fabiola Lencastre, diretora geral da ABRH-SP Campinas. A Regional apoiou o evento e contou com um estande no espaço de Exposição, ponto de encontro personalizado destinado ao networking.       Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Junho de 2017

Impactos da reforma trabalhista na gestão de RH

Ainda em tramitação no Senado Federal após a aprovação da Câmara dos Deputados, a reforma trabalhista continua nas manchetes. Apesar disso, persistem muitas dúvidas sobre o projeto de lei 6787/2016 que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para prever, entre outras medidas, a prevalência do negociado sobre o legislado, regras para o trabalho intermitente e o fim da contribuição sindical obrigatória. Para explicar os andamentos e debates realizados e os novos passos do PL no Congresso Nacional, bem como os aspectos que modificarão a gestão de RH, a ABRH-SP promove nesta terça, a partir das 9 horas, na sua sede, palestra e debate sobre o tema, com a condução do diretor Jurídico da ABRH-Brasil Wolnei Tadeu Ferreira. “Meu objetivo é discutir e orientar a área de RH sobre as medidas aprovadas na reforma trabalhista”, diz Ferreira, que também é integrante do CORHALE – Comitê RH de Apoio Legislativo mantido pela ABRH-SP com o apoio da ABRH-Brasil. O evento é gratuito para associados. Não associados pagam R$ 100. Inscrições: (11) 5505-0545 ou eventos@abrhsp.org.br         Fonte: O Estado de São Paulo, 18 de Junho de 2017

A igualdade de gênero é uma responsabilidade de todos e de todas

Realizado em 31 de maio, na capital paulista, o CONALIFE 2017 – Congresso Nacional de Liderança Feminina, evento promovido pela ABRH-SP em parceria com a ONU Mulheres, teve a realização de sete painéis e a apresentação de dois speeches especiais, que proporcionaram um conteúdo relevante para as mais de 650 pessoas presentes no Teatro Cetip (Instituto Tomie Ohtake). Também houve uma homenagem à presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, escolhida Personalidade CONALIFE 2017. “Muito embora as mulheres sejam a maioria da humanidade, o tema da equidade de gênero ainda é desafiador para a nossa sociedade”, disse o presidente da ABRH-SP, Theunis Marinho, logo na abertura do evento, dando o tom aos debates que se seguiriam. Representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman apresentou dados que apontam a desigualdade no país, tanto na esfera pública quanto na privada. Nadine lembrou, porém, que nenhum país no mundo, nenhuma cidade do mundo alcançou a igualdade de gênero. “Sabemos que nós mulheres temos a mesma capacidade dos homens de ser líderes, mas não podemos fazer isso sozinha. A igualdade de gênero é uma responsabilidade de todos e de todas”, alertou. No primeiro painel do dia, “Em conexão com a nossa trajetória e desafios”, moderado pela diretora de redação da revista Claudia, Tatiana Schibuola, foram abordadas as conexões do debate sobre a equidade de gênero com as ciências. Participaram os professores Carla Tieppo (Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo), Rafael Alcadipani (FGV-EAESP), Regina Madalozzo (Insper) e Eliane Barbosa da Conceição (Unilab). O debate partiu das diferenças entre homens e mulheres determinadas pelo ambiente e dos mecanismos práticos para reverter os estigmas, para a análise dos traços de paternalismo nas organizações brasileiras e dos desafios ainda maiores que a mulheres negras enfrentam. Com uma apresentação contundente, a ex-consulesa da França, hoje ativista da diversidade e influenciadora Alexandra Loras, falou, no painel “Em conexão com os nossos sonhos”, das nuances da desigualdade racial e social no Brasil e das dificuldades de autoestima da mulher negra em um sistema que não reconhece seu valor. Para Loras, porém, é possível mudar esse quadro a partir de ações individuais. Ainda no período da manhã, Nadine Gasman e Adriana Carvalho, assessora sobre Empoderamento Econômico da ONU Mulheres, falaram sobre as iniciativas da entidade para promover a igualdade de gênero. Fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Ana Fontes contou sobre sua experiência no Fórum W20 Summit, grupo de trabalho formado por países integrantes do G20, que aconteceu em Berlim em abril deste ano. Também participaram do painel Edna Goldoni, diretora da ABRH-SP, e Glaucimar Peticov, diretora de RH do Bradesco. A programação da tarde começou com o speech sobre inclusão e integração da médica especialista em Medicina do Trabalho Daniela Bortman. Ela contou sua história de vida depois do acidente que a deixou tetraplégica, a superação dos desafios até se tornar médica do trabalho e fez um apelo para que paremos de enxergar apenas a incapacidade das pessoas para olhar para os potenciais e a capacidade residual delas. No painel “Em conexão com as demandas sociais”, moderado por Amanda Lemos, coordenadora de campanhas da ONU Mulheres, os influenciadores digitais, engajados em promover profundas mudanças na sociedade, deram a sua perspectiva sobre o tema: Camila Fusco, diretora de Empreendedorismo do Facebook para a América Latina; Guilherme Valadares, editor-chefe do site PapodeHomem; Juliana de Faria, fundadora do Think Olga e idealizadora da campanha Chega de Fiu Fiu; e Luana Génot, fundadora e diretora executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR). O painel seguinte, “Em conexão com as Entregas”, foi dividido em duas partes. Na primeira, moderada pela vice-presidente de RH da RaiaDrogasil Maria Susana de Souza, os presidentes Gilles Coccoli (Edenred Brasil), Marcelo Munerato de Almeida (Aon Brasil) e Paulo Camargo (Arcos Dorados – Divisão Brasil, operadora do McDonald’s na América Latina) falaram sobre o que as empresas que lideram têm feito em prol da equidade de gênero. Na sequência, Leyla Nascimento, presidente da Fidagh, federação que reúne as associações de RH da América Latina, moderou a segunda parte do painel, que contou com a participação de Cris Sampaulo, vice-presidente na área de Gestão de Capital Humano do Goldman Sachs, para falar sobre o programa de capacitação de mulheres empreendedoras. Além dela, Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter Brasil, Luis Gonçalves, presidente da Dell no Brasil, e Vanessa Machado, diretora de Identidade Organizacional do Grupo Boticário, comentaram os esforços feitos pelas suas empresas para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino. No último painel do dia – “Em conexão com as gerações” –, a jornalista Marcia Neder, autora do livro A Revolução das 7 Mulheres, abordou a revolução demográfica que está em curso com o envelhecimento populacional e a reinvenção da maturidade. Ao lembrar que a expectativa de vida das mulheres é maior que a dos homens, ela disse: “O Brasil mais velho é feminino”.     Participações especiais O CONALIFE 2017 teve as participações especiais do prefeito de São Paulo João Doria na abertura oficial do evento; do presidente do Grupo Boticário Artur Grynbaum, que falou que a empresa conhece bem de perto as contribuições que as mulheres trazem ao exercer a liderança, pois 50% das vice-presidentes são mulheres; e da cantora Paula Lima no show de encerramento.   Aqui nasceu o CONALIFE 2017  O sucesso do evento só foi possível com o trabalho e a dedicação dos integrantes dos comitês de Conteúdo e Organizador. São eles:   Comitê de Conteúdo Adriana Carvalho (ONU Mulheres) Edna Goldoni (ABRH-SP) Elizabeth Leonetti (Pró-Saúde) Leyla Nascimento (Fidagh) Lia Azevedo (Grupo Boticário) Lilian Guimarães (ABRH-SP) Majô Campos (Atento) Maria José Tonelli (FGV) Maria Susana de Souza (RaiaDrogasil) Renato Amendola (Grupo Boticário) Tatiana Schibuola (Revista Claudia) Teresa Franzini (CTO) Theunis Marinho (ABRH-SP)   Comitê Organizador Theunis Marinho (ABRH-SP) Edna Goldoni (ABRH-SP) Vânia de Faria (ABRH-SP)       Fonte: O Estado de São Paulo, 11 de Junho de 2017

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